
sexta-feira, 2 de março de 2012
Dois investigadores de bioética desencadearam uma violenta polémica ao defenderem a legitimidade do infanticídio. Francesca Minerva e Alberto Giubilini, das universidades de Melbourne e Milão, afirmam que um recém-nascido deve poder ser morto se, após o parto, a mãe não o quiser "por razões económicas, sociais ou psicológicas". |
Lisboa
16º CIntervenção dos Bombeiros de Queluz permitiu resgatar António Fresco com vida
Massamá: Bancário de 57 anos esteve 5 dias no chão de casa
Salva ex-marido de morrer no WC
António Fresco, um bancário, de 57 anos, há vários meses de baixa e com problemas de mobilidade, não era visto desde sábado. Ontem, depois de um alerta da ex-mulher, o homem foi encontrado pelos bombeiros, quase inanimado, no chão da casa de banho do seu apartamento na rua Azedo Gneco, em Massamá, Sintra, onde vivia sozinho. Estava naquele local há pelo menos cinco dias.
Por:João C. Rodrigues
"Falei com o António no sábado e desde então ele não disse mais nada. Achei estranho e ontem liguei-lhe. Ele atendeu, mas mal conseguia falar. Vim cá a casa, mas a porta estava trancada por dentro, por isso alertei as autoridades", conta Maria Fresco, separada há seis anos de António.
Quando os bombeiros arrombaram a porta, António jazia no chão da casa de banho, imunda devido aos cinco dias sem qualquer cuidado de higiene. "Mais um pouco e tinha sido encontrado morto. Valeu o alerta a tempo", disse fonte dos bombeiros de Queluz ao CM. Este ano já foram encontradas pelo menos 31 pessoas, que viviam sozinhas, mortas em casa.
Lusa -
Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
8:19 Sexta, 2 de Março de 2012
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Lisboa, 02 mar (Lusa) -- Uma comissão de psiquiatras, enfermeiros e académicos portugueses e estrangeiros vai passar a executar, a partir do final do Verão, um plano para prevenir os suicídios em Portugal, na sequência do aumento esperado de depressões devido à crise.
O objetivo faz parte do Plano Nacional de Saúde Mental 2007/2016, mas a sua concretização foi acelerada devido ao aumento esperado de depressões causadas pela crise.
A comissão será liderada por Álvaro de Carvalho, diretor do Programa Nacional da Saúde Mental, da Direção Geral de Saúde, que explicou à agência Lusa que "a principal causa de suicídios é a depressão", embora Portugal tenha registado, num eurobarómetro divulgado em 2010, "um consumo médio de antidepressivos cinco vezes superior à média europeia".
Ler mais: http://aeiou.visao.pt/saude-prevencao-nacional-de-depressoes-e-suicidios-comeca-no-verao-coordenador=f649953#ixzz1nxRDDWrZ
Lisboa
16º CGuardas juntaram-se no largo de Camões e desceram até ao largo do Município entoando palavras de ordem e de indignação pela "falta de reconhecimento do poder político para o trabalho" que fazem
Lisboa: ‘Passeio’ termina com militares a cantar o hino nacional
Mil guardas tentam invadir ministério
Mais de mil militares da GNR tentaram, ontem à tarde, entrar à força no Ministério da Administração Interna (MAI), obrigando a um reforço dos elementos da PSP que estavam a acompanhar o ‘passeio contra as injustiças’. "Nós só queremos o que é nosso" e "Governo, paga o que deves", foram algumas das palavras de ordem dos guardas.
Por:Lurdes Mateus
Depois de uma marcha desde o largo de Camões, os guardas da GNR ficaram concentrados a cerca de 200 metros do MAI, tutelado por Miguel Macedo. Tinham à sua frente um cordão policial, que lhes barrava o acesso à porta do edifício.
Os ânimos exaltaram-se devido à ‘demora’ com que os elementos da Associação dos Profissionais da Guarda (APG) e Associação Nacional de Sargentos da Guarda (ANSG) foram recebidos à porta do MAI. Os mais de mil militares correram para a porta do ministério, furando o cordão de segurança. Uma equipa do Serviço de Intervenção Rápida teve de intervir, para serenar os ânimos. Ainda que não se tenham registado incidentes, o momento causou um nervosismo indisfarçável nas forças de segurança no local.
Até cerca das 19h30, os militares ficaram frente ao MAI a cantar o hino nacional e gritar: "Estamos descontentes porque somos injustiçados. Estamos fartos de ser cidadãos de 2ª e militares de 3ª"
02 de Março de 2012, 07:46
Saúde
Mortes em excesso "por todas as causas" ultrapassaram as seis mil em duas semanas
A mortalidade em excesso "por todas as causas" atingiu na semana passada os 3.080 óbitos, aumentando para 6.110 os números das duas últimas semanas, revelam dados oficiais.
