| PORTUGAL DE HOJE | |||
| Abandona mulher de faca espetada | |||
| Quando os bombeiros chegaram anteontem ao número 28 da rua de Santo António, no Alto do Seixalinho, Barreiro, a mulher estava prostrada no chão do prédio, com uma faca cravada na cabeça, e envolta numa poça de sangue. A poucos metros estava o ex-marido, detido depois por agentes da PSP entretanto chamados. | |||
quinta-feira, 7 de março de 2013
| Salário mínimo fica congelado |
| Passos Coelho recusa aumentar o salário mínimo nacional (SMN) enquanto não for ultrapassada a crise. Criticando a proposta do líder do PS, António José Seguro, o primeiro-ministro disse ontem que quando um país enfrenta um nível elevado de desemprego "a medida mais sensata que se pode tomar é exatamente a oposta". E acrescentou que foi isso mesmo que a Irlanda fez. Ou seja, baixar o salário mínimo nacional. |
quarta-feira, 6 de março de 2013
Militares reunidos em Almada dizem que o país está a ser posto em causa
Representantes das Forças Armadas dizem que sempre foram um saco de pancada.
Português escândalo bancário: férias no Rio de Dias LoureiroPortuguês
escândalo bancário: férias no Rio de Dias LoureiroLe Português
presidente Aníbal Cavaco Silva decidiu adiar para o Tribunal
Constitucional, é uma de suas prerrogativas, certas disposições de um
orçamento de austeridade 2013 agravado porque tem
"dúvidas" sobre os esforços equilibrados impostos sobre a população de
um país que está entrando em seu terceiro ano de recessão, não é uma
situação desde a Revolução dos Cravos de 1974. Dúvidas?Ao
mesmo tempo, o chefe de estado manchada reputação pessoal mais do que o
espectáculo de esta manobra perfeitamente demagógica, aprendemos que
uma das principais figuras do "cavaquisme" Manuel Dias Loureiro, passou a
época festiva Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, onde um quarto individual custa 600 euros por noite. A vantagem é que o salário mínimo do país. Isso deve ser o suficiente para levantar "dúvidas" ao ocupante do palácio presidencial de Belém.Philippe Ries
Ex-chefe do Departamento Econômico da Agence France-Presse, então diretor dos escritórios da AFP em Tóquio e Bruxelas, Philippe Ries é um colunista de Mediapart.fr econômica
Detentor de importantes pastas ministeriais nos governos cujos PSD Cavaco Silva era o membro, o ex-chefe do Conselho de Estado, o santo dos santos da casta político Português Dias Loureiro, "protegido" Cavaco, é uma figura central no deve ser um enorme escândalo Europa, um assunto de Estado, a falência do BPN.
Esta falência fraudulenta pode custar ao contribuinte Português, o mesmo homem que aperta o cinto um entalhe a cada ano, até sete bilhões de euros, ou cerca de um décimo da assistência financeira internacional que o país tem solicitar, em 2011, como um programa de reordenamento das finanças públicas contrapartida monitorados pela "troika" UE-BCE-FMI.
A principal atividade dos líderes deste banco "bloco central" (os partidos de centro-esquerda e centro-direita alternando no poder desde a queda da ditadura de Salazar) foi conceder dezenas ou centenas de milhões de euros, empréstimos a seus amigos, parentes, clientes ... e para si mesmos. Em um relatório notável, o jornalista de televisão SIC Pedro Coelho revelou, por exemplo, uma empresa de cimento na galáxia Dias Loureiro BPN tinha recebido um empréstimo de 90 milhões de euros. Outra personalidade "cavaquisme", como Lima Duarte, um ex-líder parlamentar do PSD, em Lisboa preso por suspeita de assassinato pela polícia brasileira, desviou 49.000.000 €. Cavaco mesmo havia recebido, em circunstâncias suspeitas, uma atribuição a um preço knockdown pelo proprietário do BPN José Oliveira Costa, ex-secretários de ações estaduais na SLN, holding do banco ele poderia vender com um ganho de 140%. Em suma, o escândalo do BPN é em grande parte "cavaquisme". E este personagem tem "dúvidas" sobre a imparcialidade de austeridade?
