terça-feira, 27 de setembro de 2011

O caso das orgias sexuais

27.09.2011


O caso das orgias sexuais
O jornal “Correio da Manhã” de hoje garante ter visto um vídeo de 10 minutos em que José Castelo Branco aparece numa cena de sexo a três com um casal de Famalicão.

A crer no “CM”, esse vídeo foi gravado em 2006 num quarto de hotel e nele aparece Castelo Branco “a manter relações sexuais com a mulher de João Ferreira, enquanto o marido o sodomiza”.

Apesar desta alegada “prova”, José Castelo Branco continua a proclamar-se inocente e repete que nunca participou em cenas de cariz sexual com o referido casal de Famalicão.

“Sou a pessoa mais púdica deste mundo e agora dizem que sou tarado. Tenho uma conduta sexual irrepreensível”, diz o famoso “rei do jet-set”.

O escândalo saltou para a praça pública por via de um processo judicial em que a mulher do empresário João Ferreira acusa o marido de a ter obrigado a práticas de “sexo violento em grupo, sob a ameaça de armas”.

Para se defender, o empresário citou José Castelo Branco e, também, Betty Graffstein, mulher do “marchand” de arte, como suas testemunhas. O objectivo do arguido seria tentar provar que sua mulher participou de livre vontade nas tais cenas de sexo.

O processo está a ser instruído no Tribunal de Famalicão, cabendo ao juiz decidir se vai para julgamento

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

José Castelo Branco está a ser procurado pela Justiça para depor num caso em que uma mulher foi alegadamente obrigada pelo marido, sob ameaça de armas, a participar em orgias de sexo violento. O homem conhecido como "rei do jet-set" é testemunha por ter participado num dos encontros - todos filmados.
Além de Castelo Branco, a sua mulher, Betty Grafstein, foi também chamada como depoente pelo principal arguido do caso, um indivíduo de Famalicão acusado pelo Ministério Público de crimes de violência doméstica e detenção de armas proibidas.
A idosa norte-americana - conhecida por ser dona de uma empresa de jóias nos Estados Unidos, herdada do falecido ex-marido - também é referida como tendo testemunhado sessões de sexo em grupo, de características violentas (sado-masoquismo), em hotéis de luxo na zona de Lisboa. No processo, aparece em várias fotografias.
Fonte: JN
"Ser maricas em Portugal tem pela frente futuro, risonho e estatuto à vista

HAJA FESTA


Seixal: Recebidos à pedrada e com garrafas em festa africana

Dois polícias feridos em batalha campal

Dois agentes da PSP de Corroios, Seixal, foram ontem feridos à pedrada e com o arremesso de garrafas, durante uma autêntica batalha campal que se desencadeou junto a um café do Miratejo, no mesmo concelho. A Polícia foi chamada a intervir devido ao barulho excessivo – e já só conseguiu resolver a situação com a chegada dos elementos do Corpo de Intervenção, tendo sido efectuados vários disparos de intimidação. Houve quatro detidos.

Por:Miguel Curado

‘Tupac’, alcunha de um jovem de 27 anos, residente no Miratejo, disse ontem ao CM que na origem do confronto esteve uma festa africana no café Miratorre, situado junto ao quartel dos bombeiros. "Alguém chamou a PSP por causa do barulho da música", explicou.

Polícia e os jovens do bairro têm versões diferentes sobre o que se passou então. A primeira patrulha, da esquadra de Corroios, chegou ao local às 00h30, detendo um jovem por injúrias e tentativa de agressão. Amigos deste reagiram com pedras e garrafas contra a PSP, obrigando à chamada de mais efectivo, incluindo o Corpo de Intervenção.

O grande ajuntamento policial causou, segundo os moradores, situações de "abuso" e até de "disparos de shotgun". Fonte oficial da PSP negou terem sido efectuados disparos, mas confirmou a detenção de quatro homens: um com mandado pendente e três por agressões. Os dois agentes feridos receberam tratamento hospitalar, tendo tido alta durante a madrugada.

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Por:Miguel Curado

‘Tupac’, alcunha de um jovem de 27 anos, residente no Miratejo, disse ontem ao CM que na origem do confronto esteve uma festa africana no café Miratorre, situado junto ao quartel dos bombeiros. "Alguém chamou a PSP por causa do barulho da música", explicou.

Polícia e os jovens do bairro têm versões diferentes sobre o que se passou então. A primeira patrulha, da esquadra de Corroios, chegou ao local às 00h30, detendo um jovem por injúrias e tentativa de agressão. Amigos deste reagiram com pedras e garrafas contra a PSP, obrigando à chamada de mais efectivo, incluindo o Corpo de Intervenção.

O grande ajuntamento policial causou, segundo os moradores, situações de "abuso" e até de "disparos de shotgun". Fonte oficial da PSP negou terem sido efectuados disparos, mas confirmou a detenção de quatro homens: um com mandado pendente e três por agressões. Os dois agentes feridos receberam tratamento hospitalar, tendo tido alta durante a madrugada.

domingo, 25 de setembro de 2011