quinta-feira, 23 de setembro de 2010

SÓJOVENS

SÓJOVENS

PSP: Associação internacional de polícia condena suspensão de dirigente sindical

Dirigente Greg O'Conner diz que «o Governo não deve condenar quem reclama melhores condições de trabalho»

Por: Redacçãoemailmais artigos deste autor / AR

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O conselho internacional de representação das associações de polícia, órgão representativo de mais de 1,5 milhões de polícias a nível mundial, condenou esta quinta-feira a suspensão do dirigente sindical do Sinapol, o agente da PSP Armando Ferreira.

Em declarações à Lusa o presidente do International Council for Police Representative Associations (ICPRA), Greg O'Conner, defendeu que os representantes sindicais «devem fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que os polícias tenham os mesmos direitos que os restantes cidadãos».

O dirigente internacional afirmou que «o Governo não deve condenar quem reclama melhores condições de trabalho». Greg O'Conner defendeu que a PSP que deve «reintegrar imediatamente [o dirigente sindical] sem qualquer penalização».

O presidente do ICPRA defende também que os «direitos democráticos dos agentes policiais fazem parte de uma democracia moderna».

Greg O'Conner disse ainda que contactou telefonicamente o Governo português para que o presidente do Sindicato Nacional de Polícia (Sinapol) fosse «integrado de imediato nas suas funções, com os mesmos direitos que os restantes cidadãos portugueses».

As organizações sindicais da Polícia de Segurança Pública estão contra as condições profissionais e salariais. A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) marcado mesmo para esta quinta-feira o início de uma vigília, frente ao Ministério da Administração Interna, por tempo indeterminado.


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A CRISE


Um relatório do Tribunal de Contas considerou, sobre as contas de 2003 a 2006, que o Grupo AdP, liderado por Pedro Serra (na foto), vivia uma situação financeira “débil”.





Gastos

Frota de luxo na Águas de Portugal

Empresa tem atribuídas 400 viaturas personalizadas. Automóveis de alta cilindrada são usados para trabalho e fins pessoais.



Saiba mais na edição em papel do jornal 'Correio da Manhã'.




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Confrontos: Um homem ficou ferido e um aluno foi detido
Braga: Ciganos romenos e portugueses lutam em escola



Tudo começou à hora de almoço de ontem, quando um romeno de 56 anos agrediu uma aluna da Escola EB 2,3 André Soares, em Braga, que na terça-feira teria tratado mal a sua filha.

Por:Secundino Cunha
Um jovem cigano, aluno da escola, saiu em defesa da colega que estava a ser alvo da ira do romeno, e desferiu-lhe um murro violento, que o deixou a sangrar de um olho, obrigando a tratamento hospitalar.
Em poucos minutos, junto aos portões da escola dezenas de ciganos portugueses e romenos, sobretudo mulheres, envolveram-se em confrontos, obrigando à intervenção da PSP, que teve de usar a força para serenar os ânimos.
O romeno foi transportado pelo INEM para o Hospital e o aluno cigano foi detido pela PSP e levado à esquadra.
Foi uma tarde tensa junto a esta escola do centro da cidade minhota, com os pais dos alunos a manifestarem grande preocupação com os acontecimentos.
"Pelo que vejo, está instalado um clima de conflito entre os ciganos romenos do Fujacal e os ciganos portugueses do Picoto, o que pode gerar situações muito complicadas", disse ao CM José Franqueira, pai de duas jovens que estudam naquela escola.
O conselho executivo da escola prefere, para já, não prestar declarações, mas o CM sabe que a Associação de Pais vai pedir uma reunião urgente para analisar o problema. Entretanto, a PSP vai reforçar a vigilância junto à escola e nas zonas do Fujacal e do Picoto.
Publicada por Avelino em 04:03
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Desacatos entre portugueses e romenos fizeram um ferido

Confrontos entre ciganos levaram PJ a escola em Braga

Braga – Confrontos entre estudantes de etnia cigana na escola EB 2+3 André Soares de Braga levou à intervenção da Polícia Judiciária de Braga, segundo noticia avançada pelo jornal Expresso.

A PJ de Braga teve que intervir em confrontos que ocorreram ontem, quarta-feira na escola EB 2+3 André Soares. Os problemas foram criados por crianças de ambas as famílias se terem envolvido em agressões no dia anterior.

