quarta-feira, 27 de abril de 2011

PORTUGUESES A PÃO E ÁGUA

LEIAM O CONTEÚDO ABAIXO E FIQUEM A SABER QUEM EM PORTUGAL VOS QUERIA COLOCAR A PÃO E ÁGUA...!!!

Porque silenciam a ISLÂNDIA?

(Portugal está neste estado lamentável por causa da corrupção interna – pública e privada com incidência no sector bancário – e pelos juros usurários que a Banca Europeia nos cobra.Sócrates foi dizer à Sra. Merkle – a chanceler do Euro – que já tínhamos tapado os buracos das fraudes e que, se fosse preciso, nos punha (entenda-se portugueses) a pão e água para pagar os juros ao valor que ela quisesse.Por isso, acho que era altura de falar na Islândia, na forma como este país deu a volta à bancarrota, e porque não interessa a certa gente que se fale dele


Não é impunemente que não se fala da Islândia (o primeiro país a ir à bancarrota com a crise financeira) e na forma como este pequeno país perdido no meio do mar, deu a volta à crise.

Ao poder económico mundial, e especialmente o Europeu, tão proteccionista do sector bancário, não interessa dar notícias de quem lhes bateu o pé e não alinhou nas imposições usurárias que o FMI lhe impôs para a ajudar.

Em 2007 a Islândia entrou na bancarrota por causa do seu endividamento excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os outros, se afogou num oceano de crédito mal parado. Exactamente os mesmo motivos que tombaram com a Grécia, a Irlanda e Portugal.
A Islândia é uma ilha isolada com cerca de 320 mil habitantes, e que durante muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças a estas “macaquices” bancárias, e que a guindaram falaciosamente ao 13º no ranking dos países com melhor nível de vida (numa altura em que Portugal detinha o 40º lugar).

País novo, ainda não integrado na UE, independente desde 1944, foi desde então governado pelo Partido Progressista (PP), que se perpetuou no poder até levar o país à miséria.

Aflito pelas consequências da corrupção com que durante muitos anos conviveu, o PP tratou de correr ao FMI em busca de ajuda. Claro que a usura deste organismo não teve comiseração, e a tal “ajuda” ir-se-ia traduzir em empréstimos a juros elevadíssimos (começariam nos 5,5% e daí para cima), que, feitas as contas por alto, se traduziam num empenhamento das famílias islandesas por 30 anos, durante os quais teriam de pagar uma média de 350 Euros / mês ao FMI. Parte desta ajuda seria para “tapar” o buraco do principal Banco islandês.

Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito simples: os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos pelos cidadãos, mas sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores. E todos aqueles que assumiram investimentos financeiros de risco, deviam agora aguentar com os seus próprios prejuízos.

O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a assumir os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições avaras do FMI.


Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a realização de novas eleições. Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística) de 2009, a Islândia foi a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a velha, caduca e corrupta classe política que os tinha levado àquele estado de penúria.

Um partido renovado (Aliança Social Democrata) ganhou as eleições, e conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda, formaram uma coligação que lhes garantiu 34 dos 63 deputados da Assembleia). O partido do poder (PP) perdeu em toda a linha.

Daqui saiu um Governo totalmente renovado, com um programa muito objectivo: aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia especulativa em favor de outra produtiva e exportadora, e tratar de ingressar na UE e no Euro logo que o país estivesse em condições de o fazer, pois numa fase daquelas, ter moeda própria (coroa finlandesa) e ter o poder de a desvalorizar para implementar as exportações, era fundamental.

Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o inevitável aumento de impostos, amparado por uma reforma fiscal severa. Os cortes na despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de não “estragar” os serviços públicos tendo-se o cuidado de separar o que o era de facto, de outro tipo de serviços que haviam sido criados ao longo dos anos apenas para serem amamentados pelo Estado.

As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e conseguiram os tais empréstimos que necessitavam a um juro máximo de 3,3% a pagar nos tais 30 anos. O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que teria de ser assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo às suas características, poderia transformar-se num exemplo mundial de como sair da crise sem estender a mão à Banca internacional. Um exemplo perigoso demais.

