segunda-feira, 29 de março de 2010

HISTORIAS SECRETAS DA P.I.D.E DGS

De: S to António O Salazar
Data: 24-03-2010 20:02:44
Para: Undisclosed-Recipient:,
Assunto: PIDE




Histórias secretas da PIDE/DGS
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A PIDE tinha-entre corpo directivo, agentes, pessoal administrativo e auxiliar-cerca de 2.500 efectivos. Isto não era uma enormidade?

Óscar Cardoso:Com os agentes do Ultramar,talvez fossem quase 3.000 efectivos.Não considero que o número seja uma enormidade... não nos esqueçamos que Portugal,na altura,ia do Minho a Timor... estando, hoje, Portugal, reduzido às fronteiras do tempo de D.Afonso III, e em termos de comparação com o número de efectivos que têm as várias forças de segurança... a GNR tem cerca de 30.000, a PSP tem + de 20.000, portanto...


- O que tinha de fazer quem queria ingressar na PIDE?


Óscar Cardoso: O exército, nas suas ordens de serviço,publicava convites,dirigidos,sobretudo,a oficiais milicianos,que,se estavam interessados em ingressar nos quadros,deveriam, então, prestar provas. Isto, no caso de homens oriundos do Exército, porque entraram na PIDE vários agentes da PJ e GNR, como eu, p.ex.


- Porque era necessário,por vezes,a abonação de um oficial?


Óscar Cardoso: Porque se exigia que o candidato tivesse uma folha militar completamente limpa!


- É verdade que,já depois do 25 de Abril,Vasco Gonçalves,abonou a entrada de diversos agentes?


Óscar Cardoso: Com toda a franqueza, nunca vi nenhuma abonação subscrita pelo Vasco Gonçalves!!! Conheci, na prisão, quem me dissesse ter sido abonado por ele, é um facto... agora, o Costa Gomes é que deve ter abonado muitos, sobretudo pessoal vindo de Angola, no tempo em que ele era comandante-chefe.


- Qual o peso que os informadores tinham na resolução dos problemas?


Óscar Cardoso: Nós distinguíamos dois tipos de informadores: os que informavam, de livre e expontânea vontade, porque achavam dever fazê-lo, sem qualquer retribuição pecuniária, outros que, embora de boa formação moral e cívica, queriam ganhar umas "cr'oas... ainda havia informadores angariados na noite, como são todos aqueles que chegam a denunciar-se, uns aos outros, como p.ex. os traficantes de droga!


- Confirma que havia ficheiros com informações respeitantes a mais de 1.000.000 de pessoas?


Óscar Cardoso: Não confirmo nem desminto... quando entrei na PIDE, passei por vários departamentos, por serviços reservados, mas nunca vi nada dessa documentação.


- Esses ficheiros tinham consulta livre?


Óscar Cardoso: Não, estavam reservados à consulta dos serviços, e, se, eventualmente, fosse pedida alguma consulta, a pessoa em causa(depreenda-se agente superior), tinha de preencher um documento de requisição, que era, posteriormente, arquivado!!!


- Todos esses ficheiros desapareceram?


Óscar Cardoso: Esses ficheiros desapareceram porque a sua revelação punha a descoberto os crimes e vícios de muitos impolutos fascistas, alguns deles bufos da PIDE. Os mais importantes foram para a União Soviética... o refugo ficou na Torre do Tombo.

Desapareceu o processo secreto do navio "ANGOCHE", em cujo afundamento estava implicado o PCP; o processo do Dr. Álvaro Cunhal; o processo que comprometia o "Bando de Argel", na morte de Humberto Delgado; o processo de Júlio Fogaça, militante do PCP, preso com o namorado, que era um soldado de Cavalaria 7; o processo que demonstrava que Álvaro Cunhal tinha sido ajudado, por nós, aquando da sua fuga de Peniche; o processo de Jean Jacques Valente, preso por homicídio, e que, depois do 25-A, foi credenciado para interrogar os funcionários da PIDE, em Caxias!!!
Por outrro lado, apareceram muitos outros ficheiros, fabricados e introduzidos, nos arquivos, depois de 25-A, para dar um estatuto de mártir e torturado, a muito bom "caramelo", que nunca pôs os pés na António Maria Cardoso... a maior parte desses mártires tem, hoje, direito a benefícios fiscais e pensões do Estado!!!

- A tortura era, ou não, uma prática institucionalizada na PIDE?


Óscar Cardoso: É claro que não! Vou, a esse propósito, relatar um episódio curioso que se passou: um dia, vi, na TV, uma velhota, a mostrar as cicatrizes, nas pernas, causadas por queimaduras de cigarro, dizendo que lhe tinham sido feitas pelos carrascos da PIDE... uns dias depois, a mesma velhota dizia, aos jornais, que tinha recebido 40 contos do PCP, para mostrar as queimaduras, que, afinal, tinham sido feitas por azeite a ferver!!! É com estas mentiras que se faz a HISTÓRIA!!! Eu servi na GNR e na PIDE... onde vi grandes sovas foi na GNR... a PIDE era uma polícia semelhante à de muitos outros países democráticos... a França tinha o SDECE e o DST, a Inglaterra tinha o DI5 e o DI6, os EUA tinham (e têm)a CIA e o FBI, que fazem muitos serviços de segurança de Estado... não sei em que seríamos diferentes... fazíamos escutas telefónicas??? Os serviços de informações também as fazem!!!

Com estas atoardas de tortura e escutas telefónicas, nem sequer nos apercebemos que, com estas altas tecnologias, se estão a formar polícias que podem, graças a esses meios, controlar, eficazmente, a vida de cada um de nós... mas, como é tudo feito em nome da democracia, ninguém parece muito preocupado!!!
Os horrores da PIDE continuam a ser propagandeados para justificar a revolução e esconder a miséria destes últimos 35 anos... não fomos nada do que dizem... fomos, isso sim, uma das três melhores polícias do mundo... com relevantes serviços prestados ao País!!!

Fonte:Histórias secretas da PIDE/DGS


Maria Celeste Amado de Oliveira-Miratejo

SALAZAR E A RODESIA

De: S to António O Salazar

Data: 03/28/10 21:04:35

Para: Undisclosed-Recipient:,

Assunto: Historia verdadeira.

Historia verdadeira.

Caro João Mateus, FZE (Fuzileiro Especial?)

Esta mensagem, ( publicada no www.portugalclub.org ) foi-me enviada pelo meu Camarada de partido, José Ricardo zericardo@servidor.com a qual é por mim, muito apreciada, quer em termos pessoais, quer em termos políticos. E porquê?
Porque sou um indivíduo interessado em História e porque sou um defensor do esforço; dedicação, suor e lágrimas, derramadas pelos Portugueses, no grande projecto de um Portugal independente, do Minho a Timor, ou seja, os Estados Unidos de Portugal!

Coisa que não existe no tempo presente. O que existe hoje é um Portugal subserviente, dentro de uma organização mundialista, a UE, dependente de quase tudo, às portas de ser absorvido pela Espanha, onde o País Vasco; Catalunha e Galiza, pretendem ser independentes.
O Dr. Salazar, foi absolutamente correcto neste episódio da então, Rodésia e os militares Portugueses, com forças inferiores, sempre souberam ser superiores! Tal e qual o demonstra este episódio.
Cumprimentos, M. L. "Guerreiro da Luz"


:
e a questão da Rodésia

Uma historia verdadeira.

