sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

EXPERIENCIA SOCIALISTA











Uma experiência socialista... em 1931.

Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que
raramente chumbava um aluno, mas tinha, uma vez, chumbado uma turma
inteira.

Esta turma em particular tinha insistido que o socialismo realmente
funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria
igualitário e "justo".

O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista
nesta classe.
Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma e,
portanto seriam "justas".
Isto quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou
que ninguém chumbaria.
Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores...

Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12 valores.

Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia
mais, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o
resultado!

Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda
menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma.

Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também
eles se deviam aproveitar da media das notas.

Portanto, agindo contra os seus princípios, eles copiaram os hábitos
dos preguiçosos.
O resultado, a segunda média dos testes foi 10.
Ninguém gostou.

Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.

As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças
entre os alunos, procura de culpados e palavrões passaram a fazer
parte da atmosfera das aulas daquela turma.
A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das
reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer
parte daquela turma.

No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros.
Portanto, todos os alunos chumbaram...
Para sua total surpresa.

O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque
ela era baseada no menor esforço possível da parte de seus
participantes.

Preguiça e mágoas foi o seu resultado.
Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência
tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", disse, o professor, "o esforço pelo
sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos
outros sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por
elas, então o fracasso é inevitável."

O pensamento abaixo foi escrito em 1931.

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem
os ricos pela sua prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de
trabalhar recebendo menos.
O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém.
Quando metade da população descobre de que não precisa de trabalhar,
pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra
metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a
primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

Adrian Rogers, 1931

MADDIE INVESTIGAÇÃO


Investigação

Manta de Maddie lança nova pista

Imagens desmentem mãe de criança desaparecida. Kate diz que cobertor foi levado por raptores, mas PJ fotografou-o. Depois é que desapareceu.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

É da policia? Estão a ser assaltados!!! Otários............somos nós!!!

SÓ FALTAVA ESTA, .... Anedota!!!

O Ministério de Administração Interna deste Governo manda instalar sistemas de segurança de empresas privadas para proteger instalações de forças policiais !!!
... E nós a pagar a triplicar, ou seja já pagamos aos polícias para ser,... polícias + os seguranças,....

Até parece um apanhado, mas não é!

Isto passa-se em Portugal ; não numa República das Bananas !... mas na República dos Bananas!

Posto da GNR de Armação de Pêra


NOTA HUMORISTICA (e parva)

Acto 1. Quando o Posto for alvo de intrusão, a Prosegur liga para GNR a comunicar a ocorrência: "Allô!?? É da GNR?" "Sim!" (respondem do outro lado da linha);

Acto 2. "É só para informar que o vosso posta está a ser assaltado."

Acto 3. "Ah, muito obrigado". Respondem do Posto GNR. O agente que atendeu o telefonema da Prosegur vai informar: "Meu comandante, recebemos um telefonema da Prosegur a dizer que o n/ posto está a ser assaltado".

Acto 4. Resposta do Comandante: "Nosso Cabo, levante-se e vá ver o que se passa,... se for necessário chame os tipo da Prosegur"

Acto 5. E nós contribuintes a pagar esta vergonha,...pelos vistos é prática corrente
Poderá também gostar de:

NÃO DESCULPO NÃO TEM PERDÃO

MANUEL ALEGRE


Quem é Manuel Alegre?

Há vários candidatos a Presidente da República...

Há um crónico! Manuel Alegre.
Quem é o poeta do PS?

Além de ser esquecido.

Será traidor?

Julguem!!!

FACILITAR A VIDA A CRIMINOSOS

EDP POUPA UM MILHÃO POR ANO DEIXANDO ALDEIAS ÀS ESCURAS

Governo poupa sempre com os mais pobres, mesmo quando a segurança está em risco

A partir de meados de 2011, as aldeias do Alto Minho vão ficar às escuras durante duas horas diárias entre as 3h e as 5h da madrugada. O objectivo principal é poupar mais de um milhão de euros por ano em iluminação pública. Mas os riscos de segurança, por aumento de assaltos em zonas recônditas, serão muito maiores. Não poderiam ser essas poupanças da EDP ser feitas em zonas urbanas sobre-iluminadas?

