quinta-feira, 22 de abril de 2010

De: gabriel ramos
Data: 04/21/10 13:33:38
Para: luar888@gmail.com; kimpereira1965@hotmail.com; antonio jose pinto; Amadeu Ferreira; vitor lourido
Assunto: FW: Desconto de 0,22¤ / litro de combustível na Galp!...






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É preciso não ter vergonha.Aqui deve andar a mão do chuleco do F.Gomes
Assunto: Fwd: Desconto de 0,22¤ / litro de combustível na Galp!...

AO QUE ISTO CHEGOU!...
É sempre possível descer mais baixo!
MILITANTES DO PS TÊM DESCONTOS NA GALP!


> Ainda pensavam que atestar nas bombas dos supermaercados era uma grande vantagem!
>Vejam, agora na Galp e façam a conta 50 litros x 0,22¤ = 11,00¤. É verdade!... Só p'ra "trupilha" do PS!...
> 0,22¤/Litro de desconto em combustível!! Dá para acreditar?!
>Assim, percebe-se porque pagamos os combustíveis mais caros!
- É para outros, sem um pingo de vergonha, terem estes esquemas e os pagarem mais baratos.
>E Ainda vão dizer que está a aumentar o número de militantes no partido... Porque será??!!!

E A PETROLÍFERA NACIONAL SUBMETE-SE AOS TRAFULHAS!!!!


Isto sim é que é um PAÍS! Até dá gosto pagar impostos!..
.





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Hotmail: Correio electrónico fidedigno com protecção anti-SPAM poderosa. Inscreva-se já.

22 Abril 2010 - 00h30

Parlamento: Deslocações de Inês de Medeiros entre Lisboa e Paris

Viagens custam 6 mil euros/mês

As viagens da socialista Inês de Medeiros entre Lisboa e Paris vão custar ao Parlamento mais de seis mil euros por mês. Ontem, o conselho de administração da Assembleia da República aprovou o parecer do auditor jurídico, que defende o pagamento das ajudas de custo à deputada, com o voto de qualidade de José Lello (PS), enquanto presidente, face ao empate dos votos a favor dos socialistas e os votos contra de PSD e BE. O CDS-PP absteve-se e o PCP não se fez representar.

A decisão do conselho não é vinculativa, mas, caso Jaime Gama dê o seu aval, Inês de Medeiros terá direito a uma viagem de avião de ida e volta, na classe mais elevada, uma vez por semana entre Paris e Lisboa, que ronda os 1160 euros. Ao fim do mês, são 4640 euros, acrescidos de despesas com as ajudas de custo pagas aos deputados que residem fora da grande Lisboa (69, 19 euros por cada dia de presença em trabalho parlamentar), o que, multiplicado por 22 dias úteis, representa 1522,18 euros. Ou seja, estão em causa 6162, 18 euros, a que se juntam ainda as despesas com a deslocação entre o aeroporto e a residência da deputada.

Inês de Medeiros congratulou--se com a decisão. "A minha satisfação é isto estar resolvido e acabar com esta campanha de enxovalhos e de informação pouco rigorosa."



Janete Frazão

·

COMENTÁRIOS

22 Abril 2010 - 06h50 | alfredolucas noruega
foi apoiante e votei muitos anos no ps mas depois disto nunca mais,e VERGONHOSO,temhao vergonha na cara

22 Abril 2010 - 06h32 | Manguito Ecológico
UMA VERGONHA DESPUDORADA! LEMBREM-SE BEM DISTO NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES...

22 Abril 2010 - 06h24 | NS40
Devia era de ter vergonha na cara e se afastar do poleiro, parasita do PS

22 Abril 2010 - 06h05 | NS40
Essa Deputada e o Partido deviam era de terem vergonha pelo ROUBO que estão praticando....

22 Abril 2010 - 04h58 | AMANDIO
VIVE NO ESTRANGEIRO E FOI ELEITA POR LISBOA. COMO FOI POSSIVEL? NÃO DEVIA TER DIREITO A AJUDA.VERGONHA INÊS...VAI TRABAL

22 Abril 2010 - 04h06 | costa
Não mora na Lua porque ainda não é habitada,ficava mais caro. Na lua andam todos na Assembleia da Republica e não só

22 Abril 2010 - 04h04 | Manuel Silva (Português-Natal-Brasil)
"Eles comem tudo e não deixam nada".Por acaso até deixam!Deixam dívidas e não são poucas...