Segundo o que adiantou fonte da PJ, o caso partiu da discussão entre o pai de uma aluna e um aluno, ocorrida no interior do estabelecimento de ensino, e que originou «alguma pancadaria», tendo o pai ficado ligeiramente ferido. O aluno terá batido na colega, o que terá levado o pai a tirar «satisfações» junto do alegado agressor.

A PSP adiantou ainda que na sequência dos confrontos, o INEM teve de transportar um aluno para o hospital de São Marcos e que «sete pessoas tiveram de ser «escoltadas» da escola para casa, por precaução».

Conforme refere o Diário de Notícias, a EB 2,3 André Soares, a mais central de Braga, inclui um universo com alunos oriundos de famílias abastadas da cidade numa «mistura explosiva» com crianças de famílias rivais de etnia cigana e de outras áreas degradadas da cidade.

(c) PNN Portuguese News Network

2010-09-23 08:53:42

ciganos e africanos

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

ELES COMEM TUDO,TUDO

Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

O Governo dos " boies" socialistas devoram tudo! Um Governo incompetente, de rastos, uma vergonha para a Uniao Europeia

Não tenho a menor duvida que o FMI vira a Portugal intervir nos próximos meses , ou mesmo dias.

José Sócrates e o PIOR PRIMEIRO MINISTRO DA HISTORIA DE PORTUGAL.

Pior mesmo que João Franco, na Monarquia.

José Sócrates e só conversa, e beneficia de uma Oposição amorfa e sedenta de tachos, envolvida nos negócios do Estado, os únicos que lhe podem dar prebendas, pois sem eles definhava.

Hoje foi publicada no DR a Resolução do Conselho de Ministros sobre as taxas nas ex-SCUTS.

O Governo, fraco, incompetente, de José Sócrates devora tudo. Não há dinheiro que os portugueses paguem que cheguem para alimentar a maquinaria dos PSs nos tachos que os alimentam.

Gente sem preparação, que chega aos lugares pelo cartão do partido, pela pertença as lojas maçónicas, pelas funções nas fundações e associações - que depois sustentam o PS - vai comendo tudo.

Os portugueses podem pagar ate o ar que respiram que o Governo e insaciável.

Um governo "Socialista" que mata o estado social, que nada mais faz que propaganda, esta a destruir Portugal, perante um Cavaco Silva , sem poder real e sem vontade de enfrentar o Dinossauro socialista!!!

Portugal esta sem Governo e sem Presidente da Republica.

Cavaco Silva deve esclarecer os portugueses em que medidas concretas gasta o enorme orçamento da Presidência da Republica, para ai umas 3 vezes o Orçamento da Casa Real Espanhola!

Cavaco Silva não pode desconhecer que o PS se prepara para diminuir os vencimentos dos trabalhadores, taxando-os, TUDO PARA ALIMENTAR A MAQUINA SOCIALISTA/MAÇONICA.

Que tritura os portugueses e engorda Espanha.

E necessário uma reacção.

Temos de levantar a cabeça!

josé maria martins

SÓJOVENS

FUTURO MINISTRO DO ENSINO

CHAMEM A POLICIA.................

Tenta matar PSP


Um agente da PSP de São João da Talha, em Loures, escapou anteontem por pouco à morte, quando uma bala disparada por dois assaltantes numa moto se foi alojar no conta-quilómetros do carro-patrulha que conduzia, a poucos centímetros do seu corpo. A viatura policial foi atingida quando o agente da PSP, e único ocupante do veículo, a atravessou em frente da moto dos dois ladrões - não evitando ,no entanto, que estes fugissem com dez mil euros roubados, à coronhada, à gerente de umas bombas de gasolina.

SOCRATES GASTA QUE SE FARTA


Estado

Despesa dispara com José Sócrates

No Governo de Sócrates os gastos correntes subiram 14,6 mil milhões de euros.

onheça todos os pormenores das contas públicas portuguesas na edição papel do jornal 'Correio da Manhã'.


terça-feira, 21 de setembro de 2010

ANO DE ELEIÇÕES

Terça-feira, Setembro 21, 2010

José Sócrates só baixou medicamentos no ano das eleições

ANF diz que mercado está controlado e que é o governo que descontrola os gastos

Há cinco anos que os encargos totais dos portugueses com medicamentos têm registado subidas anuais, com excepção de 2009, ano de eleições. Os dados têm por base a facturação das farmácias e foram ontem divulgados pela Associação Nacional de Farmácias (ANF). É um dos argumentos usados por João Cordeiro para defender que a culpa do descontrolo dos gastos do Estado com comparticipações é... do próprio governo e das suas medidas "eleitoralistas" ou decididas à "pressa".

