| Granada fere cinco militares em Santa Margarida | |
| Explosão em área militar. | |
sexta-feira, 30 de maio de 2014
| Turista atacada com dez facadas | |
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Jovem de 22 anos conheceu britânica, de 40, e levou-a de
madrugada para a casa onde vive com os avós. Esfaqueou-a e perseguiu-a pela rua,
seminu.
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quinta-feira, 29 de maio de 2014
quinta-feira, 1 de Maio de 2014
A GOLPADA DO BES.
O BES está a usar as mesmas táticas
que o BPP.
O BES está a transformar
milhares de depósitos de idosos e pessoas com menos conhecimentos em Obrigações
BES, para seu proveito próprio.
O BES está a comercializar, de
forma agressiva, um produto obrigacionista do próprio BES, para se auto
financiar, fazendo com que os clientes do BES transformem Depósitos a Prazo,
que estão cobertos pelo Fundo de Garantia (até 100,000 euros) em Obrigações do
BES, sem qualquer proteção!
Factos:
1) O BES está a telefonar aos
clientes com Depósitos a Prazo CR7.
2) O BES está a sugerir em vez
do CR7 uma Obrigação BES (ISIN: XS0782021140). O ISIN é o identificador do
Produto registado na CMVM. Corresponde ao ISBN dos livros.
3) Esta Obrigação BES, por ser
uma Obrigação, não é um Depósito a Prazo. Os clientes não têm qualquer proteção,
se o BES for à falência ou se houver problemas graves.
4) Os comerciais do BES apenas
falam dos juros da Obrigação BES, mas não referem:
4a) Que a Obrigação BES não tem
qualquer proteção para os depositantes
4b) Que existe uma penalização
na venda da Obrigação de 3%, O que quer dizer que, se comprar a Obrigação e a
vender um mês depois, perde imediatamente 3% do Capital. Estamos a falar de 3%
do Capital, não dos juros.
4c) A Obrigação não tem qualquer
liquidez, mesmo em mercado secundário, porque é uma colocação privada. Isto é,
o BES controla totalmente o preço. Pode acordar um dia e ver que perdeu 50% do
capital. Quem ganhou? O próprio BES! Esteve a trabalhar uma vida inteira e as
suas poupanças estão agora a ser utilizadas para capitalizar o BES.
4d) Ou seja, a valorização do
seu dinheiro agora depende do que o próprio BES acha que vale, pois tem uma
capacidade imensa de manipulação do preço, uma vez que tem uma baixíssima
liquidez.
5) O BES é o único dos 4 grandes
Bancos Portugueses que não teve (ainda) ajuda do Estado. Mas está a usar
manobras agressivas e ilegais de financiamento.
6) Os comerciais do BES não
estão a respeitar os deveres impostos pela CMVM e pelo Banco de Portugal de explicação
do produto, o perfil do risco do cliente e a explicação dos riscos.
Aproveitam-se das relações de confiança e emocionais com os clientes. Isto é
especialmente verdade com a população sénior, mais vulnerável pelo seu
conhecimento mais limitado de mercados.
7) O Dr. Ricardo Salgado na
apresentação de resultados em finais de Julho de 2013 comunicou prejuízos de
mais de 200 milhões de euros. Os rácios de solvabilidade desceram de 10,9% para
10,4%, pouco acima dos 10% exigidos. Disse que tem ao seu dispor "um
número de alavancas para capitalizar o Banco". Sabemos agora quais são,
transformar os Depósitos a Prazo em Obrigações do BES com uma maturidade a
perder de vista (2018 ou 2019). (já que os comerciais não informam que a
maturidade é a altura em que as obrigações vencem, ou seja, quando lhe devolvem
finalmente o capital, caso contrário se não esperar até 2018 fica sem 3% do
capital como já vimos)
Lembram-se do BPP - Banco Privado Português?
Dos depósitos maravilha do BPP que supostamente davam 8%?
Afinal não foram considerados
depósitos!
Afinal NÃO estavam garantidos!
Afinal os clientes ficaram sem nada.
Só podem ser consideradas ações
de negligência grosseira ou má-fé as políticas extremamente agressivas de
comercialização destas obrigações. (se precisarem de se lembrar de mais
episódios lembrem-se das Obrigações Convertíveis BES onde os detentores das
Obrigações perderam mais de 50% que também foi mais uma "alavanca de
capitalização" agressiva).
Ações a Tomar:
1) NUNCA converter Depósitos a
Prazo em outros produtos, nomeadamente Obrigações ou Ações do BES. Em Depósitos
a Prazo não corre riscos, a não ser que lhos venham a considerar como não
depósitos a prazo, como no BPP! Em Obrigações ou Ações do BES se algo correr
mal ao BES fica sem o dinheiro (lembre-se do Banco Privado Português).
2) Se lhe apresentarem um
impresso "Operações Sobre Instrumentos Financeiros" é porque a coisa
já está a correr mal. É precisamente esse impresso que indica que quer fazer a
subscrição das Obrigações e que conhece o risco de mercado. Não Assine.
