quarta-feira, 27 de junho de 2012

VAMOS A....COMÊ-LOS

NEM HOJE NEM......NUNCA

RETRATO DE PORTUGAL NA ÓPTICA DE HENRIQUE NETO








Retrato do País feito pelo consagrado industrial e respeitado político socialista Henrique Neto. Várias décadas de políticos sem ideias, sem estratégia, muito ignorantes e docilmente manipuláveis pelos grandes interesses, destruiram o tecido produtivo do país. E não se vê melhoria...


O retrato do País

Documento publicado na edição de hoje (23 de Junho de 2012) do diário i.

Henrique Neto:
“A maçonaria corrompe o PS e a democracia com alianças secretas”

Diz que Salazar dá por certo voltas no caixão quando hoje fazemos concessões à estratégia de Madrid. E revolta-se quando recorda que aceitámos destruir a nossa pesca e a nossa agricultura. Acusa a maçonaria de corromper o PS e a democracia com alianças secretas e planos de poder que atropelam os interesses do país. Deste governo, Henrique Neto diz que mantém aquilo que caracterizou os anteriores, a falta de estratégia e a defesa dos interesses das grandes empresas de serviços e bens não transaccionáveis, contra os interesses das empresas que poderiam tornar Portugal competitivo na economia moderna se houvesse incentivo à exportação.

Qual é a sua opinião sobre o novo Código do Trabalho?
Sempre considerei desnecessária a preocupação permanente dos empresários e das associações empresariais com o Código do Trabalho. O código não é o problema principal da economia portuguesa. Os problemas da economia portuguesa são outros e a obsessão excessiva com o Código do Trabalho acaba por desviar os empresários daquilo que é essencial. O distrito de Leiria, que nunca se preocupou muito com isso, tem hoje uma economia que está em muito melhor estado que a média do país, uma economia em que o crescimento da exportação é o dobro da média nacional, o desemprego é muito menor, o saldo da balança comercial é positivo, é um dos poucos distritos do país – o outro é Aveiro – que têm há já muitos anos um saldo da balança comercial positivo, o que corresponde ao grande objectivo nacional, e regista um número superior de empresas criadas que de empresas a fechar. O distrito de Leiria tem portanto na economia do país uma posição de liderança e o Código do Trabalho nunca foi ali uma obsessão dos empresários.

Que problemas são essenciais?
Por exemplo: os custos dos serviços que os empresários compram, nomeadamente ao sector de bens não transaccionáveis, que são os grupos económicos que estão no mercado interno, sejam serviços financeiros, sejam telecomunicações, energia, etc. – um sector que tem sido privilegiado pelo Estado. Esses custos são para os empresários, nomeadamente os exportadores, mais pesados e mais importantes que os problemas ligados ao Código do Trabalho. O banco de horas, que é uma das ferramentas agora introduzidas, já era praticado por algumas empresas do distrito de Leiria, nomeadamente na minha, há uns dez ou doze anos.

Porquê?
Porque havia diálogo com os trabalhadores, que perceberam que aquilo era bom para a empresa e não era mau para eles, porque lhes permitia juntar fins- -de-semana maiores, ter umas férias ou receber o dinheiro no caso de trabalharem horas que depois não eram compensadas com horas num prazo de três meses. As leis do trabalho nunca foram aquele papão que muita gente – políticos e associações empresariais – aponta.

Essa obsessão é contraproducente?
Ao fixarem-se muito nessa questão das leis do trabalho, os governos acabam por menosprezar os factores mais relevantes, que podiam fazer crescer e dinamizar a economia portuguesa.

Que factores?
Por exemplo, a formação dos recursos humanos, mas também a exportação, o financiamento adequado das empresas, a organização judicial, a atracção de investimento estrangeiro – que é mal feita ou não é sequer feita, a promoção dos produtos portugueses no estrangeiro – com uma estratégia que defina onde promover, que é uma questão muito importante. Quando se fixam nas leis do trabalho, os governos acabam por menosprezar coisas muito mais importantes. Ou até a logística, que é um dos grandes problemas da economia portuguesa. Os governos têm ignorado aquilo que realmente poderia empurrar a economia portuguesa para o crescimento.
Dificultando assim a vida aos empresários dos sectores mais dinâmicos e mais modernos da economia, sim?

A insistência do governo nas leis do trabalho acaba por reforçar a parte da economia mais tradicional, mais conservadora, aquela que provavelmente vai desaparecer, aquela que vê na mão-de-obra a única salvação, sem perceber que não conduz a nada.

Voltemos aos problemas da economia portuguesa. Quais são?
O problema maior são os custos dos transportes, da burocracia, da energia e das telecomunicações – aquilo que se chamou “custos de contexto”, na versão de Miguel Cadilhe. Em segundo lugar, a logística – fizemos auto-estradas, gastámos dinheiro que não tínhamos em auto--estradas, e esquecemos o transporte marítimo e ferroviário. Ora seria o transporte marítimo e ferroviário que poderia cortar muitos dos custos e pôr Portugal numa melhor situação, aumentando a rapidez na exportação. Em terceiro lugar, a justiça – ter uma justiça rápida é essencial. E ter financiamento, nomeadamente um financiamento às encomendas que as empresas têm, porque acontece as empresas terem encomendas e não terem dinheiro para lhes dar resposta – um financiamento que já foi feito por Miguel Cadilhe, quando foi ministro, com grandes resultados.