Estive la e sei e conheci esta historia.

Joao Mateus (FZE)

----- Original Message -----

From: HEROISdoMAR www.aloportugal.org

...e a questão da Rodésia

Salazar e a questão da Rodésia

( Sobre Guerra em Monçambique )

Em Novembro de 1965 eu tinha apenas 11 anos, acabados de fazer, mas já nessa altura me interessava por política e acompanhei com sofreguidão o evoluir dos acontecimentos. Vivia em Vila Pery, hoje Chimoio, mas por muitas vezes ía à Beira e por também muitas vezes visitava aquele território inglês com os meus pais. Admirava o estilo de vida que os "bifes" tinham trazido para ali, a Ordem, o Rigor, a sede de Cultura, com espectáculos semanais de ópera numa cidadezinha como Untali, com menos de 30 mil habitantes.

Nesse fim de 1965, o governo inglês dirigido por Harold Wilson decidira entregar o governo da Rodésia do Sul à maioria negra como fizera na Rodésia do Norte (Zâmbia) e com a Nyassaland (Malaui).

A população branca residente na Rodésia do Sul, cerca de 250 mil colonos, decidiu que Ian Smith seria o primeiro ministro de uma Rodésia independente, governada por brancos, à semelhança do que acontecia na África do Sul, país que imediatamente apoiou a iniciativa.

Pouco tempo depois, o governo inglês enviou para o Índico uma task force constituída por um porta-aviões, três fragatas e navios de apoio, num total de nove navios. A missão dessa força militar era desembarcar na Beira, porto marítimo e principal via de abastecimento e de escoamento de produtos da Rodésia, e de seguida rumar àquele território para impôr pela força a aceitação de um governo negro.

Por essa altura os hoteis de Moçambique e da África do Sul encheram-se com as mulheres e crianças idas da Rodésia, onde apenas ficaram os homens, em armas e dispostos a tudo para manter o governo de Ian Smith.

Salazar não hesitou. A entrega da Rodésia à maioria negra iria abrir uma nova frente de guerra no distrito de Manica e Sofala, bem como na fronteira sul de Tete. Sem pensar duas vezes, Salazar deu ordens às forças portugueses aquarteladas na Beira no sentido de impedir o desembarque dos ingleses. Nessa altura foi reactivada a bateria de costa da Beira, constituída por 3 peças fixas Krupps, se não estou em erro de 150mm, localizadas no bairro das Palmeiras. Foram deslocadas para a foz do rio Pungué várias peças de artilharia móveis e o terraço do Grande Hotel serviu de base a diversas peças de artilharia anti-aérea. Em poucos dias a cidade da Beira fortificou-se, preparando-se sem hesitações para resistir a um ataque dos ingleses. A frota inglesa, mesmo assim entrou nas águas territoriais nacionais, supondo que os portugueses não lhes fariam frente. Sairam ao seu encontro 2 T-6 Harvard, que dispararam algumas rajadas de aviso para a água, em frente à esquadra inglesa. Aí os ingleses perceberam que a ocupação da Beira, onde queriam estabelecer uma testa de ponte para atacar a Rodésia, não ia ser pacífica.

Possuíam naquele momento forças suficientes para derrotar os portugueses, quer em homens, quer em aviões, mais de meia centena de caças bombardeiros contra alguns T-6 Harvard e PV2 Harpoon, que seriam facilmente abatidos por serem aviões lentos, quer em poder de fogo por parte das peças de artilharia das fragatas.

Apesar da desigualdade de forças, em momento nenhum os portugueses pensaram em virar as costas ao combate.

Várias pontes da estrada de 300km que ligava a Beira à Rodésia foram armadilhadas pelas forças portuguesas, que tinham ordens para as destruir em caso de desembarque inglês.

Harold Wilson decidiu suspender o ataque que iria opôr os aliados de séculos, percebeu que Salazar não permitiria o desembarque.

A frota inglesa regressou a águas internacionais onde iniciou um bloqueio naval a todo o tráfego que rumava à Beira. Apenas passavam os navios com mercadorias de e para Moçambique. Os que traziam abastecimentos para a Rodésia eram impedidos de entrar no porto da Beira. Em pouco tempo o dispositivo militar foi reforçado em terra. De Portugal e de Angola chegaram aviões de combate Fiat G91 e F84, para além de peças de artilharia. A partir dessa altura havia um equilíbrio entre as forças portuguesas e as inglesas.

Deu-se então o episódio do petroleiro grego Ioana V, de 12.000 toneladas, carregado de crude para a refinaria de Untali. Os ingleses tinham decidido paralizar a Rodésia de Ian Smith por falta de combustíveis.

Salazar mais uma vez decidiu "aborrecer" os ingleses. Na Beira estava uma fragata (penso que era o antigo aviso Bartolomeu Dias) e um draga-minas. Receberam ordens para zarpar e ir ao alto mar "buscar" o petroleiro bloqueado pela armada inglesa. Os dois navios portugueses rumaram até ao local e colocaram-se um de cada lado do petroleiro, de modo que os ingleses se o quezessem impedir de rumar ao porto da Beira teriam de disparar sobre os dois vasos de guerra portugueses. Receberam ordens de Londres para não abrir fogo, e o petroleiro grego "furou" o bloqueio inglês.

Percebendo que Salazar jamais permitiria que os ingleses impuzessem na Rodésia um governo de maioria negra, Harold Wilson ordenou a retirada da task-force, assumindo a derrota.

Movimento pró-Pátria www.aloportugal.org

De: S to António O Salazar
Data: 28-03-2010 16:31:37
Para: Undisclosed-Recipient:,
Assunto: FILHOS DO ESTADO




