quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Quinta-feira, Setembro 22, 2011
Corrupção em Portugal? É só treta…

O vice-presidente da associação Transparência e Integridade, Paulo Morais, afirmou hoje que grande parte dos impostos que os portugueses pagam estão a "derreter" em mecanismos de corrupção.
Antes de divulgar o texto das declarações de Paulo Morais à Lusa, permitam-me que por uma questão de memória (recente) me interrogue se não terá sido por pensar como pensa que, no passado dia 7 de Junho, Paulo Morais foi “despedido” de colunista do Jornal de Notícias.
“O JN necessita de voltar a ter um grande foco nas razões de proximidade que fizeram dele mais que um jornal, o sítio onde as pessoas encontravam refúgio e ganhavam voz para os grandes desafios e trabalheiras do quotidiano”, escreveu o director do JN na carta (modelo único para todos os colaboradores mandados à vida) a Paulo Morais, acrescentando: “há uma nova aposta que vale a pena ser vivida em nome de um jornalismo e de um jornal mais próximo das nossas gentes sem deixar de olhar todos os horizontes”.
Creio que falar de corrupção, tema de eleição de Paulo Morais, não é de facto um factor de proximidade. Ou é demasiado de proximidade. Seja como for, o resultado foi o mesmo.
"Grande parte dos cerca de 80 mil milhões de euros que o Estado gasta por ano é derretido em mecanismos de perfeita corrupção, alguns dos quais são bem conhecidos", diz Paulo Morais, vice-presidente da associação Transparência e Integridade, em entrevista à agência Lusa.
Segundo Paulo Morais, "bastará focar o aspecto das parcerias público-privadas", nomeadamente a renegociação com as concessionárias das antigas SCUT, que fez com que os portugueses passassem a pagar duplamente mais: em portagens e em impostos para pagar auto-estradas que vão ficar ainda mais caras.
O ex-vice-presidente da Câmara do Porto classificou o exemplo das SCUT "claramente um caso de prejuízo com dolo do Estado português por parte de um conluio entre quem negoceia em nome do Estado e os concessionários que obtiveram a concessão".
"Através de um mecanismo pomposa e eufemísticamente chamado de disponibilidade diária das estradas, garantir rentabilidades da ordem dos 14, 15% dos concessionários sobre preços que, por sua vez, já eram elevados, independentemente do tráfego, é perfeitamente inadmissível", considerou.
Para Paulo Morais, a eventual cessação das novas condições acordadas para as ex-SCUT "é uma questão que tem de ser tratada com urgência, porque por cada mês que passa são milhões de euros que o povo português perde para pagar a uns senhores que conseguiram, à custa da conivência de pessoas no Estado, garantir rendas verdadeiramente obscenas".
O vice-presidente da secção portuguesa da Transparência Internacional voltou a acusar a classe política portuguesa de se ter transformado numa "mega central de negócios", onde reina a promiscuidade entre pessoas que, alternadamente, são titulares de cargos públicos e administradores de grupos empresariais fornecedores do Estado.
"Não faz sentido que os portugueses paguem tantos impostos. Não faz sentido que uma pessoa que leva no fim do mês 700 e tal euros para casa custe à sua empresa, por uma questão fiscal, 1.600", defendeu.
Segundo Paulo Morais, a diferença entre o custo real do trabalhador e o salário que recebe vai em parte para serviços que os cidadãos utilizam, mas também "vai muito dele para mecanismos de corrupção".
Publicada por Orlando Castro
O FIO DA NAVALHA DO KAOS
Um triste passado sempre presente
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
EU AO QUE VEJO AQUI EM PORTUGAL EU VOTAVA NO
ALBERTO JOAO JARDIM......SEM HESITAR
E NINGUÉM CRITÌCA O SÓCRATES QUE LIXOU A VIDA AOS PORTUGUESES!!!
Personalidades políticas e académicas censuram Alberto João Jardim
A ocultação de dívidas na Madeira e uma eventual responsabilização criminal de Alberto João Jardim continuam a suscitar reações dos mais variados quadrantes da vida política e académica. Da ministra da Justiça e António Capucho, passando por Mário Soares, Campos e Cunha ou o economista Silva Lopes, ouvem-se palavras de censura.
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A ministra lembrou, a propósito, que "há uma lei que já criminaliza condutas que autorizem despesas que não estejam devidamente orçamentadas, contabilizadas".
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Porém, sublinhou que "há muitos mecanismos de responsabilização a aperfeiçoar, para dignificar todo o sistema".
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Paula Teixeira da Cruz reiterou que essa "é uma aposta para quem intervém na coisa pública e na atividade política", mas reconheceu que é "uma tarefa dura e difícil".
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"Porém, o sistema como está não fica", garantiu a ministra, que falava aos jornalistas à margem da assinatura de um protocolo para facilitar a obtenção de passaportes, em Lisboa.
Mário Soares vê com "preocupação" défice nas contas do arquipélago
Já o ex-Presidente da República Mário Soares disse em Coimbra, que vê com "preocupação" o défice nas contas públicas da Região Autónoma da Madeira.
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Mário Soares deslocou-se à Universidade de Coimbra para participar na cerimónia de doutoramento ‘honoris causa' do neurocientista António Damásio
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"Vejo com preocupação, como é evidente", afirmou Mário Soares, quando instado a comentar o ‘buraco financeiro' nas contas da Madeira, mas escusando-se a fazer mais considerações sobre o assunto.
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Capucho defende que Jardim devia estar sujeito à lei que limita mandatos
Também o ex-conselheiro de Estado e antigo presidente da câmara municipal de Cascais, António Capucho diz que as derrapagens nas contas públicas madeirenses não existiriam se Alberto João Jardim estivesse sujeito à lei que limita os mandatos.
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Em declarações à TSF, o social-democrata afirmou que há contradições na lei porque os presidentes de câmara já estão obrigados a essa regra.
«É de uma injustiça enorme e de uma flagrante contradição os responsáveis políticos pelas autarquias terem a limitação de mandatos e os outros não», afirmou.
Almeida Santos considera que Alberto João Jardim ultrapassou todos os limites
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Almeida Santos, o presidente honorário do PS, comentou por outro lado o comportamento de Alberto João Jardim, considerando que o presidente do Governo Regional da Madeira ultrapassou todos os limites e tem que ser responsabilizado.
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Em Coimbra, onde participou na cerimónia de doutoramento do neurocirurgião António Damásio, o presidente honorário dos socialistas, Almeida Santos, declarou estar preocupado coma situação da Madeira.
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«Acho que ele foi longe demais e não sei bem como é que vai ser responsabilizado. Acho que é muito grave e vamos ter que ajudar a Madeira a superar o seu problema», adianta.
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Em Janeiro de 2010, Almeida Santos mesmo admitindo que não concordava com a maneira como Alberto João Jardim fazia política, elogiou a «obra positiva» na Madeira, adiantando que o governante era «economicamente sério».
Campos e Cunha diz que está nas mãos da AR e do Governo impedirem repetição
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O antigo ministro das Finanças Campos e Cunha diz que é importante que o que aconteceu na Madeira não volte a acontecer e que está nas mãos da Assembleia da República (AR) e do Governo impedi-lo.
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O 'buraco' nas contas da Madeira corresponde a mais de um por cento do Produto Interno Bruto (PIB), o que é "uma brutalidade para uma pequena localidade, uma região autónoma com trezentos e tal mil [269 mil] habitantes. Estamos a falar de muito dinheiro", declarou o economista à margem do fórum da Plataforma Ativa da Sociedade Civil, a decorrer na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
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"O que é importante é que, com este regime ou outro que se venha a apurar, que isto nunca mais possa acontecer. Está nas mãos da Assembleia da República e do Governo em particular alterar o regime para que isto não possa voltar a acontecer", declarou o economista.
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Silva Lopes: com uma Lei das Finanças Públicas "a sério" João Jardim "já não era reelegível há mais de 30 anos"
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Outro economista, o ex-ministro das Finanças José Silva Lopes, considera que se em Portugal existisse "uma Lei de controlo das Finanças Públicas a sério", o atual presidente do Governo Regional da Madeira já não era reelegível há mais de 30 anos".
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Em entrevista ao Jornal de Negócios, Silva Lopes adiantou que se estivesse "na Madeira, provavelmente, votava no Alberto João Jardim porque ele é a máquina mais eficiente a subtrair dinheiro ao Continente que se viu até hoje"
O que será que nos vai cair em cima?

