quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

SÓJOVENS

SÓJOVENS

VIVA A FIFA




Anúncio da FIFA
02 de Dezembro de 2010 15:35h

Rússia bate candidatura ibérica pelo Mundial 2018

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Por SAPO Desporto



A Rússia foi hoje escolhida pela FIFA como o país organizador do Campeonato do Mundo de futebol de 2018, derrotando o projecto conjunto de Portugal e Espanha.

A Rússia superou na votação final pela organização do Mundial 2018 a concorrência de Portugal/Espanha, Inglaterra e Bélgica/Holanda, numa situação onde o presidente da FIFA, Joseph Blatter, teve de dar o seu voto de qualidade para apurar o vencedor.

O anúncio da FIFA foi feito há momentos em Zurique (Suíça), consagrando assim o país de leste com a sua primeira grande competição de futebol. O Mundial de 2018 será assim na Rússia, onde os estádios estão quase todos por construir, frustrando a ambição ibérica de acolher a prova.

Por sua vez, o Qatar foi escolhido como o país organizador do Mundial de futebol de 2022.

COMENTARIOS
  • pode ser que começe aqui o fim da chularia que gravita ha décadas em volta do nosso futebol.parabéns rússia,para miséria no nosso país já basta o que basta.querem mundiais? vão fazê-los nos offshores onde vocês têm o dinheiro que roubaram ao povo.

  • Ainda bem !



    Felizmente as máfias russas levaram a melhor sobre a Ibéria. Ainda bem. O Governo negociou tão bem o projecto que a Portugal não caberia nem a cerimónia de abertura, nem a final. Mas seria um excelente negócio de promoção (dizem eles). É menos uma despesa que os portugueses terão de pagar !

  • O Seringador


    Acho muita piada a alguns comentários aqui postados acerca do interesse que teria o PM Sócrates e o respectivo governo, em trazer o mundial 2018 para Portugal, até parece que essas pessoas ainda o estão a ver como PM daqui por 8 anos. Haja paciência..!! È óbvio que a candidatura ibérica não tinha hipotese alguma contra a da Rússia e da Inglatera, a da Russia interessa sobremaneira á FIFA, um país enorme a despertar e com garantias financeiras inequivocas, assim como a candidatura inglesa, com toda a capacidade de organização e paixão que o povo inglês tem pelo "football"

  • Rui Dias


    VEJAM O LADO BOM DA QUESTÃO!! é errado dizer que era um mundial a meias!! só iriamos ter 3 dos nos nossos estadios, 30% dos jogos, 20% das Receitas!!! Alem disso a selecção iria-se encostar á sombra da bananeira e o estado iria-se esconder atraz das noticias do mundial!!! Assim sendo a selecção portuguesa para estar presente vai ter de suar a camisola e os governos de espanha e de portugal assim como os portugueses e espanhois vão ter mais tempo para se dedicar aos problemas que a crise nos colocou pela frente!!!

  • Qual Portugal/Espanha?


    Qual Portugal/Espanha?? Esta candidatura era das Las Espanhas...2 ou 3 estadios portugueses num total de 22 estadios, abertura em Barcelona e final em Madrid....para que estava la Portugal??? Para pagar 30% e a Espanha levar todos os lucros...so mesmo o sr Madail para aceitar isto....ainda bem que a Espanha (nao Portugal/Espanha) perdeu! Este sr ja ha mto que devia de ter a decencia de se despedir!

SÓJOVENS

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

(1)

(2)

Centrais Nucleares na Europa

Nos países Europeus cerca de 35% da electricidade gerada provem de centrais nucleares. Sendo a França o País com maior produção, cerca de 78,5% seguido da Lituânia com 70%.

Como se pode observar, no mapa, a França é o país com mais centrais nucleares em operação,
59, seguido da Rússia com 36.



Fig. 1 - Centrais nucleares em operação

No final do ano de 2007 haviam cerca de 197 centrais nucleares em operação na Europa com uma capacidade de 169,842 Mwe. Em seis países ainda se encontravam em construção cerca de 13 centrais nucleares com uma capacidade prevista de 11,591 Mwe. Como pode ser observado, na tabela seguinte:

[Texto redigido por Diana Vieira]

Grupo Nuclear

PORTUGAL “APOSTA” NO TGV, PONTE, AEROPORTO

GENTE SÉRIA É OUTRA COISA

D.DUARTE PEDE NACIONALIDADE TIMORENSE



Desejo foi comunicado a Ramos-Horta

D. Duarte já pediu nacionalidade timorense

D. Duarte de Bragança pediu nacionalidade timorense pelas “relações profundas com Timor-Leste”. O pretendente ao trono afirma que Timor-Leste tem uma relação especial com a família real portuguesa.