NOTA: ERA ASSIM NA ALEMANHA DE LESTE

ANA GOMES

ANA GOMES

«Pior que um rottweiler à solta»

A eurodeputada do PS, Ana Gomes terá recebido comentários pouco simpáticos de José Roza Oliveira, assessor diplomático de Sócrates
Por: tvi24 / PP | 16- 12- 2010 11: 20


«Uma senhora muito excitada, pior que um rottweileir à solta». Terá sido assim, que Jorge Roza Oliveira, assessor diplomático do primeiro-ministro José Sócrates descreveu a eurodeputada do PS, Ana Gomes. A informação é avançada pelo jornal espanhol «El País», com base nos telegramas trocados entre o embaixador norte-americano, em Lisboa, e Washington.

O telegrama no qual são feitas estas referências data de Janeiro de 2007 e, estas, terão sido proferidas num encontro entre Jorge Roza Oliveira e o embaixador Alfred Hoffman, no qual, o tema dos voos da CIA foi discutido.

Recorde-se que o gabinete do primeiro-ministro negou esta quinta-feira qualquer tratamento ou acompanhamento, de José Sócrates ou do seu gabinete, da questão dos voos com detidos de Guantánamo

WIKILEAKS E VOOS DA CIA


Telegrama americano diz que Sócrates permitiu voos da CIA

publicado 10:09 16 Dezembro '10

A decisão de Sócrates “foi difícil devido às críticas dos órgãos de informação portugueses e de elementos da esquerda do seu próprio partido", diz o embaixador Hoffman EPA

"Sócrates aceitou permitir o repatriamento, caso a caso, de combatentes inimigos a partir de Guantánamo, através da base das Lajes", comunicou a 7 de Setembro de 2007 o embaixador norte-americano Alfred Hoffman. A frase está numa das comunicações reveladas pelo WikiLeaks revelada pelo El País. O MNE Luís Amado, que o jornal espanhol embrulha na decisão, diz que se trata de um ataque pessoal ao chefe do Governo.

Telegrama americano diz que Sócrates permitiu voos da CIA

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De acordo com o embaixador Alfred Hoffman, a decisão de José Sócrates “foi uma decisão difícil devido às críticas constantes dos órgãos de informação portugueses e de elementos da esquerda do seu próprio partido à acção do Governo na polémica dos voos da CIA".

O telegrama agora utilizado pelo diário espanhol faz parte de um grupo de cinco comunicações que partiram da embaixada americana em Lisboa entre 2006 e 2009. De acordo com o El País, estes telegramas diplomáticos dão imagem da "pressão" de Washington sobre o Governo de José Sócrates e da "cautela" do primeiro-ministro para autorizar os voos, de forma que não fossem violadas as leis portuguesas.

Um dos pontos fundamentais da autorização do Governo de Lisboa dizia respeito à análise das autorizações individualmente, preocupação que está igualmente patente no telegrama enviado quatro dias depois daquele primeiro, a 11 de Setembro, e que revela que também o ministro dos Negócios Estrangeiros está envolvido na luz verde à utilização do espaço aéreo português e da Base das Lajes para a deslocação de prisioneiros oriundo de Cuba.

“Caso a caso em determinadas circunstâncias”, referiu Luís Amado, de acordo com as palavras do embaixador Alfred Hoffman.

De acordo com as comunicações libertadas pelo WikiLeaks, as pressões dos Estados Unidos para obter a luz verde no espaço aéreo português intensificaram-se nesses anos de 2006 e 2007, afirmando Hoffman num dos telegramas, com data de Setembro de 2006, que durante uma reunião com Luís Amado, o chefe da diplomacia portuguesa lhe responde que tem que se reunir com o primeiro-ministro Sócrates, antevendo que será difícil convencê-lo a assinar essa autorização para os voos da CIA.

Luís Amado promete não poupar esforços para garantir a cooperação portuguesa e em troca pede ao embaixador americano total transparência: “Se não o fizermos bem pode tornar-se num enorme fracasso”, adverte o MNE português.

Gabinete de Amado volta a negar tudo
"Pura e simplesmente não houve voo nenhum", declarou o ministro Luís Amado na Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros que decorreu a 7 de Dezembro. Ao final da noite, a tutela remetia para essas declarações de há uma semana para atalhar a questão: Luís Amado "já explicou tudo o que havia para explicar em sede de comissão parlamentar".

