domingo, 12 de fevereiro de 2012

Saturday, 11 February 2012

SÓ COM UMA REVOLUÇÃO ESTES VÍCIOS DO PODER TERMINAM... PORTUGAL TEM SIDO GOVERNADO POR QUADRILHAS DE SALTEADORES!


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Grande Marinho ...........haja quem os denuncie!!!!!!!!!!!

O meu País....está entregue a uma verdadeira MÁFIA : OS POLÍTICOS.

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NÃO É CUNHADO, É O IRMÃO DO AMANTE DA MINISTRA DA JUSTIÇA

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Mas "quem tem telhados de vidro" deveria ter mais cuidado, particularmente quando se metem com quem não tem papas na lingua, como é o caso deste Bastonário da Ordem dos Advogados.

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A Ministra desmentiu que tivesse nomeado familiares para o seu gabinete. Aqui vai a resposta do Bastonário da Ordem dos Advogados.

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No jobs for the boys, friends or relatives????

Mais um embuste para enganar os Portugueses.

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NÃO É CUNHADO, É O IRMÃO DO AMANTE DA MINISTRA DA JUSTIÇA porra!

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À ministra da Justiça

Publicado às 00.36

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Depois de andar a acusar-me de lhe dirigir ataques pessoais, a sra. ministra da Justiça veio agora responder à denúncia que eu fiz de ter usado o cargo para favorecer o seu cunhado, Dr. João Correia.

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Diz ela que não tem cunhado nenhum e que isso até se pode demonstrar com uma certidão do registo civil. Já antes, com o mesmo fito, membros do seu gabinete haviam dito à imprensa que ela é divorciada.

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Podia explicar as coisas recorrendo à explícita linguagem popular ou até à fria terminologia jurídica que têm termos bem rigorosos para caracterizar a situação. Vou faze-lo, porém, com a linguagem própria dos meus princípios e convicções sem deslizar para os terrenos eticamente movediços em que a sra. ministra se refugia.

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A base moral da família não está no casamento, seja enquanto sacramento ministrado por um sacerdote, seja enquanto contrato jurídico homologado por um funcionário público. A base moral da família está na força dos sentimentos que unem os seus membros.

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Está na intensidade dos afectos recíprocos que levam duas pessoas a darem as mãos para procurarem juntas a felicidade; que levam duas pessoas a estabelecerem entre si um pacto de vida comum, ou seja, uma comunhão de propósitos existenciais através da qual, juntos, se realizam como seres humanos.

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Através dessa comunhão elas buscam em conjunto a felicidade, partilhando os momentos mais marcantes das suas vidas, nomeadamente, as adversidades, as tristezas, as alegrias, os triunfos, os fracassos, os prazeres e, naturalmente, a sexualidade.

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O casamento, quando existe, agrega tudo isso numa síntese institucional que, muitas vezes, já nada tem a ver com sentimentos, mas tão só com meras conveniências sociais, morais, económicas ou políticas. Por isso, para mim, cunhados são os irmãos das pessoas que, por força de afectos recíprocos, partilham entre si, de forma duradoura, dimensões relevantes das suas vidas.

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É um gesto primário de oportunismo invocar a ausência do casamento para dissimular uma relação afectiva em que se partilham dimensões fundamentais da existência, unicamente porque não se tem coragem para assumir as consequências políticas de opções que permitiram que essa relação pessoal se misturasse com o exercício de funções de estado, chegando, inclusivamente, ao ponto de influenciar decisões de grande relevância política.

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Tal como o crime de violência doméstica pode ocorrer entre não casados também não é necessário o casamento para haver nepotismo.

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Basta utilizarmos os cargos públicos para favorecermos as pessoas com quem temos relações afectivas ou os seus familiares. Aliás, é, justamente, aí que o nepotismo e o compadrio são mais perniciosos, quer porque são mais intensos os afectos que o podem propiciar (diminuindo as resistências morais do autor), quer porque pode ser mais facilmente dissimulado do que no casamento, pois raramente essas relações são conhecidas do público.