Graças a esta política de não pactuar com os interesses descabidos do neo-liberalismo instalado na Banca, e de não pactuar com o formato do actual capitalismo (estado de selvajaria pura) a Islândia conseguiu, aliada a uma política interna onde os islandeses faziam sacrifícios, mas sabiam porque os faziam e onde ia parar o dinheiro dos seus sacrifícios, sair da recessão já no 3º Trimestre de 2010.

O Governo islandês (comandado por uma senhora de 66 anos) prossegue a sua caminhada, tendo conseguido sair da bancarrota e preparando-se para dias melhores. Os cidadãos estão com o Governo porque este não lhes mentiu, cumpriu com o que o referendo dos 93% lhe tinha ordenado, e os islandeses hoje sabem que não estão a sustentar os corruptos banqueiros do seu país nem a cobrir as fraudes com que durante anos acumularam fortunas monstruosas.

Sabem também que deram uma lição à máfia bancária europeia e mundial, pagando-lhes o juro justo pelo que pediram, e não alinhando em especulações. Sabem ainda que o Governo está a trabalhar para eles, cidadãos, e aquilo que é sector público necessário à manutenção de uma assistência e segurança social básica, não foi tocado.

Os islandeses sabem para onde vai cada cêntimo dos seus impostos.

Não tardarão meia dúzia de anos, que a Islândia retome o seu lugar nos países mais desenvolvidos do mundo.

O actual Governo Islandês, não faz jogadas nas costas dos seus cidadãos. Está a cumprir, de A a Z, com as promessas que fez.
Se isto servir para esclarecer uma única pessoa que seja deste pobre país aqui plantado no fundo da Europa, que por cá anda sem eira nem beira ao sabor dos acordos milionários que os seus governantes acertam com o capital internacional, e onde os seus cidadãos passam fome para que as contas dos corruptos se encham até abarrotar, já posso dar por bem empregue o tempo que levei a escrever este artigo.

Por Francisco Gouveia, Eng.º

NÃO TE ESQUEÇAS VOTA P.S.