FILHOS DO ESTADO
E SEUS NEGÓCIOS MACABROS COM CRIANÇAS EM PORTUGAL


De acordo com os dados disponíveis, que datam ainda de 2008, existem em Portugal cerca de catorze mil crianças institucionalizadas, em situações de protecção que resultam dos mais variados cenários, consubstanciados nos maus tratos de toda a ordem a este universo de crianças e menores, bem como resultante da incapacidade financeira dos progenitores.
Cada criança que vive á guarda das respectivas instituições de acolhimento custa ao Estado português, em números redondos, 800 euros/mês.
Na verdade é só fazer contas. Nem é contabilidade e engenharia financeira complexa. É pura aritmética, de tal modo simples e objectiva que foi talvez por isso mesmo que acabou por escapar a este governo, como de resto tem escapado a todos os que tem passado pelo poder em Portugal , nos últimos anos, uma questão tão importante como esta . Mas se a este governo, tão balanceado para as questões sociais de fundo, escapou este pormenor, foi porque de facto este tema lhe serviu apenas para agitar bandeiras em nome de um Estado Social que de imaginação e criatividade parece ter pouco ou mesmo nada. È que além de gastar desmesuradamente, muitas vezes canalizando enormes verbas para algumas instituições de acolhimento cuja credibilidade e seriedade poderão ser, legitimamente postas em causa, o governo socialista não tratou com seriedade a questão da protecção social ás famílias. Porque a protecção social nunca será só uma questão financeira e orçamental, mas também uma questão de afectos e laços de sangue, a que os irmãos da fraternidade da rosa sempre se proclamaram tão ideologicamente ligados.
Quando se fala num valor entregue a cada instituição de acolhimento, um pouco acima dos 800 euros por criança, estamos a falar de um modo sustentar uma “espécie de negócio” de caridadezinha, à boa maneira do tempo da outra senhora, retirando ás muitas famílias, que se vêm desmembradas de filhos em tenra idade, quantas vezes por razões de circunstância trágico financeira, de poderem manter a sagrada estrutura que por certo representa a sua família.
Mas o que deveria então o governo fazer para inverter este cenário (?).
Pois muito bem; à excepção daquelas crianças e adolescentes menores de idade, que por maus tratos físicos de todas a espécie ou mesmo por violência de carácter psicológico são entregues á protecção do Estado, todas as outras, sobretudo aquelas que são retiradas aos progenitores por razões de ordem económico, ou seja , por manifesta incapacidade de dar resposta ao seu sustento, deveriam manter-se no seio familiar, sendo que parte da verba disponibilizada para as instituições seria utilizada então no sentido de solucionar parcialmente as carências financeiras dos progenitores face ás suas crianças.
Isto sim, isto é que seria uma política de verdadeiro apoio social ás famílias e uma autêntica protecção ás crianças no sentido da conservação dos seus afectos e defendendo deste modo os reais valores da Família, numa sociedade que para ser mais desenvolvida, próspera e justa, não pode abdicar de tal património.
Sabe-se que mais de metade das crianças institucionalizadas não o estão por razões de violência física ou psicológica, mas porque a condição económica dos seus progenitores para aí os levou. Com uma política de autenticidade e realmente séria neste particular, o governo pouparia muito dos cerca de 1 400 milhões de euros/ano que disponibiliza para as tais instituições de acolhimento.
Na verdade é muito difícil acreditar que o governo alguma vez se tenha preocupado seriamente com esta questão, sobretudo vista desta forma integrada ou seja, protecção/família/criança/utilidade do investimento. (?) Ou será que existem outros interesses, defendidos até á exaustão por alguns lóbis que fazem das misérias sociais a sua forma de vida e o seu ganha pão, à semelhança de outros tempos em que se brincava a uma outra “caridadezinha” de tão má memória (?)
Pois é, as instituições de acolhimento empregam pessoas, dão afinal trabalho a muita gente e quem sabe…saldo positivo ao final do ano, apesar de serem instituições com estatuto alheado do lucro.
E porque há tantas crianças institucionalizadas (?) Não acontece tudo apenas por vontade dos tribunais. Até chegar ao momento da decisão do Juíz, cada processo passa pela mão de muitos agentes envolvidos, mas cuja seriedade e os interesses a de alguns deles, a maioria dos cidadãos desconhece. Tudo isto num país que caminha para um cenário em que a adopção, a médio prazo, será banalizada.
Há os que há muito lutam por isso. E há muito que se sabe quem eles são.
Afinal vivemos numa espécie de país modernaço com gente modernaça , feita de tiques de vanguardismo infantil e globalizador, e em que os pobres perderam o direito á procriação, sendo que ao cometerem esse delito, os seus filhos serão, mais tarde ou mais cedo, propriedade do Estado. Miguel Angelo Santinho Barata

Do PortugalClub: Se um filho é retirado do seio de uma familia pobre , porque esta familia é miserável, porque antes de gastar 800 Euros em porões do estado, não conceder um salario minimo a esta familia, para se auto - Sustentar

De: Contra os Canhões

Data: 20-03-2010 23:58:00

Para: Undisclosed-Recipient:,

Assunto: SERMÃO de DOMINGO

SERMÃO de DOMINGO

"DE TANTO VER TRIUNFAR AS NULIDADES..."

(Ruy Barbosa, estadista brasileiro apóstolo da HONRA, pregador da DIGNIDADE, defensor do DIREITO, exemplo de HOMEM)

De: J.Verdasca

Nobres compatriotas,

desde longa data e aqui no PORTUGALCLUB, muitos textos vêm alertando para a grave situação económico financeira de Portugal, face à irresponsabilidade vigente que facilitou o descalabro das contas, a gastança descontrolada, a ruinosa estratégia de investimentos, o endividamento (externo e interno) mais que irresponsável, os aviltantes salários dos administradores de grandes empresas estatais e privadas e as ainda mais escandalosas gratificações que normalmente DOBRAM tais salários, o que permite a alguns presidentes ARRECADAR até C I N C O M I L H Õ E S de Euros por ano, o equivalente a mais de M I L salários M Í N I M O S, portanto, ao salário de MIL CHEFES de FAMÍLIA !!!. O que significa que um "PROTEGIDO" do rei vale por mil portugueses honrados !!!. E - do presidente do Banco de Portugal ao ministro das finanças, passando por todos esses "cérebros" privilegiados, nenhum previu a crise, nenhum evitou os seus prejuízos, nenhum deixou de auxiliar no afundamento da NAU PORTUGAL, que acaba de presenciar a IMPLANTAÇÃO do famigerado PEC (programa de estabilidade e crescimento) imposto ao nosso país pela UNIÃO EUROPEIA para tentar evitar a Banca Rota !!! O que diz a isto o nosso Crítico Oficial e querido amigo Gabriel Cipriano ?. E Portugal encontra-se nesta situação de penúria - logo a seguir à GRÉCIA - depois de ter DESPERDIÇADO mais de três bilhões de Euros para salvar dois bancos P R I V A D O S, socializando prejuízos advindos da especulação financeira, da má administração, da ganância, da incompetência, talvez mesmo da corrupção, decerto do aventureirismo !!!. Que tal, Gabriel Cipriano ?.

Entretanto, os escândalos continuam abastecendo o noticiário, ocupando as manchetes de jornais e televisões e sendo larga e longamente comentados pelos portugueses. Eis a manchete do jornal "DIÁRIO de NOTÍCIAS" da passada terça-feira: " EXPLICAÇÕES DE VARA (Armando) COMPARADAS COM AS DADAS POR TRAFICANTES - fazem lembrar casos como os que explicam as encomendas de lençóis da 'branca e da escura' como 'encomendas de material têxteis' , escreve Marques Vidal, Procurador que tutela a investigação do processo 'FACE OCULTA' na resposta ao recurso de Armando Vara. Em causa, as justificações dadas para a expressão '25 km' usada ao telefone pelo empresário Manuel Godinho e o ex-administrador da BCP. O Procurador diz tratar-se do pagamento de 25 mil Euros em linguagem cifrada" !!!. O Procurador garante ainda que o "banqueiro" era uma peça-chave no esquema de Manuel Godinho. O Procurador utilizou tal expressão para tentar desmontar os argumentos apresentados pelos advogados Nuno Godinho de Matos e Tiago Bastos quanto a uma escuta telefónica, em que Manuel Godinho pergunta a Armando Vara se quer para agora 'os 25 quilómetros' a que Vara responde que fica para mais tarde !!!. Segundo o Procurador, trata-se de 25 mil Euros que o empresário de Ovar deu a Vara......... A intervenção do arguido Armando Vara foi essencial e decisiva para a concretização dos planos criminosos do arguido Manuel Godinho... É manifesta a importância atribuída pelos arguidos a Armando Vara e à sua capacidade de influência.." !!!.