Não seria de desejar uma articulação mais profunda entre as empresas e a universidade?
Claro que a ligação à universidade deveria ter sido muito mais promovida. Tem havido uma insistência nos doutoramentos feitos à revelia das empresas, nomeadamente, mais uma vez, das empresas dos sectores de bens transaccionáveis. No período do governo do professor Cavaco Silva desprezaram-se as pescas e a agricultura, foram promovidos processos de desindustrialização – nomeadamente na área da metalomecânica pesada. Tudo isto são erros, pois uma economia para se desenvolver tem de ser forte em todos os seus sectores, não apenas nos serviços. Deveríamos ter aberto o leque da oferta portuguesa, nomeadamente no sector alimentar – reduzir a dependência do exterior, que tem efeitos mortais, em especial num período como o actual.

Sem que tenha sido incentivada a exportação, sim?
Esse é outro grande problema. Portugal é o único pequeno e médio país da União Europeia que tem uma estrutura económica própria dos grandes países. Os grandes países como a Alemanha, a Espanha, a Polónia, a França, a Itália, têm uma economia em que as exportações representam cerca de 30% a 40% do PIB. Os países pequenos, como a Irlanda, a Holanda, a Dinamarca, a Áustria, a República Checa, a Eslováquia, têm exportações que se situam entre 55% e 85% do PIB. E é natural que assim seja, visto que têm pequenos mercados internos e, para rentabilizar aquilo que fazem, têm de conquistar mercados maiores, e portanto têm de exportar, senão não têm desenvolvimento. As exportações de Portugal representam 32% do PIB – ou seja, temos um nível de exportações semelhante ao da Espanha ou da Alemanha, como se tivéssemos um grande mercado interno. Há que ter consciência de que menos de 60% não vai permitir que haja emprego em Portugal.

Como conseguir isso, na situação em que estamos?
Há que dialogar com os empresários. Em Portugal não existe um diálogo dos governos com os empresários portugueses. O governo privilegia aquelas grandes empresas que precisamente fazem os custos mais elevados – a EDP, a GALP, a PT, etc. –, que são os sectores parasitas da economia portuguesa, os sectores de bens não transaccionáveis, quando os governos deveriam ter, já há muitos anos, dado prioridade absoluta aos bens transaccionáveis. E há que ter uma logística eficiente – só o porto de Sines, se fosse bem capacitado, poderia ser um grande factor de atracção do investimento estrangeiro e de grandes empresas, que chamo integradoras – a Autoeuropa é uma empresa integradora, pois compra componentes que vêm dos EUA, da China, de Portugal, da Espanha, da Alemanha, que são montados ali em Palmela, exportando em seguida os carros para a China, os EUA, etc. A forma, a rapidez e os custos do que chega e a rapidez com que isso chega aos mercados de destino nos outros continentes e ao centro da Europa é essencial hoje, numa economia moderna. A Autoeuropa está a exportar bem para a China e os EUA porque tem um porto quase privativo e os navios chegam ali quando eles querem.

Não está assegurado o escoamento da produção das empresas portuguesas?
Os navios não param cá. Só param quando têm uma carga inteira e isso só acontece uma vez por mês para os EUA, uma ou duas vezes por mês para a China, e as pessoas não podem ficar à espera um mês que o barco pare aqui. O porto de Sines não foi feito com a dimensão necessária. Os barcos na última década cresceram e transportam agora 12 mil contentores, estão em construção barcos para transportar 18 mil contentores, barcos que precisam, para descarregar, de portos muito especiais, que têm de ser muito rápidos e têm de dispor de um espaço muito grande de armazenamento. Descarregam tudo e outros navios pequenos encarregam-se de distribuir as mercadorias por outros pontos da Europa. Os espanhóis desenvolveram isso em Algeciras, os marroquinos criaram um porto em Tânger, e hoje esses grandes navios, que podiam vir aqui descarregar e carregar, vão para Valência, Algeciras e Tânger-Med. Portugal tem a melhor posição, eles levam mais meio dia de viagem para lá chegar, mas Portugal não tem um porto à altura. Se tivéssemos esses navios a parar aqui regularmente, isso seria uma grande fonte de atracção de investimento estrangeiro.

O actual governo tem uma estratégia?
O principal problema é que os governos não têm tido uma estratégia. E este governo não tem uma estratégia. Podemos dizer que os governos de Mário Soares tinham uma estratégia, se chamarmos estratégia à decisão de entrar na União Europeia e aderir ao euro. Depois disso nunca mais houve nenhuma estratégia. Muito bem, entrámos na UE. E depois? Transformámos Portugal naquilo a que chamamos o “bom aluno”. Tínhamos tido um certo êxito económico nos anos 60 e 70, com a entrada de Portugal na EFTA, o que levou muitas empresas internacionais a fixarem-se em Portugal. Na altura tinham um incentivo, que eram os baixos custos de mão-de-obra. A partir da entrada da China no mercado mundial, teríamos de ter encontrado novas vantagens.