Posted by Jose Martins at 01:09

VOTAI NO MARÇANO OUTRA VEZ... "A MAÇONARIA JÁ VOS SUGOU O SANGUE,VOS COMEU A CARNE E DEPOIS ROER OS OSSOS!
Previsões go Governo ficam muito afastadas
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Portugal é o país da UE onde o défice e a dívida mais deslizaram
27.04.2011 - 07:16 Por Ana Rita Faria
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De acordo com os dados ontem divulgados pelo Eurostat, Portugal chegou ao final de 2010 com o quinto pior défice e d ívida entre os 27 países da União Europeia (UE). E foi também o país que registou o maior deslize nas contas públicas.
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Dívida pública é agora de 93 por cento do PIB
(PÚBLICO)
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O défice orçamental foi 1,8 por cento acima do que o Governo previa e a dívida pública disparou 9,7 por cento, devido a alterações metodológicas, que levaram à inclusão de algumas empresas públicas de transporte e parcerias público-privadas (PPP) no perímetro das contas públicas.
Comparando os números ontem apresentados pelo Eurostat com as previsões apresentadas a Bruxelas em Outubro do ano passado pelos vários governos europeus, Portugal foi o país que apresentou o maior deslize da dívida e do défice em 2010, uma tendência que recua até 2007.
A dívida pública, que se previa que fosse de 83,3 por cento do PIB, foi, afinal, de 93 por cento, mais 9,7 pontos percentuais. O mesmo aconteceu com o défice, que, em vez dos 7,3 por cento inicialmente estimados pelo Governo (entretanto, este reviu as suas projecções, apontando para um défice abaixo de sete por cento), fixou-se nos 9,1por cento em 2010. O valor já tinha sido apresentado pelo INE no sábado e foi agora confirmado pelo Eurostat.
Mudanças sucessivas
A diferença entre as previsões feitas em Outubro pelo Governo e os números agora apresentados decorrem de alterações metodológicas às contas públicas. No passado dia 31 de Março, o INE anunciou a revisão em alta do défice de 2010 para 8,6 por cento do PIB, devido ao registo nas contas dos prejuízos dos Metros de Lisboa e do Porto e da Refer e das perdas associadas ao BPN e ao BPP.
Mas as negociações com a troika para a ajuda externa forçaram o instituto a rever o défice novamente, no sábado, para 9,1 por cento, uma vez contabilizado o impacto de três PPP: as concessões Scut do Norte Litoral, Costa de Prata e Túnel do Marão. Sem estas alterações, garantem o INE e o Governo, o défice nacional teria ficado nos 6,8 por cento.
Os dados ontem divulgados pelo Eurostat mostram, contudo, que não foi só Portugal que sofreu com as mudanças de metodologia. O gabinete de estatísticas europeu reviu também o défice e dívida austríacos, na sequência da incorporação da dívida de uma empresa ferroviária e dos hospitais públicos. Noutros casos, como o da Grécia, os números foram também revistos, mas apenas devido à actualização de informação.
Olhando para o contexto europeu, Portugal fechou o último ano com o quarto pior défice da zona euro, só superado pela Irlanda, Grécia e Espanha (a nível da UE, só o Reino Unido teve um défice superior ao português). Quanto à dívida pública, é também a quinta pior da zona euro e da UE, apenas ultrapassada pela da Grécia, Itália, Irlanda e Bélgica. Dos 27 Estados-membros da UE, 20 apresentam um défice superior a três por cento, o limiar máximo fixado pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento. Ao nível da dívida pública, 13 países superam também a meta de 60 por cento fixada por Bruxelas.
Troika toma nota
Neste momento, o mais difícil de determinar é o impacto que a revisão das contas de 2010 vai ter sobre as metas orçamentais deste ano. O Governo tem mantido o objectivo de consolidação com que se comprometeu com Bruxelas - um défice de 4,6 por cento -, mas a possibilidade de as alterações metodológicas se manterem este ano podem pôr em causa esta meta, ou, então, exigir medidas tão duras para a atingir que vão afundar a economia na recessão.
Ontem, o porta-voz da Comissão Europeia, Amadeu Altafaj, afirmou que a meta orçamental para 2011 que será proposta pela troika "terá em conta" os novos dados do défice e da dívida. "Todos estes elementos serão tidos em conta" pelas equipas da Comissão, do BCE e do FMI, afirmou, salientando que a revisão em alta do défice português não significa que "as autoridades tenham fracassado nos seus esforços". Tal como o INE explicou no sábado, a análise de eventuais alterações às contas foi antecipada por "ordem" da troika, que queria partir de "dados estáveis" nas negociações actualmente em curso.
Os encontros entre o Governo e as equipas da CE, FMI e BCE continuam a decorrer, com a participação de actores externos (ver caixa). Mas, ainda assim, não têm sido suficientes para acalmar os mercados. Ontem, as taxas de juro dos títulos portugueses a dois, três e cinco anos, passaram a barreira dos 12 por cento e os de dez anos bateram novo recorde, devido ao crescente receio de que a Grécia tenha de reestruturar a dívida, arrastando consigo Portugal.
Posted by Jose Marti

ESTA É PARA RIR?...NÃO PARA CHORAR

Ministério cobra 10 euros aos polícias que solicitam certidão para o voto antecipado

O Ministério da Administração Interna está a exigir o pagamento de 10 euros aos polícias por uma certidão que atesta que estarão a trabalhar no dia das legislativas e que permite a votação antecipada.

A denúncia é feita pelo Sindicato Nacional de Polícia, que exige a abolição da taxa e ameaça apresentar uma queixa junto da Comissão Nacional de Eleições.

Fonte ligada à Direcção Nacional da PSP garante que o pagamento é exigido no âmbito de uma portaria do Ministério da Administração Interna que define o pagamento pela emissão de vários documentos e que entrou em vigor no início do ano.

terça-feira, 26 de abril de 2011

UM POVO ROUBADO E HUMILHADO




HOJE

Portugal é o terceiro país com maior risco de bancarrota do mundo

Ganhe quem ganhar


"O "cabeça de lista" do PS nos Açores é Ricardo Rodrigues, cidadão que subtraiu dois gravadores a jornalistas da Sábado quando estes o questionaram sobre um caso de pedofilia em que foi mencionado e um caso de fraude em que foi arguido.