E a semana foi pródiga em REVELAÇÕES ESCANDALOSAS relativas a governantes e não governantes, a BOYs protegidos daqueles e a outros "maus filhos de boas famílias", desde processos relativos a prédios que desapareceram da Câmara (de novo envolvendo o nome do PM) à actuação e benesses atribuídas ao já famoso rapaz de 32 anos que de 10 mil Euros mensais passou instantaneamente a cerca de um milhão e meio por ano, também ele dando um gigantesco Salto à Vara, que, se não o tornou CAMPEÃO do MUNDO na modalidade decerto o fez CAMPEÃO NACIONAL entre todos os EX-JOTAS (?) e protegidos colaboradores do "Statu Quo" lusitano, e, além disso, o tornou também um dos principais "CONTRIBUINTES" para o DEFICIT que "brilha" e empana a bandeira verde-rubra.

Já Alexandre Soares dos Santos - Presidente do Grupo Jerónimo Martins - declara - alto e bom som - que: "NINGUÊMNOS DIZ A VERDADE M PORTUGAL", decerto não querendo atingir todos os portugueses (!), antes as "autoridades" ou os poderes já muito desacreditados (?), pois seria inadmissível que um SENHOR de proveta idade e grande responsabilidade pretendesse chamar MENTIROSOS a todos os seus compatriotas !!! Mais adiante, o jornal "ECONOMIA" em manchete na página 10, proclama: " A R M A N D O V A R A continua no B C P ............ sem fazer NADA. O que está - afinal - Armando Vara a fazer no B C O ? A resposta é simples........N A DA. O vice-presidente do banco com o cargo suspenso, mantém um gabinete no TAGUSPARK (esta empresa ficou famosa devido ao noticiário recente envolvendo nomes famosos) em Oeiras, ,o edifício da administração, mas até agora não desempenhou qualquer função apesar de continuar a receber a remuneração correspondente ao cargo de vice-presidente." !!!. DEPOIS ADMIRAM-SE QUE O POVO JÁ ESTEJA REVOLTADO, QUE O ESTADO ESTEJA QUASE FALIDO, QUE A UNIÃO EUROPEIA TENHA IMPOSTO O TAL DE P. E. C. E QUE A NAÇÃO - EMPOBRECIDA, AVILTADA E ESFOMEADA - ESTEJA EM POLVOROSA.

DURANTE ANOS, PROCLAMARAM QUE OS IMPOSTOS N Ã O SERIAM AUMENTADOS. AGORA - DA NOITE PARA O DIA - só uma taxa foi ou saltou para 45% !!!. A manchete do "JORNAL de NEGÓCIOS" de quarta-feira apresenta em título: " O P E C MEXE NO BOLSO DE TODOS", o que - a ser verdade - nos parece uma gravíssima injustiça, porquanto os VARAS e os SOARES que "não ganham" mas recebem milhões de Euros por ano é que deveriam pagar a conta, pois a esmagadora maioria do pobre, maltratado, sacrificado e "abusado" povo humilde já não tem moradia decente, já não come o suficiente e está meio demente com a triste situação pessoal e nacional, NÃO É GABRIEL ???. Mas, não posso deixar de aplaudir - questão de honestidade - a taxação dos lucros obtidos com ações emj 20%, até porque era um verdadeiro escândalo a ISENÇÃO de LUCROS FINANCEIROS especulativos que tínhamos até agora, que aliás ninguêm entendia, ou, melhor, só se entendiam enquanto vergonhosa protecção ao capital de mal explicada origem !!!.

As crises - por vezes - têm o seu lado bom, as suas vantagens, os seus aspectos moralizantes e ou moralizadores. O anterior é um deles. Outro - que nem todos entendem convenientemente - é o facto de o governo se ver obrigado a suspender a construção dos T. G. V. das novas AUTO-ESTRADAS e do NOVO AEROPORTO. Circulei por estradas e auto-estradas completamente V A Z I A S, podemos ir ao Porto pela auto-estrada do Oeste (paralela e ao longo da costa) e regressar pela A1 que lhe é também paralela e que chega a ficar apenas a 10 quilometros daquela, ou seja, uma bem ao lado da outra. Pois - NÃO FORA A CRISE - a estratégia de investimento governamental E R A M as AUTO-ESTRADAS, os T.G.V.s que teriam de ser largamente subsidiados (o custo real de uma passagem Lisboa-Madrid está calculado em 200 Euros ida e volta, equivalente a três ou quatro passagens de avião) e ainda o Aeroporto gigantesco, quando a Portela não está saturada, e se podem basear os LOW COAST no Montijo, em Alverca, em Sintra ou mesmo no Estoril, quatro pistas praticamente DENTRO de LISBOA !!!. SERÁ QUE A INTELIGÊNCIA FUGIU DEFINITIVAMENTE DE PORTUGAL, OU SÃO OUTROS "motivos" OU RAZÕES QUE A RAZÃO DESCONHECE ??? COM A PALAVRA O NOSSO CRÍTICO ANALÍTICO OFICIAL, QUE TEM INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS A QUE NÃO TEMOS ACESSO.

Cordialmente, JVerdasca

domingo, 28 de março de 2010

Sábado, Março 27, 2010
CLEPTOCRACIA E O ROUBO CONTINUA: Quatro ministros e nove secretários de Estado pedem apoio

