quarta-feira, 9 de setembro de 2009



A LIBERDADE DE EXPRESSÃO EM PORTUGAL
"TEM LIMITES"


NOTA:

ESTE LIVRO TEVE DE SER EDITADO, SALVO ERRO EM INGLATERRA.

PROIBIDOS DURANTE ANOS EM PORTUGAL.

FOI FEITA AGORA 2ª EDIÇÃO E ESTÁ Á VENDA NA FNAC

MUITO INTERSSANTE ESTE LIVRO.



NOTA

POR OPÇÃO DO ESCRITOR ESTE LIVRO NÃO ESTA Á VENDA NAS LIVRARIAS.

QUERENDO-O BASTA TELEFONAR

917411432 E O ESCRITOR ENVIARÁ PELOS CTT Á COBRANÇA 16,00 EUROS, SALVO ERRO.

SE LÊR AS PRIMEIRAS 15ª PÁGINAS, NÃO DESCANSARÁ ATE CHEGAR AO FIM.

MUITO INTERSSANTE, SERÁ UMA SURPRESA PARA MUITOS, SOBRETUDO AS 1ªS PAGINAS.



NOTA:

Caso Maddie
Proibida venda de livro de Gonçalo Amaral
Por Ana Paula Azevedo
A 13ª Vara Cível de Lisboa deferiu hoje a providência cautelar apresentada pelo casal McCann, pais de Maddie – desaparecida na praia da Luz em Maio de 2007 – no sentido de proibir a venda do livro de Gonçalo Amaral, ex-inspector da Polícia Judiciária, que defende a tese de que seriam os pais os responsáveis pelo desaparecimento e morte da criança (em actualização)


ESTE LIVRO " EVAPOROU-SE", NAS LIVRARIAS DE PORTUGAL...NÃO HÁ.
PODE FAZER O DOWNLOAD
NO SITE ACIMA.


NOTA:


ESTE LIVRO TEVE DE SER EDITADO NA AMERICA.

PODE FAZER DOWNLOADS

NO SITE ABAIXO INDICADO.

OBTER O LIVRO, VÁ AO BLOG PORTUGAL PROFUNDO, E PODE AOMPRAR O LIVRO, ATRAVES DESTE BLOG E OUTROS


A Grande Liberdade amordaça as editoras...
Livro sobre José Sócrates publicado fora de PortugalPara memória futuraPublicado por helenafmatos, em 3 Setembro, 2009«Por ser importante, revelo abaixo a saga da publicação de mais um livro proibido e a necessidade de recurso à publicação nos EUA
(na Lulu.com) para vencer os bloqueios da publicação em Portugal.Comunicado ao grupo editorial Leya o meu propósito de edição do livro, recebi no próprio dia a manifestação do interesse na publicação. Apresentei o conjunto de posts que compõem a II Parte do livro e o interesse da editora manteve-se – e cresceu quando depois entreguei a I Parte (a Introdução) na qual contava o contexto da pesquisa e as vicissitudes do afrontamento do poder quase-ditatorial do Governo. Paralelamente, trabalhei ao longo de meses no desenvolvimento do livro, e investigando os novos factos. Até que, em 27 de Fevereiro de 2009, entreguei à Leya uma versão preliminar da IIIParte (a Conclusão) do livro, com a descrição de alguns factos novos e a interpretação de documentos inéditos. A insistência constante da editora para que eu terminasse o livro foi substituída por um silêncio absoluto: nem mais um pio. Nunca mais se atendeu o telefone, nem se respondeu aos mails, nem às mensagens. Nem, estranhamente, sequer se correspondeu ao pedido legítimo e formal de devolução do material entregue. Nada. Contactei outras editoras, mas também não tive êxito na edição do livro. Uma delas – aparentemente insuspeita… – nem sequer respondeu ao mail que lhe enviei. E outra também recusou. Finalmente, já no final de Julho de 2009, uma editora mostrou-se interessada,oferecendo-me a possibilidade de colocar o livro para download pago e eu fazer o co-financiamento da edição impressa (co-financiamento que se destinava a prevenir o risco do bloqueio da distribuição e venda em prazo útil). Alguém, do meio, explicou-me depois a dificuldade e receio de, no Portugal socratino, uma distribuidora fornecer, e as cadeias de livrarias e superfícies comerciais exporem e porem à venda, um livro intitulado… “O Dossiê Sócrates”… Frustrada a tentativa de edição tradicional em tempo útil, sem meios para o co-financiamento da edição impressa, sem interesse numa versão digital paga, e sem a difusão natural e distribuição corrente nos pontos de venda, decidi contornar o obstáculo da edição, distribuição, exposição e venda, com a publicação integral gratuita do livro em linha e a possibilidade de compra para os leitores que queiram ler e ter o livro impresso. O valor de compra do livro impresso cobre apenas o custo da edição, e com os portes, não é superior ao preço de edições similares no mercado. Escolhi propositadamente um tamanho de papel mais longo, o qual permite um custo baixo (14,95 euros + 6,08 euros de portes = 21,03 euros). Podia cobrar também pela edição digital; porém como o meu objectivo não é económico, mas político, o livro fica disponível para o download gratuito dos leitores. As duas modalidades estão disponíveis na Lulu.com. Creio que a alternativa que escolhi responde à máxima difusão possível e conveniência dos leitores.»José Martins