O "cabeça de lista" do PS na Guarda é Paulo Campos, o secretário de Estado que encomendou os chips das Scut à empresa gerida por um seu ex-assessor, que permitiu a dois assessores acumularem ilegalmente funções na administração da Fundação para as Comunicações Móveis e que nomeou para a administração dos CTT um amigalhaço acusado de falsificar a licenciatura (uma trivialidade, admito).

O "cabeça de lista"" do PS em Leiria é Basílio Horta, histórico (no sentido museológico) do velho CDS, "homem às direitas" das presidenciais de 1991 e dilecto funcionário do actual Governo numa influentíssima Agência para o Investimento e Comércio Externo.

O "cabeça de lista" do PS em Évora é Carlos Zorrinho, o ex-coordenador do Plano Tecnológico ouvido em Comissão de Inquérito pelos concursos de atribuição do poderoso computador Magalhães, o génio que o vento levou para as ventoinhas "renováveis" e o profeta que, em Janeiro último, garantia um futuro risonho para as nossas trocas comerciais com os países árabes.

E por aí fora, de Helena André (Aveiro) a Pedro Silva Pereira (Vila Real), sobre os quais a decência recomenda discrição absoluta.

À custa de figuras duvidosas, tristes serviçais e puro refugo, eis um retrato do descaramento. Mas se os comentadores próximos do PSD acertam ao alertar para a rematada baixeza dos primeiros candidatos socialistas (as segundas linhas incluem um ex-concorrente ao Big Brother), erram ao usá-la para, comparando-a, "justificar" por exemplo a escolha de Fernando Nobre, um desastre que nada justifica e quase nada permitia antecipar. Nem a miséria alheia legitima a própria nem ninguém prefere a miséria desconhecida à conhecida.

O eleitorado percebe que o PS é um prodígio de incompetência (e não só). O eleitorado gostaria de perceber que o PSD é outra coisa. Não se vê como. Em vez de, nas "listas" e no resto, se mostrar uma alternativa capaz à toleima dos últimos seis anos, tarefa ao alcance de uma couve-galega ou do Pato Donald, o PSD decidiu empenhar-se numa série de acções suicidas destinadas a provar que talvez não valha a pena arriscar a mudança. Não se trata de saltar da frigideira para o fogo: trata-se de saltar da frigideira para uma frigideira diferente, exercício cansativo e escusado.

Pelo menos é o que afirmam as sondagens, que súbita e previsivelmente colocaram PS e PSD no chamado empate técnico. Um sujeito que caísse hoje em Portugal, sobretudo se vindo de Plutão, julgaria que as "legislativas" prometem entusiástica disputa. Os sujeitos que cá vivem estão literalmente cansados de saber que a promessa é a inversa: salvo para os fanáticos, as eleições de Junho serão um acto de resignação colectiva, uma penosa corrida entre o bando responsável pela ruína pátria e o bando empenhado em tornar esse pormenor irrelevante. Ganhe quem ganhar, nós perdemos. Em larga medida, merecidamente."

ALBERTO GONÇALVES

Tuesday, 26 April 2011

PREÇO COMBUSTÍVEIS - Carta aberta de Capitão da Marinha Mercante

Estou a remeter-vos uma Carta Aberta de um Capitão da Marinha Mercante, identificado, e que sabe muito bem o que diz sobre a roubalheira dos combustíveis.