Luís Amado e Helena

André recebem 1400€
por mês para alojamento

Alojamento: Quatro ministros e nove secretários de Estado pedem apoio
Governantes com subsídio para casa
Quatro ministros e nove secretários de Estado vão receber por mês 1400 euros de subsídio de alojamento para viver em Lisboa. A ajuda de custo foi concedida pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, segundo dois despachos publicados ontem em Diário da República.
Desde que residam a mais de 100 km da capital, os governantes têm direito, por lei, a um subsídio de alojamento que corresponde a 47 euros por dia. Ou seja, 1400 euros por mês. Em Lisboa, o arrendamento de um apartamento T2 ou T3 varia, em média, entre os 750 e os 900 euros.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, que declara residência permanente no Funchal, solicitou pela segunda vez o subsídio de alojamento. No anterior Governo, Luís Amado recebeu cerca de 16 mil euros por ano.
Com residência em Bruxelas, a ministra do Trabalho, Helena André, também irá receber ajudas de custo. Assim como os ministros da Agricultura, António Serrano (residente em Évora), e da Justiça, Alberto Martins (residente no Porto).
Nove secretários de Estado, entre os quais Laurentino Dias e Carlos Zorrinho, irão auferir também ajudas de custo. Por ano, cada um dos governantes vai receber cerca de 17 mil euros de subsídio de alojamento.
O presidente do Conselho Económico e Social, Silva Peneda, e o seu chefe de gabinete, Fernando Santos Pereira, também têm direito a 1400 euros/mês e 940 euros/mês, respectivamente.
SAIBA MAIS
O QUE DIZ A LEGISLAÇÃO
A lei determina que aos membros do Governo que não tenham residência permanente em Lisboa ou numa área circundante de 100 km pode ser concedida habitação por conta do Estado ou atribuído subsídio de alojamento.
4821€
Os ministros têm um vencimento-base de 4821 euros, ao qual acresce um abono mensal de mais de 1900 euros para despesas de representação.
4450€
O vencimento dos secretários de Estado é de 4450 euros mas têm ainda direito a um abono mensal de mais de 1500 euros para despesas de representação.
TEIXEIRA DOS SANTOS TAMBÉM TEM DIREITO
O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que concedeu o subsídio de alojamento aos colegas de Governo, também tem direito a ajudas de custo para viver em Lisboa. Apesar de morar há mais de dez anos na capital, o governante tem residência permanente em Paranhos, junto à Faculdade de Economia do Porto, onde deu aulas antes de integrar o anterior Executivo de José Sócrates.
Em 2005, Teixeira dos Santos solicitou o subsídio, tendo recebido mais de 1300 euros/mês, mas neste ano poderá voltar a pedir. O despacho de autorização terá de ser assinado por Sócrates.
BENEFICIÁRIOS ou "CLEPTOCRATAS"
MINISTROS
Luís Amado, Negócios Estrangeiros
Alberto Martins, Justiça
António Serrano, Agricultura
Helena André, Trabalho
SECRETÁRIOS DE ESTADO
Laurentino Dias, Desporto
Maria Manuel Leitão Marques, Modernização Administrativa
José Junqueiro, Administração Local
Fernando Serrasqueiro, Comércio
Bernardo Trindade, Turismo
Carlos Zorrinho, Energia
Manuel Pizarro, Adjunto e da Saúde
Óscar Gaspar, Saúde
Alexandre Ventura, Educação
CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL
José Silva Peneda, Presidente
Fernando Santos Pereira, Chefe de gabinete
CM
OUTRAS NOTICIAS:
ARMANDO VARA (BCP) - RECEBEU 520 MIL EUROS EM 2009
SINTRA: GANG BRASILEIRO ATACA

DESAPARECIMENTO

RE: Desapareceu o TIAGO - P.F. Divulguem (ele precisa de medicamentos urgente)

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Leão Pelado

para Leão

mostrar detalhes 14:45 (2 horas atrás)

Transmissão de

Pedido de ajuda de desaparecido

Olá caros amigos,


Segue em baixo o pedido de uma amiga minha que viu ontem o filho sair de casa e não voltou agradeço a todos que se tiverem alguma informação me liguem ou liguem para o n.º da Carolina que é a minha amiga e colega de trabalho.

Obrigada Sara Silva

Telemóvel 965094908

No domingo 14 de Março de 2010, o meu filho Tiago Rocha, saiu de casa pelas 10h, no carro de matrícula 89-87-XX, Renault Mégane, preto, com destino a Serralves.

Foto também em anexo

Até este momento, nada se sabe do seu paradeiro, a não ser que:

· não sofreu qualquer acidente;

· não deu entrada em nenhum hospital;

· não fez qualquer movimento bancário, com os 2 cartões em sua posse e não atende o telemóvel.

Tem cerca de 1,79m, magro, e veste camisola beje de lã de gola alta, calças de bombazine verde-acastanhado e blusão cinza em escocês príncipe de gales. Sofre de doença crónica, não totalmente clarificada, com lapsos de memória e crises de ansiedade, principalmente na carência da medicamentação diária, que já é o caso.

A PSP, PJ e MP estão já em acção, mas agradeço encarecidamente a vossa atenção para o rosto que segue em anexo e para a viatura em que se deslocou.

Carolina Carneiro
910106523

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De: Pedro Ferreira
Data: 24-03-2010 19:55:32
Assunto: Programa do CQC censurado foi ao ar hoje







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Tudo começou quando a produção do programa CQC decidiu colocar um GPS dentro de uma televisão e fez a doação para a Prefeitura de Barueri-SP para que fosse entregue a uma escola municipal.

Depois de 3 meses, descobriram que em vez da televisão estar sendo utilizada pelo alunos, havia sido desviada para a casa da diretora da instituição de ensino.

1. http://www.youtube.com/watch?v=TUgmkyJX06I

2. http://www.youtube.com/watch?v=A2Sorxno1Ps

3. http://www.youtube.com/watch?v=XAzeTN2Mw6c
Como é que o brasileiro comum se acha no direito de reclamar dos políticos que estão desmantelando o país?
Enquanto continuar esta maldita mania de levar vantagem em tudo, nosso país continuará sendo a "republiqueta" de sempre governada por políticos tão malandros quanto os seus eleitores.






--
http://parasitasdedeus.blogspot.com/

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quinta-feira, 25 de março de 2010

JA TODOS SABEMOS

desaparecimento

RE: Desapareceu o TIAGO - P.F. Divulguem (ele precisa de medicamentos urgente)

Responder

|

Leão Pelado

para Leão

mostrar detalhes 14:45 (2 horas atrás)

Transmissão de

Pedido de ajuda de desaparecido

Olá caros amigos,


Segue em baixo o pedido de uma amiga minha que viu ontem o filho sair de casa e não voltou agradeço a todos que se tiverem alguma informação me liguem ou liguem para o n.º da Carolina que é a minha amiga e colega de trabalho.

Obrigada Sara Silva

Telemóvel 965094908

No domingo 14 de Março de 2010, o meu filho Tiago Rocha, saiu de casa pelas 10h, no carro de matrícula 89-87-XX, Renault Mégane, preto, com destino a Serralves.

Foto também em anexo

Até este momento, nada se sabe do seu paradeiro, a não ser que:

· não sofreu qualquer acidente;

· não deu entrada em nenhum hospital;

· não fez qualquer movimento bancário, com os 2 cartões em sua posse e não atende o telemóvel.

Tem cerca de 1,79m, magro, e veste camisola beje de lã de gola alta, calças de bombazine verde-acastanhado e blusão cinza em escocês príncipe de gales. Sofre de doença crónica, não totalmente clarificada, com lapsos de memória e crises de ansiedade, principalmente na carência da medicamentação diária, que já é o caso.

A PSP, PJ e MP estão já em acção, mas agradeço encarecidamente a vossa atenção para o rosto que segue em anexo e para a viatura em que se deslocou.

Carolina Carneiro
910106523

______________________________________________

O importante não é viver, mas viver com dignidade.