De acordo com a ANF, o mercado de medicamentos vendidos nas farmácias "está controlado, tendo registado uma subida média anual de 1,8%" nos últimos cinco anos, abaixo da inflação. Se há uma estabilização do valor total dos remédios consumidos no país, como é que o dinheiro gasto pelo Estado tem subido? A ANF diz que a culpa é das decisões do ministério.

Os gastos do Estado em comparticipações tem variado entre uma redução de 2,6% em 2006 e uma subida de 8,4 no ano passado. Já os utentes chegaram a pagar mais 9,6% em 2006, 10,24% em 2007 para depois terem registado uma subida de apenas 0,9% em 2008. Em ano de eleições, o governo decidiu dar medicamentos gratuitos aos pensionistas - medida agora revogada depois de o ministério ter identificado abusos e fraudes de milhões. Os números da ANF mostram que 2009 foi assim o único período desde que o governo de José Sócrates está no poder com uma redução real dos gastos dos utentes com medicamentos - menos 8,8%.

João Cordeiro considera que a "política do medicamento está à deriva". E acusa o governo socialista de tomar medidas avulso prejudiciais para o equilíbrio das contas, sem fazer as avaliações necessárias. Depois, quando faz contas, "sob a pressão da elaboração dos Orçamentos do Estado, à pressa", adopta sempre a mesma fórmula impondo descidas administrativas nos preços dos remédios - foram já seis desde o início da primeira legislatura.

A reacção da ANF surge poucos dias após o governo ter divulgado um novo pacote de mudanças nas comparticipações e preço dos medicamentos. Apesar de o secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, ter garantindo no início do mês aquando da apresentação das contas do Serviço Nacional de Saúde que não haveria novas mudanças até ao fim do ano, o governo avançou na passada semana com um conjunto de medidas com o objectivo de poupar 250 milhões de euros anualmente.

Uma das decisões foi a de impor uma nova descida no preço de todos os medicamentos, de 6%. João Cordeiro defende que estas descidas não têm tido qualquer impacto no controlo orçamental do Serviço Nacional de Saúde. Mas, inversamente, tem resultados danosos no medicamento. "Não há nenhum sector que consiga sobreviver nesta anarquia" e as farmácias também se têm ressentido - o lucro está directamente dependente do preço de venda e uma baixa neste valor implica menos receitas. Em Junho, 375 farmácias tinham o fornecimento suspenso e 168 estavam em tribunal por atrasos no pagamento aos fornecedores, lembrou. A ANF já pediu uma audiência urgente ao primeiro-ministro José Sócrates, para suspender a redução de 6% anunciada.

"Todos os governos gostam de dar boas notícias aos eleitores. Mas, infelizmente, em nossa opinião, não é possível continuar a fazer campanha eleitoral com o sector do medicamento", afirmou o presidente da ANF, acrescentando que "também não há nenhum sector que possa pagar impostos se não tiver lucro e é para aí que o governo está a conduzir as farmácias portuguesas".

A razão do aumento De Janeiro a Junho deste ano, os encargo do Serviço Nacional de Saúde com medicamentos subiram 11,5%, o que corresponde a 68,5 milhões de euros. A ANF diz que 96% deste valor é explicado por quatro medidas decididas pelo ministério. Manter o valor que serve de referência às comparticipações, apesar da descida do preço do genético (12,3 milhões); medicamentos genéricos totalmente gratuitos para pensionistas (26,8 milhões); novas comparticipações de medicamentos (20,7 milhões) e ainda para doenças especiais (5,9 milhões) são as medidas destacadas como responsáveis pelo maior aumento da despesa do Estado.

"É preciso parar para pensar, sob pena de se poder afundar o sector da saúde numa crise irreversível, sem precedentes e sem solução", acusou Cordeiro.

