domingo, 8 de maio de 2011

JULGADO E PENA PESADA PARA EXEMPLO

CARTA A UM DIPLOMATA FINLANDES

terça-feira, 19 de abril de 2011

Carta a um diplomata finlandês


Caro Steinbroken

Por estes dias, recordo as noitadas em que nos cruzávamos nos salões dos Maias, no Ramalhete, às Janelas Verdes, nas tertúlias que o José Maria retratou no livro a que deu o nome daquela família.

Lembro-me da generosidade com que você, diplomata finlandês, era recebido naquele cenáculo, onde, com carinho lusitano mas cosmopolita, entre mesas de whist ou numa ronda de bilhar, ou ouvindo-o a si como "barítono plenipotenciário", procurávamos atenuar a sua nórdica solidão.

Muita água passou sob as pontes. Você regressou aos gelos da sua Finlândia, eu por aqui fiquei, com a escassa fortuna que Celorico me deixou.

Há uns anos, caro Steinbroken, você escreveu-me para Lisboa, dizendo do agrado com que vira Portugal apoiar, com entusiasmo, a entrada do seu país na União Europeia. Elogiou o facto de, ao contrário de outros, não termos achado que a "finlandização" havia sido um imperdoável pecado histórico de agnosticismo estratégico, um genérico triste da "realpolitik". E recordar-se-á de eu lhe ter respondido, na volta do correio, que, conhecendo-o a si, nunca o tivera por seguidor do "better red than dead".

Noutra ocasião, você veio bater-me epistolarmente à porta, pedindo que deixasse cair uma palavra nas Necessidades, com vista a evitar que Portugal cedesse a um compreensível egoísmo, por mor dos fundos estruturais, a ponto de poder criar obstáculos aos Estados bálticos, “primos” da Escandinávia, que queriam então aceder à NATO e à União Europeia. A resposta da nossa diplomacia foi, reconheça, soberba: embora o alargamento fosse um passo que tinha em Portugal um dos países mais prejudicados, adoptávamos uma visão solidária da Europa, pelo que entendíamos que um mínimo de respeito histórico nos obrigava a acolher aqueles Estados no nosso seio. Da caixa de vodka que você me mandou, com um cartão catita, a agradecer a diligência, ainda me resta uma botelha.

Pensava partilhá-la consigo, Steinbroken, numa sua próxima vinda a Portugal, à cata de sol e de olho nos corpos morenos, Chiado abaixo. Passaríamos pelo Grémio, jantaríamos no Tavares e iríamos degustar o resto dos álcoois no meu terraço, Tejo à vista. Eu contar-lhe-ia a poética aventura eleitoral do Alencar, a carreira como banqueiro da besta do Dâmaso, o folhetim da venda da “Corneta do Diabo” à Prisa, a colaboração do Cruges com os “Deolinda”, a agitação do Gouvarinho e de outros tantos, nas lides que levam às Cortes.

Mas, agora, o que me chega? Que você foi ouvido, num dos últimos dias, passeando sob as árvores onde o verde já brota, ali na Promenade, no centro de Helsínquia, recém-saído do spa do vizinho Kämp, de braço dado com um alemão, com tiradas muito pouco simpáticas sobre Portugal e os portugueses. E que dizia você? Que, afinal, o compromisso político que a Finlândia havia dado à estabilidade do euro, que servira para a Grécia e para a Irlanda, poderia já não valer para Portugal. Ao seu lado, o alemão ecoava coisas parecidas, quiçá esquecido que o meu país, como todos os outros parceiros europeus, andou anos a pagar elevadas taxas de juro, para liquidar a fatura da reunificação da Alemanha, que hoje é, como sempre foi, o grande beneficiário do mercado interno europeu.

É triste, caro Steinbroken, é muito triste que a frieza do vosso egoísmo lhes faça esquecer que a solidariedade é uma estrada de dois sentidos. Aqui, por Portugal, estamos a atravessar uma conjuntura difícil. Outras já tivemos, todas ultrapassámos. Mais recentemente, cometemos alguns erros, revelámos fragilidades que a crise sublinhou. Pensávamos poder contar com os amigos. Ao longo dos tempos, aprendemos a ser gratos a quem nos ajuda, a ser-lhes leais quando de nós necessitam. Não somos rancorosos, porque alimentar ressentimentos mesquinhos não está na nossa maneira de ser. E sabe porquê? Porque, na vida internacional, mantemos alguns sólidos valores, os mesmos que nos permitiram sobreviver nove séculos como país, um dos mais antigos do mundo, sabia?