Sócrates, o Ateniense [Democracia]

terça-feira, 23 de março de 2010

REFORMAS

Vasco Franco - este merece porque foi herói
Democratizado por Tiago Soares Carneiro . 20.2.07
Etiquetas: Reformas Chorudas


APESAR de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado.
A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.
A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado - técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» - apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.
A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.
O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro. Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.
Triplicar o salário. Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4000 euros mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.
A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.
Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril (????????), e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.
Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.
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Só em 2011? Sr. Sócrates, abra os olhos

Sim Sra. Primeira

Recados ao governo do Sócrates - CUIDADO

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18 comentários democráticos:

Anónimo disse...
nao me digas que era comando, era o cumulo da ipocrisia.sem palavras e juramentos.da suica o canario.
8:51 PM
victor simoes disse...
Com que lata é que pedem ao Povo, para apertar o cinto?
E muita latosa, senhores políticos de Portugal.
Como é que este senhor tem habilitações para administrador de uma empresa de capitais públicos? Eu julgava que teria que ser no mínimo licenciado em gestão!!!
Que triste Portugal, por estas e outras andamos tão mal.
11:27 PM
Anónimo disse...
coitado do salazar e da pide
10:03 PM
Anónimo disse...
Com este *exemplo* de Soares Franco (será por ser Franco ou por ser Soares?) vai haver bicha no Largo do Rato para se inscreverem no PARTIDO.
_____Pudéra!
1:52 PM
Busilis disse...
Nao gozem com o sr pois ele foi sodomizado por um pelotao de turras ao som do hino naconal, nao ha dinheiro que compense isso... Agora tem o direito legitimo de nos encavar a todos
5:35 PM
Anónimo disse...
Viva Vasco és cá dos nossos!!!
7:21 PM
Anónimo disse...
Ai Vasco, deixa-me ser teu amigo. Que pena não ter um avião para te emprestar...
7:23 PM
Anónimo disse...
Um dia destes não se admirem se a bomba estoire aos pés de um bandido desses com tanta miséria que ai anda,
12:16 PM
AUGUSTO disse...
Isto é como um labirinto, toda a gente comenta mas continua a acontecer e...não se vê a saída.
5:07 PM
Nagaréboshi disse...
Olá Vasquito!
Eu estava no CCM em Nampula, Moçambique em 1972, quando por lá passaste com tua irmã. Terias 13 ou 14 anos não mais.
Em 1975 todas as colónias eram independentes e tu terias uns 17 anos. Francamente, Franco, não entendo onde e em que circunstâncias foste ferido em combate para que aufiras a tal indeminização de guerra.
Será que o "pico no pé" do teu pai (major Vasco Àlvares) (excelente como militar e pessoa) te valeu tal reforma? Não , não faz sentido.
Bem, seja como for, eu confirmo a dúvida que paira sobre este caso pelos factos e circunstâncias em que te conheci, e tu, porque fazes parte do grupo dos que "querem um Portugal mais fraterno", se te sentes injustiçado com tal reforma, sê heroi, devolve essa "guitinha" aos que foram feridos mas ao serviço da Pátria verdadeira.
Se for o caso, e para que tenhas lugar na IBÉRIA que preconizamos,
sê "FRANCO" contigo próprio.
Amen.
12:36 AM
Anónimo disse...
isto é o cumulo da pouca vergonha que estes politicos nos dão a conhecer, não existe justiça porque casos como estes não aconteceriam
7:54 PM
gaspar disse...
Ao srº Vasco Franco tenho que recnhecer uma coisa, se ele pagou o tempo militar está no seu pleno direito de o contar, pois também fui militar, estive no Ultramar, e o tempo que lá estive, e mesmo o de cá pagueio para contar como tempo efectivo, aí não posso estar em acordo com essa critica, era o quemais faltava, eu e milhares de jovens que foi par o serviço militar alguns e não poucos ficaram com a vida em farrapos e agora mesmo a pagar- mos uma coisa que nem o deveria ser, levar - mos com essa na cara? No que diz respeito ao resto ai já a coisa fia mais fino,mas não misturem uma coisa com a outra.
7:21 PM
Abreu dos Santos (senior) disse...
a msg infra, foi reenviada às 14:50 de hoje, 01Abr2009, para o email institucional do deputado Vasco Franco
http://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/EmailDeputado.aspx?BID=2270

assunto: Contagem do Tempo de Serviço

O leitor de um semanário informava ontem, dia 31 de Março de 2009, que «apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco,
"número dois" do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já aposentado», considerando-se também a sua «contagem do tempo de serviço [...] outro privilégio raro», designadamente porque «três anos foram para o serviço militar» e daquele «recebe ainda mais € 900 de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril».

Acaso não seja "mentira do 1º de Abril", imprescindível se torna saber, ao certo:
1. Em que Unidade das FA's portuguesas prestou serviço militar aquele senhor Vasco Franco;
2. Em que precisos local, data e circunstância terá «sido ferido em combate em Moçambique»;
3. Se está inscrito na ADFA.
4. E onde pode ser consultado o processo que apreciou os alegados "ferimentos em combate" e, por tal, lhe concedeu a citada pensão vitalícia de 900€ mensais.

anexo: Ferido_em_Combate.jpg

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Para conhecimento, infra reproduzo – integralmente, 'ipsis verbis' (e sem comentários...) –, a mensagem recém-recebida do sr. deputado Vasco Seixas Duarte Franco.

===================================
de Vasco Franco
data 2 de Abril de 2009 11:17

assunto RE: Correio do Cidadão: Contagem do Tempo de Serviço

Apesar do tom pidesco da sua mensagem, esclareço que fui ferido num acidente em acção de campanha, numa coluna que sofreu dois ataques, em momento diferente do
acidente, quando se deslocava entre Marrupa e Mecula (sede da minha companhia), no Niassa, norte de Moçambique. Conservo numa perna os ferros que foram colocados na altura.
Sou um dos sócios mais antigos da ADFA e sou sócio da Associação de Operações Especiais.
Com os melhores cumprimentos

Vasco Franco

PS: A notícia que circula na net e em vários jornais tem um conjunto de falsidades. Eu tenho 57 anos, aposentei-me com 30 anos de serviço efectivo e 39 anos de descontos (fiz descontos em dobro correspondentes a 9 anos de trabalho como autarcas, como a lei permitia na altura – hoje já não permite, por decisão do actual
governo) e com base no valor dos descontos realizados nos doze anos anteriores, que incidiram sobre a remuneração como autarca. Basta perceber alguma coisa de função pública para saber que um vereador ganha mais do que um técnico superior de 1ª classe (ao contrário do que diz a notícia).
===================================
12:17 PM
Abreu dos Santos (senior) disse...
... que «a saga continua»...

4._________________________________
de Vasco Franco
para abreusantospai [...]
data 2 de Abril de 2009 12:07
assunto RE: Re: Contagem do Tempo de Serviço

Agradeço o seu gesto de encaminhar a minha resposta para as entidades a quem tinha enviado o seu mail.
Cumprimentos

Vasco Franco

5._________________________________
de abreusantospai [...]
para Vasco Franco
data 2 de Abril de 2009 12:57
assunto Re: Re: Contagem do Tempo de Serviço

Exmº Sr. Deputado Vasco Seixas Duarte Franco,

Agora, falta ainda retractar-se da insinuação de "tom pidesco" com que acintosamente adjectivou a legítima indagação, tão somente relacionada com o seu serviço militar, a qual ficou – e se mantém –, substantivamente, sem qualquer resposta.

Atentamente,

[...]

