terça-feira, 9 de novembro de 2010

5 ....SECOS

A POBREZA AUMENTA TODOS OS DIAS

A classe média já procura a sopa dos pobres

Posted: 08 Nov 2010 10:54 AM PST

Ficaram sem ter como pôr comida na mesa e começam agora a engrossar as filas nas instituições que prestam ajuda assistencial. Muitos dos 280 mil portugueses que dependem dos cabazes do Banco Alimentar contra a Fome são da classe média. Tinham emprego, férias, acesso à net e tv por cabo, cartão de crédito. Ficaram com uma casa para pagar ao banco, um subsídio de desemprego que tarda a chegar - quando chega - ou que já acabou. Um carro que já não sai da garagem. Chegam à Assistência Médica Internacional (AMI), à Caritas ou às Misericórdias e pedem comida, ajuda para pagar os livros dos filhos, a mensalidade da casa, a conta da farmácia. Pedem, sobretudo, que não lhes divulguem o nome, porque nunca se imaginaram na posição de quem faz o gesto de estender a mão a pedir ajuda. "São pessoas que [nas cantinas comunitárias] comem viradas para a parede, têm vergonha de ser vistas ali, se lhes perguntamos o nome, fogem...", ilustra Manuel Lemos, o presidente da União das Misericórdias...

5 .....SECOS

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

OS CIGANOS

TRAIDOR MANUEL ALEGRE

manuel alegre Traidor

Conheço este problema pessoalmente. Estava em Luanda, quando Alegre se pirou. Mais tarde, quando entrei prá “guerra” o meu Batalhão foi colocado em Nóqui, lá em cima, encostado ao Zaire, junto à fronteira com Matadi.

Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média, a voz de Matadi e a voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as n/operações. Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta “.

Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, Pateta Alegre. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre a denunciar a nossa posição.

Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques.

Um dia, em Nóqui, junto ao Rio, onde se situava o nosso aquartelamento, o então Tenente-Coronel Isaltino, mandou tocar a formar. Formou-se o Batalhão e o corneteiro tocou a sentido, fez-se silêncio chegou o Tem.Coronel e disse: o furriel Marta (mulato) dê um passo em frente. O sacana era o informador. Fazia-o através dum preto que era vendedor das célebres colchas congolesas, em Nóqui.

Nesta guerra a Pide teve um papel muito importante. Informávamo-nos dos movimentos desses traidores.
Bem…. não sei se estás a ver… o cabrão não foi linchado porque foi imediatamente evacuado para Luanda. Cerca de 2 anos depois, estava eu ainda na guerra ouvi a voz deste traidor nas rádio Maatadí. Tinha fugido das cadeias de Luanda.
Sofri no corpo os efeitos da atitude desses traidores.
«««
Publicada por TINTINAINE em 7:35 AM
2 comentários:

Artur/Leiria disse...
Está tudo de patas para o ar, em todo e qualquer país do mundo!

Hoje em dia, a lógica assim como o senso comum, não mais fazem sentido…

Glorifica-se o que não presta e diminui-se o que é bom. Ainda vamos ver um Manuel Alegre, traidor segundo o que escreve sobre ele, da mesma maneira como um Mário Soares filho de padre, resultado de coito diabólico que se tornou num ‘pisa-bandeira’ da nossa gloriosa nação em terras de França! Aí vem ele, resto da Europa abaixo, e o povo na sua inocência, porque acredita em palavras de políticos o elege um sem número de vezes, para fazer a boa porcaria que fez, sem nada fazer para salvaguardar a vida de qualquer cidadão comum de África mas sim olhar pelos seus pessoais interesses!?
É de se bradar aos céus! Povo abre os olhos duma vez por todas e reconhece que maçonaria, está viva e de saúde em terras lusitanas… Usem a NET, sem dó nem piedade, e exponham escumalha desta, que não serve os interesses dum povo, mas somente o deles!
Abaixo com os vermes desta natureza!
4 de Fevereiro de 2010 19:

Um Major-General desiludido com esta república de 100 anos e com uma governação que define de”quadrilhocracia”.
«…Manuel Alegre, durante a guerra do Ultramar e depois da sua fuga, era locutor da rádio Argel, onde se congratulava pela morte de soldados portugueses…

A voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as nossas operações.
Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta“. Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, “Pateta Alegre”. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre (*) a denunciar a nossa posição. Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques.

Tudo por causa desse desertor e traidor.»

(*) Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média.
Paulo Chamorra
Manuel Alegre – um desertor
«Muito obrigado pelo seu concordante comentário sobre a potencial candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República.
Teria preferido, a bem da nossa Nação, que o seu comentário fosse no sentido de me provar que estou errado, o que, lamentavelmente eu não vou ouvir de ninguém.
Sabe, o que mais me incomoda é que, com 2 filhos e 6 netos, olho para o meu “prazo de validade” a chegar ao fim e sei que vou morrer com a angústia de lhes deixar um País, uma Nação, governados por aquilo que já o nosso saudoso Rei D. Pedro V – infelizmente morto na flor da idade – descrevia, na sua correspondência para o seu tio Alberto, marido da Rainha Vitória de Inglaterra, como uma “canalhocracia”.