E que tipo de vantagem devia ter sido procurada?
Aquilo a que chamo uma estratégia euro-atlântica: estarmos em Portugal, sermos um país europeu, interessado nos mercados europeus, mas ao mesmo tempo um país atlântico, virado para o mar. Daí Sines, daí os portos. E seria essa a nossa vantagem competitiva – sermos um país europeu, mas termos a melhor posição geográfica e logística para nos relacionarmos com os outros continentes. Um porto de dimensão moderna daria continuidade e razão de ser ao investimento estrangeiro que foi a nossa safa nos anos 60 e 70. À medida que a China ia ganhando mercado na Europa e no mundo inteiro, era evidente que o factor mão--de-obra teria de ser substituído por outro. Faltou a estratégia de ligação aos outros continentes.

O que no fundo fora a nossa estratégia durante séculos, não?
Pelos menos ao longo de seis séculos. Éramos um país europeu, mas já tínhamos problemas nos séculos xiv, xv e xvi, porque tínhamos uma economia menos agrária e menos desenvolvida que os outros países. Virámo-nos para o Atlântico porque era uma vocação natural – para África, o Oriente, a América do Sul, os Estados Unidos.

Vê neste governo essa falta de estratégia?
O actual governo mantém a falta de visão estratégica. O maior erro estratégico português do pós-25 de Abril foi cometido por Durão Barroso, então primeiro-ministro, com o acordo que assinou em 2003 com os espanhóis na Figueira da Foz, que sancionava a construção do TGV. Uma decisão trágica, pois foi contra séculos de história portuguesa. Recentemente o primeiro-ministro anunciou ao país a intenção de fazer uma linha ferroviária de bitola europeia de Sines até Badajoz. No dia seguinte o “Público” escrevia que isto é impossível, pois em Espanha só há bitola europeia de mercadorias a partir de Barcelona. Entre Badajoz e Barcelona não há nenhuma linha férrea.

Ou seja, estamos a aceitar que Lisboa entregue a Madrid a nossa ligação à Europa?
Isto é tão estúpido e tão absurdo que revela a falta de estratégia de qualquer governo. Durante oito séculos, os nossos dirigentes tudo fizeram para não reforçar o poder de Madrid, tirando até partido da dificuldade de Castela em amarrar as autonomias ao poder central de Madrid. Nunca negociámos com Espanha, fora raras excepções, como Tordesilhas. Negociávamos com o Vaticano, a Inglaterra, a França, a Holanda, mas nunca com a Espanha. O que era compreensível, pois queríamos estar defendidos com alianças com outros mais fortes que nós. E os nossos antepassados mantiveram essa coerência quando chegou a hora do caminho-de-ferro – fizeram uma linha entre o Porto e Lisboa, de Lisboa para o Sul, e a linha para Irún e depois Paris. Nunca por Castela. Espanha utiliza a logística para dominar as autonomias: através das ligações a Sevilha, Barcelona, Bilbao, Vigo – nem todas terminadas. E nós, em vez de furar isto e fugir a esta estratégia espanhola de centralização logística, aceitámos. E agora vem Passos Coelho e defende uma linha ferroviária de bitola europeia para mercadorias para Madrid !!!

E há a electricidade francesa, mais barata que a espanhola, que poderíamos ir buscar.
Embarcámos no Mercado Ibérico de Electricidade (MIBEL). Os espanhóis insistiram, na Figueira da Foz e depois disso, que ligássemos a nossa rede eléctrica à Espanha. E a REN anda a gastar milhões a fazer linhas para a fronteira, quando não devia fazê-las. Mas está a gastar milhões para ligar a Espanha, para os espanhóis nos venderem electricidade. Mas os espanhóis não fizeram nem uma linha de ligação a França, pois a electricidade em França é mais barata e a partir do momento em que a electricidade francesa pudesse entrar em Espanha também entrava em Portugal mais barata. Os espanhóis têm uma estratégia clara e coerente, nós não temos estratégia e em tudo vamos atrás daquilo que nos impingem.

A inércia e o seguidismo é consequência do provincianismo a que nos remeteu o salazarismo?
Um provincianismo não seguidista – Salazar nunca seguiu ninguém, o salazarismo não pecou por falta de estratégia. Salazar usava uns contra os outros. Ajudou Franco a chegar ao poder para travar a Alemanha nazi – tendo aqui ao lado um governo amigo dos alemães, estávamos protegidos. Mas nunca deixou de atender aos ingleses e junto dos ingleses defendeu os espanhóis, pois os ingleses tinham--se batido contra o regime de Franco. Vendia volfrâmio aos alemães e aos ingleses, em quantidades que combinou com as duas partes. Depois quando os americanos entraram na guerra, para conter os espanhóis, cedeu os Açores e aliou-se aos EUA. Acabada a guerra, entrou na NATO e fez tudo, junto da Inglaterra e dos EUA, para que a Espanha entrasse, pois a Espanha dentro da NATO era menos perigosa. Hoje não é com exércitos que se defendem interesses e se conquista poder – é economicamente, através da logística, do acesso às fontes de energia. Salazar dá voltas no caixão quando hoje fazemos concessões à estratégia de Madrid.