22 Abril 2010 - 03h03 | Carlos Sousa Dias
Este é só um "piqueno" exemplo do pobre país que somos! A garota não se candidatou por Lisboa? Ou foi por Paris?

22 Abril 2010 - 03h03 | Alvaro de Campos
É socialista pode, o Zé paga e tudo fica como dantes.

22 Abril 2010 - 02h29 | Mario Clara
Eles comem tudo e nao deixam nada!

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L

RUI PEDRO

RUI PEDRO

ESTA MÃE NÃO DESISTE - RUI PEDRO - impossível não reencaminhar!

RUI PEDRO - impossível não reencaminhar!
ESTA É VERDADEIRA, E PODE E DEVE SER ENVIADA!

Esta mensagem é um dos métodos a que a mãe do Rui Pedro tem recorrido para que a ajudem a encontrar o filho, já que as autoridades Portuguesas têm deixado arrastar este caso há já Nove anos.
O mínimo que podemos fazer é reenviar esta mensagem aos nossos contactos na esperança de que um dia ela venha dar os seus frutos.

Por favor divulguem esta mensagem aos vossos contactos nacionais e internacionais.


ESTA MÃE NÃO DESISTE - RUI PEDRO - impossível não reencaminhar!


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O mínimo que podemos fazer é reenviar esta mensagem aos nossos contactos na esperança de que um dia ela venha dar os seus frutos.

Por favor divulguem esta mensagem aos vossos contactos nacionais e internacionais.


ESTA MÃE NÃO DESISTE - RUI PEDRO - impossível não reencaminhar!


RUI PEDRO - impossível não reencaminhar!

ESTA É VERDADEIRA, E PODE E DEVE SER ENVIADA!

Esta mensagem é um dos métodos a que a mãe do Rui Pedro tem recorrido para que a ajudem a encontrar o filho, já que as autoridades Portuguesas têm deixado arrastar este caso há já Nove anos.
O mínimo que podemos fazer é reenviar esta mensagem aos nossos contactos na esperança de que um dia ela venha dar os seus frutos.

Por favor divulguem esta mensagem aos vossos contactos nacionais e internacionais.





















