domingo, 22 de agosto de 2010

SÓJOVENS

SÓJOVENS

De: HEROISdoMAR
Data: 08/22/10 18:07:25
Para: Undisclosed-Recipient:,
Assunto: insultar os combatentes


Insultar os combatentes

Não é meu costume responder a textos genéricos do Gabriel Cipriano, apesar de me revoltarem...
Agora quando pretende referir-se a mim e nem o nome correcto põe (Manuel Amaro Bernardo)... Aqui em Portugal normalmente tratam-se as pessoas pelo nome e pelo apelido, que no meu caso é Bernardo.
Quer este senhor dizer que quando um autor insulta os combatentes que andaram a combater em Angola, como eu, a obra onde tal é publicado passa a ser ficção!!!
Claro que acha ser assim para defender o dito escriba para evitar um processo de difamação pelo texto publicado, onde refere matarem-se homens mulheres e crianças para terem mais galardões... Por amor de Deus, não queira fazer-nos passar por analfabetos. E pelo que se viu, ele tem mesmo problemas de consciência por ter afirmado o que foi publicado. Seria uma campanha para vender mais livros... no entanto parece que "o tiro lhe está a sair pela culatra".
Cada cidadão de um Estado de Direito deve assumir as suas responsabilidades e não ser desculpado por conseguir ter chegado a ser um autor "visível" no mercado editorial português-
Cor Manuel Bernardo

sábado, 21 de agosto de 2010

TRIPULANTE DA TAP FALA EM AMBIENTE DE GUERRA

Tripulante da TAP fala em ambiente de «guerra»

Hoje às 19:23

Um comissário de bordo da TAP falou no ambiente de «guerra» durante o sequestro no Hotel Intercontinental e confirmou que foi apontada uma arma à cabeça de uma tripulante da companhia.

Este conteúdo necessita do Adobe Flash Player. Obter aqui

· Luís Pedro descreve ambiente de «guerra» que se viveu durante sequestro

· Luís Pedro diz ter testemunhado o medo de uma família portuguesa por causa do sequestro

Um comissário de bordo da TAP que estava entre os hóspedes do Hotel Intercontinental, do Rio de Janeiro, onde este sábado, ocorreu um sequestro de pelo menos 30 pessoas, descreveu o ambiente que se viveu como sendo de «guerra».

«Apareceu a BOPE, a tropa especial, e o resto das pessoas ficaram presas nos quartos. Os elevadores foram desligados e vieram avisar-nos para não sairmos dos quartos até nova ordem», contou Luís Pedro.

Ouvido pela TSF, este tripulante da TAP adiantou que «passadas duas horas, vieram-nos dizer que iam varrer os quartos e depois apanhámos a tropa especial aqui no nosso andar para se encontravam alguém».

Luís Pedro confirmou ainda que foi apontada uma «arma à cabeça» de uma tripulante da TAP quando esta saía do elevador e que depois esta «foi para a esquadra para prestar declarações».

Este comissário de bordo disse ainda ter testemunhado o medo sentido por uma família portuguesa que estava num quarto ao lado do seu com as suas crianças e que estava «completamente apavorada».

Brasil

SÓJOVENS

SÓJOVENS

SÓJOVENS

SÓJOVENS

PG24 DIABO 17.8.2010

SÓJOVENS

SÓJOVENS

SÓJOVENS

SÓJOVENS

SÓJOVENS

SÓJOVENS