segunda-feira, 15 de novembro de 2010

PORTUGUESES TRAIDOS E BURLADOS

NÃO VAMOS LÁ..VENHA FMI JÁ

Ricos ganham milhões livres de impostos

Mudanças na tributação propostas no Orçamento para 2011 deixam de fora os principais milionários da Bolsa portuguesa.

Leia mais na edição de hoje do jCOMENTÁRIO MAIS VOTADO

"È TRISTE MAS È VERDADE OS RICOS CADA VEZ MAIS RICOS E PAGAM MENOS IMPOSTOS OS POBRES CADA VEZ MAIS POBRES E PAGAM CADA VEZ MAIS IMPOSTOS. È VERGONHOSO NO MINIMO. MALDITA A HORA QUE D.AFONSO HENRIQUES GANHOU A GUERRA."

Jaime Jorge Pereira

Hoje, 9h55m

Jornal 'Correio da Manhã'.

NÃO HÁ EMPREGO? HÁ PARA ALGUNS

Justiça: Licenciado em Bioquímica foi o primeiro classificado

Filho do director candidato a lugar

Luís Couto, subdirector da DGRS do Ministério da Justiça, é pai de Manuel Carrainho do Couto. Na primeira lista aparecia sem o apelido paterno

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Por:Paulo Pinto Mascarenhas

Manuel Carrainho do Couto é filho do subdirector da Direcção-Geral de Reinserção Social (DGRS), Luís Vaz do Couto – e ficou em primeiro lugar na primeira prova do concurso público para técnico superior da mesma direcção-geral. Quando foi admitido como candidato, na lista publicada em Diário da República a 31 de Agosto, o nome do filho de Luís Couto apareceu sem o apelido do pai: Manuel Luís Esteves Carrainho. Já na segunda lista, no passado dia 7 de Outubro, aparece como Manuel Luís Esteves Carrainho do Couto.

Licenciado em Bioquímica pela Universidade de Coimbra, Manuel Carrainho do Couto candidata-se a um dos 55 postos de trabalho na categoria de técnico superior de Reinserção Social da DGRS do Ministério da Justiça, em que o seu pai Luís Couto é subdirector. Foi o único concorrente que obteve 19 valores, a nota mais alta da prova de conhecimentos. Falta ainda a entrevista pelo júri do concurso.

Contactada pelo Correio da Manhã, a Direcção-Geral de Reinserção Social responde que "o júri do concurso tem conhecimento desde o seu início, que o visado filho do subdirector-geral é oponente [candidato] ao concurso".

Rui Sá Gomes, o novo director--geral da DGRS, diz ainda que "a prova de conhecimentos foi elaborada pelo júri do concurso" – de que não faz parte Luís Vaz do Couto – "e teve carácter confidencial". Mais: "O candidato visado, porque é filho do subdirector-geral, não pode ser excluído e prejudicado".

GUERRAS NA JUSTIÇA

O director-geral da Reinserção Social, Rui Sá Gomes, substituiu em 22 de Outubro Leonor Furtado. O despacho de nomeação de Sá Gomes foi assinado pelo ministro da Justiça, Alberto Martins, um dia depois de Leonor Furtado ter sido confirmada no cargo pelo secretário de Estado João Correia. O que, como o CM adiantou, provocou mal-estar em Leonor Furtado e no próprio João Correia.

A directora-geral afastada é agora presidente do júri que avalia o filho do subdirector-geral e já está "a proceder às entrevistas dos candidatos aprovados na prova escrita". Luís Vaz do Couto tem presidido a outros júris de concurso da DGRS, mas não tem lugar no actual. O CM procurou também contactar Manuel Carrainho do Couto, mas não conseguiu obter qualquer resposta até ao fecho desta edição.

O PIOR MINISTRO DE FINANÇAS

Governo: Primeiro-ministro em Macau com crise política no país
Ministros deixam Sócrates isolado

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, "perdeu credibilidade junto das instituições europeias, na Comissão Europeia e no Banco Central Europeu." Em Bruxelas, é esta a opinião corrente, como diz uma fonte no Parlamento Europeu ao CM: "Não haveria drama se Teixeira dos Santos fosse remodelado. O problema era encontrar neste momento um nome credível para o substituir nas Finanças."
Por:Paulo Pinto Mascarenhas

Várias vozes no Partido Socialista, da eurodeputada Ana Gomes ao secretário-geral da UGT, João Proença, têm assumido a crítica ao comportamento do ministro das Finanças no processo do Orçamento do Estado para 2011. Mas Teixeira dos Santos não é o único nome remodelável, num momento em que no PS se exige um "novo fôlego" do Governo de José Sócrates.
Luís Amado é o outro ministro do Estado que já demonstrou vontade de sair (ver texto ao lado), mas entre a oposição interna do Partido Socialista assinala-se a desagregação interna do Executivo e começa a falar-se em cenários de substituição do próprio José Sócrates. Nos corredores do Parlamento Europeu considera-se que "não é só o ministro das Finanças que está em causa: Bruxelas já não acredita neste primeiro-ministro e neste Governo".
A "desagregação" governamental estende-se ao ministro das Obras Públicas, António Mendonça, e também ao Ministério da Justiça, onde tem sido notória a insatisfação do secretário de Estado João Correia, que só está à espera de uma oportunidade para sair.