A vossa atitude, a vossa quebra de solidariedade, porque revela o conceito instrumental que têm da Europa, para utilizar uma frase que você repetia, entre outras platitudes árticas, pelas noites do Ramalhete, “c’est très grave, c'est excessivement grave…”.

Receba um abraço, ainda amigo, orgulhosamente (quase) mediterrânico do

João da Ega


Read more: http://duas-ou-tres.blogspot.com/2011/04/carta-um-diplomata-finlandes_19.html#ixzz1LmVpdBoh

Há dias o DN publicou um artigo intitulado “Em tempos foi Portugal a ajudar a Finlândia” que passo a citar:

“O DN publicou a 21 de Abril de 1940 um "bem haja" da Finlândia aos portugueses. Enviada pelo representante em Lisboa desse país nórdico, a nota diplomática agradece a Portugal a ajuda, tanto em víveres como em agasalhos, durante a guerra russo-finlandesa do Inverno de 1940-1941. "Nunca poderá o povo finlandês esquecer a nobreza de tal atitude", podia ler-se no pequeno texto publicado no nosso jornal há mais de 70 anos.

A solidariedade com a Finlândia pode explicar-se pela aversão no Estado Novo a tudo o que fosse comunista, e era a União Soviética que estava a atacar o seu vizinho, e também pela simpatia natural do pequeno Portugal por outra pequena nação, sobretudo numa época em que as grandes potências mostravam toda a sua gula conquistadora. Mas o heroísmo dos finlandeses, que evitaram que Estaline os integrasse na União Soviética quando pouco antes se tinham libertado do império czarista, emocionou a sério muitos portugueses bem-intencionados.

Hoje boa parte da opinião pública finlandesa mostra não estar nada emocionada com a crise que afecta os portugueses. E se depender de vários partidos, alguns dos quais podem chegar ao Governo nas legislativas de hoje, não haverá solidariedade com Portugal. A ideia é mesmo não participar no resgate da dívida portuguesa e quem o defende parece ganhar votos.

Portugal entrou na União Europeia em 1986, a Finlândia em 1995. Periféricos ambos, optaram por aderir ao euro, sendo os finlandeses os únicos nórdicos a fazê-lo. Tudo parecia indicar um partilhado entusiasmo pelo ideal europeísta. Hoje, nas urnas, veremos se assim é. E bem haja aos eleitores finlandeses que percebam que todos, mas sobretudo os pequenos, ficam a ganhar quando existe solidariedade entre os países da velha Europa.”

Certos países têm a memória muito curta, mas a História acaba sempre por se repetir…

Isabel BP
19 de abril de 2011 00:56

19 de abril de 2011 01:35



Á ATENÇÃO DOS FINLANDESES

sábado, 7 de maio de 2011

Á ATENÇÃO DA FINLANDIA

O filme "O que os Finlandeses Precisam de Saber sobre Portugal" começa com a recordação de que a bandeira finlandesa atual fora a portuguesa há oito séculos e termina com a evocação de uma das maiores campanhas de voluntariado alguma vez feita no país, em 1940, a favor de "um país periférico, pobre e esfomeado": a Finlândia.

Pelo meio, e ao longo de quase sete minutos, ficam referências aos povos que antecederam os portugueses, à antiguidade da nação e da fronteira portuguesa, à difusão do Português e dos portugueses -- existem mais no estrangeiro do que em Portugal --, à capacidade de mobilização do Benfica, às invenções lusitanas -- do compasso marítimo à via verde, passando pelos canhões, vela latina e bacalhau salgado --, a introdução do chá no Reino Unido.