É SÓ MAIS UMA MAIORIA SOCRATES, E FICARÁS SEM CUECAS EHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHHH

terça-feira, 8 de setembro de 2009



AFINAL EM QUE É QUE FICAMOS?
Documento
Perícia pedida pelo MP diz que Freeport cumpriu a lei
por CARLOS RODRIGUES LIMA Hoje

Ministério Público do Montijo pediu parecer ao Instituto da Construção e do Imobiliário sobre os aspectos urbanísticos e ambientais do projecto. Na resposta, dois arquitectos garantiram não ter encontrado ilegalidades administrativas.
É mais um dado que vem baralhar a investigação do processo Freeport: uma perícia pedida pelo Ministério Público do Montijo (onde correu a investigação até Setembro do ano passado) ao Instituto da Construção e do Imobiliário (INCI) não detectou quaisquer ilegalidades na tramitação administrativa do projecto. A questão central no processo volta a levantar- -se: as decisões foram lícitias ou ilícitas? A diferença pode ditar a prescrição dos crimes.
O documento, a que o DN teve acesso, é assinado por dois arquitectos: António Vasco Massapina e Fernando Pinto. A ambos foi disponibilizada vária documentação apreendida no processo Freeport como, por exemplo, documentos recolhidos, em 2005, pela Polícia Judiciária no gabinete de Honorina Silvestre, ex-assessora da Câmara de Alcochete, e na empresa Smith&Pedro. Assim como outra "oficial", como decretos-lei, despachos e plantas topográficas.
E a conclusão dos peritos foram: "Os documentos colocados à disposição para análise não constituem documentação onde se detectem irregularidades de tramitação administrativa, técnicas, factos cronologicamente contraditórios, ou mesmo alterações de opinião."
No que diz respeito ao ambiente, os peritos consideraram que os "procedimentos foram de elevada exigência ambiental". "O facto de o projecto em causa ter sido recusado duas vezes, confirma que houve uma análise exigente". Recorde-se que, antes da aprovação em 2002, o projecto tinha sido chumbado duas vezes pelos serviços do Ministério do Ambiente. Quanto à integração do outlet na Zona de Protecção do Estuário do Tejo (ZPE), os peritos explicam: "Pode concluir-se que pelo menos uma parte do projecto se manteve sempre integrada na ZPE, com ou sem a sua mencionada alteração de limites." Daí, acrescentam, "esta circunstância, só por si, ajuda a demonstrar que a alteração dos limites não terá ti- do por objectivo, e seguramente, não teve por resultado tirar o empreendimento da área classificada como ZPE".
Como se percebe, esta discussão técnica acaba por ser o centro nevrálgico do processo. E terá levado a que os procuradores Vítor Magalhães e Paes de Faria tivessem, já este ano, "contratado" um novo consultor. Segundo já adiantou o jonal i, o professor Manuel Duarte Pinheiro tem prestado assessoria técnica ao Ministério Público nesta controversa questão, que dificilmente ficará resolvida.
Contactada pelo DN, a Procuradoria-Geral da República não desmentiu a existência do documento em causa, dizendo apenas que "o processo continua em segredo de justiça, pelo que não é possível, neste momento, divulgar quaisquer elementos sobre a investigação em curso".
Tags: Portugal, Sul
08 Setembro 2009 - 02h00
Investigação: Descoberta de ‘luvas’ em Londres faz mais suspeitos
Londres confirma luvas do Freeport