LUÍS AMADO QUER SAIR

A entrevista de Luís Amado ao ‘Expresso’ reafirma uma vontade de sair já repetidamente assumida pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros. Amado está "saturado", e a sua mensagem de que põe o lugar à disposição perante a necessidade de uma "grande coligação" com o PSD e o CDS para enfrentar a crise é lida por observadores socialistas como "uma mensagem para o primeiro-ministro."

Há ainda quem defenda que a mensagem do ministro surge em articulação com o primeiro-ministro "para responsabilizar o PSD por futuros danos provocados à estabilidade política em Portugal".
Luís Amado já tinha dito no ano passado que se mantinha apenas no Governo porque era nos maus momentos que se via os amigos, acrescentando a vontade de sair por motivos de "cansaço".

SÓJOVENS

domingo, 14 de novembro de 2010

sábado, 13 de novembro de 2010

SÓJOVENS

SEIS CHEFES PARA UMA FUNCIONARIA

Transportes
Seis chefes para uma funcionária

Autoridade Metropolitana de Transportes previa contratação de mais uma dezena de técnicos mas diz que não conseguiu por falta de especialistas
Por:Raquel Oliveira/I.J.

A Autoridade Metropolitana de Transportes (AMT) de Lisboa, que tem atribuições em matéria de planeamento, organização e financiamento do transporte público de passageiros, tem praticamente só dirigentes. Um ano e meio após entrar em funcionamento, a AMT conta com quatro elementos do conselho executivo, dois directores (de Contratualização e Planeamento) e uma assistente, confirmou ao CM o presidente da AMT, Carlos Correia.

Dotada de um orçamento de cerca de quatro milhões de euros (um milhão para funcionamento e três de PIDDAC), a autoridade previa a contratação de mais técnicos mas dificuldades várias, nomeadamente de encontrar profissionais na área dos transportes, deixaram as vagas em aberto.

Para o próximo ano, e com um orçamento de três milhões de euros, a AMT deverá contratar "mais dois elementos: um chefe de divisão e um assistente administrativo", adiantou ao CM o presidente da AMT.
Segundo este responsável, apesar de não ter actividade visível, a AMT de Lisboa tem estado a trabalhar na "integração administrativa, tarifária e modal" dos transportes urbanos. A instituição prepara-se para "lançar ainda este ano o estudo para o financiamento do sistema de transportes da AMT", no âmbito da integração administrativa, e um estudo para o "estabelecimento de um sistema metropolitano de interfaces", concretizou Carlos Correia. Outra das áreas de trabalho é o alargamento do sistema zapping a outros operadores.

"JÁ NÃO TEMOS GASTOS SUPÉRFLUOS"

Com 32 anos cada um e dois filhos para criar – Martins, 11 meses, e Bruna, seis anos –, Frederico Filipe e Nélia Ferreira acabam de perder os 118 euros do abono de família por estarem no quarto escalão. O casal, que trabalha num posto de abastecimento de combustíveis (ele como operador e ela como supervisora), recebe 1200 euros por mês e já não tem onde poupar mais. "Não temos gastos supérfluos, por isso, só nos falta cortar na conta do supermercado", diz Nélia Ferreira, ao que Frederico Filipe acrescenta: "Temos de poupar bem os bens que temos, pois se surgir uma despesa extra a situação complica-se".

COMENTÁRIO MAIS VOTADO
"Quase perfeito! Uma pequena falha, que provavelmente iria ser corrigida: promoção da funcionária a chefe e ficava tudo igual."
mario
08 Novembro 2010

CAÇA Á MULTA CUIDADO

Sexta-feira, 12 de Novembro de 2010

Os novos 'radares' para as auto-estradas a partir de 1 de Novembro

Os novos 'radares' para as auto-estradas a partir de 1 de Novembro

Cu
idado com as velocidades, porque vai entrar no bolso.



Vejam com atenção os novos 'radares' para as auto-estradas.
Tão bem disfarçadinhos nos 'rails'... ninguém os vai ver!
Agora é que vai ser uma fartura... a caçar multas!
Tenham muito cuidado.
Vai passar a ser mesmo a doer...



(Clique nas imagens para ampliar)

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

ENTREGA DE SOLO PATRIO PELA ABRILADA

MAIS VALE TARDE DO QUE NUNCA

FORÇA, AÍ

SÓJOVENS

DEMOCRATICAMENTE FALANDO

sexta-feira, 12 de Novembro de 2010 | 05:49
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Venezuela: Hugo Chávez ameaça nacionalizar bancos

O Presidente venezuelano advertiu que nacionalizará os bancos que não obedeçam à legislação, no mesmo dia em que o parlamento aprovou a lei que considera a banca de «utilidade pública», obrigando-a a dar 5 por cento dos lucros aos conselhos comunais.

«Banco privado que não se submeta à Lei, nacionalize-se, Elías (Jaúa, vice-presidente da República). Esses recursos são da nação e não podem estar em mãos de um grupinho de pessoas», disse Hugo Chávez.

O presidente venezuelano deixou o aviso durante um conselho de ministros, transmitido em direito e de maneira obrigatória pelas rádios e televisões do país.
Diário Digital / Lusa