As glórias desportivas, do futebol ao hóquei em patins e ao râguebi, da estátua de Eusébio a Mourinho e Ronaldo, também têm uma parte nobre, bem como as Descobertas, Cristóvão Colombo, a solidariedade com Timor, a dimensão da zona económica exclusiva ou o Mateus Rosé.

Carlos Carreiras explica, em declarações à agência Lusa, que esta "é uma mensagem de esperança".

O autarca de Cascais adianta: "somos um grande povo e temos uma grande história", o que o leva a "acreditar nesta geração, neste tempo e neste espaço universal".

E insiste: "fomos, somos e seremos um grande povo", pelo que "temos de saber que também somos capazes como foram capazes outros portugueses".

Diz ter sido "com grande satisfação" que viu "a sala, que estava cheia, de pé a aplaudir", a mensagem que estava a passar no vídeo.

Este "é um vídeo extraordinário que gostava muito que todos os portugueses vissem, porque devemos ter orgulho em ser portugueses. Independentemente das nossas ideologias, nós temos um país que nos orgulha muito, que eu ali mostrei", disse.

Com Lusa





Um vídeo que salienta glórias portuguesas e recorda a ajuda à Finlândia, em 1940, está a causar furor nas redes sociais. Com o título "O que os Finlandeses Precisam de Saber sobre Portugal", a peça foi apresentada ontem pelo presidente da Câmara Municipal de Cascais aos participantes nas conferências do Estoril.
ESTE VIDEO TEM UMA FALHA IMPERDOAVEL, NÃO FALA NA FACE NEGRA DA BANCARROTA, NEM NO INGININHEIRO JOSE SOCRATES NEM SEQUER NO P.S.....
IMPERDOAVEL

A GLORIOSA HISTORIA DE PORTUGAL, A 1ª NAÇÃO EUROPEIA E A MAIS ANTIGA
N.B. A AJUDA DADA FILANDIA, FOI SALAZAR QUEM A DEU, NESTA ALTURA PORTUGAL ERA UM PAIS CREDOR E HOJE COM OS DEMOCRATAS É DEVEDOR, E UM PAIS CORRUPTO E INDIGENTE

Jose Martins

NO ALERTAR CONSCIÊNCIAS, PARA NOS LIVRARMOS DE "CRÁPULAS E EXECRÁVEIS" QUE MINAM A SOCIEDADADE PORTUGUESA


Claro que reencaminho!
... e sem comentários porque está ( quase ) tudo dito!!!

.TENHAM VERGONHA
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Carta aberta ao Sr. Mário Soares, Sr. António José Seguro e a todos os políticos de Portugal
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Sr. Mário Soares,
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Sou um cidadão que trabalha, paga impostos, para que o Sr. e todos os restantes políticos de Portugal andem na boa vida.
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Há dias, ouvi o Sr, doutamente, nas TV's, a avisar o povo português para que não se pusesse com greves, porque ainda ia ser pior.
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Depois ouvi o Sr. António José Seguro, revoltar-se contra os impostos e colocar-se ao lado do povo.
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Ouvi o Sr. perguntar onde estava a alternativa ao aumento de impostos, e aqui estou eu para lhe dar a alternativa.
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Como o Sr. Mário Soares pediu que alguém lhe desse a alternativa à subida de impostos, aqui lhe deixo 10 medidas que me vieram à mente assim, de repente:

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1 - Acabar com as pensões vitalícias e restantes mordomias de todos os ex-presidentes da República (os senhores foram PR's, receberam os seus salários pelo serviço prestado à Pátria, não têm de ter benesses por esse facto);

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2 - Acabar com as pensões vitalícias e / ou pensões em vigor dos primeiros-ministros, ministros, deputados e outros quadros (os Srs deputados receberam o seu ordenado aquando da sua actividade como deputado, não têm nada que ter pensões vitalícias nem serem reformados ao fim de 12 anos; quando muito recebem uma percentagem na reforma, mas aos 65 anos de idade como os restantes portugueses - veja-se o caso do Sr. António Seguro que na casa dos 40 anos de idade já tem direito a reforma da Assembleia da República);

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3 - Reduzir o nº de deputados para 100;

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4 - Reduzir o nº de ministérios e secretarias de estado, institutos e outras entidades criadas artificialmente, algumas desnecessárias e muitas vezes até redundantes, apenas para dar emprego aos "boys";