Na altura Amado foi ao Parlamento prestar esclarecimentos sobre um primeiro telegrama que verteu do WikiLeaks sobre os voos da CIA em Portugal. O MNE português criticou então a confusão que considerou ter sido feita entre “voos da CIA” e “voos de repatriamento” – para Amado os primeiros eram "parte do problema" que foi a questão de Guantánamo e os segundos "parte de um processo de resolução desse problema" através do repatriamento.

Outra fonte do gabinete do MNE acrescentaria ainda ontem que o que fica patente nesses telegramas diplomáticos é que os voos poderiam ser autorizados "na condição de se verificarem todos os requisitos exigíveis pela lei portuguesa", mas tal "nunca aconteceu".

"Portugal escreveu até uma carta aos congéneres europeus a solicitar que a Europa colaborasse para encontrar uma solução para ajudar os Estados Unidos" nesta matéria, revela a mesma fonte.

Ataques a Ana Gomes dentro do PS
No lote dos cinco telegramas revelados pelo El País está um de Janeiro de 2007 em que é referida uma reunião na embaixada americana em Lisboa onde estiveram os socialistas José Lello e Paulo Pisco.

Nesse encontro a eurodeputada Ana Gomes – uma das figuras políticas que mais se envolveu no desvendar da verdade sobre os voos da CIA em Portugal e na Europa - acaba por ser alvo de fortes críticas de Lello, que “expressou uma clara aversão face a Ana Gomes”, que só não era expulsa do PS “porque seria contraproducente para o partido”.

Jorge Roza de Oliveira “confirma voos”
Estas críticas seriam repetidas pelo então assessor diplomático do primeiro-ministro, Jorge Roza de Oliveira: "É uma senhora muito excitada que é pior que um rottweiler solto".

Roza de Oliveira corrigiu: "Posso ter dito antes que a diferença entre um rottweiler e a eurodeputada Ana Gomes é que o rottweiler larga". Mas da boca do assessor de José Sócrates saiu algo mais importante, de acordo com a embaixada: a confirmação de que voos com prisioneiros de Guantánamo sobrevoaram Portugal.

É, diz a embaixada americana em Janeiro de 2007, "o primeiro reconhecimento feito até agora por um funcionário do Governo português".

É, diz Roza de Oliveira, mentira. O ex-assessor que aguarda actualmente a colocação como embaixador de Portugal em Nova Deli (Índia) nega hoje que alguma vez tenha admitido junto do embaixador Alfred Hoffman qualquer voo de Guantánamo no espaço aéreo nacional.

"Nunca poderia ter dito uma coisa dessas. Esse dossier era da total responsabilidade do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Nunca tratei desse assunto e nunca vi nenhum papel à minha frente", declarou Jorge Roza de Oliveira

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

MAMA SUMAE

O PADRINHO

FMI



Fundo
FMI está em Lisboa para discutir reformas no País
Margarida Peixoto
15/12/10 07:00

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Governo aprova hoje pacote para relançar a economia.
Uma pequena equipa do FMI está em Lisboa numa visita de rotina, planeada há alguns meses, para discutir reformas estruturais.
O encontro é uma "antecipação das próximas consultas ao abrigo do Artigo IV, que terão lugar na primeira metade de 2011", afirmou fonte oficial do FMI, ao Diário Económico.
A troca de ideias poderá ser mais um ‘input' de ideias para o plano de crescimento que o Governo quer aprovar hoje.
Ao longo de toda a manhã, o Governo vai estar reunido para ultimar os detalhes do plano para o crescimento, competitividade e emprego. O objectivo é fechar hoje no Conselho de Ministros um conjunto de medidas que ajudem a convencer os observadores externos de que Portugal será capaz de regressar ao crescimento, apesar do mau historial que tem para apresentar.
A partir de agora vai ser diferente - é esta a promessa que José Sócrates vai fazer hoje aos portugueses e quinta-feira na Europa. "As novas medidas irão suportar o crescimento e a competitividade", disse ontem o primeiro-ministro, em entrevista ao 'The New York Times', garantindo que fechará um plano ainda esta semana

VIVA A INDEPENDENCIA

Mercedes-Benz e o Tráfico de Influências em Angola

5 Novembro 2010 | Autor: Rafael Marques de Morais

mercedes

As várias investigações, produzidas sob os auspícios da Maka, têm gerado um interesse cada vez maior na denúncia de novos casos de corrupção, como era desiderato do projecto.