A mortalidade em excesso "por todas as causas" atingiu principalmente os idosos com 75 ou mais anos. O número de mortes fixou-se nos 3.080 na semana de 20 a 26 de fevereiro. Imagem: AFP/Pascal Pavani
Em declarações à agência Lusa, Baltazar Nunes, técnico do Departamento de Epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), disse que na última semana, de 20 a 26 de fevereiro, a mortalidade "por todas as causas", manteve valores acima do esperado. Entre idosos com 75 ou mais anos, fixou-se nos 3.080 óbitos.
Na semana anterior, de 13 a 19 de fevereiro, o número de mortes, em idênticas circunstâncias, situou-se nos 3.030, fundamentalmente entre idosos, adiantou a fonte, ressalvando que os dados estão sujeitos a constantes alterações, uma vez que são atualizados permanentemente.
Semanalmente, todas as quintas-feiras, o INSA divulga no seu portal o boletim da gripe, com estatísticas sobre a mortalidade "por todas as causas", com valor acima do esperado.
De acordo com os dados publicados na quinta-feira, a atividade gripal passou, na semana passada, de moderada para alta, com tendência crescente.
Segundo o boletim, foram identificados, entre 20 e 26 de fevereiro, 24 casos onde foi detetado o vírus gripal do tipo A, 16 dos quais do subtipo H3. A taxa de incidência mais elevada registou-se nos idosos com 65 ou mais anos.
Na segunda-feira, o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge anunciou, em comunicado, uma investigação "em profundidade" aos motivos associados ao excesso de mortalidade, em articulação com a Direção-Geral da Saúde.
Muito embora, admitiu que o aumento da mortalidade "está muito possivelmente associado ao período de frio e à circulação de agentes infeciosos respiratórios que ocorreu em simultâneo".
O período para o "apuramento epidemiológico e estatístico mais exaustivo" dos óbitos registados é estimado pelo INSA em pelo menos seis meses, por estar "condicionado à disponibilidade da mortalidade por causa específica".
O diretor-geral da Saúde, Francisco George, informou na quinta-feira que está a ser investigada uma eventual mutação do vírus da gripe que possa explicar o aumento recente da mortalidade.
Para o responsável, os atuais valores de mortalidade são muito semelhantes àqueles que se verificaram nas épocas gripais de 2008/2009 e de 1998/1999.
Para setembro de 2012 está prometido o início do registo on-line dos óbitos, permitindo o seu rápido e permanente acompanhamento, bem como das suas causas, adiantou.
Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.
- COMENTARIOS
ZE LIDUINO
VIVA PASSOS ESUA AUSTERIDADE OS mortes sao grande fonte receita para oestado menos reformas ainda mais valias para os que ca ficam
Comentário enviado em 2012-03-02 às 10:59:02
pt
O sr. diretor-geral da Saúde, Francisco George, deixe lá as investigações, todos sabemos explicar o aumento recente da mortalidade! Não gastem mais dinheiro mal gasto!
Comentário enviado em 2012-03-02 às 10:59:00
Talvez a falta de meios, médicos e de acesso á saúde por parte das pessoas esteja na origem deste problema! Não existem médicos de saúde que possam diagnosticar e prevenir certos problemas de saúde que poderiam previnir muitas mortes!
Comentário enviado em 2012-03-02 às 10:56:15
Tigershark283
Bom, visto a frio á que eliminar alguns reformados e alguns doentes "mais dispendiosos". Como? sem parecer mal...fecho de Hospitais, falta de medicamentos, fora com horas extras dos medicos, logo listas de espera longas para doentes sem tempo. etc
Comentário enviado em 2012-03-02 às 10:55:24
JP.
Ó Guru e quem é que em seis anos de governo aumentou a divida Portuguesa em setenta mil milhões de euros , não foi o sr. que está em Paris a estudar á sua conta e que se chama Socrates
02 de Março de 2012, 07:46
- ESTA PAÍS NÃO É PARA VELHOS
Saúde
Mortes em excesso "por todas as causas" ultrapassaram as seis mil em duas semanas
A mortalidade em excesso "por todas as causas" atingiu na semana passada os 3.080 óbitos, aumentando para 6.110 os números das duas últimas semanas, revelam dados oficiais.
mortalidade em excesso "por todas as causas" atingiu principalmente os idosos com 75 ou mais anos. O número de mortes fixou-se nos 3.080 na semana de 20 a 26 de fevereiro. Imagem: AFP/Pascal Pavani
Em declarações à agência Lusa, Baltazar Nunes, técnico do Departamento de Epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), disse que na última semana, de 20 a 26 de fevereiro, a mortalidade "por todas as causas", manteve valores acima do esperado. Entre idosos com 75 ou mais anos, fixou-se nos 3.080 óbitos.