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5 - Acabar com as mordomias na Assembleia da República e no Governo, e ao invés de andarem em carros de luxo, andarem em viaturas mais baratas, ou de transportes públicos, como nos países ricos do Norte da Europa (no dia em que se anunciou o aumento dos impostos por falta de dinheiro, o Estado adquiriu uma viatura na ordem dos 140 mil euros para os VIP's que nos visitarão);

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6 - Acabar com os subsídios de reintegração social atribuídos aos vereadores, aos presidentes de Câmara, e outras entidades (multiplique-se o número de vereadores existentes pelo número de municípios e veja-se a enormidade e imoralidade que por aí grassa);

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7 - Acabar com as reformas múltiplas, sendo que um cidadão só poderá ter uma única reforma (ao invés de duas e três, como muitos têm);

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8 - Criar um tecto para as reformas, sendo que nenhuma poderá ser maior que a do PR;

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9 - Acabar com o sigilo bancário;
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10 - Criar um quadro da administração do Estado, de modo a que quando um governo mude, não mudem centenas de lugares na administração do Estado;
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Com estas simples 10 medidas, a classe política que vai desgraçando o nosso amado Portugal, daria o exemplo e deixaria um sinal inequívoco de que afinal, vale a pena fazer sacrifícios, e que o dinheiro dos portugueses não é esbanjado em Fundações duvidosas, em TGV's, em aeroportos, em obras sumptuosas.
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Enquanto isso não acontecer, eu não acredito no Sr. Mário Soares, não acredito no Sr. António Seguro, e não acredito em nenhum político desde o Bloco de Esquerda ao CDS, nem lhes reconheço autoridade moral para dizerem ao povo o que deve fazer.
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Em último caso, têm a palavra as Forças Armadas, que têm o ónus de defender o povo português de qualquer agressão externa e / ou interna e que paradoxalmente têm estado em silêncio perante o afundamento de Portugal.
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Zé do Povo
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P.S. - Eu não vivo em Portugal e tudo que publico é enviado a este blogue que procura alertar as consciências e os portugueses se livrarem de "crápulos/execráveis" que têm minado, com oportunismo, a sociedade portuguesa.

CUSTA A ACREDITAR...


Será que o Marinho Pinto se estará a referir a algum destes ???? Eles não andam nus, andam cobertos pelo manto diáfono da fantasia... e nós não há maneira de dizermos que estes reis vão nus!






Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola

José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)

Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD

Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP

Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de "trabalho", Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer…)

António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas "patacas" como comentador RTP)

Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD

José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES

João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.

Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação -
Agora - Vogal do CA do BES

Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.

etc etc etc...

O que é isto ?
- Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no esplendor do gamanço e da cunha !!!

Depois deste relambório todo, ainda vem mais este seguinte, que quase dá para rir, não fosse a gravidade da situação, pese embora que quando a alma sair do governo passará para o lote dos descritos anteriormente, isto vai longe, ai vai vai...