Sabemos que o primeiro "ladrão" é o Estado - não quer prescindir de maneira nenhuma do verdadeiro tesouro que é meter as mãos sem medida no bolso dos contribuintes - de todos nós - mas os cartéis dos combustíveis não ficam muito atrás. Pasmem-se meus Amigos!
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CARTA ABERTA
Prezado Dr. Carlos Barbosa
Presidente da Direcção do Automóvel Club de Portugal
Lisboa, 9 Março 2011
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ASSUNTO: O DESCARADO AUMENTO DOS COMBUSTÍVEIS TRÊS PERGUNTAS A FAZER ÀS GASOLINEIRAS
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O elevado custo a que os combustíveis chegaram é um doloroso espinho na nossa economia.
Torna-se urgente removê-lo ou pelo menos evitar que se enterre mais, se a quisermos salvar de "morte certa".
O preço dos combustíveis assenta em quatro custos básicos:
1 - A matéria prima (ramas de petróleo)
2 - O transporte marítimo (frete)
3 - A refinação (transformação do crude nos produtos de consumo)
4 - A distribuição (armazenagem e colocação nas bombas)
Mas as nossas gasolineiras (Galp/BP/Repsol/Shell,etc.) parece só conhecer o primeiro ou escondem os restantes.
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HÁ TRÊS PERGUNTAS URGENTES A FAZER
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A primeira grande situação escandalosa do custo dos combustíveis, que abastecemos nas bombas, advêm do facto das gasolineiras, quando trocaram a compra da matéria prima proveniente dos portos do Golfo Pérsico, cerca der 15 dias de viagem, pela dos portos do Norte e do Oeste de África, cerca de 3 a 6 dias de viagem, nem um só cêntimo alguma vez baixaram seus preços! (Alguém soube de tal?) .

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Por exemplo se os fretes estiverem a 1 dólar/tonelada/dia de viagem (para usar nºs simples pois o valor é superior) teremos que, no caso dum petroleiro de 100 mil toneladas, com aquela troca de origem resultaria:
De 100.000x1x15 = 1.500.000 dólares
Para 100.000x1x3ou6 = 300.000 ou 600.000 dólares
Uma redução fabulosa!
A pergunta que o ACP deve fazer:
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QUEM BENEFICIOU COM ESTA REDUÇÃO DE FRETES?
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A segunda grande situação escandalosa advêm do facto (pelo menos no momento actual) da escalada do custo das matérias primas se ter iniciado há menos de um mês e as gasolineiras já fizeram três aumentos.

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O primeiro escândalo, nesta situação, é o facto de que todo o produto refinado, entregue na distribuição naquele período de tempo, foi primeiro adquirido nos mercados estrangeiros em "spot" a longo termo (talvez seis meses ou mais) com custos muito inferiores aos actuais), depois feito o afretamento dos navios petroleiros estrangeiros (que os não há portugueses) nos "brokers" internacionais, nem sempre de pronto disponíveis.

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Depois realizam-se as viagens das origens daquela matéria, para os terminais de Sines e Leixões.
Seguiu-se o processo de tratamento e refinação, tancagem e distribuição. Tudo levando largas semanas senão meses até ao consumidor.
A pergunta a fazer é:
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A QUE PREÇO PAGARAM AS GASOLINEIRAS AS RAMAS QUE SINES E LEIXÕES RECEBERAM NAS ÚLTIMAS SEMANAS?
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A terceira situação escandalosa advêm do facto do petróleo bruto ali recebido, primeiro não ser todo proveniente do mesmo terminal de origem, fretes diferentes, depois não possuir as mesmas características (mais ou menos "light" ou mais ou menos betuminoso, etc.) de que resulta produtos refinados de diferente qualidade.
A pergunta a fazer é:
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COMO É QUE TODAS AS GASOLINEIRAS CONSEGUEM, COM TAIS PARÂMETROS, FAZER O MESMO PREÇO DE VENDA E NO MESMO DIA?
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A minha solicitação a meu prezado Presidente do ACP para que se coloquem estas questões às gasolineiras é porque a mim a elas não me respondem. Faço parte daqueles que "elas" consideram de "tansos pagantes", apesar de ter andado algumas dezenas de anos no transporte de hidrocarbonetos e viajado mais de um milhão de milhas em navios petroleiros por esse mundo fora do petróleo.
Como seria bom ler o que nos vão (se) responder...
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E talvez com as respostas dadas o Sr. Ministro responsável pelos transportes saísse da meditação em que se encontra e nos ajudasse a resolver o assunto.
E com um muito saudar vos solicito minhas escusas.
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Joaquim Ferreira da Silva - Sócio nº 3147
Capitão da Marinha Mercante (Reformado)
Membro da Secção de Transportes da Sociedade de Geografia de Lisboa.
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REENVIEM TAL COMO EU O FIZ !!!