Na semana anterior, de 13 a 19 de fevereiro, o número de mortes, em idênticas circunstâncias, situou-se nos 3.030, fundamentalmente entre idosos, adiantou a fonte, ressalvando que os dados estão sujeitos a constantes alterações, uma vez que são atualizados permanentemente.
Semanalmente, todas as quintas-feiras, o INSA divulga no seu portal o boletim da gripe, com estatísticas sobre a mortalidade "por todas as causas", com valor acima do esperado.
De acordo com os dados publicados na quinta-feira, a atividade gripal passou, na semana passada, de moderada para alta, com tendência crescente.
Segundo o boletim, foram identificados, entre 20 e 26 de fevereiro, 24 casos onde foi detetado o vírus gripal do tipo A, 16 dos quais do subtipo H3. A taxa de incidência mais elevada registou-se nos idosos com 65 ou mais anos.
Na segunda-feira, o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge anunciou, em comunicado, uma investigação "em profundidade" aos motivos associados ao excesso de mortalidade, em articulação com a Direção-Geral da Saúde.
Muito embora, admitiu que o aumento da mortalidade "está muito possivelmente associado ao período de frio e à circulação de agentes infeciosos respiratórios que ocorreu em simultâneo".
O período para o "apuramento epidemiológico e estatístico mais exaustivo" dos óbitos registados é estimado pelo INSA em pelo menos seis meses, por estar "condicionado à disponibilidade da mortalidade por causa específica".
O diretor-geral da Saúde, Francisco George, informou na quinta-feira que está a ser investigada uma eventual mutação do vírus da gripe que possa explicar o aumento recente da mortalidade.
Para o responsável, os atuais valores de mortalidade são muito semelhantes àqueles que se verificaram nas épocas gripais de 2008/2009 e de 1998/1999.
Para setembro de 2012 está prometido o início do registo on-line dos óbitos, permitindo o seu rápido e permanente acompanhamento, bem como das suas causas, adiantou.
Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.
Comentários
· ZE LIDUINO
VIVA PASSOS ESUA AUSTERIDADE OS mortes sao grande fonte receita para oestado menos reformas ainda mais valias para os que ca ficam
Comentário enviado em 2012-03-02 às 10:59:02
· pt
O sr. diretor-geral da Saúde, Francisco George, deixe lá as investigações, todos sabemos explicar o aumento recente da mortalidade! Não gastem mais dinheiro mal gasto!
Comentário enviado em 2012-03-02 às 10:59:00
· Isa
Talvez a falta de meios, médicos e de acesso á saúde por parte das pessoas esteja na origem deste problema! Não existem médicos de saúde que possam diagnosticar e prevenir certos problemas de saúde que poderiam previnir muitas mortes!
Comentário enviado em 2012-03-02 às 10:56:15
· Tigershark283
Bom, visto a frio á que eliminar alguns reformados e alguns doentes "mais dispendiosos". Como? sem parecer mal...fecho de Hospitais, falta de medicamentos, fora com horas extras dos medicos, logo listas de espera longas para doentes sem tempo. etc
Comentário enviado em 2012-03-02 às 10:55:24
· JP.
Ó Guru e quem é que em seis anos de governo aumentou a divida Portuguesa em setenta mil milhões de euros , não foi o sr. que está em Paris a estudar á sua conta e que se chama Socrates
quinta-feira, 1 de março de 2012
Polémica
Petição que pede demissão de Cavaco vai ser entregue no Parlamento
Económico com Lusa
01/03/12 14:13
A petição 'online' que pede a demissão do Presidente recolheu mais de 40 mil assinaturas e será entregue no Parlamento na quarta-feira.
Segundo o primeiro subscritor da petição "Pedido de demissão do Presidente da República", Nuno Luís Marreiros, a entrega nos serviços da Assembleia da República será feita às 10:00, num "acto ordeiro, cívico de entrega de um documento coletivo de cidadãos", que contará com a presença de membros do grupo entretanto criado "Iniciativa Democrática".
De acordo com a lista de signatários que pode ser consultada no 'link' da petição 'online', até hoje já assinaram o documento 40.037 pessoas. "Mais do que o seu objecto, pedir ao Presidente da República que apresente a demissão, esta iniciativa revestiu-se de um objectivo mais amplo, unir cidadãos com vontade de participar ativamente na vida política do país, mostrar ao poder político que o povo quer e vai participar mais, quer e vai estar mais atento à realidade do país, quer e vai exigir mais, muito mais dos políticos", afirma o primeiro subscritor da petição 'online'.
Entretanto, já depois de Nuno Luís Marreiros ter lançado a petição 'online', foi criado "um grupo para congregar todos os cidadãos que se reviram nesta iniciativa que estão dispostos a desenvolver outras a muito breve trecho". Desta forma, refere o primeiro subscritor da petição 'online', surgiu na rede social Facebook o grupo Iniciativa Democrática e, depois, da maioria dos cidadãos presentes neste grupo ter manifestado vontade de figurar como apresentantes da petição, foi decidido que a mesma será entregue como petição coletiva.
