sábado, 8 de outubro de 2011
HÁ,POR CÁ, UMA CERTA RAPAZIADA QUE PARA ELA A CRISE PASSA/PASSOU AO LARGO!
Os nomes dos políticos que recebem do Estado a pensão mensal vitalícia e passaram a ser secretos. Comissão Nacional de Protecção de Dados cujo presidente é eleito pelos deputados, considera que “a pensão mensal vitalícia não é uma informação pública….” “in Correio da Manhã” Os partidos políticos criaram em Portugal, um sistema de roubo legal para os seus membros, baseado na acumulação de reformas e pensões vitalícias. Só o número de ex deputados com pensão para toda a vida (de todas as cores e para todos os gostos) já ultrapassa os 400 beneficiários. O valor dessa regalia rondará os oitocentos mil Euros por mês. Mário Soares “papa de reformas” mais 500.000 Euros por ano. Alberto João Jardim, tem uma reforma do Estado de 4.124 Euros, obtida num serviço público onde nunca trabalhou (Secretaria Regional de Turismo), recebe um ordenado por inteiro de 84 mil Euros. Acresce a este valor mais 40% de despesas de representação, o que dá 94.467 Euros, ganha mais do que o primeiro-ministro Espanhol. Cavaco Silva recebe do Banco de Portugal 4.152 Euros, da Universidade Nova de Lisboa 2.328 Euros e de primeiro-ministro 2.876 Euros. Manuel Alegre recebe um valor de 3.219,95 Euros por ter trabalhado um ano RDP num cargo que nem ele sabe qual era (1974/1975). Santana Lopes obteve uma reforma de primeiro-ministro após seis meses de trabalho, que acumulou depois com a reforma de deputado. Marques Mendes mal fez 50 anos de idade, tratou de logo de requerer uma pensão de 2.905 Euros. Freitas do Amaral, ao saber que lhe faltava pouco tempo para obter a reforma vitalícia de deputado, desligou-se do CDS, mas não da Assembleia da Republica enquanto não completou o tempo necessário para a obter. Carlos Brito, quando obteve a sua reforma, mandou “passear” o PCP, onde durante décadas militou. Fernando Rosas, dirigente do Bloco de Esquerda, quando atingiu os 8 anos necessários para solicitar a sua reforma de deputado, mandou a Assembleia às urtigas. Mira Amaral, antigo ministro de Cavaco Silva depois de obter uma reforma de deputado, em 21 meses obteve uma reforma da Caixa Geral de Depósitos no valor de 18.000 Euros mensais. Campos e Cunha, ministro das finanças de Sócrates, após ter trabalhado 6 anos no Banco de Portugal, e com apenas 49 anos, obteve uma reforma de 114.784 Euros. Diogo Leite Campos, do PSD. À semelhança de outros camaradas de partido, bastarem-lhe 6 anos no Banco de Portugal para obter mais uma reforma do Estado. Vasco Franco, figura de proa do PS, obteve uma reforma de deputado de 3.035 Euros. Recebe ainda uma outra como deficiente de guerra por ter sido ferido em Moçambique depois de 1974. Centenas de governantes e deputados de todas as cores políticas, independentemente da sua idade ou da sua competência, têm sido contemplados e nós, os nossos filhos e os nossos netos iremos suportar por muitos e bons anos estas reformas douradas. | ||
Será que estes (e outros) também vão pagar 50% do 14º mês????????? |

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A agência de notação financeira Moody's, a mesma que em Julho classificou a dívida portuguesa de 'lixo', cortou ontem o rating de nove bancos portugueses, atirando-os também para a categoria de 'lixo'. A excepção é o Santander Totta, que beneficia do facto de ser uma filial do grupo espanhol Santander. |
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”

Sabe quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Europeia?
Os 3 estão endividados até o pescoço.
Porquê será, hein?
A esquerda não diz que o socialismo é a solução p/ o mundo?
Como bem disse Margaret Thatcher quando. 1ª Ministra da Grã-Bretanha:
"o socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros"
2. Portugal
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”
Adrian Rogers, 1931
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Radar
Portugal
O relatório do Desenvolvimento Humano, ontem divulgado por secção das Nações Unidas, com números relativos a 2007, apresenta Portugal no grupo da frente, em 34.º lugar, numa lista de 182 países liderada por Noruega, Austrália, Islândia, Canadá e Irlanda. Por estatísticas, Portugal, em progresso desde 1980, está melhor na esperança de vida (29.º lugar) e pior na literacia (46.º). O Brasil surge em 75.º, Cabo Verde em 121.º e Angola é 143.º.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011

E paga uma multa de 800 euros
Violência doméstica
Agressão com cadeira não é "suficientemente intensa" para justificar prisão efectiva diz tribunal
Um protesto contra "a impunidade da violência doméstica" reuniu esta quinta-feira cerca de duas dezenas de pessoas junto ao Tribunal da Relação de Évora, que decidiu reduzir a pena a um homem acusado de agredir a mulher. O tribunal considerou que o facto do arguido ter agredido a mulher com uma cadeira "não foi uma agressão suficientemente intensa", para justificar pena efectiva de prisão.