Durante o governo de José Sócrates denunciou técnicas da maçonaria que, no seu entender, abafavam, no PS, os processos democráticos. O PS mudou desde então?
Técnicas maçónicas, usadas por maçónicos. A maçonaria tem uma grande importância no PS. A maçonaria tem essa diferença em relação ao país – a maçonaria tem e sempre teve uma estratégia, uma estratégia de poder. Não o poder como instituição, mas o poder para os membros da maçonaria. Hoje o poder é poder económico. E como o secretismo é uma vantagem, é fácil aos maçons controlarem deliberações, grupos de decisão. Tenho experiência de quando estava no parlamento. Numa comissão de inquérito, se quatro ou cinco das 20 pessoas são da maçonaria, os outros votam de acordo com a sua visão e eles decidem todos juntos a nomeação de alguém, numa instituição, num concurso público, e a maçonaria tem vantagem.

E quando estão em partidos diferentes?
Agora nesta polémica recente com as secretas, verificou-se que três dos cinco líderes parlamentares são da maçonaria. Quando foram escolhidos, não foi a maçonaria que enviou uma carta a mandar que fosse escolhido aquele senhor, mas foram as pessoas da maçonaria que estavam no grupo parlamentar que foram empurrando os seus correligionários.

Se os temos em diferentes partidos, há maior risco de serem tomadas decisões contra os interesses do Estado?
Estes problemas da energia, os custos da energia, uma pessoa como o António Mexia, ou o Jorge Coelho, ou o Relvas – têm todos ligações à maçonaria. Sabemos que há grupos de interesses. A Ongoing estava a organizar o seu grupo de interesses, de certo modo estava a copiar o grupo BES, que tem isso já mais organizado na parte mais privada da economia, tem uma organização muito eficiente. Manuel Pinho é um homem do BES, o Durão Barroso era um homem próximo do BES, que lhe pagou os estudos nos EUA. Ao Manuel Pinho não pagaram os estudos, mas pagou a EDP, que o Manuel Pinho tinha apoiado e onde o BES tem bastante poder, como na PT – o presidente da PT é um protegido do grupo BES há 30 ou 40 anos. É louvável proteger e dar educação a uma família pobre, mas tudo isto cria uma malha que depois desvirtua o método democrático. Miguel Frasquilho, vice-presidente da área de Economia do grupo parlamentar do PSD, é um homem do BES. Sócrates foi muito apoiado pelo BES, disseram bem do governo, Ricardo Salgado nunca negou elogios a Sócrates. Mais – os banqueiros, no seu conjunto, BCP, BPI, Santander, não foram mais cedo apontar a faca ao peito de Sócrates para ele pedir ajuda porque Ricardo Salgado lhes pediu, na sede da associação dos bancos, que não o fizessem. A Ongoing saiu do nada e sabia que tinha de criar a sua rede de influências. Eles ajudavam Sócrates com a TVI e o governo ajudava-os nos créditos do BES e da CGD. A nenhum português um banco emprestaria 500 milhões de euros como emprestaram à Ongoing.

Com resultados perversos para a democracia, não?
Um é perfeitamente evidente: o enfraquecimento daquilo que nas sociedades modernas é muito importante – a sociedade civil e as lideranças da sociedade civil. Os líderes da sociedade civil são capturados por esses interesses. Veja o exemplo do actual presidente da EDP, Eduardo Catroga. É um homem com qualidade, é um líder de opinião, e não temos tantos como isso. Antes de o governo actual ter sido eleito e mesmo depois, antes de ter sido nomeado para presidente da EDP, Catroga era dos críticos mais ferozes e mais contundentes da questão das rendas excessivas – na energia, PPP. A partir do momento em que passa a ser presidente da EDP, justifica, das maneiras mais absurdas, as rendas excessivas. Se pensarmos que isto acontece com um, dois, três, dez destes líderes – e acontece com as pessoas que estão nos mais diversos cargos na CGD, na GALP, na EDP, na REN, etc. –, há muito poucas que permanecem independentes, que não se vendem.
Caso dos gravadores

Ricardo Rodrigues suspende funções no PS

por DN.ptHoje

Ricardo Rodrigues
Ricardo Rodrigues Fotografia © Nuno Pinto Fernandes / Global Imagens

O deputado socialista ontem condenado em tribunal por atentado à liberdade de imprensa por se ter apropriado dos gravadores de dois jornalistas da revista "Sábado" pediu a suspensão de funções na direção do grupo parlamentar do PS.

O deputado socialista Ricardo Rodrigues, sabe o DN, pediu a suspensão das suas funções na direção do grupo parlamentar do PS até ao trânsito em julgado do processo que o opõe aos jornalistas da revista "Sábado".

Ricardo Rodrigues renunciou também às funções de representação da Assembleia da República no Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários e ao lugar de suplente no Conselho Superior de Informações.

A defesa do deputado socialista Ricardo Rodrigues, condenado ao pagamento de uma multa de 4.950 euros por atentado à liberdade de imprensa, anunciou ontem que vai recorrer da sentença.

O caso remonta a abril de 2010, quando, durante uma entrevista, no Parlamento, Ricardo Rodrigues se levantou e abandonou a sala onde se encontrava, levando consigo os gravadores dos jornalistas Fernando Esteves e Maria Henriques Espada, depois de estes o terem interrogado sobre o seu alegado envolvimento num escândalo de pedofilia nos Açores.

