E ASSIM AÍ VOS VAI A MÁ LÍNGUA DO BAR DO ALCIDES!
A "ONGOING" um Grupo Econômico?





Trabalhar?
Isso NUNCA foi com eles!
Afirma quem os conhece há muitos anos!!!"





Tirou fotografias numa festa de aniversário? Vai ter de pagar direitos de autor a um desconhecido por guardar as fotos numa pen, num cd ou por as imprimir;
Tem uma empresa e precisa de guardar os registos contabilísticos, mapas de vendas, processamento de salários….? Vai ter de pagar direitos de autor a um desconhecido por usar um servidor, um computador, um cd, uma pen e uma impressora;
E tantos outros etceteras….
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Para acompanhar o que se tem escrito sobre tão absurdo projecto de lei, ver excelente recolha aqui
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E faltam todas as que vão ser feitas para os lugares de topo nas empresas públicas cujas administrações estão agora a terminar o mandato. Normalmente, entregam as contas, reúnem em Assembleia Geral e nomeiam os novos corpos gerentes.
Passos esforça-se por mostrar que reconduziu muita gente mas a verdade é que só em assessores júniores, isto é, com idade à volta dos 28 anos, foram admitidos em grande número e a ganharem acima dos 3 000 euros. Pode ser de outra maneira?
Há lugares que são preenchidos por confiança política, mas há outros que deveriam ser por mérito. Nas empresas, nos hospitais, percebe-se muito mal que gente sem curriculum em gestão , entre directamente para o topo da administração. Espera-se o quê? Que as empresas e os hospitais sejam bem administrados?
A administração pública é o que é, um monstro que anda ao "ralenti" e ao sabor dos sindicatos, por causa disso, para se fugir ao "entupimento", criaram-se, paralelamente, institutos, empresas e fundações. Veja-se como a oposição, PCP, BE e uma fracção importante do PS não quer aligeirar o estado. Não querem um estado regulador, financiador, mantendo nas mãos o que é importante e deixar para a sociedade civil o resto. São os mesmos que se queixam que há muitas nomeações como já acusaram todos os PM anteriores. Pois se esta gente dos partidos querem um estado monopolista, a ser dono das escolas, dos hospitais, da água , da luz, dos comboios, dos Portos, da TAP, dos aeroportos... vêm depois acusar o elevado número de nomeações do partido que está no poder? E isto serve para todos!
Esperam que o governo nomeie os seus oposicionistas boys e girls ? As nomeações correspondem ao Estado gigantesco que nos empobrece desde SalazarPolémica: Portal oficial com todas as escolhas da equipa de Passos Coelho
No dia em que o primeiro-ministro garantiu que "nunca outro Governo nomeou tão pouca gente", foi revelada mais uma nomeação que pode levantar polémica. É a do vice-presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Viana do Castelo, Paulo Vale, que passará a ser o novo director do Centro Distrital de Segurança Social.
Por:Cristina Rita com Lusa
O Governo quis ontem desmontar a ideia de que nomeou mais pessoas do que o Executivo socialista, e divulgou no seu Portal os nomes e os cargos dos 1682 nomeados pelo Executivo, distribuídos entre gabinetes ministeriais, administração directa e indirecta do Estado e o sector empresarial público. Dessas colocações, 962 foram reconduções nos cargos. Assim sendo, em sete meses, a equipa liderada por Pedro Passos Coelho fez 720 novas escolhas. Números que não batem certo com as 1455 nomeações referidas numa pergunta ao primeiro-ministro feita pelo PS.
O campeão das nomeações é o Ministério da Agricultura, que abrange ainda o Ambiente e Ordenamento do Território: com 60 nomes. É exactamente sob a tutela de Assunção Cristas que estão a Águas de Portugal, empresa para a qual será indigitado Manuel Frexes, autarca do Fundão e líder dos Autarcas Sociais--Democratas. Mas, no grupo da Águas de Portugal, a maioria das subsidiárias também tem mandatos a cessar. Serão cerca de trinta novas nomeações.
Até Maio próximo, o Executivo tem de nomear dezasseis novos conselhos de administração.
CARDONA ATACA CRÍTICOS
A antiga ministra da Justiça e ex-dirigente do CDS-PP Celeste Cardona voltou ontem a responder às críticas sobre a sua escolha para o conselho de supervisão da EDP. Mais uma vez escreveu no Facebook, sublinhando que deixou a política activa há cerca de oito anos.
"Porque será que se continua a achar que, estando fora da política activa, estou na política. Deve haver um fenómeno qualquer, que eu desconheço e não compreendo, para se continuar a laborar neste erro", disse.
Já Eduardo Catroga sentiu necessidade de se explicar e esclareceu ao ‘Expresso', a propósito da entrevista que deu ao semanário, que não fez qualquer juízo negativo sobre a escolha da antiga ministra para o conselho a que vai presidir.