Estes bilhões são considerados perdidos para sempre ... mas não para todos. Quando o escândalo estourou, em 2009, a imprensa Português revelou que Dias Loureiro, diretor da SLN tinha cuidadosamente organizada a sua insolvência pessoal através da transferência de ativos para os membros da família ou de empresas offshore. O suficiente para pagar o quarto no Copacabana Palace, com certeza?
E o fato de que ele Dias Loureiro encontrado para os feriados neste fantástico hotel, outrora estrelas favoritas de Hollywood? Ninguém menos que Miguel Relvas pilar do atual governo PSD, amigo e "pai José" O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho. Relvas, a manutenção do próprio governo é um escândalo, quando ele foi condenado por obter fraudulentamente um diploma universitário, a fim de utilizar o título de "doutor", cujo estado burguesia lusitana é tão ridiculamente gosta.
Como Armando Vara, um amigo próximo do ex-primeiro-ministro "socialista" José Sócrates colocou o FMI, sob a tutela da "troika" e "Dias Loureiro cavaquistes" do BPN, é a ilustração de que a política está funcionando Bem, em algumas "democracias" da Europa, o caminho mais seguro para enriquecimento pessoal aventureiros classe rápidos. Grécia, Irlanda, Espanha, Portugal. E a França?
Esta é a primeira lição. A segunda é que os graves problemas de sistemas judiciários próprios gangrenosa com a corrupção e influência redes permitem que tais indivíduos a gozar de impunidade para ganhos ilícitos. Note-se que aqueles diretamente responsáveis por desastres banco origina diretamente da crise financeira global até agora apreciado nos Estados Unidos e na Europa, com raras exceções, a impunidade civil e criminal absoluta
Ex-chefe do Departamento Econômico da Agence France-Presse, então diretor dos escritórios da AFP em Tóquio e Bruxelas, Philippe Ries é um colunista de Mediapart.fr econômica
Detentor de importantes pastas ministeriais nos governos cujos PSD Cavaco Silva era o membro, o ex-chefe do Conselho de Estado, o santo dos santos da casta político Português Dias Loureiro, "protegido" Cavaco, é uma figura central no deve ser um enorme escândalo Europa, um assunto de Estado, a falência do BPN.
Esta falência fraudulenta pode custar ao contribuinte Português, o mesmo homem que aperta o cinto um entalhe a cada ano, até sete bilhões de euros, ou cerca de um décimo da assistência financeira internacional que o país tem solicitar, em 2011, como um programa de reordenamento das finanças públicas contrapartida monitorados pela "troika" UE-BCE-FMI.
A principal atividade dos líderes deste banco "bloco central" (os partidos de centro-esquerda e centro-direita alternando no poder desde a queda da ditadura de Salazar) foi conceder dezenas ou centenas de milhões de euros, empréstimos a seus amigos, parentes, clientes ... e para si mesmos. Em um relatório notável, o jornalista de televisão SIC Pedro Coelho revelou, por exemplo, uma empresa de cimento na galáxia Dias Loureiro BPN tinha recebido um empréstimo de 90 milhões de euros. Outra personalidade "cavaquisme", como Lima Duarte, um ex-líder parlamentar do PSD, em Lisboa preso por suspeita de assassinato pela polícia brasileira, desviou 49.000.000 €. Cavaco mesmo havia recebido, em circunstâncias suspeitas, uma atribuição a um preço knockdown pelo proprietário do BPN José Oliveira Costa, ex-secretários de ações estaduais na SLN, holding do banco ele poderia vender com um ganho de 140%. Em suma, o escândalo do BPN é em grande parte "cavaquisme". E este personagem tem "dúvidas" sobre a imparcialidade de austeridade?