A sentença foi ontem proferida nos Juízos Criminais de Lisboa, tendo o tribunal dado como provados os factos da acusação que lhe imputavam um crime de atentado à liberdade de imprensa e um crime de atentado à liberdade de informação.

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¿Por qué los alimentos transgénicos son peligrosos?
by lahoradedespertar

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Traducido al español por Jennifer Ungemach para Vía Orgánica


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Un nuevo informe por los ingenieros genéticos. Comunicado de prensa para su publicación inmediata.

¿No están los críticos de los alimentos transgénicos en contra de la ciencia? ¿No es el debate sobre los OGM (organismos genéticamente modificados) una disputa entre activistas emocionales, pero ignorantes por un lado, y los científicos racionales que apoyan los OGM por el otro?

Un nuevo informe publicado hoy, "Mitos y Verdades de los OGM" (GMO Myths and Truths)[1] cuestiona estas afirmaciones. El informe presenta una gran cantidad de estudios revisados por científicos y otras evidencias de autoridades sobre los peligros para la salud y el medio ambiente que ejercen los cultivos y organismos genéticamente modificados (OGM).

Inusualmente, la iniciativa para el informe no proviene de los activistas, sino de dos ingenieros genéticos que creen que hay buenas razones científicas para la cautela en cuanto a los alimentos y cultivos transgénicos.

Uno de los autores del informe, el Dr. Michael Antoniou, de la Escuela de Medicina de King's College London School, en el Reino Unido, utiliza la ingeniería genética para aplicaciones médicas, pero advierte en contra de su uso en el desarrollo de cultivos para la alimentación humana y animal.

El Dr. Antoniou dijo:

"Los cultivos transgénicos son promovidos sobre la base de unas reivindicaciones ambiciosas - que son seguros para comer, ambientalmente beneficiosos, reducen la dependencia de los plaguicidas, y pueden ayudar a resolver el hambre del mundo".

"Sentí que lo que se necesitaba era una recopilación de evidencias que tratan a la tecnología desde un punto de vista científico".

"Los estudios de investigación muestran que los cultivos genéticamente modificados tienen efectos nocivos en animales de laboratorio en pruebas de alimentación, y afectan el medio ambiente durante el proceso de cultivo. Han incrementado el uso de pesticidas y no han logrado aumentar los rendimientos. Nuestro informe concluye que hay otras alternativas más seguras y eficaces para satisfacer las necesidades mundiales de alimentación".

Otro de los autores del informe, el Dr. John Fagan, es un ex ingeniero genético que en 1994 devolvió 614.000 dólares de subvención a los Institutos Nacionales de Salud debido a sus preocupaciones sobre la seguridad y la ética de la tecnología. Posteriormente, fundó una compañía de análisis de los OMG.

El Dr. Fagan dijo:

"La ingeniería genética de los cultivos como se practica hoy en día es una tecnología imprecisa, cruda y anticuada. Puede crear toxinas o alérgenos inesperados en los alimentos y afectar su valor nutricional. Los avances recientes apuntan a mejores formas de utilizar nuestro conocimiento de la genómica para mejorar los cultivos de alimentos, que no utilizan los OGM.

"Más del 75% de los cultivos transgénicos están diseñados para tolerar ser rociados con herbicidas. Esto ha dado lugar a la propagación de supermalezas resistentes a los herbicidas, resultando en un aumento en las exposiciones de los agricultores y las comunidades en forma masiva a estos productos químicos tóxicos.Los estudios epidemiológicos sugieren un vínculo entre el uso de herbicidas y los defectos congénitos y el cáncer".

"Estos hallazgos desafían fundamentalmente la utilidad y seguridad de los cultivos transgénicos, pero la industria de la biotecnología utiliza su influencia para bloquear investigaciones realizadas por científicos independientes y utiliza su potente maquinaria de relaciones públicas para desacreditarlos, si sus conclusiones desafían su enfoque".

La tercera autora del informe, Claire Robinson, directora de investigación en Earth Open Source, dijo:

"La industria de los transgénicos está tratando de cambiar nuestro suministro de alimentos en maneras de largo alcance y formas potencialmente peligrosas. Todos tenemos que informarnos acerca de lo que está pasando y asegurar que nosotros- no las empresas de biotecnología - mantenemos el control de nuestro sistema alimentario y las semillas de los cultivos.

"Esperamos que nuestro informe contribuya a una comprensión más amplia de los cultivos transgénicos y las alternativas sustentables que ya están funcionando con éxito para los agricultores y las comunidades. "