José Sócrates tem, como devem saber, um assessor cultural. Trata-se de um típico intelectual luso, minimalista, de negro sempre vestido, triste e crítico de todas as artes, em tempos assessor de... Manuel Maria Carrilho. Chama-se Alexandre Melo, pertence como não podia deixar de ser, ao lobby gay e é grande amigo de outro célebre crítico de arte, também de negro sempre vestido, cujo nome é ANTÓNIO PINTO RIBEIRO, antigo funcionário da Culturgest e hoje em dia da Gulbenkian. Sócrates telefonou ao seu assessor a quem pediu que lhe indicasse o nome de alguém para substituir Isabel Pires de Lima no Ministério da Cultura e o seu assessor, sem hesitar, indicou António Pinto Ribeiro. Logo a seguir, telefonou o Melo ao amigo Pinto Ribeiro a quem preveniu que logo lhe telefonaria o Sócrates a convidá-lo para Ministro da Cultura. Exultaram os dois, e o indigitado futuro ministro ficou de olho e ouvido no telefone à espera de um telefonema que não havia maneira de chegar. Entretanto, Sócrates, no seu gabinete, solicita que o ponham em contacto com o Dr. Pinto Ribeiro. A telefonista procede com prontidão visto ter à mão uma lista de todos os funcionários superiores de todos os ministérios, um dos quais é o Dr. JOSÉ ANTÓNIO PINTO RIBEIRO, advogado de formação e profissão mas exercendo as funções de Presidente da Colecção Berardo no CCB, lugar para onde fora nomeado por ter sido o advogado intermediário entre o Joe Berardo e o Primeiro-Ministro por alturas da escandalosa história da transferência da chamada Colecção Berardo para o Centro Cultural de Belém! Sócrates cumprimenta-o calorosamente e convida-o para Ministro da Cultura, julgando estar a falar com o outro Pinto Ribeiro, o 'agente cultural' que lhe havia sido calorosamente recomendado pelo seu diligente assessor cultural. Muito à portuguesa o interlocutor a quem por equívoco o Sócrates estava a convidar para Ministro da Cultura respondeu imediatamente que aceitava SEM FAZER QUALQUER PERGUNTA a Sua Excelência. Sócrates desliga o telefone e informa o assessor do facto de ter o Pinto Ribeiro aceite o convite. O assessor dá-lhe parte do seu regozijo e telefona logo a seguir ao amigo para o felicitar e só nesta altura se apercebem ambos de como de enganos é feita a vida política em Portugal a tal ponto são ignorantes, trapalhões e imbecis os políticos lusos.


Esta história parece uma página arrancada a um romance do Eça de Queiroz.

E o Pior, é que estes senhores, saem sempre impávidos e serenos como se nada tivesse passado, triste PORTUGAL

A GALP VAI BAIXR COMBUSTIVEIS?????

É AGORA QUE A GALPP VAI BAIXAR OS COMBUSTIVEIS

Petróleo desce barreira dos 110 dólares em Londres

06 Maio 2011 | 11:23

O petróleo está a descer pelo quinto dia, encaminhando-se para a maior queda semanal desde Dezembro de 2008. A matéria-prima está a perder mais de 1%, estando abaixo dos 110 dólares por barril em Londres.


O petróleo está a caminho de registar a maior queda numa semana desde 2008.

Os dados económicos revelados que indicaram que as economias europeia e americana poderiam estar a enfraquecer, estão a pressionar a matéria-prima, de acordo com a Bloomberg.

O Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e valor de referência às importações europeias, está a cair 1,12% para 109,56 dólares por barril, tendo já cruzado a barreira dos 110 dólares.

Também o barril de crude WTI, negociado na Nymex, está a perder 1,65% para 98,15 dólares por barril, depois de ontem, pela primeira vez desde meados de Março, ter baixado da barreira dos 100 dólares.

Ontem, foram revelados dados que indicavam que os subsídios de desemprego nos Estados Unidos subiram inesperadamente em Março e que as encomendas das fábricas na Alemanha abrandaram, também sem se esperar.

“As preocupações com a procura estão finalmente a superar os recentes receios da oferta”, disse Andrey Kryuchenkov, analista da VTB Capital em Londres.

SOCRATES.....RECORDISTA

Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

Os milionários de Portugal...