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QUEM MAMA

A OUTRA FACE DO 25. ABRIL

A OUTRA FACE DO 25 DE ABRIL

De: Sto António de Comba Dão

Data: 16-04-2010 19:26:43

Para: Undisclosed-Recipient:,

Assunto: A OUTRA FACE DO 25 DE ABRIL


A OUTRA FACE DO 25 DE ABRIL


Em 1941, Franklim Delano Roosevelt endereçou uma carta ao Kremlin (carta que o Le Figaro publicou em 7/2/51) onde, a dado passo, afirmava: «... quanto à África, será preciso dar à Espanha e a Portugal compensações pela renúncia dos seus territórios ultramarinos, para um melhor equilíbrio mundial.
Os Estados Unidos instalar‑se‑ão aí por direito de conquista e reclamarão inevitavelmente alguns pontos vitais para a zona de tutela americana. Será mais do que justo. Queira transmitir a Estaline, meu caro senhor Zabrusky, que, para o bem geral e para o aniquilamento de Reich, lhe cederemos as colónia africanas se ele refrear a sua propaganda na América e cessar a interferência nos meios liberais.»
Porquê Portugal e as suas províncias ultramarinas? Terá sido apenas mais um Yalta?
Para a compreensão destas questões, transcrevemos uma passagem muito interessante de
Washington Observer de 15/1/75: «A verdadeira razão da rápida mudança da situação na África Austral reside no plano Rockfeller, Rotschild e Oppenheimer, que prevê a criação de um super‑governo económico na parte sul de continente africano. Este plano implica a integração em um todo económico de Angola, Zaire, Zâmbia, Zimbawe, Sudoeste Africano, Moçambique e República da África do Sul. Este plano vai permitir que a Gulf Oil Corporation (propriedade dos Rockfeller) explore em exclusivo o petróleo de Cabinda, com igual .proveito da URSS, de Cuba e de Angola. Foi esta associação, aparentemente sui generis, que, em 1973, tomou a decisão de mudar o curso dos acontecimentos em Portugal e suas colónias «para um melhor equilíbrio mundial».
Em princípios de 1973, realizou‑se em Paris uma conferência convocada pelo PCP, na qual todos ou prementes da esquerda portuguesa se comprometeram a levar a cabo uma sublevação em Portugal, o mais tardar até 1975. Estavam presentes a PCP, a Acção Socialista Portuguesa e cerca de uma dezena de militares, católicos progressistas e representantes da Maçonaria. Esteve igualmente presente uma delegação de PCUS, com instruções e poderes para assumir compromissos financeiras.
«Nesta conferência ficou acordado o reforço das infiltrações marxistas nas forças armadas portuguesas e elaborado um plano para a intensificação do terrorismo nas províncias ultramarinas. O sucesso da revolução implicaria a instalação na metrópole de um regime democrático a caminho do socialismos e poria termo à guerra colonial.» — Faits et Idées, de Agosto de 1976.
«A independência da Guiné, de Angola e de Moçambique seria concedida aos movimentos terroristas de obediência comunista, sem condições políticas ou económicas nem indemnizações. Ou colonos deveriam ser repatriados a expensas de Portugal.» —
Liquidação do Ultramar, Jornal Português de Economia e Finanças, 1980.
O n.º 2 de Agosto de 1976 de Newsletter de Boston, numa reportagem de John C. Wahnon, refere a celebração em Paris de um acorde entre «... os secretários‑gerais do PCP e de PS, juntamente com membros de outro partidos, para estudar a possibilidade de canalizarem o descontentamento então evidente em certos sectores das forças armadas portuguesas, no sentido de estruturar um movimente capaz de derrubar o governo português. O PS tomou o comando da subversão enquanto que o PCP financiou ao operação. Moscovo, a fonte desses fundos, só impôs uma condição: a independência imediata de todas ao colónias portuguesas e a transferência imediata das respectivas soberanias, sem eleições para os movimentos pré‑russos.»
O acordo final respeitante «condições impostas pela União Soviética foi amainado por cinco comunistas e quatro socialistas e constava de duas cláusulas:
1.ª - Entrega de dinheiro. A URSS contribuiria inicialmente com 2 milhões de dólares para financiar a organização do golpe de Estado que derrubaria o governo português.
2.ª - Compromisso. O PCP e o PS comprometiam‑se a dar a independência, imediata às colónias, representadas na reunião respectivamente pelo PAIGC, MPLA e Frelimo.
Em Setembro desse mesmo ano, o PCP e o PS subscreveram um comunicado em que afirmavam ser objectivo das forças democráticas portuguesas pôr termo à guerra colonial, propondo imediatamente negociações com vista à independência dos povos de Angola, Guiné e Moçambique.
Entretanto em Julho tinha‑se formado o Movimento dos Capitães que logo nesse Outono abandonou as suas reivindicações iniciais para lhe dar um cariz nitidamente político. Este segunda programa foi redigido por Melo Antunes e revisto e aprovado por uma comissão composta por Vasco Gonçalves, Franco Charais, Costa Brás e Vítor Alves.
Em 15 de Abril de 1974, D. António Ferreira, Geres encontrou‑se em Roma com o cardeal Villot e regressa a Lisboa com a garantia de que a solução spinolista é bem vista por Sua Santidade o Papa Paulo VI (o judeu oculto Montini).
Nesse mesmo dia, em Madrid, Spínola recebe de Arias Navarro, chefe do governo espanhol, a promessa de neutralidade.
No que respeita à NATO, Thorsten Anderssen, director da Lisnave, é o intermediário nas negociações com Joseph Luns.
Nos dias 19, 20 e 21, reuniram‑se no hotel Mont d`Arbois numerosos membros da Trilateral e de Club de Bildberger para reflectir sobre a revolução que se preparava para Portugal. O hotel pertence ao barão de Rotschild e situa‑se em Mégeve, França. Num anexo de mesmo hotel reuniram‑se na mesma altura e com a mesma agenda representantes da RFA, EUA, NATO, Itália e revoltosos portugueses. Reunião idêntica decorreu no castelo de Gyminich, perto de Bona, e reuniu os ministros dos Negócios Estrangeiros da CEE.
No dia 22, um grupo de 15 «turistas» portugueses chegaram a Badajoz e foram conduzidos em viaturas oficiais espanholas ao aeroporto internacional de Barajas, Madrid. Cada um deles era portador de uma carta lacrada de Spínola, e nos aeroportos de Paris, Bruxelas, Roma, Haia, Berna, Londres, Cidade do Cabo, Luanda, Lourenço Marques, Bissau, Brasília, Dacar e Nova Iorque, são recebidos por «representantes de diversas sociedades internacionais». As cartas destinam‑se aos Ministros dos Negócios Estrangeiros ou no caso das colónias aos representantes do governo de Lisboa, mas com ordem de apenas seres entregues no dia 25 de Abril.
No dia 23, Spínola tem à sua disposição um sistema permanente de comunicação com todos os seus mensageiros, por intermédio de uma embaixada europeia e com o apoio de um iate especial, de seu nome Apolo, posto à sua disposição e fundeado no Tejo.
Nesse mesmo dia, unidades da NATO entram em Lisboa, a pretexto de manobras integradas nas operações Dawn Patrol 74.
Quanto à situação político‑militar nas colónias pós‑25 de Abril, Kissinger e Gromyko assinam um acordo secreto estabelecendo a neutralidade dos Estados Unidos face à presença cubana e de material cubano em Angola, a troco da neutralidade soviética em Portugal. Tal acordo permite à Gulf Oil prosseguir a exploração petrolífera em Cabinda, com benefício para a URSS, Cuba, MPLA e para a própria Gulf Oil.
Sobre a situação militar nas províncias ultramarinas antes da Revolução dos Cravos, remetemos tal esclarecimento para o general Silvino Silvério Marques, que no seu livro África ‑ Vitó­ria Traída, afirma apenas o seguinte:«Em Angola, a guerra estava a caminho de ser, prática e definitivamente, ganha económica, sócio‑politica e militarmente. A subversão ti­nha igualmente os dias contados em Moçambique. Na Guiné, a situação modificar‑se‑ia. Iss­o seria a sucesso da política ultramarina portuguesa.»

