terça-feira, 3 de maio de 2011

1 de Dezembro de 1640 - Restauração de Portugal o traidor Miguel de Vasconcelos é jogado na calçada.
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Hoje a política é outra... Os ladrões podem roubar , democraticamente... Anda por aí um cabrão a rir-se e a gozar os portugueses... Agarrar o gajo e pendurá-lo numa figueira. E não só os outros criminosos (desde o 25 de Abril de 1974) levá-los à Justiça, mas antes faze-los passear, vestidos de sarapilheira, pelas ruas de Lisboa.
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Desgraçaram o futuro da população portuguesa actual, dos filhos, netos e bisnetos. Fazer nascer em Portugal uma nova sociedade e que os HOMENS bons deste país (que os há) tomem as redéas do Governo.
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Arrumar com essa "canalhada" oportunista que acima dos interesse da Nação estão os deles. CAMBADA DE ALDRABÕES!
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Terça-feira, 3 de Maio de 2011
ben laden
> Já esqueci o ben Laden quando os média portugueses não falam de outra coisa. Começamos o dia da pior maneira, a ouvir que esses chulos da troika vão reduzir as pensões superiores a 600 euros. 600 euros? Mas, eles saberão o que é viver com o exacto quantitativo que eles gastam em almoços e jantares numa semana? Isto é revoltante e não podemos ficar passivamente a assistir à nossa morte lenta. Se as reformas superiores a 600 euros forem reduzidas como uma decisão dos novos patrões de Portugal, não poderemos ficar quietos. A revolta global impõe-se e vamos acabar com a conversa mole das manifestações pacíficas. Chegou a hora de mostrarmos ao mundo que não somos cobardes, que não somos enteados, que não baixamos as calças por uma esmola hipócrita e exploradora.
A revolta tem de ser dura, a tiro se necessário. Espanha passou por uma guerra civil e sobreviveu com uma vida melhor para todos os cidadãos. Chegou a hora de sairmos à rua para destruir tudo o que nos leve a uma maior miséria. E o "tudo" significa uma greve geral por tempo indeterminado a partir do dia em que for aprovada pelo governo a redução das reformas inferiores a 1.500 euros. A partir da greve geral, caso se mantenha a decisão, o povo português deve revoltar-se com violência contra os governantes e todos quantos apoiarem as suas directrizes. Assumo plenamente o que escrevo. E não sou o ben Laden...
tags: portugal
por joãoeduardoseverino
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Posted by Jose Martins at 03:04
SEUS LADRÕES ANDEI A DESCONTAR O MEU SUOR DURANTE 42 ANOS PARA AGORA ME FICAREM COM OS MEUS DESCONTOS
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Ajuste directo foi usado em 92% das obras feitas pelo Estado
2011-01-28
Lucília Tiago
O contrato por ajuste directo foi a modalidade mais utilizada no conjunto das adjudicações realizadas em 2010. Ao todo foram realizados 79 739 adjudicações, 92% das quais por ajuste directo. Em valor, esta modalidade pesou 35% ou 3,88 mil milhões de euros.
Ao longo do ano passado, o valor das empreitadas de obras públicas e da aquisição de bens e serviços totalizou 10,95 mil milhões de euros. Segundo dados do relatório da contratação pública (que compila a informação que consta do portal BASE), ontem divulgado, os contratos por ajuste directo representaram 35% daquele valor total. Uma parcela idêntica (34%) foi absorvida pelas empreitadas e aquisições contratadas através de concurso público, e 31% envolveram concurso limitados por qualificação prévia.
Se a análise tiver em conta não os valores, mas o número de contratos, então o ajuste directo surge como o procedimento mais comum: dos 79 739 contratos efectuados em 2010, 92% (ou 73 289) foram por ajuste directo, enquanto o concurso público foi usado em 5912 situações.
O novo Código dos Contratos Públicos (CCP) estabelece limites às entidades e valores que podem ser contratados por ajuste directo, mas abre também a porta a várias excepções. São essas excepções que fazem com que seja possível encontrar no portal dos contratos públicos (o BASE) 19 ajustes directos de empreitadas e aquisições de bens e serviços de valor entre os 5 milhões e os 86 milhões de euros.
Obrigatoriedade
Por regra, as Administrações Públicas e organismos públicos só podem recorrer ao ajuste directo para empreitadas de obras de valor inferior a 150 mil euros, e para adjudicações de bens e serviços abaixo dos 75 mil euros. Mas há algumas entidades (como as empresas públicas ou municipais) em que o limite é de um milhão de euros. Ao mesmo tempo, foi criada uma excepção, de carácter temporário, que permite o recurso ao ajuste directo até cinco milhões de euros quando estão em causa projectos que agilizem a economia ou recorram a fundos comunitários. O rol de excepções permite ainda em determinadas circunstâncias superar estes valores.
Na sequência do novo CCP, e do processo de desmaterialização da contratação pública, Portugal tornou-se o primeiro país da União Europeia onde praticamente todos estes contratos são efectuados por meios electrónicos, estando toda a informação que lhes diz respeito reunida e acessível no BASE. Esta questão foi ontem sublinhada por José Sócrates que presidiu à sessão de apresentação do relatório da contratação pública em 2010, tendo o primeiro-ministro salientando que o BASE é mais uma prova da liderança de Portugal na modernização administrativa.
"Mais rápido, mas fidedigno e mais transparente". Foi desta forma que o presidente do Instituto da Construção e do Imobiliário caracterizou ontem o novo CCP e a contratação electrónica. Como exemplo de transparência foi, precisamente, apontada a obrigatoriedade de os ajustes directos serem comunicados ao BASE, não sendo válidos antes de cumprido este procedimento. Apenas os ajustes abaixo de cinco mil euros não têm de ser reportados no portal.
Saidinho da casca
A Teresa Caeiro veio afirmar que o Paulo Portas devia assumira a sua candidatura a Primeiro-ministro. (Não é isso que faz a Carmelinda Pereira, o candidato do Rei ou qualquer outro líder partidário que concorre a umas eleições?). Destilando a sua verborreia lá veio ele dizer que estava pronto para assumir todas as suas responsabilidades no futuro. Anda saidinho da casca o Portas, falta é saber se o ovo é de galinha ou de serpente.