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Aqui chegados reitero todas as acusações de nepotismo e favorecimento de familiares que fiz à Sra. Ministra da Justiça. Mas acuso-a também de tentar esconder uma relação afectiva, unicamente porque não tem coragem de assumir as consequências políticas de decisões que favoreceram o seu cunhado, ou seja o irmão da pessoa com quem ela estabeleceu essa relação.

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Acuso publicamente a Sra. Ministra de tentar tapar o sol com a peneira, procurando dissimular uma situação de nepotismo com a invocação de inexistência de casamento, ou seja, refugiando-se nos estereótipos de uma moralidade retrógrada e decadente.

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A sra. ministra da Justiça tem o dever republicano de explicar ao país por que é que nomeou o seu cunhado, dr. João Correia, para tarefas no seu ministério, bem como cerca de 15 pessoas mais, todas da confiança exclusiva dele, nomeadamente, amigos, antigos colaboradores e sócios da sua sociedade de advogados. Isso não é uma questão da vida pessoal da Sra. Ministra. É uma questão de estado.

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Nota: Desorientada no labirinto das suas contradições, a sra. ministra da Justiça mandou o seu chefe de gabinete atacar-me publicamente, o que ele, obediente, logo fez, mas em termos, no mínimo, institucionalmente incorrectos. É óbvio que não respondo aos subalternos da sra. ministra, por muito que eles se ponham em bicos de pés.

TUDO FALTA NO MEU PAIS....ATÉ SANGUE! BANDIDOS AO PONTO QUE DEIXARAM CHEGAR O MEU PAIS!


Hospitais portugueses à beira de não ter sangue

José Manuel Levy/ Hugo Viana Melo

O fornecimento de sangue aos hospitais está em pré-ruptura. Tudo por causa de uma redução acentuada das colheitas. Os últimos dias foram particularmete dramáticos com a reduçao das colheitas de sangue em 20 por cento, o que levou o secretário de Estado da Saúde a lançar um apeloa todos os potenciais dadores.

P. S. - Era de chamar a drª Leonor Beleza, ex-ministra da Saúde de Cavaco Silva que ela sabe onde há sangue para importar do estrangeiro. Creio ainda haver por aí quem se lembre daquele sangue contaminado, com SIDA, que a ministra deu ordem para importar e matou várias pessoas. Foi julgada.... mas claro que a Maçonaria aqui actuou com toda a força plena e foi a "espertalhona" absolvida!

Jose Martins

DEUS SALVE A PÁTRIA LUSA DOS PROBLEMAS IGUAIS AOS DA GRÉCIA!

Protesto na Grécia para o parlamento votar contra novo empréstimo

ReutersBy Harry Papachristou and Ingrid Melander | Reuters – 2 hrs 8 mins ago

MINHA BELA FOZ-PORTO

Onde foi parar o dinheiro para a reconstrução do Haiti?

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Quem se desloca ao Haiti, dois anos depois do sismo de 12 de janeiro de 2010 que fez 270 000 mortos, depara-se com campos de refugiados onde vivem 500 000 pessoas e escombros em toda a parte. Temos a sensação que o sismo ocorreu há apenas algumas semanas.

Onde foram parar os milhares de milhões de dólares de donativos para a reconstrução?

Um país em ruínas.

Dois anos após o sismo que devastou a ilha, o Haiti continua em estado de emergência: trafico de seres humanos com crianças raptadas para alimentar as redes de adopção de crianças, redes de prostituição, trafico de órgãos, violação de menores por parte dos capacetes azuis, e agora epidemia de cólera.

No entanto, logo após a tragédia, de todas partes do mundo surgia uma solidariedade pouco comum, com donativos em grande numero. A ONU calculou que durante estes dois anos, foram enviados para o Haiti mais de 1,6 mil milhões de dólares em ajuda humanitária e mais de 2 mil milhões de dólares em ajuda para a reconstrução. Neste país com 9 milhões de habitantes, isto representaria 328 dólares por habitante. Então onde foi parar esse dinheiro?