A revolução do 25 de Abril não foi uma revolta de povo contra a ditadura nem contra uma guerra colonial perdida. Foi sim mais uma vitória da fria estratégia dos mundialis­tas, que teve o seu epílogo numa madrugada de Abril mas que começara muito antes, com a primavera da marcelice e a consequente assalto ao poder da incontável caterva de pu­lhas, bandidos e com alguns inocentes úteis à mistura.

Franco Vale


quarta-feira, 21 de abril de 2010

Vejamos:

DEPUTADOS NO REINO UNIDO...!

Não é de estranhar, mas é interessante saber...como tudo é
diferente..........!

Os deputados do Reino Unido, na "Mãe dos Parlamentos",

1 . não têm lugar certo onde sentar-se, na Câmara dos Comuns;
2 . não têm escritórios, nem secretários, nem automóveis;
3 . não têm residência (pagam pela sua casa em Londres ou nas províncias);
detalhe: e pagam, por todas as suas despesas, normalmente, como todo e
qualquer trabalhador;
4 . não têm passagens de avião gratuitas, salvo quando ao serviço do
próprio Parlamento.
E o seu salário equipara-se ao de um Chefe de Secção de qualquer
repartição pública.

Em suma, são SERVIDORES DO POVO e não PARASITAS do mesmo.
A propósito, sabiam que, em Portugal, os funcionários não deputados
que trabalham na Assembleia têm um subsidio equivalente a 80 % do seu
vencimento? Isto é, se cá fora ganhasse 1000,00 EUR lá dentro ganharia
1800,00 EU. Porquê? Profissão de desgaste rápido? E por que é que os
jornais não falam disto?

Porque têm medo?
Ou não podem?

