

Não podemos permitir que J. socrates e a sua camarilha possam sair impunes daquilo que o seu desgoverno causou ao País.
Esta gente tem de ser julgada em processo crime.
Não é possível que continuemos a permitir que gente como esta, possa apenas endossar as suas responsabilidades num simples jogo politico.
Não é possível consagrar-se o roubo e o esbulho do património nacional sem quaisquer consequências para os seus autores. É deprimente vermos, por exemplo, como esta classe politica apadrinha o "exílio" temporário de Dias Loureiro para Cabo Verde.
O homem delicia-se nas praias e o País paga as dividas do Banco. Somos nós que diariamente lhe servimos as lagostas enquanto gente boa e séria passa fome.
Isto não pode continuar.
A classe politica tem de ser responsabilizada pelas funções que exerce, tal como qualquer gestor de uma empresa privada, porque nas publicas e por maiores que sejam os prejuízos, "os homens" ainda são gratificados.
Isto é uma vergonha.
Socrates e companhia têm que ser presos e julgados. Não há crime mais grave que destruir o próprio País.
Seja qual for o próximo governo, não poderemos permitir que continue esta impunidade politica.
Hoje, 4ºa feira, à hora em que forem finalmente escorraçados do governo, deveríamos estar todos á porta de S.Bento com um balde "cheio de merda" para lançar ás trombas de J.socrates. Depois exigimos a S. pereira que limpe o chefe com a língua. Fará certamente esse trabalho com a mesma inteligência e dedicação como qualquer canideo o faria em relação ao seu dono. Colocaremos assim as coisas no seu devido sítio. O esgoto da história.
Publicada por Força Emergente em 06:49 2 comentários

QUINTA-FEIRA, 24-03-2011, ANO 12, N.º 4072
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«Sócrates tem de ser responsabilizado» - Manuel Maria Carrilho
Por Redacção
O socialista Manuel Maria Carrilho considera que o primeiro-ministro deve ser responsabilizado pela situação de crise política em que Portugal se encontra.
«[Sócrates] esteve seis anos no poder e o país está na situação em que está. Temos de responsabilizar alguém», afirmou Manuel Maria Carrilho, em declarações à TSF.
O ex-ministro da Cultura disse, ainda, que o primeiro-ministro demissionário «não se pode queixar de ninguém sem ser dele próprio».
«O balanço que temos de fazer tem um nome. José Sócrates teve todas as condições: teve uma maioria absoluta como nunca o PS tinha tido, teve a cooperação do presidente da República, teve um PS de um unanimismo bastante inédito, que o protegeu e apoiou. Portanto, ele não se pode queixar de ninguém sem ser dele próprio. Enfim, ele tem de ser responsabilizado», concluiu