Carlos Guerra não é o único arguido do caso Freeport que vai ter de explicar os 200 mil euros depositados numa das suas contas. A investigação descobriu depósitos em várias contas abertas em paraísos fiscais britânicos que implicam outros suspeitos já constituídos arguidos e também mais três pessoas. O CM sabe que serão constituídos arguidos mais dois ou três suspeitos com intervenção no processo administrativo do centro comercial assim que a polícia inglesa envie a documentação bancária pretendida pela investigação portuguesa.

Conheça todos os pormenores na edição de terça-feira do jornal 'Correio da Manhã'.
08.09.2009



* 05 Setembro 2009 - 00h30 Novo primo de Sócrates no Freeport
* 28 Agosto 2009 - 11h02 Freeport: Sócrates não será arguido
* 27 Agosto 2009 - 00h30 Acusação não sai antes de eleições

» COMENTÁRIOS
08 Setembro 2009 - 10h24 Luis Manuel Lourenço
Os governos do mundo sabem que os paraíso fiscais servem para lavar dinheiro e fugir a impostos. Porque não os fecham?
08 Setembro 2009 - 10h15 isabel benz
E Socrates quer atrair investimento estrangeiro depois do vergonhoso licenciamento do Freeport.
08 Setembro 2009 - 10h13 joaquim vieira
Queriam á viva força implicar Socrates neste estranho caso, mas enganaram-se.... vieira
08 Setembro 2009 - 09h47 antonio, mafra
A sério?? Aguardamos ansiosamente. E..se não se concretizar, a culpa é do "homem do costume"??
08 Setembro 2009 - 09h39 AJF
Hum! Polícia inglesa ainda não enviou. E, jornais já sabem!, procuradores deram com lingua nos dentes!
08 Setembro 2009 - 09h33 Maria Almeida
Qual é o facto novo??? São as sondagens a dizer que o PS está a subir???
08 Setembro 2009 - 09h10 Nem vale a pena
Tal como no caso Casa Pia, os que têm as costas quentes não terão punição.
08 Setembro 2009 - 08h58 fernando silva
lamento!mais uma vez,todo o poder politico,domine a nossa justiça.e que este humilde povo.passe ao lado de tudo isto
08 Setembro 2009 - 08h47 lidia sousa LISBOA
estou a tentar processar o Ministério publico e procurador no Tribunal Europeu o que me parece possivel, pois nem o PR
08 Setembro 2009 - 06h49 Rui
isto esta a aquecer...mais 3 involvidos..mmm
8 Setembro 2009 - 08h58 fernando silva
lamento!mais uma vez,todo o poder politico,domine a nossa justiça.e que este humilde povo.passe ao lado de tudo isto
08 Setembro 2009 - 08h47 lidia sousa LISBOA
estou a tentar processar o Ministério publico e procurador no Tribunal Europeu o que me parece possivel, pois nem o PR
08 Setembro 2009 - 06h49 Rui
isto esta a aquecer...mais 3 involvidos..mmm
08 Setembro 2009 - 06h23 manuel
como sempre os comentarios,dividem se,e tem muita gente ignorante,suiça
08 Setembro 2009 - 05h51 Fernando Oliveira
Quando chegam os dados da Justiça inglesa? Lá para as Calendas Gregas? Depois de 2002 ainda não chegaram...vêm a pé...