INES DE MEDEIROS

Inês de Medeiros

Voto de qualidade de José Lello aprova pagamentos das viagens

Por Susete Francisco

Polémica até ao fim: o caso das viagens de Inês de Medeiros dividiu hoje o Conselho de Administração da Assembleia da República. O presidente, o socialista José Lello, teve de usar o voto de qualidade para desempatar

Parlamento vai pagar viagens a Inês de MedeirosClique para ler o artigo

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Voto de qualidade de  José Lello aprova pagamentos das viagens

O caso das viagens da deputada Inês de Medeiros, eleita nas listas do PS por Lisboa, mas residente em Paris, dividiu hoje o Conselho de Administração (CA) do Parlamento.

Os representantes dos vários partidos votaram o parecer do auditor jurídico da Assembleia - um documento que defende o pagamento de uma viagem semanal à deputada, para se deslocar a casa, na capital francesa – mas a votação termino empatada. Isto porque o PSD (81 deputados) e o Bloco de Esquerda (16 deputados) votaram contra o parecer, enquanto o PS (97 deputados) se manifestou favorável e o CDS optou pela abstenção.

Com o PE e o PCP ausentes, sociais-democratas e bloquistas totalizavam 97 votos contra, exactamente o mesmo número de parlamentares socialistas. Consultado o regimento da Assembleia da República, o Conselho de Administração concluiu então que o presidente tem direito a voto de qualidade, pelo que o socialista José Lello desempatou a votação, que resultou assim num parecer favorável ao pagamento das viagens à deputada.

A posição do CA será agora transmitida ao presidente da Assembleia da República. No ofício que acompanhou o envio do parecer do auditor jurídico para o Conselho de Administração, Jaime Gama deu já acolhimento à tese de que a deputada Inês de Medeiros tem direito ao pagamentode uma deslocação semanal a Paris.

susete.francisco@sol.pt

terça-feira, 20 de abril de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

domingo, 18 de abril de 2010

ESTE ESTADO TEM DE MUDAR

Ao longo das anos, o Português enganado, vigarizado, abusado, burlado, atraiçoado e roubado por uma oligarquia política que se faz passar por democrática, ficou totalmente despojado e solitário, num país transformado na cloaca da Europa. Tal como um leão ferido e abandonado pelo seu bando, sem juba, traído pela corja em quem confiou. Um Leão Pelado. Este estado tem que mudar!