Estes bilhões são considerados perdidos para sempre ... mas não para todos. Quando o escândalo estourou, em 2009, a imprensa Português revelou que Dias Loureiro, diretor da SLN tinha cuidadosamente organizada a sua insolvência pessoal através da transferência de ativos para os membros da família ou de empresas offshore. O suficiente para pagar o quarto no Copacabana Palace, com certeza?
E o fato de que ele Dias Loureiro encontrado para os feriados neste fantástico hotel, outrora estrelas favoritas de Hollywood? Ninguém menos que Miguel Relvas pilar do atual governo PSD, amigo e "pai José" O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho. Relvas, a manutenção do próprio governo é um escândalo, quando ele foi condenado por obter fraudulentamente um diploma universitário, a fim de utilizar o título de "doutor", cujo estado burguesia lusitana é tão ridiculamente gosta.
Como Armando Vara, um amigo próximo do ex-primeiro-ministro "socialista" José Sócrates colocou o FMI, sob a tutela da "troika" e "Dias Loureiro cavaquistes" do BPN, é a ilustração de que a política está funcionando Bem, em algumas "democracias" da Europa, o caminho mais seguro para enriquecimento pessoal aventureiros classe rápidos. Grécia, Irlanda, Espanha, Portugal. E a França?
Esta é a primeira lição. A segunda é que os graves problemas de sistemas judiciários próprios gangrenosa com a corrupção e influência redes permitem que tais indivíduos a gozar de impunidade para ganhos ilícitos. Note-se que aqueles diretamente responsáveis por desastres banco origina diretamente da crise financeira global até agora apreciado nos Estados Unidos e na Europa, com raras exceções, a impunidade civil e criminal absoluta
MORREU (NÃO SE SABE QUANDO) HUGO CHAVEZ
Muere Hugo Chávez
- El vicepresidente Maduro ordena el despliegue de las Fuerzas militares y policiales para "proteger la paz del pueblo venezolano"
- Asume la presidencia interina del país el presidente de la Asamblea, que tiene que convocar elecciones antes de un mes
Ewald Scharfenberg
Caracas
El Gobierno venezolano ha anunciado la muerte de Hugo Chávez, de 58
años, a las 16.25 (hora local) por complicaciones médicas tras su cuarta
operación de cáncer. Desde que le fue detectado un tumor, en junio de
2011, el caudillo bolivariano que gobernaba desde 1999 había sido
operado cuatro veces, pero al final el cáncer fue más fuerte que él.
Chávez recibió tratamientos con radio y quimioterapia en La Habana bajo
absoluto hermetismo. El mandatario designó como sucesor a Maduro
Posted:
04 Mar 2013 08:55 PM PST
Enviado por Brandon Taylor
Correspondente no Reino Unido
“A Pátria é anterior e mais importante que a Democracia. O patriotismo é um sentimento e a Constituição não é mais do que uma lei”. Estas palavras e a alegação de que as Forças Armadas espanholas deveriam intervir militarmente para por fim às aspirações separatistas da Catalunha, valeram ao General na reserva Juan António Chicharro a abertura de um processo de averiguações que poderá desembocar num processo disciplinar.
O general José António Chicharro justificou publicamente a intervenção militar para que o Estado espanhol pusesse fim às pretensões separatistas da Catalunha. Foram as palavras citadas que usou para justificar as suas alegações.
As declarações do general na reserva em defesa do golpe militar levou a que o porta-voz do PSOE, principal partido da oposição, Diego López Garrido a pedir ao ministro da Defesa Pedro Morénes (PP) que adotasse medidas contra o general considerado rebelde.
O porta-voz da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC) no congresso de deputados, Alfred Bosch, exigiu por seu turno, ao Minist´ério da Defesa que sancione o general de divisão na reserva José António Chicharro e garanta que não possa usar armas ou voltar a comandar homens em armas.
O BNG(Bloco Nacionalista da Galiza) pediu por sua vez a comparência do ministro da Defesa espanhol, Pedro Morenés no parlamento para justificar as palavras de Chicharro que pretende sobrepor a pátria à democracia perante a consulta sobre a soberania da Catalunha, comportamento que para esta força política reflete um comportamento golpista que não se resolve apenas com a aplicação de sanções.