domingo, 6 de setembro de 2009

EU TAMBEM FUI MILITAR E JUREI BANDEIRA

Espanha e os interesses espanhóis não podem mandar em Portugal
- Boicotar os produtos , bancos e empresas espanholas é um dever

José Sóctrates não foi militar. Nunca jurou bandeira. Nunca jurou morrer por Portugal se necessário.

Mas eu fui militar e jurei bandeira. José Sócrates e o seu PS-ex-PCPs ajoelharam frente a Espanha.
Sócrates deu o mote quando disse que a sua política era Espanha/Espanha/Espanha.
O caso da interferência da PRISA, - no ataque na TVI à liberdade de expressão e informação em Portugal - que é uma empresa espanhola conotada e apoiante do PSOE de Zapatero é uma afronta para Portugal.
Para todos os portugueses que sabem que a nossa independência se fez , sempre, contra Castela o grito de Sócrates é uma enorme imprudência e um "non sense" diplomático, estratégico.
Sócrates está mal aconselhado e os seus cromossomas - originários ou adaptados ao tempo - não o ajudam.
Ao contrário de Mário Soares e de Jorge Sampaio Sócrates, José Sócrates era profissionalmente um mero técnico de uma Câmara Municipal interior.
Mário Soares era rico e advogado. Jorge Sampaio era rico e advogado.
Sócrates não tinha fortuna pessoal nem era engenheiro civil, não tinha fontes de rendimento para além do magro salário de funcionário da admnistração local , a mais mal paga. Sócrates era pobre, sem qualquer curso que lhe permitisse enriquecer fora da política.
Vive há muitos anos do erário público Deputado/Secretário de Estado/Ministro/Primeiro Ministro, tudo cargos com rendimentos não muito altos, que não dão ara licitamente enriquecer.
Sócrates durante estes anos de Governo mostrou sempre não estar preparado para alavancar Portugal.
Andou aos esses e deitou-se no colo de Espanha. A pior coisa que um cordeiro poderia fazer em relação a um lobo.
A PRISA, empresa espanhola, que defende os interesse espanhóis, acedeu aos interesses impulsivos de José Sócrates e do PS.
O PSOE e Zapatero quiseram dar a mão ao PS, agora que uma empresa espanhola apresentou o melhor orçamento para o TGV e é vital para Espanha este negócio. São muitos milhões pagos pelo Estado Português.
Depois o TGV é vital para rentabilizar o investimento espanhol até Badajoz. mais uma achega.
Foi o PS e Sócrates que usaram a PRIA, uma empresa do nosso inimigo histório, para calar a liberdade de informação para fazer em Portugal o que Hugo Chavez faz na Venezuela! Boicotar produtos espanhois é fácil. Basta ver os rótulos e nunca comprar os produtos espanhois.Comprar produtos portugueses em primeiro lugar e depois os de todos os outros países. Boicotar os bancos espanhois, as seguradoras espanholas é fácil.

Pouco interessa agora que Mário Soares venha com conversas, gastas, de que gosta da Manuela Moura Guedes, que foi uma cabala.
Mas Mário Soares não tem credibilidade. Mário Soares sempre navegou à vista. Ora recebendo apoios dos EUA, ora atacando os EUA, ora adulando Ceausescu, ora calando na questão de Timor, em 1975, para não perder os apoios do Calucci e dos EUA, de quem dependia em absoluto.
Depois temos o caso do Livro de Rui Mateus e a Emaudio.É bom pensar-se neste livro.
Sócrates está aflito porque os bilderbergs, a Maçonaria Intrenacional e que domina Portugal, lhe tiraram o tapete.
Sócrates para a maçonaria de negócios é um impecilho agora. Dentro do PS os inimigos espreitam. Está acossado.