A OUTRA FACE DO 25 DE ABRIL

De: Sto António de Comba Dão

Data: 16-04-2010 19:26:43

Para: Undisclosed-Recipient:,

Assunto: A OUTRA FACE DO 25 DE ABRIL

A OUTRA FACE DO 25 DE ABRIL

Em 1941, Franklim Delano Roosevelt endereçou uma carta ao Kremlin (carta que o Le Figaro publicou em 7/2/51) onde, a dado passo, afirmava: «... quanto à África, será preciso dar à Espanha e a Portugal compensações pela renúncia dos seus territórios ultramarinos, para um melhor equilíbrio mundial.
Os Estados Unidos instalar‑se‑ão aí por direito de conquista e reclamarão inevitavelmente alguns pontos vitais para a zona de tutela americana. Será mais do que justo. Queira transmitir a Estaline, meu caro senhor Zabrusky, que, para o bem geral e para o aniquilamento de Reich, lhe cederemos as colónia africanas se ele refrear a sua propaganda na América e cessar a interferência nos meios liberais.»
Porquê Portugal e as suas províncias ultramarinas? Terá sido apenas mais um Yalta?
Para a compreensão destas questões, transcrevemos uma passagem muito interessante de
Washington Observer de 15/1/75: «A verdadeira razão da rápida mudança da situação na África Austral reside no plano Rockfeller, Rotschild e Oppenheimer, que prevê a criação de um super‑governo económico na parte sul de continente africano. Este plano implica a integração em um todo económico de Angola, Zaire, Zâmbia, Zimbawe, Sudoeste Africano, Moçambique e República da África do Sul. Este plano vai permitir que a Gulf Oil Corporation (propriedade dos Rockfeller) explore em exclusivo o petróleo de Cabinda, com igual .proveito da URSS, de Cuba e de Angola. Foi esta associação, aparentemente sui generis, que, em 1973, tomou a decisão de mudar o curso dos acontecimentos em Portugal e suas colónias «para um melhor equilíbrio mundial».
Em princípios de 1973, realizou‑se em Paris uma conferência convocada pelo PCP, na qual todos ou prementes da esquerda portuguesa se comprometeram a levar a cabo uma sublevação em Portugal, o mais tardar até 1975. Estavam presentes a PCP, a Acção Socialista Portuguesa e cerca de uma dezena de militares, católicos progressistas e representantes da Maçonaria. Esteve igualmente presente uma delegação de PCUS, com instruções e poderes para assumir compromissos financeiras.
«Nesta conferência ficou acordado o reforço das infiltrações marxistas nas forças armadas portuguesas e elaborado um plano para a intensificação do terrorismo nas províncias ultramarinas. O sucesso da revolução implicaria a instalação na metrópole de um regime democrático a caminho do socialismos e poria termo à guerra colonial.» — Faits et Idées, de Agosto de 1976.
«A independência da Guiné, de Angola e de Moçambique seria concedida aos movimentos terroristas de obediência comunista, sem condições políticas ou económicas nem indemnizações. Ou colonos deveriam ser repatriados a expensas de Portugal.» —
Liquidação do Ultramar, Jornal Português de Economia e Finanças, 1980.
O n.º 2 de Agosto de 1976 de Newsletter de Boston, numa reportagem de John C. Wahnon, refere a celebração em Paris de um acorde entre «... os secretários‑gerais do PCP e de PS, juntamente com membros de outro partidos, para estudar a possibilidade de canalizarem o descontentamento então evidente em certos sectores das forças armadas portuguesas, no sentido de estruturar um movimente capaz de derrubar o governo português. O PS tomou o comando da subversão enquanto que o PCP financiou ao operação. Moscovo, a fonte desses fundos, só impôs uma condição: a independência imediata de todas ao colónias portuguesas e a transferência imediata das respectivas soberanias, sem eleições para os movimentos pré‑russos.»
O acordo final respeitante «condições impostas pela União Soviética foi amainado por cinco comunistas e quatro socialistas e constava de duas cláusulas:
1.ª - Entrega de dinheiro. A URSS contribuiria inicialmente com 2 milhões de dólares para financiar a organização do golpe de Estado que derrubaria o governo português.
2.ª - Compromisso. O PCP e o PS comprometiam‑se a dar a independência, imediata às colónias, representadas na reunião respectivamente pelo PAIGC, MPLA e Frelimo.
Em Setembro desse mesmo ano, o PCP e o PS subscreveram um comunicado em que afirmavam ser objectivo das forças democráticas portuguesas pôr termo à guerra colonial, propondo imediatamente negociações com vista à independência dos povos de Angola, Guiné e Moçambique.
Entretanto em Julho tinha‑se formado o Movimento dos Capitães que logo nesse Outono abandonou as suas reivindicações iniciais para lhe dar um cariz nitidamente político. Este segunda programa foi redigido por Melo Antunes e revisto e aprovado por uma comissão composta por Vasco Gonçalves, Franco Charais, Costa Brás e Vítor Alves.
Em 15 de Abril de 1974, D. António Ferreira, Geres encontrou‑se em Roma com o cardeal Villot e regressa a Lisboa com a garantia de que a solução spinolista é bem vista por Sua Santidade o Papa Paulo VI (o judeu oculto Montini).
Nesse mesmo dia, em Madrid, Spínola recebe de Arias Navarro, chefe do governo espanhol, a promessa de neutralidade.
No que respeita à NATO, Thorsten Anderssen, director da Lisnave, é o intermediário nas negociações com Joseph Luns.
Nos dias 19, 20 e 21, reuniram‑se no hotel Mont d`Arbois numerosos membros da Trilateral e de Club de Bildberger para reflectir sobre a revolução que se preparava para Portugal. O hotel pertence ao barão de Rotschild e situa‑se em Mégeve, França. Num anexo de mesmo hotel reuniram‑se na mesma altura e com a mesma agenda representantes da RFA, EUA, NATO, Itália e revoltosos portugueses. Reunião idêntica decorreu no castelo de Gyminich, perto de Bona, e reuniu os ministros dos Negócios Estrangeiros da CEE.
No dia 22, um grupo de 15 «turistas» portugueses chegaram a Badajoz e foram conduzidos em viaturas oficiais espanholas ao aeroporto internacional de Barajas, Madrid. Cada um deles era portador de uma carta lacrada de Spínola, e nos aeroportos de Paris, Bruxelas, Roma, Haia, Berna, Londres, Cidade do Cabo, Luanda, Lourenço Marques, Bissau, Brasília, Dacar e Nova Iorque, são recebidos por «representantes de diversas sociedades internacionais». As cartas destinam‑se aos Ministros dos Negócios Estrangeiros ou no caso das colónias aos representantes do governo de Lisboa, mas com ordem de apenas seres entregues no dia 25 de Abril.
No dia 23, Spínola tem à sua disposição um sistema permanente de comunicação com todos os seus mensageiros, por intermédio de uma embaixada europeia e com o apoio de um iate especial, de seu nome Apolo, posto à sua disposição e fundeado no Tejo.
Nesse mesmo dia, unidades da NATO entram em Lisboa, a pretexto de manobras integradas nas operações Dawn Patrol 74.
Quanto à situação político‑militar nas colónias pós‑25 de Abril, Kissinger e Gromyko assinam um acordo secreto estabelecendo a neutralidade dos Estados Unidos face à presença cubana e de material cubano em Angola, a troco da neutralidade soviética em Portugal. Tal acordo permite à Gulf Oil prosseguir a exploração petrolífera em Cabinda, com benefício para a URSS, Cuba, MPLA e para a própria Gulf Oil.