ESTRANHA FORMA DE VIDA...!!! OS SALVADORES DA NAÇÃO!

Estranha forma de democracia
Muitos têm falado a favor da nomeação de um governo de Salvação Nacional patrocinado pelo Silva de Boliqueime que vai fazendo de conta que conta para alguma coisa chamando, "para ouvir" a Belém tudo quanto é gente. Dos partidos aos independentes, dos banqueiros aos industriais, dos patrões aos sindicatos, e até uma coisa chamada de "Compromisso Portugal" que se costuma reunir lá para os lados do Beato quando lhes cheira a possibilidade de darem mais uma dentada nos dinheiros do Estado. Este compromisso, que sempre se preocupou mais com o aumentar os lucros que com o país vem agora armado em defensor de Portugal e também eles apelar a um governo de inspiração cavaquista que junte toda a direita, do Ps ao CDS, num enorme desígnio nacional. Isto, mesmo estando marcadas eleições para Junho, retirando todo o valor à vontade nela expressa pelos portugueses. Até mesmo esta Democracia de fachada que temos os parece incomodar e não me posso deixar de lembrar das palavras da Manuela Ferreira Leite quando nos propôs uma suspensão da democracia. Assim, valeria sempre mais a palavra de um qualquer grupo de "Vampiros", que ninguém escolheu ou passou procuração que a escolha de qualquer eleição.
Publicação: 26-04-2011 11:41 | Última actualização: 26-04-2011 14:15

EUA mantiveram centenas de inocentes presos em Guantanamo, revela Wikileaks

Os Estados Unidos mantiveram secretamente em Guantanamo centenas de inocentes durante anos, mas libertaram dezenas de presos de "alto risco", indicam novos documentos do Wikileaks divulgados pela imprensa estrangeira este fim de semana.



Especial
Wikileaks
Os documentos secretos revelados
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Wikileaks, o que é?
Site fundado por Assange continua a abalar o Mundo com a divulgação de documentos confidenciais O 'site', que desde novembro entregou a vários jornais internacionais milhares de telegramas diplomáticos norte-americanos, entregou no domingo à noite documentos militares de 2002 a 2009 sobre 704 dos 779 homens que passaram pela prisão instalada na base naval de Guantanamo, em Cuba.

Segundo os documentos, publicados nomeadamente pelo El Pais (Espanha), The New York Times (EUA), Le Monde (França) e La Reppublica (Itália), pelo menos 150 detidos de Guantanamo estavam inocentes e 380 eram "soldados rasos" combatentes talibãs ou estrangeiros.

Alguns dos inocentes foram detidos com base em informações dadas por outros presos, considerados doentes mentais ou pouco fiáveis pelos próprios interrogadores, ou mesmo informações extorquidas através de tortura, segundo o New York Times.

Outros tinham o mesmo nome de indivíduos procurados, caso de um agricultor afegão que passou dois anos em Guantanamo por ter o mesmo nome que um comandante talibã.

Alguns dos documentos publicados pelo NYT explicam com pormenor a origem de tais erros. Os investigadores eram por exemplo instruídos para perseguir homens que usassem relógios Casio F91W, vulgares na altura mas que eram utilizados pela Al-Qaeda nos treinos de colocação de bombas.

A falta de documentos de viagem, a posse de uma calculadora ou o envolvimento numa obra de caridade eram igualmente considerados como sinais de atividade terrorista.

Cerca de 380 detidos foram rapidamente identificados como combatentes sem importância.

Segundo o jornal Le Monde, "numerosos menores viram-se em Guantanamo sem que tivessem qualquer relação com os talibãs".

Mas os exemplos opostos revelados pelos telegramas também são muitos. Um jovem afirmou repetidamente ter sido capturado no local errado à hora errada e convenceu disso os interrogadores, que mais tarde perceberam ter ordenado a libertação de Abdullah Mehsud, um extremista talibã que cometeu vários atentados depois de sair de Guantanamo.