O último caso, a bater à porta da Maka, sumariza o papel do investimento estrangeiro no aumento, consolidação e institucionalização dos esquemas de corrupção, em parceria com a liderança política do país. Trata-se do “distribuidor geral da Mercedes-Benz para a Daimler em Angola”.

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Publicado em


Assembleia Nacional esbanja 43 milhões de dólares em BMWs

4 Outubro 2010 | Autor: Rafael Marques de Morais

bmw-E60-black

Nos últimos dois anos, o MPLA, partido no poder, tem reiteirado o seu compromisso para com a moralização dos actos da administração pública, a fiscalização da gestão dos recursos públicos e o bem-estar dos angolanos. Das promessas aos actos, o presente texto compara o modo como os legisladores do povo têm servido os seus interesses pessoais em relação ao bem-comum dos angolanos que representam.

UM PRESIDENTE TRAIDOR????

MANUEL ALEGRE TRAIDOR A PRESIDENTE??
manuel alegre Traidor

Conheço este problema pessoalmente. Estava em Luanda, quando Alegre se pirou. Mais tarde, quando entrei prá “guerra” o meu Batalhão foi colocado em Nóqui, lá em cima, encostado ao Zaire, junto à fronteira com Matadi.

Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média, a voz de Matadi e a voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as n/operações. Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta “.

Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, Pateta Alegre. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre a denunciar a nossa posição.

Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques.
Um dia, em Nóqui, junto ao Rio, onde se situava o nosso aquartelamento, o então Tenente-Coronel Isaltino, mandou tocar a formar. Formou-se o Batalhão e o corneteiro tocou a sentido, fez-se silêncio chegou o Tem.Coronel e disse: o furriel Marta (mulato) dê um passo em frente. O sacana era o informador. Fazia-o através dum preto que era vendedor das célebres colchas congolesas, em Nóqui.

Nesta guerra a Pide teve um papel muito importante. Informávamo-nos dos movimentos desses traidores.

Bem…. não sei se estás a ver… o cabrão não foi linchado porque foi imediatamente evacuado para Luanda. Cerca de 2 anos depois, estava eu ainda na guerra ouvi a voz deste traidor nas rádio Maatadí. Tinha fugido das cadeias de Luanda.
Sofri no corpo os efeitos da atitude desses traidores.
«««
Publicada por TINTINAINE em 7:35 AM
2 comentários:

Artur/Leiria disse...
Está tudo de patas para o ar, em todo e qualquer país do mundo!
Hoje em dia, a lógica assim como o senso comum, não mais fazem sentido…

Glorifica-se o que não presta e diminui-se o que é bom. Ainda vamos ver um Manuel Alegre, traidor segundo o que escreve sobre ele, da mesma maneira como um Mário Soares filho de padre, resultado de coito diabólico que se tornou num ‘pisa-bandeira’ da nossa gloriosa nação em terras de França! Aí vem ele, resto da Europa abaixo, e o povo na sua inocência, porque acredita em palavras de políticos o elege um sem número de vezes, para fazer a boa porcaria que fez, sem nada fazer para salvaguardar a vida de qualquer cidadão comum de África mas sim olhar pelos seus pessoais interesses!?

É de se bradar aos céus! Povo abre os olhos duma vez por todas e reconhece que maçonaria, está viva e de saúde em terras lusitanas… Usem a NET, sem dó nem piedade, e exponham escumalha desta, que não serve os interesses dum povo, mas somente o deles!
Abaixo com os vermes desta natureza!
4 de Fevereiro de 2010 19:

Um Major-General desiludido com esta república de 100 anos e com uma governação que define de”quadrilhocracia”.
«…Manuel Alegre, durante a guerra do Ultramar e depois da sua fuga, era locutor da rádio Argel, onde se congratulava pela morte de soldados portugueses…
A voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as nossas operações.

Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta“. Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, “Pateta Alegre”. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre (*) a denunciar a nossa posição. Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques. Tudo por causa desse desertor e traidor.»
(*) Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média.
Paulo Chamorra

Manuel Alegre – um desertor

«Muito obrigado pelo seu concordante comentário sobre a potencial candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República.