Sobre a situação militar nas províncias ultramarinas antes da Revolução dos Cravos, remetemos tal esclarecimento para o general Silvino Silvério Marques, que no seu livro África ‑ Vitó­ria Traída, afirma apenas o seguinte:«Em Angola, a guerra estava a caminho de ser, prática e definitivamente, ganha económica, sócio‑politica e militarmente. A subversão ti­nha igualmente os dias contados em Moçambique. Na Guiné, a situação modificar‑se‑ia. Iss­o seria a sucesso da política ultramarina portuguesa.»

A revolução do 25 de Abril não foi uma revolta de povo contra a ditadura nem contra uma guerra colonial perdida. Foi sim mais uma vitória da fria estratégia dos mundialis­tas, que teve o seu epílogo numa madrugada de Abril mas que começara muito antes, com a primavera da marcelice e a consequente assalto ao poder da incontável caterva de pu­lhas, bandidos e com alguns inocentes úteis à mistura.

Franco Vale

sábado, 17 de abril de 2010

SANGUE NOVO PARA A EDP

Sexta-feira, Abril 16, 2010
SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS .

SILVA LOPES, 77 ANOS,
NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS.

A pouca vergonha continua. Ao que isto chegou.

SILVA LOPES, com 77 (setenta e sete) anos de idade, ex-Administrador do Montepio Geral, onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de varias reformas que tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logo que saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVAVEIS, empresa do Grupo EDP.

Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar de euros num emprego dado pela escumalha politica do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos do centrão.

Entretanto o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num pais com 20% de pobres, onde o desemprego caminha para niveis assustadores, onde os salários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nivel da subsistência.

Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário ocongelamento de salários e o não aumento do salário mínimo nacional (Ver imagem abaixo), por causa da competividade da economia portuguesa. Claro que para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar, (desde que não congelem o dele, claro).

Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário político do PS, recebeu em 2008, como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros de remunerações. Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, para quando o " comissário PS " for para a reforma. Claro que isto não vai acontecer pois, tal como Silva Lopes, este senhor vai andar de tacho em tacho, tal como esta cambada de ex-politicos que perante a crise " assobia para o ar ", sempre com os bolsos cheios com os milhões de euros que vão recebendo anualmente.

Estes senhores não têm vergonha na cara?
Reenvia aos teus contactos, divulguemos mais esta afronta...

EM vez de estar a gozar as reformas em casa, estas não lhe chegam?!

Ainda está a roubar emprego aos jovens deste pais, que saem das universidades e não têm onde trabalhar, porque estes socialistas até rapam o tacho;RAPAM o que resta deste povo.
Andam a roubar-nos
Victor Graça

(Clique para ampliar)
Publicada por Ferreira em 11:57 PM 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: cleptocracia, corrupção, Negócios, Socialismo