Fonte: I.informação

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SÓJOVENS

CASA PIA

De: Contra os Canhões
Data: 21-09-2010 1:52:22
Para: Undisclosed-Recipient:,
Assunto: PROCESSO CASA PIA


Resposta a Miguel Gaspar


PROCESSO CASA PIA



(…) Oito anos depois, ficámos todos reféns da dúvida (sobre culpabilidade de Carlos Cruz).

Miguel Gaspar, in “Pública” de 19-8-2010



Já não bastava praticamente todas as TVs (e nomeadamente a do Estado) terem dado uma “mãozinha” a Carlos Cruz na defesa da sua “honorabilidade”, agora vem o “Público” através do seu director-adjunto, Miguel Gaspar, afirmar que todos estamos reféns da dúvida da sua culpabilidade!

Por “amor de Deus”, parem com tanta hipocrisia e deixem de fazer pressão sobre um sistema judicial que já sabemos ser tão frágil…

De facto, em texto da primeira semana de Agosto postado na net, (de onde um semanário retirou para publicação), eu “lembrava a vergonha do processo Casa Pia, chamando-lhe mesmo um monstro jurídico, onde ninguém ficava bem no «retrato» que se fizer posteriormente”.

O alvo da minha crítica eram os juízes, que tinham deixado arrastar o processo durante todos aqueles anos, mas pensando nas vítimas e em todo o seu sofrimento ao longo de tão escabroso caso judicial. E escrevia assim em relação a tal “retrato”:

(…) Nem os professores universitários que têm vindo a colaborar com os sucessivos governos, nas alterações do Código Penal e do Código de Processo Penal e assim permitindo os mais variados incidentes e recursos, nem os partidos políticos que lhes deram a necessária cobertura legislativa. Desde o 25 de Abril a grande preocupação dos diferentes legisladores tem sido a defesa dos direitos dos arguidos (possíveis criminosos, para todos perceberem), esquecendo-se normalmente dos direitos das vítimas e dos agentes de polícia, que diariamente arriscam a vida no combate ao crime. E cada vez com maiores riscos nos tempos actuais. …)

A “grande dúvida” de Miguel Gaspar e de “todo o povo português”

Agora eu fico pasmado como é possível um jornal como o “Público” ter posto um jornalista a publicar um texto de defesa do condenado Carlos Cruz, apenas porque ele consegue ser um bom artista de teatro e um grande comunicador televisivo…. Afirma então:

(…) Depois de oito anos de pesadelo colectivo só uma condenação poderia ter esse efeito de alívio colectivo. O grande comunicador desfez esse efeito. Foi um magnífico espectáculo. Ele aspirava apenas a uma coisa. Não queria provar-nos que estava inocente. Queria só que duvidássemos e que ficássemos prisioneiros dessa dúvida. Conseguiu. Parou o País e o Pais hesitou. (…)

Olhe que não, olhe que não, sr. Jornalista! Os portugueses não são estúpidos e não gostam de “comer gato por lebre”. Carlos Cruz está no seu direito de continuar a sua defesa, mas no local onde todos os cidadãos a fazem: nos Tribunais. Nem o “grande entertainer e o homem em quem todo o País confiava”, na opinião deste jornalista, deve ter mais direitos que os restantes cidadãos.

No centenário da implantação da República tentemos todos ser republicanos e defender a Justiça montada nesta República, dentro do princípio da “Igualdade e Fraternidade” e não contemporizando com os desmandos e as injustiças praticadas. Quando o jornalista aplicou aquele título “O Homem da Dúvida”, ao seu texto, terá sugerido aquela máxima da Justiça, “Na dúvida para o réu”, isto é, quando os julgadores têm dúvidas sobre a culpabilidade dos arguidos devem absolvê-los e mandá-los em paz… Claro que isto terá que ver com a decisão a tomar pelos tribunais superiores e onde será ratificada ou não a sentença agora aplicada.

Lembrando que Miguel Gaspar em todo este seu texto laudatório a Carlos Cruz não escreveu uma única palavra em relação à crítica situação e ao martírio vivido por muitas das vítimas deste processo, apenas lhe faço uma pergunta. Se uma das vítimas fosse seu familiar teria a mesma postura?

Manuel Bernardo – 19-9-2010


PS: A quem quiser divulgar na net ou publicar este texto em algum OCS, chamo a atenção para o facto de eu não permitir qualquer corte, “por razões de espaço”. Ou tudo ou nada…