O semanário Expresso na sua edição de 9 do corrente mês de Abril, publica as remunerações dos gestores TOP, do País...(2010 e 2009):
Dado o estado calamitoso em que o País dos mais pobres da Comunidade Europeia, se encontra, apenas referenciamos aqueles que maiores remunerações venceram em 2010 e 2009.(Trata-se de remunerações e indemnizações desses anos):
Zeinal Bava (P.T.) 1.400.000,00 Euros e em 2009 - 2.500.000,00 Euros. António Mexia (EDP) 1.057.000,00 Euros e em 2009- 3.100.000,00 Euros. Ângelo Paupério (Sonaecom) 1.010.000,00 Euros e em 2009- 991.000,00 Euros. Rodrigo Costa (ZON) 995.000,00 Euros e em 2009 -1.600.000,00 Euros. Ana Fernandes (EDPR) 824.000,00 e em 2009- 2.400.000,00 Euros. Pedro S.Santos(JM) 770.000,00 Euros e em 2009- 660.000,00 Euros. Jorge Coelho (Mota-Engil) ex-ministro deste governo ... 730.000,00 Euros e em 2009 - 727.000,00 Euros. João Pedro Mello (Brisa) 661.000,00 Euros e em 2009 - 707.000,00 Euros. Henrique Granadeiro(PT) 617.000,00 Euros e em 2009 - 1.600.000,00 Euros.
Não faço referência aos empresários que singraram na vida à sua custa e em cujas empresas têm milhares de trabalhadores, ao seu serviço e que a meu ver nem sequer deviam ser mencionados naquele semanário. É que se têm altos vencimentos é porque trabalharam para isso. Enquanto que outros...só S.Tomé saberá...
O Expresso referencia ainda Rui Pedro Soares,(PT) o homem sombra do primeiro ministro português, no caso "Face Oculta" que recebeu 1.200.000, Euros em 2010, dos quais 648.700,00 Euros correspondentes a uma indemnização, por estar envolvido no citado caso e "ter deixado o mandato a meio" e a F.Soares Carneiro (PT) - 1.800.000,00 Euros, e envolvido igualmente no mesmo caso. Foca ainda o Expresso o nome de Armando Vara (CGD) com uma indemnização de 1.730.000,00 Euros, arguido no caso Face Oculta e que «transitou da vice-presidência do BCP e acabou por não ficar até final do mandato, (teve que interromper depois de ter sido arguido no processo "Face Oculta", onde está acusado de dois crimes de tráfico de influência). Armando Vara suspendeu a actividade ainda em 2009, mas só renunciou ao cargo em Julho de 2010, e assim teve "direito" a receber 822.000,00 Euros nesse ano. Parte deste montante -- (superior ao auferido pelo Presidente do Banco 647.000,00 Euros), foi para cobrir o compromisso de não trabalhar na concorrência até ao final do mandato. Hoje, Armando Vara, ex-ministro adjunto de José Sócrates, é presidente do conselho de administração da Camargo Corrêa África. De remuneração pelos meses que permaneceu em funções no BCP Vara recebeu 260.000,00 Euros, os restantes 562.000,00 Euros correspondem a indemnizações.»
Com vencimentos desta natureza como é que um País pode andar para a frente? Então, segundo consta, acabarão com os subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos aposentados e aos que estão no activo e estes pobres coitados não sofrem quaisquer descontos? Com vencimentos e indemnizações, algumas obscuras, como o negrume do dia mais negro do Inverno e que causam a indignação até aos mortos, e nada descontam? E nada acontece? Admito que alguns deste senhores, merecem bem o que ganham, mas há aqui casos de uma flagrantíssima injustiça que não tem qualquer razão de existir, o que denota, a nosso ver, um extraordinário abuso do Poder, um excessivo proteccionismo e em paralelo, uma declarada deterioração da política das remunerações dos que prestam serviço na função pública. Seria conveniente que se pondere, antes que esta política cause ao País graves perturbações.
Noutros tempos, ninguém podia ter um vencimento superior ao do Presidente do Conselho de Ministros e ao Presidente da República. Hoje creio que nem nos Estados mais avançados do Mundo se remuneram, mesmo os mais aptos de forma semelhante.
Por outro lado é bom que se olhe para estas flagrantes, e graves desigualdades. Os chefes de família deste País a quem foi prometida melhor vida, muitos já estão a recorrer a caridade, aos bancos da fome, um mau prenúncio para o futuro de Portugal. Com FMI ou sem FMI, há que ter estas graves anomalias em atenção. Há que ter um grande espírito de humanidade. Um grande espírito de fraternidade e evitar o que mais grave possa acontecer. O País merece e os seus filhos, especialmente os que estão sem trabalho e sem um mínimo de subsistência, também.
Ao FMI e ao Governo em exercício e ao próximo, é necessário afirmar que não é de bom tom ignorar estas desigualdades: «A ignorância é a escuridão do espírito, e quanto maior é, menos se vê». Uma frase que nós gostaríamos que quer uns, quer outros, não esquecessem.
José de Viseu

jose ilidio pereira de vasconcelos