Os manifestantes, na sua maioria mulheres, juntaram-se em frente ao tribunal e, de forma simbólica, colocaram várias cadeiras pintadas de vermelho, ilustrando sangue, além de empunharem cartazes em que se podia ler "não à violência doméstica" e "justiça já!". "É um protesto contra a impunidade que a violência doméstica tem garantido na nossa sociedade e que, mais uma vez, se comprovou com este acórdão", disse à Agência Lusa Amália Oliveira, uma das manifestantes.
O protesto surgiu na sequência da decisão do Tribunal da Relação de Évora de reduzir para 800 euros de multa a pena de um homem que tinha sido condenado a um ano e meio de prisão por agredir a mulher com uma cadeira. Para Amália Oliveira, esta decisão "mostra a impunidade que a violência doméstica tem na nossa sociedade", alegando que a lei, apesar de ser "perfeitamente esclarecedora", não está a ser seguida pelos juízes.
"Os nossos interpretadores da lei, que são os juízes, não conseguem fazer a interpretação da lei e vão atrás de uma sociedade que penaliza a vítima e não penaliza o agressor e permite que o agressor como sempre saia impune", lamentou. Por isso, Amália Oliveira sustentou que "deve ser a sociedade a pressionar a justiça".
Na primeira instância, o Tribunal Judicial de Setúbal aplicou uma pena de um ano e meio de prisão, com pena suspensa, condenando o arguido por um crime de violência doméstica. A suspensão da pena ficava dependente do pagamento de 8000 euros à vítima. O arguido recorreu e o Tribunal da Relação de Évora decidiu condená-lo por um crime de ofensa à integridade física simples, em 800 euros de multa, e fixou em 500 euros o valor a pagar à mulher, por danos não patrimoniais.
O tribunal deu como provado que desde 2004 o arguido em "diversas ocasiões desferia murros e pontapés" e injuriava a mulher, com quem era casado há mais de 30 anos. A 6 de Junho de 2008, o arguido, agricultor, agrediu a mulher com um cadeira, dando-lhe uma pancada no peito e provocando-lhe uma contusão da parede torácica, um hematoma na região frontal e na mama e escoriações nos lábios e cotovelo.
Segundo a Relação, esta agressão "não foi suficientemente intensa" para justificar a qualificação do crime como violência doméstica. O mesmo tribunal diz ainda que a descrição, que consta na sentença da primeira instância, sobre a alegada conduta violenta do arguido desde 2004 "mostra-se algo indefinida, vaga e genérica".
"Não esclarece o número de ocasiões em que as agressões ocorreram, a quantidade de murros e pontapés em causa ou qualquer elemento relativo à forma e intensidade como foram desferidos, ao local do corpo da ofendida atingido e suas consequências, em termos de lesões corporais", refere.
Tendo em conta que o arguido é delinquente primário, que já não vive com a mulher e que "apenas se provou em concreto uma agressão", a Relação considera que a pena de multa "satisfaz as finalidades da punição, isto é, a proteção de bens jurídicos e a reintegração do arguido na sociedade"
CORREIO DA MANHA
Violência doméstica
Agressão com cadeira não é "suficientemente intensa" para justificar prisão efectiva diz tribunal
Um protesto contra "a impunidade da violência doméstica" reuniu esta quinta-feira cerca de duas dezenas de pessoas junto ao Tribunal da Relação de Évora, que decidiu reduzir a pena a um homem acusado de agredir a mulher. O tribunal considerou que o facto do arguido ter agredido a mulher com uma cadeira "não foi uma agressão suficientemente intensa", para justificar pena efectiva de prisão.
Os manifestantes, na sua maioria mulheres, juntaram-se em frente ao tribunal e, de forma simbólica, colocaram várias cadeiras pintadas de vermelho, ilustrando sangue, além de empunharem cartazes em que se podia ler "não à violência doméstica" e "justiça já!". "É um protesto contra a impunidade que a violência doméstica tem garantido na nossa sociedade e que, mais uma vez, se comprovou com este acórdão", disse à Agência Lusa Amália Oliveira, uma das manifestantes.
O protesto surgiu na sequência da decisão do Tribunal da Relação de Évora de reduzir para 800 euros de multa a pena de um homem que tinha sido condenado a um ano e meio de prisão por agredir a mulher com uma cadeira. Para Amália Oliveira, esta decisão "mostra a impunidade que a violência doméstica tem na nossa sociedade", alegando que a lei, apesar de ser "perfeitamente esclarecedora", não está a ser seguida pelos juízes.
"Os nossos interpretadores da lei, que são os juízes, não conseguem fazer a interpretação da lei e vão atrás de uma sociedade que penaliza a vítima e não penaliza o agressor e permite que o agressor como sempre saia impune", lamentou. Por isso, Amália Oliveira sustentou que "deve ser a sociedade a pressionar a justiça".