Boicotar produtos espanhóis é um dever de todos os portugueses.
Vamos tirar a canga de cima, correr com o PS e tratar Espanha como deve ser tratada, como o inimigo histórico, lembrando-nos sempre que Franco fez um acordo com Hitler para invadir Portugal , como Manuel Godoy fez com Napoleão, em 1801.

Eu não comprou produtos espanhóis. Não compre você também. Eu não passo férias em Espanha. Não passe você também. Não uso bancos espanhóis nem seguradoras espanholas.Não use você também.

De Espanha nem bom vento nem bom casamento.

Viva o País Basco Independente. Viva a Catalunha Independente. Viva a Galiza integrada em Portugal, como os galegos querem.

Portugal! José Maria Martins - Advogado
06 Setembro 2009 - 00h30

Polémica: Manuela Ferreira Leite acusa o primeiro-ministro
“Quem não está de acordo sofre retaliações”

Um programa silenciado, um grave atentado à liberdade da Comunicação Social e um clima de retaliações. Este é o diagnóstico de Manuela Ferreira Leite, líder do PSD, quanto à suspensão do ‘Jornal Nacional de 6ª, da TVI, e consequente afastamento de Manuela Moura Guedes. No fim da linha, "nunca ninguém saberá o que realmente se passou", mas para a presidente social-democrata acredita que "quem ousa dizer alguma coisa que não está de acordo com o Governo de Sócrates sofre retaliações".
A expressão 'asfixia democrática' voltou ontem ser invocada por Ferreira Leite nas suas primeiras declarações sobre o afastamento de Manuela Moura Guedes. O incómodo manifestado pelo primeiro-ministro em relação ao jornal da TVI e o facto de ter havido uma tentativa de compra da TVI pela PT, denunciada pelo PSD, são dois momentos que contribuem para o clima que se vive. Pacheco Pereira acrescenta: 'Quando um homem de poder ataca um órgão de Comunicação Social numa das suas entrevistas, está a dar uma ordem, não está a emitir uma opinião. O que eu sei é que ele deu a ordem, e que alguém a executou.'
E se o PSD não deixa cair o tema, o CDS-PP também não. Paulo Portas afirma ao CM que 'pela primeira vez desde o PREC um primeiro-ministro elegeu uma televisão, um director e uma jornalista como adversários principais'. Mais: no Parlamento, o primeiro--ministro 'não escondeu a vontade de os substituir via PT'. Por isso, a conclusão é óbvia: 'Um mês depois, o ‘serviço’ aparece feito. Cada um que interprete como quiser.' Portas endurece ainda o discurso contra as maiorias absolutas de um só partido pela ' tentação de interferir' nos media.
'JORNAL DE SEXTA' FOI DOS MAIS VISTOS DE SEMPRE
O ‘Jornal Nacional’ da TVI de sexta-feira, apresentado por Patrícia Matos, foi visto por 1 296 300 milhões de espectadores, obtendo um share de 39,9%, um dos mais altos do último ano. Sem Manuela Moura Guedes, afastada pelos accionistas da estação de Queluz, o caso Freeport voltou porém a abrir o jornal. A escolha da jovem pivô partiu da própria Manuela Moura Guedes, apesar de ter tido contra si quase toda a redacção.
APONTAMENTOS
DIRECTORES
A redacção da TVI acredita que durante a próxima semana será conhecida a nova direcção de Informação da estação de Queluz.
ELOGIADA
A equipa do ‘Jornal de Sexta’ considera que Patrícia Matos cumpriu muito bem a missão ao apresentar o jornal de sexta e ofereceu-lhe flores.
DOIS PIVÔS