“Gostaria de ter nacionalidade timorense”, declarou o herdeiro da Casa de Bragança, no Dia da Restauração da Independência, que se assinala esta quarta-feira, dia 1 de Dezembro.

Dom Duarte revelou que já “encetou contactos para obtenção da dupla nacionalidade através de um pedido comunicado ao presidente timorense José Ramos-Horta”.

O pretendente ao trono português afirmou ainda que sempre apoiou a causa de independência timorense e destacou “as relações profundas e espirituais do povo timorense com Portugal”.

A Casa de Bragança e a bandeira monárquica são símbolos de “grande significado” para a nação timorense, segundo D. Duarte, acrescentando que Timor-Leste tem uma relação especial a última dinastia portuguesa.

“Eu sou o liurai de Portugal”, disse o duque de Bragança, fazendo alusão ao nome utilizado antigamente para os chefes timorenses.




Outros tempos, outra gente...
ou a consciência cívica de fiel gestor dos dinheiros públicos

Ao mudar-se para o palacete de São Bento, adaptado e decorado por Raul Lino, Salazar manda instalar dois contadores: um para a energia do rés-do-chão (zona de trabalho oficial), a ser paga pelo Estado, outro para a do primeiro andar (zona de residência oficial), a ser saldada por si.
O mesmo se passava com a água, o combustível e os telefones.

Nota:-

E o fascista era ele !...



CARTA DE UM CLIENTE AO BES

Carta de um cliente ao BES - Fantástico!

Carta de um cliente ao BES - Fantástico! - divulguem, p.f.

(Esta carta foi direccionada ao banco BES, porém devido à criatividade com que foi redigida,

deveria ser direccionada a todas as instituições financeiras.)

Exmos. Senhores Administradores do BES

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.

Que tal? Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.

Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de. Uma 'taxa de acesso ao pão', outra 'taxa por guardar pão quente' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.

Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.

Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de crédito'-equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pão', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar

Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de conta'.

Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura de padaria', pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.

Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como 'Papagaios'. Para gerir o 'papagaio', alguns gerentes sem escrúpulos cobravam 'por fora', o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de 'por fora' temos muitos 'por dentro'.

Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR 'para manutenção da conta' - semelhante àquela 'taxa de existência da padaria na esquina da rua'.

A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quente'.

Mas os senhores são insaciáveis.

A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de v/. Banco.

Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.

Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma.

A REVOLUÇÃO APRÓXIMA-SE!!!

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BULGÁRIA

Bulgária: Ex-responsável por fundos agrícolas tinha diploma falso

Uma ex-reponsável búlgara, Kalina Ilieva, encarregada da distribuição de fundos agrícolas comunitários, apresentou um diploma falso para obter o seu cargo, anunciou esta terça-feira o Ministério da Agricultura da Bulgária.

A Escola Superior de Tecnologia e Economia de Berlim, onde Kaline Ilieva, de 30 anos, terá supostamente acabado o seu mestrado, confirma que o diploma, é falso, sublinhou o ministro da Agricultura, Miroslav Naidenov.

Apesar do documento ter sido autenticado pelo Ministério da Educação da Bulgária, Naidenov encaminhou agora o caso para os tribunais e Kalina Ilieva, que está de licença de maternidade desde Outubro, foi suspensa.

No posto responsável pela atribuição do dinheiro dos fundos europeus agrícolas, entre Agosto de 2009 e Outubro de 2010, Ilieva concedeu 350 milhões de euros este ano, anunciou o semanário ‘168 Tchassa ‘que publicou as revelações sobre o diploma falsificado.
Segundo o jornal, Ilieva foi denunciada pela Agência Europeia de Luta Antifraude (OLAF), devido ao seu interesse em supervisionar os projectos agrícolas que pretendiam financiamento europeu.»
Publicado por António Balbino Caldeira em 11/30/2010 06:29:00 P

MAUEL ALEGRE TRAIDOR

manuel alegre Traidor


Conheço este problema pessoalmente. Estava em Luanda, quando Alegre se pirou. Mais tarde, quando entrei prá “guerra” o meu Batalhão foi colocado em Nóqui, lá em cima, encostado ao Zaire, junto à fronteira com Matadi.

Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média, a voz de Matadi e a voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as n/operações. Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta “.

Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, Pateta Alegre. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre a denunciar a nossa posição.

Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques.

Um dia, em Nóqui, junto ao Rio, onde se situava o nosso aquartelamento, o então Tenente-Coronel Isaltino, mandou tocar a formar. Formou-se o Batalhão e o corneteiro tocou a sentido, fez-se silêncio chegou o Tem.Coronel e disse: o furriel Marta (mulato) dê um passo em frente. O sacana era o informador. Fazia-o através dum preto que era vendedor das célebres colchas congolesas, em Nóqui.

Nesta guerra a Pide teve um papel muito importante. Informávamo-nos dos movimentos desses traidores.

Bem…. não sei se estás a ver… o cabrão não foi linchado porque foi imediatamente evacuado para Luanda. Cerca de 2 anos depois, estava eu ainda na guerra ouvi a voz deste traidor nas rádio Maatadí. Tinha fugido das cadeias de Luanda.

Sofri no corpo os efeitos da atitude desses traidores.

«««

TINTINAINE

2 comentários:

Artur/Leiria disse...

Está tudo de patas para o ar, em todo e qualquer país do mundo!
Hoje em dia, a lógica assim como o senso comum, não mais fazem sentido…
Glorifica-se o que não presta e diminui-se o que é bom. Ainda vamos ver um Manuel Alegre, traidor segundo o que escreve sobre ele, da mesma maneira como um Mário Soares filho de padre, resultado de coito diabólico que se tornou num ‘pisa-bandeira’ da nossa gloriosa nação em terras de França! Aí vem ele, resto da Europa abaixo, e o povo na sua inocência, porque acredita em palavras de políticos o elege um sem número de vezes, para fazer a boa porcaria que fez, sem nada fazer para salvaguardar a vida de qualquer cidadão comum de África mas sim olhar pelos seus pessoais interesses!?
É de se bradar aos céus! Povo abre os olhos duma vez por todas e reconhece que maçonaria, está viva e de saúde em terras lusitanas… Usem a NET, sem dó nem piedade, e exponham escumalha desta, que não serve os interesses dum povo, mas somente o deles!
Abaixo com os vermes desta natureza!

4 de Fevereiro de 2010 19:

Um Major-General desiludido com esta república de 100 anos e com uma governação que define de”quadrilhocracia”.

«…Manuel Alegre, durante a guerra do Ultramar e depois da sua fuga, era locutor da rádio Argel, onde se congratulava pela morte de soldados portugueses…
A voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as nossas operações.
Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta“. Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, “Pateta Alegre”. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre (*) a denunciar a nossa posição. Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques. Tudo por causa desse desertor e traidor.»

(*) Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média.

Paulo Chamorra

Manuel Alegre – um desertor

«Muito obrigado pelo seu concordante comentário sobre a potencial candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República.

Teria preferido, a bem da nossa Nação, que o seu comentário fosse no sentido de me provar que estou errado, o que, lamentavelmente eu não vou ouvir de ninguém.

Sabe, o que mais me incomoda é que, com 2 filhos e 6 netos, olho para o meu “prazo de validade” a chegar ao fim e sei que vou morrer com a angústia de lhes deixar um País, uma Nação, governados por aquilo que já o nosso saudoso Rei D. Pedro V – infelizmente morto na flor da idade – descrevia, na sua correspondência para o seu tio Alberto, marido da Rainha Vitória de Inglaterra, como uma “canalhocracia”.

E inquieta-me profundamente que, desse último quartel do século XIX até aos nossos dias, não só nada tenha mudado para melhor, como a imunda República que nos governa, cujo primeiro centenário que este ano os socialistas irão celebrar, e que custará aos contribuintes dez milhões de euros, tenha, pela sua prática política legitimado que possamos dizer, hoje, que não é mais uma canalhocracia que nos governa, mas sim (e salvo raras e honrosas excepções) uma “quadrilhocracia”.

Na minha qualidade de cidadão em uniforme que dedicou à nossa Pátria os melhores anos de toda a sua vida, a troco de um prato de lentilhas, já vi quase de tudo e, como anteriormente afirmei, só me falta ver Manuel Alegre – um DESERTOR – eleito Presidente da República e, nessa qualidade e por inerência do cargo, como Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas.

Espero que os portugueses acordem antes que tal possa acontecer. Cordialmente,

Fernando Paula Vicente, Maj-General da FAP (Ref.) »

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