Puntos clave para los medios

La ingeniería genética utilizada en el desarrollo de los cultivos no es precisa ni fiable, y no se ha demostrado que sea segura. Las técnicas pueden dar lugar a la producción de toxinas o alérgenos inesperados en los alimentos, con pocas probabilidades de ser detectados en los actuales controles de regulación.
Los cultivos transgénicos, entre ellos algunos que ya están en el suministro de nuestros alimentos y en los de animales, han demostrado claros signos de toxicidad en las pruebas de alimentación para los animales - en particular en trastornos de las funciones renales y del hígado, y en la respuesta del sistema inmunológico.
Los defensores de GM han rechazado estos resultados estadísticamente significativos como "no biológicamente relevante / significativa", basada en argumentos científicamente indefendibles.
Algunos ensayos de alimentación animal con los alimentos y cultivos transgénicos comisionados de la UE son a menudo reclamada por los proponentes de GM para demostrar que son seguros. De hecho, el examen de estos estudios muestra diferencias significativas entre los animales alimentados con OGM y los de control, lo cual es motivo de preocupación.
Los alimentos transgénicos no han sido adecuadamente probados en humanos, pero los pocos estudios que han sido llevado a cabo en los seres humanos son motivo de preocupación.
La FDA de los EE.UU. no requiere pruebas de seguridad obligatoria de los cultivos modificados genéticamente, e incluso no evalúa la seguridad de los mismos, sino sólo los "desregula", sobre la base de garantías de empresas de biotecnología que son "sustancialmente equivalentes" a su contraparte no transgénica. ¡Esto es como afirmar que una vaca con Encefalopatía espongiforme bovina (EEB) es sustancialmente equivalente a una vaca que no tiene EEB y por lo tanto es seguro para comer! Las reclamaciones de la equivalencia sustancial no pueden estar justificadas por razones científicas.
El régimen regulador de los alimentos modificados genéticamente es el más débil en los EE.UU., donde los alimentos transgénicos ni siquiera tienen que ser evaluados para su seguridad ni hay requisito de ninguna etiqueta en el mercado, pero en la mayoría de las regiones del mundo las regulaciones no son adecuadas para proteger la salud de las personas de los potenciales efectos adversos de los alimentos modificados genéticamente.
En la UE, donde a menudo el sistema regulador afirma ser más estricto, se requiere un número mínimo de pruebas de un organismo modificado genéticamente antes de lanzarlo al mercado, y las pruebas han sido comisionadas por las mismas empresas que se beneficiarán por los OMG si son aprobados - un claro conflicto de intereses.
Ninguna agencia reguladora en el mundo requiere pruebas toxicológicas a largo plazo de los OMG en los animales, o las pruebas en seres humanos.
Las empresas de biotecnología han utilizado las patentes y leyes de protección de propiedad intelectual para restringir el acceso de investigadores independientes a los cultivos transgénicos con fines de investigación. Como resultado de ello, hay escasas investigaciones sobre los alimentos modificados genéticamente y los cultivos realizadas por los científicos independientes a la industria de los transgénicos. Los científicos cuya labor ha identificado inquietudes por la seguridad de los OGM han sido atacados y desacreditados en campañas orquestadas por promotores de los cultivos transgénicos.
La mayoría de los cultivos de OGM (más del 75%) están diseñadas para tolerar las aplicaciones de herbicidas. Donde estos nuevos cultivos transgénicos han sido adoptados, se ha producido un aumento masivo del uso de herbicidas.
Roundup, el herbicida que más del 50% de todos los cultivos transgénicos están diseñados para tolerar, no es seguro ni benigno como se ha dicho, pero se ha encontrado que causa malformaciones (malformaciones congénitas), problemas reproductivos, daños en el ADN y cáncer en animales de laboratorio. Los estudios epidemiológicos en los seres humanos han encontrado una asociación entre la exposición a Roundup y el aborto espontáneo, defectos congénitos, problemas neurológicos de desarrollo, daño en el ADN, y ciertos tipos de cáncer.
Una crisis de salud pública ha explotado en las regiones productoras de soja transgénica de América del Sur, donde las personas expuestas a las fumigaciones con Roundup y otros productos agroquímicos rociados al cultivo reportan una escalada de las tasas de defectos congénitos y cáncer.
Un gran número de estudios indican que el Roundup está asociado con un aumento de enfermedades de los cultivos, especialmente la infección con Fusarium, un hongo que causa la enfermedad del marchitamiento en la soja y puede tener efectos tóxicos en humanos y el ganado.
Los cultivos transgénicos con Bt no reducen el uso de pesticidas en una forma sostenible, sino cambian la forma en que se utilizan los plaguicidas: en vez de rociarlos, están incorporados dentro de la planta.
Se está demostrando que la tecnología de Bt es insostenible, ya que las plagas desarrollan resistencia a la toxina y las infestaciones de plagas secundarias se están convirtiendo en lo común.
Los proponentes de OGM afirman que la toxina Bt insertada en los cultivos de GM es segura porque la forma natural de Bt, utilizada durante mucho tiempo como un spray por los agricultores convencionales y orgánicos, tiene una historial de uso seguro. Pero las formas de las toxinas Bt modificadas genéticamente son diferentes de las formas naturales y podría tener diferentes efectos tóxicos y alergénicos.
La toxina Bt OGM no se limita en su toxicidad para las plagas de insectos. Se ha encontrado que los cultivos transgénicos Bt tienen efectos tóxicos en animales de laboratorio en ensayos de alimentación.
Se han encontrado que los cultivos de Bt tienen efectos tóxicos sobre los otros organismos en el medio ambiente.
La toxina Bt no es totalmente digerida en la digestión y se ha encontrado que circula en la sangre de las mujeres embarazadas estudiadas en Canadá, y en la sangre del feto.
La labranza zero, un método de producción promovido con los cultivos OGM tolerantes a los herbicidas, evita el uso del arado y utiliza herbicidas para el control de las malezas, no es mejor en cuanto al clima en comparación con el arado. Cuando se miden los niveles más profundos de la tierra, los campos de labranza zero no almacenan más carbono en el suelo que los campos arados.
La labranza zero aumenta los impactos ambientales negativos de la producción de soja, debido a los herbicidas utilizados.
El Arroz dorado, un arroz enriquecido con beta-caroteno, es promovido como un cultivo modificado genéticamente que podría ayudar a personas desnutridas a superar la deficiencia de la vitamina. Sin embargo, el arroz dorado no ha sido probado en cuanto a su seguridad toxicológica, ha estado plagado con problemas básicos de desarrollo, y, después de más de 12 años y millones de dólares de financiamiento para la investigación, todavía no está listo para el mercado. Mientras tanto, hay soluciones baratas y eficaces a la deficiencia de vitamina A que están disponibles, pero subutilizadas debido a la falta de fondos.
A menudo se promueven los cultivos OGM como una "herramienta vital en la caja de herramientas" para alimentar a la cada vez mayor población del mundo, pero muchos expertos cuestionan la contribución que podrían hacer, ya que no ofrecen mayores rendimientos, ni toleran mejor la sequía que los cultivos no transgénicos. La mayoría de los cultivos transgénicos están diseñados para tolerar herbicidas o para contener un pesticida - rasgos que son irrelevantes para alimentar a los hambrientos.
La taza alta de adopción de cultivos transgénicos entre los agricultores no es un signo de que el cultivo transgénico es superior a las variedades no transgénicas, ya que una vez las empresas OGM toman el control del mercado de semillas, retirando las semillas de las variedades no transgénicas del mercado. La noción de "elección del agricultor" no se aplica en esta situación.
La contaminación de GM de los cultivos no transgénicos y orgánicos ha resultado en pérdidas financieras masivas en la industria de alimentos y piensos, con el retiro de productos, demandas, y perdida de mercado.
Cuando la gente lee sobre los súper cultivos de altos rendimientos, resistentes a plagas y enfermedades, tolerantes a la sequia, y mejorados nutricionalmente, muchos piensan en los OGM. De hecho, todos estos son productos del mejoramiento genético de semilla convencional, que continúa superando a los OGM en la producción de tales cultivos. El informe contiene una larga lista de estos éxitos en el mejoramiento de cultivos.
Algunos "súper-cultivos" han sido reclamados como éxitos de OGM, cuando en realidad son productos del mejoramiento genético convencional, en algunos casos asistidos por la biotecnología no-OGM con la selección asistida por marcadores (MAS, Marker Assisted Selection).
El fito-mejoramiento genético convencional, con la ayuda de las biotecnologías no transgénicas, tales como la selección asistida por marcadores, es un método más seguro y más potente que los OGM para crear nuevas variedades de cultivos, requeridas para satisfacer las necesidades actuales y futuras de la producción de alimentos, especialmente en ante el rápido cambio climático.
Los cultivos mejorados convencionalmente y adaptados localmente, utilizados en combinación con prácticas agroecológicas ofrecen una manera probada y sostenible para garantizar la seguridad alimentaria mundial.
Notas