3) Se o impresso tiver o ISIN:
XS0782021140, é precisamente destas obrigações que estamos a falar. Mas podem
existir outras! Cuidado.
4) Se tiver no seu Extrato
"Compra Fora de Bolsa BES LDN6", já correu mal. Já tem Obrigações.
Era mesmo isso que queria, ficar sem a proteção do seu dinheiro ao abrigo da
Garantia de Depósitos? Se não era, reclame! Junto do BES, mas mais importante
junto da CMVM e Banco de Portugal, onde já não está o Victor Constâncio e, por
isso, talvez valha a pena reclamar: http://web3.cmvm.pt/SAI/criarreclamacao.cfm
5) Agora, que já verificou a sua
situação, ajude a comunidade faça favor!
Livro coloca BCP na origem do resgate ao país
“Jogos de Poder” desmonta os negócios de bastidores na banca que antecederam o pedido de resgate e que explica como foi criada a dívida que trouxe a "troika" a Portugal.
29-05-2014 00:45 por Sandra Afonso
Livro coloca BCP na origem do resgate ao país
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BPN
e BPP concentraram, Nos últimos anoS,todas as atenções, mas foi o BCP
que determinou as decisões políticas que conduziram o país até ao
resgate internacional.
A tese está exposta no livro “Jogos de Poder”, do jornalista paulo Pena, que explica como a banca acumulou lucros alimentados pelo endividamento das famílias e do país, à sombra do imobiliário e dos negócios garantidos pelo Estado. O desfecho da história é conhecido: três anos de austeridade e a maior crise que o país já viveu.
A tese está exposta no livro “Jogos de Poder”, do jornalista paulo Pena, que explica como a banca acumulou lucros alimentados pelo endividamento das famílias e do país, à sombra do imobiliário e dos negócios garantidos pelo Estado. O desfecho da história é conhecido: três anos de austeridade e a maior crise que o país já viveu.
Marinho e Pinto: "Quero construir uma alternativa de Governo" (Económico)
Marinho e Pinto assume-se como
político de esquerda, confessa que votou pela primeira vez no MPT nestas
europeias e revela que apoiou Sócrates em 2005. Diz também, em
entrevista ao Diário de Notícias, querer "construir uma alternativa de
Governo" porque o PCP não é viável
Relatório alerta para consumo de estimulantes em festas de "sexo químico"
O relatório europeu da droga hoje divulgado alerta para a crescente preocupação com o consumo injetado de várias drogas ilícitas estimulantes usadas nas chamadas festas de "sexo químico", habitualmente associadas a práticas sexuais de risco.
Os especialistas da agência europeia de monitorização do fenómeno da droga (EMCDDA) chamam a atenção para este comportamento, "observado em subgrupos de homens que têm relações sexuais com outros homens", e sublinham a importância de monitorizar rigorosamente este problema, que é "uma prioridade de saúde pública".Até agora, refere o documento, este novo comportamento tem sido registado em algumas grandes cidades.
A cocaína continua a ser o estimulante ilícito mais consumido na Europa, embora os consumidores se concentrem num pequeno número de países ocidentais da União Europeia. Estima-se que cerca de 14,1 milhões de adultos europeus (entre os 15 e os 64 anos) já tenham consumido esta droga, 3,1 milhões dos quais no último ano.
Dados recentes sugerem que o consumo de cocaína está a baixar, tendo 11 dos 12 países que realizaram inquéritos entre 2011 e 2013 assinalado uma diminuição da prevalência entre os jovens adultos (entre os 15 e os 34 anos).
O relatório destaca também os receios suscitados pelo ressurgimento de pós e comprimidos de ecstasy (MDMA) de alta qualidade, lembrando que as apreensões e as notificações de efeitos adversos para a saúde levaram a Europol e o EMCDDA a emitir uma advertência conjunta sobre a disponibilidade no mercado de produtos extremamente potentes contendo MDMA.
A Europol comunicou em 2013 o desmantelamento na Bélgica das duas maiores instalações de produção de droga alguma vez descobertas na União Europeia, com capacidade para produzir em muito pouco tempo grandes quantidades de MDMA.
Segundo o documento, entre 2005 e 2013, foram detetadas mais de 50 substâncias derivadas de catinonas sintéticas (estimulantes) através do Sistema de Alerta Rápido da UE (EU--EWS).
Estas substâncias podem ser inaladas sob a forma de pó ou ingeridas em comprimidos, mas a atenção do EMCDDA está hoje focada nos "preocupantes surtos de consumo injetado".
Embora o consumo de catinonas injetadas não esteja muito disseminado na Europa, já foi assinalado como um problema localizado em grupos de consumidores de droga de alto risco em alguns países (República Checa, Alemanha, Irlanda, Espanha, Áustria, Polónia, Finlândia, Suécia e Reino Unido).
TAGS:Checa Alemanha Irlanda, MDMA,
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