General justifica intervenção do Exército com perigo independentista catalão
A polémica teve a sua origem quando em 6 de fevereiro o general espanhol participava num debate público subordinado ao tema “Forças armadas e Ordem Constitucional” em Madrid.
Convidado a falar no coloquio, Chicharro começou por garantir que em circunstâncias normais teria declinado o convite, mas que a “atual ofensiva separatista-secessionista” na Catalunha o obrigou a falar.
Aos presentes no debate garantiu o general na reserva que reinava nas Forças Armadas “um sentimento generalizado de preocupação, temor, incerteza e confusão” lamentando o ostracismo a que são votadas aproveitando a ocasião para criticar a destituição do general José Mena em janeiro de 2006 por ter criticado o estatuto da Catalunha.
Chicharro criticou os nacionalistas por procurarem uma interpretação que qualificou de tergiversada da Carta Magna mas não perdeu opinião de dar a sua própria interpretação.
“O artigo 8.1 não implica a autonomia das Forças Armadas”, disse aludindo ao mandato atribuído a estas para garantir “a defesa da integridade territorial e a ordem constitucional”. Em linha com a jurisprudência dominante, Chicharro lembrou que a defesa da Carta Magna incumbe ao Tribunal Constitucional e ao Governo a quem o artigo 97 da Constituição atribui a direção da “administração civil e militar”.
Mas o general Juan António Chicharro foi mais longe e chegou mesmo à justificação do golpe de Estado. O problema surgiria, disse, se “se os responsáveis pela defesa da Constituição não se comportarem como a sua missão requer”, o que o levou a perguntar “qual era o valor normativo do capítulo preliminar da Constituição”.
Não se atreveu a dizê-lo mas insinuou. “o artigo 8.1 faz parte do núcleo duro da Carta Magna o que não sucede com o artigo 97 que determina a subordinação das Forças Armadas ao Governo” pelo que a sua imperatividade seria forçosamente menor.
“Se os mecanismos de defesa da Ordem Constitucional não funcionam, por ação ou omissão, então….” Concluiu o general. A única autoridade que pareceu resistir à revisão da Ordem Constitucional foi o Rei, denuncia o oficial na reserva lembrando o 23 de fevereiro data em que o Rei assumiu o papel da defesa da democracia e da ordem constitucional espanhola aquando de uma tentativa de golpe de Estado.
A Espanha vive ainda um problema que não consegui resolver totalmente que é o da tendência de alguns meios das forças Armadas pretenderem intervir na vida política ativa. Até agora sem sucesso, a verdade é que já foram várias as tentativas de golpe de Estado ou de intervenções militares desde que a Espanha optou pela Democracia.
Via: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=631899&tm=7&layout=121&visual=49
Correspondente no Reino Unido
“A Pátria é anterior e mais importante que a Democracia. O patriotismo é um sentimento e a Constituição não é mais do que uma lei”. Estas palavras e a alegação de que as Forças Armadas espanholas deveriam intervir militarmente para por fim às aspirações separatistas da Catalunha, valeram ao General na reserva Juan António Chicharro a abertura de um processo de averiguações que poderá desembocar num processo disciplinar.
O general José António Chicharro justificou publicamente a intervenção militar para que o Estado espanhol pusesse fim às pretensões separatistas da Catalunha. Foram as palavras citadas que usou para justificar as suas alegações.
As declarações do general na reserva em defesa do golpe militar levou a que o porta-voz do PSOE, principal partido da oposição, Diego López Garrido a pedir ao ministro da Defesa Pedro Morénes (PP) que adotasse medidas contra o general considerado rebelde.
O porta-voz da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC) no congresso de deputados, Alfred Bosch, exigiu por seu turno, ao Minist´ério da Defesa que sancione o general de divisão na reserva José António Chicharro e garanta que não possa usar armas ou voltar a comandar homens em armas.