E inquieta-me profundamente que, desse último quartel do século XIX até aos nossos dias, não só nada tenha mudado para melhor, como a imunda República que nos governa, cujo primeiro centenário que este ano os socialistas irão celebrar, e que custará aos contribuintes dez milhões de euros, tenha, pela sua prática política legitimado que possamos dizer, hoje, que não é mais uma canalhocracia que nos governa, mas sim (e salvo raras e honrosas excepções) uma “quadrilhocracia”.

Na minha qualidade de cidadão em uniforme que dedicou à nossa Pátria os melhores anos de toda a sua vida, a troco de um prato de lentilhas, já vi quase de tudo e, como anteriormente afirmei, só me falta ver Manuel Alegre – um DESERTOR – eleito Presidente da República e, nessa qualidade e por inerência do cargo, como Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas.
Espero que os portugueses acordem antes que tal possa acontecer. Cordialmente,

Fernando Paula Vicente, Maj-General da FAP (Ref.) »
Recebido por e-mail

domingo, 7 de novembro de 2010

5 – 0

secos

Também somos mineiros...

Tirem-nos daqui!

QUEMÈ? QUEM É?

P.S. DESCONHECIDO

MEMORIAS DE UM P.S DESCONHECIDO

FAMILIA DE SÓCRATES ENVOLVIDA EM DESVIO DE 383 MILHÕES DE EUROS?
de tribunal em tribunal, Sócrates e a sua família "resistem" a todas as acusações



O Ministério Público abriu um inquérito sobre as declarações de um dos arguidos no julgamento de Mário Machado, dirigente da Frente Nacional, relacionadas com um alegado favorecimento da família de José Sócrates. Fonte do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa informou que a certidão da 1.ª Vara Mista do Tribunal de Loures, com o depoimento de Rui Dias, "foi recebida e distribuída como inquérito". A certidão da 1.ª Vara Mista do Tribunal de Loures reproduz declarações de Rui Dias, condenado a uma pena única de nove anos de prisão efetiva pelos crimes de roubo, sequestro e coação, no depoimento na sessão de 30 de junho de 2009 do julgamento de Mário Machado. Rui Dias, um dos oito arguidos que foram julgados em Loures pelos crimes de associação criminosa, extorsão, sequestro e outros, referiu a existência de documentos de fluxos financeiros que alegadamente envolvem familiares do primeiro ministro, José Sócrates, nos processos Freeport e Cova da Beira.

O arguido disse em tribunal que "tem documentos que referem o desvio de 383 milhões de euros", envolvendo "o tio, o primo e a mãe" de José Sócrates. Rui Dias foi julgado no Tribunal de Loures juntamente com Mário Machado, líder dos Hammerskins Portugal, movimento conotado com a extrema direita, e condenado a sete anos e dois meses de prisão efetiva pelos crimes de coação, roubo, sequestro e posse ilegal de arma. Mário Machado, que também interveio depois de um juiz do coletivo ter anunciado que iria enviar para a Procuradoria Geral da República (PGR) a certidão, garantiu na altura que "os documentos estão em dois blocos escondidos em dois sítios diferentes". Também naquela sessão de julgamento, José Manuel de Castro, advogado de Mário Machado, referiu que o alegado dossier integra "comprovativos originais de depósitos e transferências de bancos em paraísos fiscais" e que entregou a documentação na PGR a 2 de julho passado. O juiz do coletivo da 1.ª Vara Mista do Tribunal de Loures sustentou a extração da certidão pela "denúncia de factos graves".

ESTADO LADRÃO

ALBERTO JOÃO JARDIM: O ESTADO PORTUGUÊS "É UM ESTADO LADRÃO"

o Estado é ladrão porque está a cortar nas reformas para as quais não contribuiu


O Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, afirmou na sexta-feira passada que o Estado português "é um Estado ladrão", porque corta "nas reformas das pessoas", para as quais "não contribuiu". Falando na sessão de abertura do congresso Aconchego Colorido, uma organização do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil, Jardim mostrou-se incomodado com a decisão do Governo de restringir a acumulação de pensões e vencimentos públicos. Durante a alocução o governante já tinha indiciado que a questão era "caso de tribunal", porque considera que há princípios "fundamentais da União Europeia" que estão a ser violados. À saída, quando questionado pelos jornalistas para concretizar, Jardim afirmou que é o Estado que tinha "de ser posto em tribunal".

"O orçamento contém inconstitucionalidades e ilegalidades", respondeu e quando interrogado sobre se a iniciativa tinha a ver com as pensões, Jardim retorquiu: "tudo isso é inconstitucional, o estado não pode, a seu critério, cortar as pensões a um tipo que descontou a vida inteira", exclamou. O responsável já antes tinha acusado o Estado de ser "uma fraude", porque "aplica impostos retroativamente". Jardim relembrou que "quando era estudante de direito, quem fosse para o exame de Direito Fiscal dizer que os impostos se aplicavam retroativamente, chumbava", concluiu. Continuou, criticando o Tribunal Constitucional por estar "desacreditado" e por deixar "passar a retroatividade dos impostos". O governante afirmou ainda que como português se sente "ridículo" porque o país chegou "ao ponto em que chegou" e a alternativa dada aos portugueses é que sejam "os mesmos que trouxeram esta hecatombe" a continuarem no comando do destino de Portugal. Apontou ainda que "os outros que deviam substituir aqueles que não souberam atuar", também dizem que preferem que "isto continue nas mãos daqueles que deram cabo disto, e isto é gozar com os portugueses", concluiu