Há quem diga que quando uma coisa pode correr mal, certamente ainda vai correr pior. Já nem me estou a preocupar com o satélite que está previsto cair algures por aí, não se sabe muito bem onde.
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Até o colossal défice de humildade, responsabilidade, democracia, educação, vergonha na cara, honestidade e decência criam-me mais consternação que preocupação.
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O país esta de pantanas, todos sabem que caminhamos para o abismo, que não vamos poder pagar mas vamos pagar caro como povo. Olho para a Europa, para os politicos que por lá andam e não vejo sequer que façam o menor esforço por resolver os problemas.
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A Grécia está prestes a rebentar, uns querem-na já fora do Euro, outros da Europa e outros ainda recusam essa possibilidade (os que têm o dinheiro dos seus bancos lá enterrados). Ninguém pode ou quer decidir nada. Reunem-se só para adiar o que já devia ter sido feito à muito antes.
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Há até quem já fale na possibilidade do regresso da guerra à Europa. Isto sim, já é coisa com que me preocupe, é coisa que já me preocupa há muito tempo e que já aqui falei neste blog por diversas vezes. Isso já me preocupa e muito.
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Nada, mas mesmo nada, está a ser feito no sentido de a evitar e a história, qual fado, uma vez mais se repete provando que as mesmas causas, neste caso as grandes crises do capitalismo (1009, 1929 e agora 2009), acabam sempre por provocar, poucos anos depois, Guerras Mundiais. Só gostava de estar enganado.
Publicada por Jose Martins
Ilona Staller, conhecida como Cicciolina, vai ganhar uma pensão vitalícia de 3 mil euros por mês, por ter sido deputada, durante uma legislatura. Os valores estão a chocar os italianos mas a antiga atriz pornográfica lembra que a lei é igual para todos os deputados.
7.3.09
É todos os dias a mesma trata deste PAÍS MISERÁVEL. Alguém que diga "estamos bem"... MENTE!!!

Erros no Magalhães - É ridículo vir agora o Ministério da Educação dizer que foi uma surpresa!!! Quem foi o responsável por aprovar o dito programa? TEM QUE SER DESPEDIDO!!!!!! JÁ. Aprovar um programa traduzido por um emigrante com a 4ª classe só pode ser para dar a ganhar a alguém ou ao próprio. RUA!!!
Aluno de 15 anos leva PISTOLA para o recreio da escola - E aconteceu o quê? NADA. Este pequeno CRIMINOSO já tem 15 anos!!! Com 15 anos não se pensa? Não se é capaz de raciocinar? É SÓ DIREITOS!!!! Estes marginais tem todos os direitos... deveres ZERO.
Ladrão PERIGOSO libertado - É a justiça ao seu melhor nível. Vergonha!!!