Cerca de 200 detidos classificados como de "alto risco" por poderem constituir uma "ameaça futura para os Estados Unidos ou para interesses dos Estados Unidos" foram libertados ou extraditados para países terceiros numa altura em que Washington estava sob pressão para esvaziar a prisão, segundo o NYT.

A administração do Presidente Barack Obama lamentou a publicação "infeliz" destes documentos e afirmou ter "feito tudo o que podia para agir com o maior cuidado e o maior rigor na transferência de detidos de Guantanamo".

Segundo um documento, o "cérebro" dos atentados do 11 de setembro, Khalid Sheikh Mohammed, disse aos seus interrogadores que a Al-Qaida tinha escondido uma bomba nuclear na Europa que seria ativada se Usama bin Laden fosse morto ou detido.

A Al-Qaeda planeou recrutar funcionários do aeroporto londrino de Heathrow para um atentado e deitar cianeto nas condutas de ar de edifícios públicos nos Estados Unidos.

A prisão de Guantanamo tem nesta altura 172 detidos. O governo norte-americano espera repatriar ou transferir para países terceiros cerca de 100, julgar 33 por "crimes de guerra" e manter os restantes 48 detidos sem julgamento.

A Casa Branca reiterou, no início deste mês, o compromisso de encerrar a prisão, apesar de anunciar na mesma altura a intenção de ali julgar os cinco acusados dos atentados de 11 de setembro de 2001 e não num tribunal de direito comum em Nova Iorque, como inicialmente anunciado.
EUA mantiveram doentes mentais presos durante anos
26 de Abril, 2011


De acordo com documentos obtidos pelo Wikileaks e revelados pelo El País, cerca de 30 detidos em Guantánamo sofriam de doenças mentais e vários tentaram suicidar-se diversas vezes.

Os documentos que a organização de Julien Assange entregou ao jornal espanhol revelam que a relação entre os guardas e os prisioneiros eram marcadas pela violência e que os responsáveis pelos interrogatórios eram soldados obcecados por descobrir o paradeiro de Bin Laden.
Os documentos a que o El Pais teve acesso demonstram que 30 presos de Guantanamo sofriam de «doenças do foro psiquiátrico, transtornos de personalidade, depressões profundas», esquizofrenia e problemas de consumo de drogas. Apesar desses transtornos terem sido comprovadas por avaliação médica, os doentes permaneceram presos e impedidos de voltar aos países de origem durante anos.
Vários doentes mentais tentaram o suicídio enquanto se encontravam na prisão de alta segurança e três chegaram mesmo a consegui-lo.
O diário espanhol conclui que, mesmo em casos de doença extrema, a procura de informação foi sempre colocada acima da saúde dos indivíduos.
SOL

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QUAL O MAIS FOLEIRO????

segunda-feira, 25 de abril de 2011


Dívida

Portugal é o terceiro país com maior risco de bancarrota do mundo

Eudora Ribeiro
25/04/11 17:45




Os indicadores de risco da dívida de Portugal devem continuar a tendência de subida.



Investidores em dívida pública acreditam que é mais arriscado investir em obrigações nacionais do que em dívida do Líbano ou Cazaquistão.

Investir em dívida pública do Líbano ou do Cazaquistão parece um paraíso quando a alternativa é aplicar dinheiro em Portugal, que é hoje, à luz dos mercados, o terceiro país do mundo com maior risco de bancarrota.

Tal como Grécia e Irlanda, Portugal também pediu socorro externo. E, tal como acontece na Grécia e na Irlanda, a percepção de risco para com Portugal continua a agravar-se até níveis impróprios para consumo. Prova dessa degradação é que os ‘credit default swaps' (CDS) sobre dívida nacional a cinco anos - uma espécie de seguro contra o incumprimento do País -, subiram até aos 656 mil pontos base, um valor recorde. Só há dois países dos 57 com dados disponíveis com pior ‘score': a Grécia e a Venezuela. Daí que nações como o Líbano (356 pontos) e o Cazaquistão (143 pontos) pareçam hoje destinos sem risco em comparação com Portugal, segundo este critério.