Na primeira instância, o Tribunal Judicial de Setúbal aplicou uma pena de um ano e meio de prisão, com pena suspensa, condenando o arguido por um crime de violência doméstica. A suspensão da pena ficava dependente do pagamento de 8000 euros à vítima. O arguido recorreu e o Tribunal da Relação de Évora decidiu condená-lo por um crime de ofensa à integridade física simples, em 800 euros de multa, e fixou em 500 euros o valor a pagar à mulher, por danos não patrimoniais.
O tribunal deu como provado que desde 2004 o arguido em "diversas ocasiões desferia murros e pontapés" e injuriava a mulher, com quem era casado há mais de 30 anos. A 6 de Junho de 2008, o arguido, agricultor, agrediu a mulher com um cadeira, dando-lhe uma pancada no peito e provocando-lhe uma contusão da parede torácica, um hematoma na região frontal e na mama e escoriações nos lábios e cotovelo.
Segundo a Relação, esta agressão "não foi suficientemente intensa" para justificar a qualificação do crime como violência doméstica. O mesmo tribunal diz ainda que a descrição, que consta na sentença da primeira instância, sobre a alegada conduta violenta do arguido desde 2004 "mostra-se algo indefinida, vaga e genérica".
"Não esclarece o número de ocasiões em que as agressões ocorreram, a quantidade de murros e pontapés em causa ou qualquer elemento relativo à forma e intensidade como foram desferidos, ao local do corpo da ofendida atingido e suas consequências, em termos de lesões corporais", refere.
Tendo em conta que o arguido é delinquente primário, que já não vive com a mulher e que "apenas se provou em concreto uma agressão", a Relação considera que a pena de multa "satisfaz as finalidades da punição, isto é, a proteção de bens jurídicos e a reintegração do arguido na sociedade"
C.M.

Este professor primário de Vixeu (terra de lá de xima), está a seguir o mesmo carreiro da primeira vez de quando foi Secretário de Estado para as Comunidades Portuguesas no Estrangeiro.
Este "gajo" (para mim não tem outro nome) lixou centenas de milhares de euros em viagens turísticas que até se dava ao luxo de se fazer acompanhar com uma adida de imprensa da Lusa.
Este Cesário, em passeio, ultrapassou o secretário Zé Lelo do Porto e conhecido pelo "videirolas". Mas no meio destas visitas ao estrangeiro e os mimos que dirigentes das comunidades, associações e academias do bacalhau oferecem ao Cesário traz muita água no bico e está relacionado com a "fanfarronice" (bem à moda "portuga") de serem listados a candidatos, a receber um pedaço de bronze e uma fita de pendurar ao pescoço e aparecerem, depois, na terra da "coina", como pessoas gradas, de onde partiram, para agarrar os cornos do mundo, com uma saca às costas e na mão um garrafão de cinco litros de vinho.
O resto dos "portugas", residentes no estrangeiro, não querem saber o Cesário para nada e até estes tratados ao calha nos consulados sob a sua tutela. -
José Martins
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A seguir extraído de Notas Verbais
05 Outubro 2011
SECP
E depois de Berna, Zurique e Genebra, na sexta, José Cesário em Paris, para encontro com a respectiva Academia do Bacalhau. No sábado, lá estará no Encontro da CCPF, em reunião com o Maire do XIV Bairro e autarcas de origem portuguesa, e depois, na Gala da Cap Magellan.
Telegrama de Quarta-feira, Outubro 05, 2011 0 comentários
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05 Outubro 2011
José Cesário em Zurique, agora...
O secretário de Estado José Cesário em Zurique na sexta-feira para encontros com os trabalhadores, de manhã (lá chega amanhã à noite depois de se ser ouvido no parlamento), seguindo para Berna e Genebra. Parece que, por infeliz sugestão de quem pode sugerir, queria encontrar-se apenas com os delegados sindicais, mas os trabalhadores não aceitaram e querem encontros com todos, para não haver pressões.
Hotel de 4 estrelas e limousine. Portanto, em Zurique, classe económica, como diria o primeiro-ministro.
Telegrama de Quarta-feira, Outubro 05, 2011 ![]()
1 comentários:
Eulalia Moreno disse...
Sinceramente não percebo a razão pela qual o Secretario de Estado das Comunidades agenda sempre as suas supostas visitas de trabalho às vésperas do final de semana.. acontecem reuniões aos sábados e domingos ou esses dias ficam reservados para os passeios turísticos entre uma chatice e outra?? Em Londres foi assim, em Paris também, em Nova York, idem. Apenas fugiu à regra as recentes visitas a Orleans e Tours, na França, mas aí o problema foi outro: a agenda de trabalho, como é habitual, nem sequer foi passada a Comunicação Social..
Quarta-feira, 05 Outubro, 2011
Publicada por Jose Martins em 16:44 ![]()