El informe, "GMO Myths and Truths, An evidence-based examination of the claims made for the safety and efficacy of genetically modified crops" ("Mitos y Verdades de OMG, una examen basado en la evidencia de las afirmaciones hechas sobre la seguridad y eficacia de los cultivos genéticamente modificados") de Michael Antoniou, PhD, Claire Robinson y John Fagan, PhD, es una publicación de Earth Open Source (junio 2012). El informe es de 123 páginas y contiene más de 600 citas, muchas de ellas de la literatura revisada por pares científicos, y el resto de informes de científicos, médicos, órganos del gobierno, la industria y los medios de comunicación. El informe está disponible aquí:http://earthopensource.org/index.php/reports/58. Una versión resumida será lanzada en las próximas semanas.
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Sobre los autores


Dr Michael Antoniou
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Michael Antoniou, PhD, es profesor de genética molecular y encargado de "Gene Expression and Therapy Group" (Expresión Genética y Terapia de Grupo) de la Escuela de Medicina de King's College London School en el Reino Unido. Tiene 28 años de experiencia en el uso de tecnología de ingeniería genética , investigando la organización y control genético, con más de 40 publicaciones en revistas científicas de la obra original, y tiene la categoría de inventor en un número de patentes de biotecnología con expresión génica. El Dr. Antoniou tiene una amplia red de colaboradores en la industria y la academia que están haciendo uso de sus descubrimientos en los mecanismos de control de los genes en la producción de investigación, productos de diagnóstico y terapéuticos, y terapia génica somática para trastornos genéticos heredados y adquiridos.



Dr John Fagan
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John Fagan, PhD, es un líder de autoridad en sostenibilidad en el sistema alimentario, la bioseguridad y pruebas de OMG. Es fundador y director científico del Global ID Group, una empresa con subsidiarias involucradas en las pruebas de alimentos OGM y certificaciones de productos libres de transgénicos. Es director de la Earth Open Source. Anteriormente, hizo investigaciones sobre el cáncer en los Institutos Nacionales de Salud (NIH) en los EE.UU. y en el mundo académico. Tiene un doctorado en bioquímica y biología molecular y celular de la Universidad de Cornell.