O BNG(Bloco Nacionalista da Galiza) pediu por sua vez a comparência do ministro da Defesa espanhol, Pedro Morenés no parlamento para justificar as palavras de Chicharro que pretende sobrepor a pátria à democracia perante a consulta sobre a soberania da Catalunha, comportamento que para esta força política reflete um comportamento golpista que não se resolve apenas com a aplicação de sanções.
General justifica intervenção do Exército com perigo independentista catalão
A polémica teve a sua origem quando em 6 de fevereiro o general espanhol participava num debate público subordinado ao tema “Forças armadas e Ordem Constitucional” em Madrid.
Convidado a falar no coloquio, Chicharro começou por garantir que em circunstâncias normais teria declinado o convite, mas que a “atual ofensiva separatista-secessionista” na Catalunha o obrigou a falar.
Aos presentes no debate garantiu o general na reserva que reinava nas Forças Armadas “um sentimento generalizado de preocupação, temor, incerteza e confusão” lamentando o ostracismo a que são votadas aproveitando a ocasião para criticar a destituição do general José Mena em janeiro de 2006 por ter criticado o estatuto da Catalunha.
Chicharro criticou os nacionalistas por procurarem uma interpretação que qualificou de tergiversada da Carta Magna mas não perdeu opinião de dar a sua própria interpretação.
“O artigo 8.1 não implica a autonomia das Forças Armadas”, disse aludindo ao mandato atribuído a estas para garantir “a defesa da integridade territorial e a ordem constitucional”. Em linha com a jurisprudência dominante, Chicharro lembrou que a defesa da Carta Magna incumbe ao Tribunal Constitucional e ao Governo a quem o artigo 97 da Constituição atribui a direção da “administração civil e militar”.
Mas o general Juan António Chicharro foi mais longe e chegou mesmo à justificação do golpe de Estado. O problema surgiria, disse, se “se os responsáveis pela defesa da Constituição não se comportarem como a sua missão requer”, o que o levou a perguntar “qual era o valor normativo do capítulo preliminar da Constituição”.
Não se atreveu a dizê-lo mas insinuou. “o artigo 8.1 faz parte do núcleo duro da Carta Magna o que não sucede com o artigo 97 que determina a subordinação das Forças Armadas ao Governo” pelo que a sua imperatividade seria forçosamente menor.
“Se os mecanismos de defesa da Ordem Constitucional não funcionam, por ação ou omissão, então….” Concluiu o general. A única autoridade que pareceu resistir à revisão da Ordem Constitucional foi o Rei, denuncia o oficial na reserva lembrando o 23 de fevereiro data em que o Rei assumiu o papel da defesa da democracia e da ordem constitucional espanhola aquando de uma tentativa de golpe de Estado.
A Espanha vive ainda um problema que não consegui resolver totalmente que é o da tendência de alguns meios das forças Armadas pretenderem intervir na vida política ativa. Até agora sem sucesso, a verdade é que já foram várias as tentativas de golpe de Estado ou de intervenções militares desde que a Espanha optou pela Democracia.
Via: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=631899&tm=7&layout=121&visual=49
|
Posted:
05 Mar 2013 06:42 PM PST
Só agora o governo venezuelano resolveu acabar de vez com este
"esconde-esconde", e anunciar a morte de Hugo Chávez.
Há vários dias, Chávez era mantido apenas de corpo presente, e o governo
postergava esta falsa aparência de que tudo estava bem.
Quando ele retornou à Venezuela, muitos já sabiam que era apenas para fazer
seu velório.
Agora, com mais uma peça do jogo globalista derrubada, o atual governo
chavista não terá forças de suportar tamanha pressão da oposição, corporações, e
dos próprios globalistas.
Já se cogita um possível cenário de vitória da oposição na próxima eleição
que acontecerá em breve e até um golpe de estado através de uma guerra
civil.
Então, está mais que entendido: A Nova Ordem Mundial é como uma pesada e rápida locomotiva sem freio. Nada a para. Quem se opor a ela, é esmagado. |
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