As pessoas que derem dinheiro para ajudar o Haiti pensavam que este iria parar directamente nas mãos do haitianos. No entanto, esse dinheiro foi entregue a outros governos, ONG internacionais ou empresas privadas. O povo haitiano, as ONG haitianas e o governo de Haiti não receberam praticamente nada.

Lucrar com as catástrofes.

Quem recebeu mais dinheiro da ajuda foram os próprios Estados Unidos. Por cada dólar oferecido pelos americanos, 33 cêntimos foram directamente para o reembolso das forças armadas americanas enviadas para o local, e 42 cêntimos para várias organizações privadas e ONG como "Save the Children", a FAO ou a "Pan American Health Organization".

Em outros termos, dos 1,6 mil milhões de dólares que os americanos destinaram ao Haiti; 655 milhões foram parar ao departamento de defesa americano; 220 milhões de dólares ao departamento de saúde americano para cobrir alguns gastos, dos quais a evacuação de haitianos; 350 milhões à USAID; 150 milhões ao departamento da agricultura para ajuda alimentar de urgência; 15 milhões ao departamento da segurança nacional por despesas com a imigração,...

A nível mundial, a ajuda internacional destinada ao Haiti foi parar:

- às organizações militares dos países dadores (34%),

- à ONU e ONG ligadas à ONU (28%),

- a empresas privadas e ONG (26%),

- a alimentos (6%),

- à Cruz Vermelha (5%),

- ao governo de Haiti (1%),

- a ONG haitianas (0,4%).


Bolos feitos com terra, água e um pouco óleo para enganar a fome

Um povo marginalizado.

O governo haitiano e as ONG haitianas foram marginalizados nas decisões e destinos dos donativos. Após o sismo, foi criada uma Comissão Interina para a Reconstrução do Haiti (CIRH), esta comissão, na realidade, privava de qualquer decisão sobre o destino do dinheiro o parlamento haitiano.

Ela era gerida por estrangeiros oriundos dos países dadores. Esta estrutura não foi concebida para ajudar os haitianos, mas sim para ajudar a entregar esse dinheiro às multinacionais estrangeiras que iriam reconstruir o país. A CIRH nunca consultou os principais interessados nisto tudo, ou seja o povo e o governo haitiano.

Dos 1490 contratos concedidos para a reconstrução do país, apenas 23 foram atribuídos a empresas haitianas, isto é, dos 194 milhões de dólares atribuídos pelos Estados Unidos, apenas 4,8 milhões foram para empresas locais, ou seja 2,5 % do total.

A Cruz Vermelha recebeu 486 milhões de dólares de donativos, apenas 2/3 desse dinheiro chegou ao Haiti. Por outro lado, sabe-se que só o CEO da Cruz Vermelha recebe um salário de 500 000 dólares por ano.

As catástrofes naturais são sempre o palco privilegiado das grandes multinacionais de reconstrução. A falta de transparência na maneira como é gasto o dinheiro é total. Muito do dinheiro prometido ainda nem sequer foi enviado e muito do que foi enviado desapareceu pelo caminho sem deixar qualquer rasto.



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Crise

207 polícias e GNR afogados em dívidas

Saiba as dificuldades em que vivem.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012


Crise na Grécia

Simela Pantzartzi

Crise na Grécia

A VERDADEIRA OBRA
DOS VERDADEIROS PORTUGUESES


....E QUEM TEM CU TEM CAGAÇO!!!

Vamos dizer-lhes NÃO

AMANHA APARECE....MOSTRA QUE ESTAS VIVO



AO SR MINISTRO DA DEFESA



Mundo

Garzón diz adeus à carreira judicial


O juiz Baltasar Garzón chegou ao fim da carreira de magistrado depois de ontem ter sido condenado, de forma unânime, pelo colectivo do Supremo Tribunal espanhol a 11 anos de inabilitação para o desempenho de funções.
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