Teria preferido, a bem da nossa Nação, que o seu comentário fosse no sentido de me provar que estou errado, o que, lamentavelmente eu não vou ouvir de ninguém.
Sabe, o que mais me incomoda é que, com 2 filhos e 6 netos, olho para o meu “prazo de validade” a chegar ao fim e sei que vou morrer com a angústia de lhes deixar um País, uma Nação, governados por aquilo que já o nosso saudoso Rei D. Pedro V – infelizmente morto na flor da idade – descrevia, na sua correspondência para o seu tio Alberto, marido da Rainha Vitória de Inglaterra, como uma “canalhocracia”.

E inquieta-me profundamente que, desse último quartel do século XIX até aos nossos dias, não só nada tenha mudado para melhor, como a imunda República que nos governa, cujo primeiro centenário que este ano os socialistas irão celebrar, e que custará aos contribuintes dez milhões de euros, tenha, pela sua prática política legitimado que possamos dizer, hoje, que não é mais uma canalhocracia que nos governa, mas sim (e salvo raras e honrosas excepções) uma “quadrilhocracia”.

Na minha qualidade de cidadão em uniforme que dedicou à nossa Pátria os melhores anos de toda a sua vida, a troco de um prato de lentilhas, já vi quase de tudo e, como anteriormente afirmei, só me falta ver Manuel Alegre – um DESERTOR – eleito Presidente da República e, nessa qualidade e por inerência do cargo, como Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas.
Espero que os portugueses acordem antes que tal possa acontecer. Cordialmente,
Fernando Paula Vicente, Maj-General da FAP (Ref.) »
Recebido por e-mail

O CRIME DA PRAIA DA LUZ MADDIE


Terça-feira, 14 de Dezembro de 2010

Polícia inglesa responsabiliza pais de Maddie

WikiLeaks: Ingleses incriminam casal McCann

Foi a própria polícia inglesa que encontrou provas a incriminar o casal McCann como responsável pelo desaparecimento da filha Madeleine, na noite de 3 de Maio de 2007, na Praia da Luz, Algarve, revelou esta segunda-feira a WikiLeaks.

A informação surgiu numa confidência do embaixador do Reino Unido em Lisboa, Alexandre W. Ellis, ao seu homólogo dos Estados Unidos, Alfred Hoffman - e, segundo este último, "Ellis não entrou em mais detalhes sobre o caso", numa conversa entre os dois que terá ocorrido em Setembro desse ano.

Limitou-se "a admitir que tinha sido a polícia do seu país a obter provas" sobre a culpa de Kate e Gerry - ficando por perceber se as mesmas se prendem com o facto de serem britânicos os cães que terão farejado odor a cadáver e a sangue no apartamento e no carro alugados pelos McCann no Algarve. De qualquer forma, o embaixador dos EUA conta, num despacho confidencial, que o seu homólogo lhe pediu sigilo absoluto, afirmando que havia questões em relação ao caso que deveriam ser mantidas em segredo pelos governos britânico e português.

Fonte: CM

CIGANOS COM CASAS NOVAS GRÁTIS

Famalicão: Habitações antigas vão ser demolidas

Comunidade cigana com casas novas

A comunidade cigana de Famalicão foi ontem realojada em casas novas, após terem vivido mais de 30 anos em barracas. O sentimento geral é de alegria, mas os moradores ainda não esqueceram a demora na atribuição das habitações.
Por:Ana Sofia Coelho


O dia foi de expectativa na Urbanização das Bétulas, a nova morada de cerca de trinta famílias de etnia cigana. Antes, os 150 moradores faziam vida nas barracas, junto da estação de comboios da cidade, onde imperava a insalubridade.

"Estamos muito felizes. Na outra casa faltava-nos a casa de banho", contou ao CM Maria do Amparo Monteiro, 66 anos. A mulher viveu com os 12 filhos na antiga casa durante 30 anos e aponta as faltas de condições como ‘responsáveis' pelo estado de saúde debilitado do marido.
A filha do casal vai mais longe. "As casas já deviam ter sido dadas há muito tempo. Houve pessoas que faleceram por doença por estarem ali", acusa Luciana Dias.

Os novos inquilinos estiveram durante todo o dia em mudanças. A urbanização é composta por três blocos com 30 habitações (três T1, oito T2, treze T3 e seis T4), naquilo que foi um investimento municipal de 2,8 milhões de euros. As antigas casas vão ser demolidas para nascer ali um ‘transfer' rodoferroviário.