El Dr. Fagan se convirtió en una voz al principio del debate científico sobre la ingeniería genética, cuando en el año 1994 tomó una posición ética al cuestionar el uso de la terapia de las células de la línea germinal (que posteriormente han sido prohibidas en la mayoría de los países) y la ingeniería genética en la agricultura. Él subrayó su preocupación con la devolución de una subvención de alrededor de 614.000 dólares a los NIH de los EE.UU., otorgada para la investigación del cáncer, que utilizaba la ingeniería genética como herramienta de investigación. Él estaba preocupado de que los conocimientos generados en su investigación podrían ser utilizados para avanzar la ingeniería genética humana de línea germinal (por ejemplo, para crear "bebés de diseño"), que vio como inaceptable, por motivos de seguridad y la ética. Por razones similares se retiró de aplicaciones para dos becas adicionales por un total $ 1.25 millones de dólares de los NIH y el Instituto Nacional de Ciencias de Salud Ambiental (NIEHS). En 1996 comenzó en Global ID cuando vio que las pruebas de OGM podrían ser útiles para ayudar a la industria a proporcionar a los consumidores la transparencia que se desea con respecto a la presencia de OMG en los alimentos.



Claire Robinson
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Claire Robinson, MPhil, es directora de investigación en Earth Open Source. Tiene experiencia en el periodismo de investigación y la comunicación de temas relacionados con la salud pública, la ciencia y las políticas, y el medio ambiente. Es editora de GMWatch (www.gmwatch.org), un servicio público de información sobre cuestiones relativas a la modificación genética, y anteriormente fue jefa de redacción de SpinProfiles (ahora Powerbase).
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Fuente: http://es.sott.net/articles/show/14171-Por-que-los-alimentos-transgenicos-son-peligrosos-
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Información relacionada:

“Memorandum 200″ Los alimentos están siendo utilizados como armamento

https://lahoradedespertar.wordpress.com/2012/06/20/la-conspiracion





AQUÁRIO ¿, Gatorade ou água do mar com STEVIA? ou como podemos fazer nossas próprias bebidas esportivas sem ter que recorrer a bebidas artificiais repletos de aditivos
por lahoradedespertar

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Nestes meses quentes em nosso hemisfério, e começar a nos bombardear com publicidade sobre como é conveniente tomar bebidas esportivas para recuperar energia e sais minerais perdidos no suor nosso.

Mas nunca nestes anúncios nos dizer que nós perdemos não só de sódio, potássio e cálcio em nossas atividades diárias, mas perdemos, além disso, mais de uma centena de que nosso sangue contém sais, tais como a cópia que é água do mar de onde viemos.

Nem nós relatam que uma dieta rica em legumes, saladas e frutas, estes líquidos e sais perdidos em excesso se recuperando bem e diga-nos muito mais aditivos químicos menos complexos que são adicionados ao bom gosto, a cor não é enganosa e podridão em das prateleiras.

Mas nem tudo tem que ser lamentando sobre o quão ruim é a indústria de alimentos ou refrigerantes.

Podemos, se quisermos nossa própria Gatorade e Aquário, mas a versão saudável. Aqui está uma receita que se tornou popular:

-1 / 4 de um litro de água do mar

-3 / 4 litro de infusão de Stevia (ou água mineral com adoçante Stevia)

-Suco de limão 1-2

-O suco de laranja 1-2 (de acordo com as preferências)

Com esta receita nós fornecemos o nosso corpo as propriedades medicinais:

A água do mar de

-A partir de Stevia

Do cítrico

-Sem quaisquer aditivos químicos indesejáveis

E gosto melhor do que estes refrigerante industrial natural.

-Links para pesquisa, a água do mar e Stevia:

http://joseppamies.wordpress.com/?s=stevia

http://elproyectomatriz.wordpress.com/2010/10/13/rene-quinton-un-sabio-en-el- esquecimento-2 /

http://joseppamies.wordpress.com/2010/08/10/como-beber-agua-de-mar-sin-morir-en-el-intento/~~V

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Fontes:

http://joseppamies.wordpress.com/2012/06/22/aquarius-gatorade-o-agua-de-mar/

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http://joseppamies.wordpress.com/2012/06/22/aquarius-gatorade-o-agua-de-mar/

terça-feira, 26 de junho de 2012





Tribunal diz que deputado Ricardo Rodrigues agiu de "forma irreflectida"
26 Junho 2012 | 17:56
Lusa
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O tribunal que hoje condenou Ricardo Rodrigues a 4.950 euros de multa por atentado à liberdade de imprensa e de informação considerou que o deputado socialista agiu de "forma irreflectida" ao apropriar-se dos gravadores dos jornalistas da "Sábado".

Juntos somos mais fortes, Juntos somos PORTUGAL!

Confesso que fiquei arrepiada ao ver este vídeo, passado por um programa desportivo espanhol. O vídeo é da autoria da RTP, mas ao que parece deixou os espanhóis maravilhados com a Seleção Portuguesa

Ricardo Rodrigues condenado por atentado à liberdade de imprensa

Tribunal condena o deputado socialista Ricardo Rodrigues por ter "desviado" dois gravadores dos jornalistas que o entrevistavam. O parlamentar vai recorrer da sentença.