No texto da petição, são recordadas as declarações do chefe de Estado em janeiro, quando Cavaco Silva foi questionado pelos jornalistas sobre o facto de poder receber subsídio de férias e de Natal pelo Banco de Portugal, tendo explicado que, "tudo somado" - o que vai receber do Fundo de Pensões do Banco de Portugal e da Caixa Geral de Aposentações - "quase de certeza que não vai chegar para pagar" as despesas, recordando que não recebe "vencimento como Presidente da República".
"Estas declarações estão a inundar de estupefação e incredulidade uma população que viu o mesmo Presidente promulgar um Orçamento do Estado que elimina o 13.º e 14.º meses para os reformados com rendimento mensal de 600 euros", lê-se no texto da petição.
Posteriormente, numa declaração escrita enviada à Lusa, o chefe de Estado esclareceu que com as declarações que proferiu sobre as suas pensões, apenas quis ilustrar que acompanha a situação dos portugueses que atravessam dificuldades, não tendo sido seu propósito eximir-se dos sacrifícios.

Tem Fome?, vá-se queixar ao primeiro ministro
Tem fome?, queixe-se ao passos Coelho
Imagem de aqui
A resposta acima foi dada pelo pessoal de um hospital de Lisboa aos familiares de uma idosa que deu entrada nas urgências e que devido ao seu estado de saúde teve que ficar internada nessa urgência.
As indicações são que não há dinheiro, logo, quem fica internado nessas urgência, mesmo que seja por dois ou três dias, não tem direito a nenhum tipo de alimentação. A idosa em questão ia acompanhada por familiares que evidentemente trataram de comprar alimentos, mas fico a pensar naquelas pessoas que por algum motivo vão parar a este hospital sem o conhecimento da família, ou naqueles casos em que nem o doente nem a família tem poses para comprar alimentação e levar para o hospital... são deixadas a passar fome até que morram e desocupem a maca?
E a resposta foi mesmo essa: não, aqui nas urgências não há comida para os doentes, pode ir queixar-se ao Passos Coelho.
Jorge Soares
ARMANDO VARA: "ORA TOMEM LÁ UMA CAIXA DE CHERNES FRESQUINHOS DA LOTA!"
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ANTÓNIO ESTÁS PERDOADO!
Menos coragem do que uma freira
Militares realizam hoje "passeio contra as injustiças" em Lisboa
Militares da GNR vão realizar hoje, em Lisboa, um "passeio contra as injustiças" para alertarem para os problemas que afetam atualmente a corporação e que, segundo dizem, estão a criar "mal-estar e desmotivação".
Os militares da GNR vão marchar hoje em Lisboa contra o novo regime remuneratório, a extinção do subsistema de saúde da GNR e os problemas relacionados com a passagem à reforma.
Na origem do protesto, promovido pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG) e Associação Nacional de Sargentos da Guarda (ANSG), está a forma como foi aplicado o novo regime remuneratório, a anunciada extinção do subsistema de saúde da GNR e os problemas relacionados com a passagem à reforma.
"É um passeio dos militares da GNR que estão descontentes com estas três questões e que atualmente criam um grande mal-estar e as pessoas andam muito descontentes com esta situação", disse à agência Lusa o presidente da ANSG.
José O´Neill adiantou que é um problema "transversal a todas as categorias na GNR".
As duas associações esperam uma grande adesão dos militares ao "passeio", que vai começar no Largo de Camões e terminar no Cais das Colunas, junto ao Ministério da Administração Interna.
O vice-presidente da APG, César Nogueira, afirmou à Lusa que o sistema remuneratório, que entrou em vigor em 2010, mas só foi aplicado à totalidade dos militares no final do ano passado, está a criar "injustiças", uma vez que não foram pagos retroativos e há profissionais com 10 anos de serviços que estão a auferir o mesmo salário de outros com um ou dois anos de trabalho.
Os militares estão também contra o fim do sistema de saúde na GNR, considerando César Nogueira que a profissão é de risco e atualmente são cada vez mais os agentes feridos em serviço.
Outro dos problemas relaciona-se com a reforma, uma vez que os militares que passaram à reserva ao abrigo do novo estatuto não sabem em que condições vão entrar no sistema de pensões daqui a cinco anos.
As duas associações dizem ainda que já pediram uma reunião ao ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, mas ainda não obtiveram qualquer resposta. No final da marcha de protesto, a APG e ANSG pretendem entregar um documento no Ministério da Administração Interna.


"Como são guardas, não há problema! Se fosse o zé povinho eram logo levados á porrada!!! Patético, como sempre..."
Rui Marques
Hoje, 2h17m