6.________________________________
Vasco Franco
para abreusantospai [...]
data 2 de Abril de 2009 16:21
assunto RE: Re: Contagem do Tempo de Serviço

Meu caro

Não sei que resposta pretende mais? Saber quantos meses estive internado no Hospital Militar de Nampula, onde fui operado, e no Hospital da Estrela onde fiz parte da reabilitação? Quem era o meu comandante de companhia… Penso que a sua "legítima indignação" parte de um pressuposto que eu não posso aceitar, que é o de que ao fim destes anos todos tenho que justificar algo que está justificado à partida. Sendo veterano sabe, como eu, o que aparentemente quem inventou a noticia não quis saber: o período que se seguiu ao 25 de Abril foi um dos mais duros da guerra no Niassa e em Cabo Delgado, porque a Frelimo queria ganhar peso negocial. Morreu muita gente nesse período, incluindo um dos camaradas do meu grupo de combate. E, realmente, desculpe que lhe diga, quem tinha tanta curiosidade pela vida das pessoas, era mesmo a PIDE…

Cumprimentos

Vasco Franco

7.________________________________
de abreusantos [...]
para Vasco Seixas Duarte Franco
data 2 de Abril de 2009 17:09
assunto Re: Re: Contagem do Tempo de Serviço (parte 3)

Exmº Sr. Deputado,
Vasco Seixas Duarte Franco, nascido em 27Abr1952, «Oficial Miliciano do Exército Português com a Especialidade de "Operações Especiais" e Comissão de Serviço em Moçambique»,

Por meio do s/email [...], às 11:17 de 02Abr2009 informou para este email privado, que:
– «Fui ferido num acidente em acção de campanha, numa coluna que sofreu dois ataques, em momento diferente do acidente, quando se deslocava entre Marrupa e Mecula (sede da minha companhia), no Niassa, norte de Moçambique. Conservo numa perna os ferros que foram colocados na altura.»

Considerando a data de seu nascimento, não é credível que, com apenas 20 anos tivesse sido incorporado no Exército, feito a recruta e especialidade, e ainda nesse mesmo ano [1972] mobilizado e colocado no norte de Moçambique. A não ser, que tivesse voluntariamente ingressado nas fileiras.
A outra hipótese, tomando como correcto o pormenor disponível no respectivo CV online, como Alferes Miliciano com a especialidade de Operações Especiais – a qual somente era (é) obtida no CIOE-Lamego (quantos COEsp's ali foram ministrados em 1973?) –, terá sido mobilizado para prestar serviço na RMM em rendição individual e para aquela marchou, provavelmente, em finais de 1973 ou princípios de 1974.

Ora, em Mecula – sede do subsector militar AML que abrangia todo o nordeste distrital do Niassa –, à data de 25Abr74 estavam aquarteladas as seguintes Subunidades do Exército:
– a CArt3558 (subunidade operacional do BArt3887/RAL3-Évora), juntamente com o Batalhão e respectiva CCS, desde finais de Abr72 (mês de chegada a Moçambique) até cerca de Jun74, quando o mesmo BArt3887 foi recuado para a cidade da Beira;
– e a 3ª/BCac19 (subunidade da guarnição normal da RMM), na área de Mecula mas acantonada no Candulo e adstrita ao citado BArt3887, desde Abr72 até ser extinta
pouco após o "Acordo de Lusaca" (07Set74).

Além disso, a única unidade que, em 25Abr74, se encontrava aquartelada em Marrupa – sede do subsector militar ARU que, muito mais a sul de Mecula, abrangia todo o vasto leste distrital do Niassa), era o BCav3888/RC3-Estremoz, saído de Lisboa em 27Jul72 e chegado àquele destino em 31Ago72, dali tendo saído ainda antes do "Acordo de Lusaca" [07Set74] e chegado a Lisboa em 24Set74. No entanto, além da 3ª/BCac14 (subunidade da guarnição normal da RMM), nenhuma das respectivas subunidades operacionais esteve colocada em Marrupa; nem em Mecula que, tal como acima indicado, pertencia a outro subsector.
Aliás, nenhumas outras Unidades ou Subunidades do Exército, entre Abr72 e Jun74, estiveram aquarteladas em Mecula e/ou em Marrupa.

Assim, terá Vasco Seixas Duarte Franco prestado serviço militar em «Mecula (sede da minha companhia), no Niassa», numa outra Unidade ou Subunidade, que não as
acima mencionadas, em vista do que se mantêm as seguintes perguntas:

1. Em que exacta Unidade das FA's portuguesas prestou serviço militar o sr. Vasco Franco;
2. Em que precisos local, data e circunstância ocorreu o «acidente em acção de campanha» (que originou ter «numa perna os ferros que foram colocados na altura» e, por tal facto, ser desde há anos pensionista de 900€ mensais).

Note-se que estas questões estão implícitas em texto apócrifo e que, pelo menos desde 24Set2005, circula pela blogosfera sem que, até à data, tivessem merecido do
visado quaisquer esclarecimentos, apesar de – como só agora vem afirmar, mas através de email privado –, o mesmo conter «um conjunto de falsidades».

Eis aqui uma belíssima oportunidade para, tanto através da imprensa como recorrendo a blogues e respectivos comentários, o visado poder vir finalmente desmontar o tal «conjunto de falsidades», uma por uma. Ou então, processar criminalmente "por injúria e difamação", o desconhecido autor do «conjunto de falsidades».
O que tenho por certo, é que o sr. Vasco Seixas Duarte Franco, militante de um partido politico, ex-autarca e actual deputado na AR, não pode nem deve – tal como outros seus pares, de qualquer partido político sem excepções –, tomar como «tom pidesco» umas quantas perguntas que, sobre o assunto lhe foram colocadas, correcta e educadamente, em domínio privado. Apesar de, bem vistas as coisas, se tratar de matéria que não é de seu fôro privado. É público.
E não valerá a pena tentar vislumbrar em tudo isto um qualquer intuito politiqueiro-eleiçoeiro. O sr. Vasco Franco teve todo o resto do ano de 2005, e todo o 2006 e 2007 e 2008, para
esclarecer. A Bem da Nação. Mas não o fez.

Atrevo-me a sugerir que pondere responder, não por email mas em comunicado de imprensa, aos centos de milhar de homens que andaram de canhota na mão, no mato.

Atentamente,
Abreu dos Santos

8._______________________________
[aguardam-se respostas às 2 questões]
12:32 PM
Abreu dos Santos (senior) disse...
8._______________________________
de Vasco Franco
para abreusantospai [...]
data 3 de Abril de 2009 10:00
assunto RE: Re: Contagem do Tempo de Serviço (parte 3)

Não sei onde foi buscar a data de 1972 para começar a fazer as suas contas. Como começou na data errada, tudo o mais não bate certo.
Respeito muito aqueles que entendem dar a conhecer a forma como viveram as suas experiências no ultramar, mas entendo que me reservo o direito de considerar isso matéria do foro privado. Ainda assim:
- Fui incorporado no RI 5 (Caldas da Rainha) em Abril de 1973; Fui fazer a especialidade no CIOE (Lamego) logo a seguir; Formei Batalhão nos Açores, no BI 18 (Arrifes, São Miguel); A instrução operacional no RI 1 (Amadora); A minha unidade em Moçambique foi o BC 4813/BI 18/RMM; Este Batalhão foi desmembrado, ficando o comando em Tete e a minha companhia no Niassa; A 3ª Companhia do BC 4813 foi a última unidade portuguesa presente em Mecula.
- Sou sócio da ADFA desde 1974.