Há pelo menos dois pivôs insatisfeitos por não terem sido contactados para apresentar o jornal: Henrique Garciae Belo Morais.
DISCURSO DIRECTO
'ESTE CASO PODE SER DECISIVO NAS ELEIÇÕES': Henrique Neto, Ex-deputado do PS sobre caso TVI
Correio da Manhã – O cancelamento do ‘Jornal Nacional’ da TVI foi uma cilada ao PS, como dizem alguns socialistas?
Henrique Neto – Pode ser várias coisas, agora uma cilada não é, com certeza. Quer o PS tenha tentado ou não fazer alguma mudança na TVI no passado, não é credível que a Prisa decidisse, fosse o que fosse, à revelia do PS. Porque não há ninguém no seu juízo que hostilize o Governo de um País.
– O PS diz que não teve nada a ver com a decisão. É credível?
– Um erro dos espanhóis é compreensível, um erro do PS eu não acredito, porque seria uma estupidez enorme. O que pode ter acontecido é que o PS terá tentado influenciar as coisas há alguns meses, mas nada aconteceu, e aconteceu agora, no pior momento.
– Este caso pode ser decisivo nas legislativas?
– Pode ser decisivo. Eu sempre disse que o PS ganhava as eleições, mas sem maioria. Agora, tenho dúvidas.
– Porquê?
– Com a crise económica, as pessoas não querem mudar de Governo. Outra coisa é as pessoas terem dúvidas sobre o primeiro-ministro. E isso vai fazer mudar o sentido de voto, nomeadamente dentro do PS.
MINISTRO VAI SER CHAMADO A DEPOR
Pedro Silva Pereira, ministro da Presidência, vai ser ouvido na qualidade de testemunha no âmbito do processo Freeport. De acordo com o semanário ‘Expresso’, os procuradores responsáveis pela investigação só vão chamar Silva Pereira depois das eleições legislativas e autárquicas para evitar especulações e aproveitamentos políticos durante as campanhas eleitorais. O actual ministro da Presidência era, na altura em que o Freeport foi licenciado, secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza de José Sócrates, ministro do Ambiente.
Rui Gonçalves, na altura secretário de Estado do Ambiente do actual primeiro-ministro, já foi ouvido, igualmente na qualidade de testemunha, pelos procuradores do Departamento Central de Investigação e Acção Penal. Entretanto, o director da Polícia Judiciária, Almeida Rodrigues, admitiu à Lusa que 'tudo aponta' para que o conteúdo da carta anónima que implica Bernardo Pinto de Sousa, primo de Sócrates, na entrega de subornos 'seja destituída de fundamento'. Até ao momento, já foram constituídos sete arguidos.
NOTAS
SOARES: SIMPATIZA COM PIVÔ
O ex-presidente da República Mário Soares disse ontem ser simpatizante de Manuela Moura Guedes e considerou o seu afastamento do ecrã uma questão do foro da empresa.
TVI: IMPRENSA ESTRANGEIRA
A suspensão do ‘Jornal’ de Moura Guedes foi noticiada nos jornais espanhóis e britânicos, que ligam a polémica ao processo Freeport e ao primeiro-ministro, José Sócrates.
PACHECO: ACUSA SÓCRATES
Pacheco Pereira reagiu e responsabilizou o primeiro-ministro pelo cancelamento do ‘Jornal de 6.ª’, considerando que Sócrates 'deu a ordem' para acabar com um noticiário 'incómodo'.

CORREIO DA MANHA 6.9.2009

sábado, 5 de setembro de 2009



O Dossiê Sócrates: o livro
.


5.302 exemplares do livro descarregados (downloads), às 23:56 de 4-9-2009 - dois dias depois da publicação d'
«O Dossiê Sócrates». E 1.499 exemplares descarregados em menos de 24 horas (nota escrita às 12:39 de 3-9-2009).