E (quase) tudo por causa da eventual reestruturação da dívida grega, ou seja, da eventual confissão pública de que, mesmo auxiliada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e os parceiros europeu, Atenas será incapaz de pagar os seus compromissos a tempo e horas. Irlanda e Portugal poderão sofrer do mesmo mal que é recomendado por alguns peritos e descartado por quase todos os políticos. "O espectro de uma reestruturação está presente, por isso é que as ‘yields' estão nos níveis actuais. O que está a ser descontado no mercado é uma reestruturação da dívida da Grécia, Irlanda e de Portugal", sublinhou Luís Filipe Garcia, da IMF, ao Diário Económico.

De facto, nos últimos dias, as ‘yields' sobre obrigações do Tesouro português a 2, 3 e 5 anos superaram a barreira inimaginável dos 11% no mercado secundário. Isto apesar de Portugal ter conseguido colocar mil milhões de euros em títulos de curto prazo com forte procura no mercado primário, e apesar também de estar iminente o fecho das negociações sobre o resgate patrocinado por Bruxelas e FMI.

Contudo, os níveis dos juros da dívida de Portugal mantêm-se longe das 'yields' gregas, que já estão nos 23% no prazo a dois anos.

No futuro próximo não se esperam mudanças em termos de risco. "Até existir um acordo com a EU e o FMI, o mais provável é as coisas continuarem a piorar. Depois do acordo, o que a história nos diz, olhando para os casos da Grécia e da Irlanda, é que os indicadores de risco não têm descido". Por isso, conclui Filipe Garcia, "não se vislumbram melhorias nem a curto nem a médio prazo", mesmo depois do acordo com o FMI que, "quanto melhor for para Portugal, pior será para a dívida".

TEIXEIRA DOS SANTOS DESAPARECEU EM COMBATE ??

OTELO SARAIVA CARVALHO



informação
25Abr2011


Se soubesse como o País ia ficar, não fazia a revolução de Abril, diz Otelo
por Agência Lusa, Publicado em 13 de Abril de 2011

Otelo Saraiva de Carvalho

Otelo Saraiva de Carvalho ouve todos os dias populares dizerem-lhe que o que faz falta é uma nova revolução, mas, 37 anos depois, garante que, se soubesse como o país ia ficar, não teria realizado o 25 de abril.

Aos 75 anos, Otelo mantém a boa disposição e fala da revolução dos cravos como se esta tivesse acontecido há dois dias.

Recorda os propósitos, enumera nomes, sabe de cor as funções de cada um dos intervenientes, é rigoroso nas memórias, embora reconheça que ainda hoje vai sabendo de contributos de anónimos que revelam, tantas décadas depois, o papel que desempenharam no golpe que deitou por terra uma ditadura de 28 anos.

Essa permanente atualização tem justificado, entre outros propósitos, a sua obra literária, como o mais recente "O dia inicial", que conta a história do 25 de abril "hora a hora".

Apesar de estar associado ao movimento dos "capitães de abril" e aceitar o papel que a história lhe atribuiu nesta revolução, Otelo não esconde algum desânimo. Ele, que se assume como um "otimista por natureza".

"Sou um otimista por natureza, mas é muito difícil encarar o futuro com otimismo. O nosso país não tem recursos naturais e a única riqueza que tem é o seu povo", disse, em entrevista à Agência Lusa.

Otelo lamenta as "enormes diferenças de carácter salarial" que existem na sociedade portuguesa e vai desfiando nomes de personalidades públicas, cujo vencimento o indigna.

"Não posso aceitar essas diferenças. A mim, chocam-me. Então e os outros? Os que se levantam às 05:00 para ir trabalhar na fábrica e na lavoura e chegam ao fim do mês com uma miséria de ordenado?", questiona, sem esconder o desânimo.

Para este eterno capitão de abril, o que mais o desilude é "questões que considerava muito importantes no programa político do Movimento das Forças Armadas (MFA) não terem sido cumpridas".

Uma delas, que considera "crucial", era a criação de um sistema que elevasse rapidamente o nível social, económico e cultural de todo um povo que viveu 48 anos debaixo de uma ditadura".

"Este povo, que viveu 48 anos sob uma ditadura militar e fascista merecia mais do que dois milhões de portugueses a viverem em estado de pobreza", adiantou.