A notícia que tem referido e difundido corre na net desde 2002. Teve origem numa notícia do Expresso, parcialmente desmentida no mesmo jornal, na edição seguinte (coisa que nunca interessou a quem se ocupa a divulgar isto). Como imagina seria tarefa impossível processar todos os que fazem um clique para divulgar pelas suas listas de endereços o que lhes chega a dizer mal dos outros… Além disso os tribunais não deixariam de atribuir a um mero equívoco situações que são falsas como a que lhe referi (e que pode verificar facilmente: um vereador ganha mais do que um técnico de 1ª) e outras, como a contagem do meu tempo de serviço efectivo no MAI. São situações que no conjunto atacam o carácter de uma pessoa, mas que, infelizmente, não serviriam para condenar ninguém.

Cumprimentos
Vasco Franco

9._______________________________
de abreusantospai [...]
para Vasco Seixas Duarte Franco
data 3 de Abril de 2009 16:29
assunto DFA e pensionista por «acidente em acção de campanha»

Exmº Sr. Deputado,
Vasco Seixas Duarte Franco, ex- «Oficial Miliciano do Exército Português com a Especialidade de "Operações Especiais" e Comissão de Serviço em Moçambique»,

Agradeço a sua recente resposta à 1ª questão – que às 14.50 do pretérito dia 1 lhe havia apresentado –, qual era singelamente conhecer «em que exacta Unidade das FA's portuguesas prestou serviço militar».
Contudo, ainda se arroga «o direito de considerar isso matéria do foro privado».
Ora, do Estado é, de alguns anos a esta parte, beneficiário de uma pensão por «acidente em acção de campanha», pelo que tal "matéria" é de fôro público.
E assim sendo, sem sombra de quaisquer dúvidas, mal se entende em que deontologia sustenta a sua reserva em esclarecer a 2ª questão, e que se mantém inconclusa:
– Em que precisos local, data e circunstância ocorreu o «acidente em acção de campanha» (que originou ter «numa perna os ferros que foram colocados na altura» e, por tal facto, ser desde há anos pensionista de 900€ mensais).

No entanto, àquela acresce agora razoável dúvida, consequente à informação de que foi «incorporado no RI 5», Unidade militar que, como é sabido, à época apenas ministrava recruta/formação ao nível da Classe de Sargentos. Tendo em vista o seu CV online – designadamente a parte em que divulga ter desempenhado funções de «Oficial Miliciano do Exército Português com a Especialidade de "Operações Especiais" e Comissão de Serviço em Moçambique» –, questiono informalmente, e uma vez mais em matéria que não é restrita de seu fôro privado:
– Enquanto ao serviço da 3ªBCac4813/74-BII18, no norte de Moçambique, era Furriel Miliciano graduado em Alferes?

Ademais, e porque anteriormente testemunhou que «morreu [...] nesse período [...] um dos camaradas do meu grupo de combate» – mas quanto àquele Batalhão apenas existem nesta data registos oficiais de dois mortos-em-campanha, ambos da 2ªCCac –, apelo ao seu respeito pela memória daquele seu camarada-de-armas, dignando-se referi-lo pelo nome.

E quanto ao mais que pormenoriza, ao caso nada de interesse vinha, nem vem, "difundir"; e, muito menos, replicar.

Atentamente,
Abreu dos Santos

10._______________________________
de abreusantospai [...]
para Vasco Seixas Duarte Franco
data 8 de Abril de 2009 17:09
assunto O "tom pidesco" e o "conjunto de falsidades" (parte 4)

Exmº Sr. Deputado,
Vasco Seixas Duarte Franco, ex- «Oficial Miliciano do Exército Português com a Especialidade de "Operações Especiais" e Comissão de Serviço em Moçambique»,

Em complemento de anteriores email, anexo ao presente digitalizações de notícias de imprensa, publicadas em 20Out2002, em 29Nov2005 e em 31Mar2009.

– «A notícia que circula na net e em vários jornais tem um conjunto de falsidades.» (Vasco Seixas Duarte Franco 'dixit' às 11:17 de 02Abr2009)

Da mais recente e legítima indagação – note-se que é indagação (e não "indignação") –, remetida às 16:29 de 03Abr2009, até ao momento não se dignou dar como recebida, sequer responder.

Cumpre assim, desde já, desmontar um "conjunto de falsidades".

1. Ressalvado o maior e devido respeito por cada um que ficou, de facto, "deficientado" (seja, incapacitado em maior ou menor grau) no corpo e/ou na mente em resultado de acções em campanha, enquanto ao serviço das FA's Portuguesas, certo é que intitular-se «sócio da ADFA», é atribuição – tout-court e para a grande maioria dos portugueses – onde tudo pode caber. Pois que o sr. Vasco Franco seja sócio da ADFA, a qual tem normas precisas de admissão de sócios, a mim me parece abusivo que o mesmo se intitule «deficiente das forças armadas», tanto mais que em tantos anos de serviço público nunca ninguém lhe notou deficiência alguma, a nível físico e/ou psíquico.

2. E «ferido "em combate"», todos sabemos que não é o mesmo que «ferido "por acidente em acção de campanha"»...

3. Desconheço qual a «notícia do Expresso, parcialmente desmentida no mesmo jornal, na edição seguinte (coisa que nunca interessou a quem se ocupa a divulgar isto)».

O que agora sei, é que as sucessivas «notícias» continham (contêem) na realidade um «conjunto de falsidades».
Entre elas, a afirmação de ser «deficiente das forças armadas», é uma falsidade: quando e onde foi desmentida?
E mais uma, a afirmação de ter sido «ferido em combate», também é uma falsidade: quando e onde foi desmentida?
E ainda uma outra, a de, apenas com o CSM do RI5, poder ter chegado a «Oficial Miliciano»: quando e onde foi desmentida?

Atentamente,
Abreu dos Santos

11._______________________________
de Vasco Franco
para abreusantospai [...]
data 9 de Abril de 2009 11:43
assunto RE: O "tom pidesco" e o "conjunto de falsidades" (parte 4)

As mentiras que acaba de divulgar são caluniosas e serão tratadas no local próprio.
O senhor sabe menos de forças armadas do que julga saber. Só um exemplo: eu nunca fui furriel e não fui graduado em oficial. No tempo em que prestei serviço militar eram seleccionados os melhores classificados na recruta do RI 5 para passarem aos cursos de oficiais milicianos. Foi o que aconteceu comigo. Frequentei o curso de oficiais milicianos do CIOE, saí de lá como aspirante e fui para Moçambique como alferes.
Do resto tratará o meu advogado.

Vasco Franco

12._______________________________
[aguarda-se resposta à 2ª questão]
6:08 AM
Anónimo disse...
a história vos julgará...é fartar vilanagem
11:57 PM
Anónimo disse...
depois admirem-se que um dia este povo que se deixa adormecer como zombies catatónicos...um dia se zangue a valer...já faltou mais
12:01 AM
Anónimo disse...
O homem sonhou que andou na guerra, mesmo sem ter idade de entrar nela. Com a carinha, e a boquinha que tem foi de certeza sodomizado,e assim fez carreira no PS... agora quer uma pensão por bons serviços. mais nada! já está na idade da reforma, no PS gostam deles mais novos...
10:32 PM