quinta-feira, 8 de novembro de 2012



..........DA TAILANDIA


Posted: 07 Nov 2012 03:21 PM PST

A Islândia foi saqueada, tal como Portugal, mas lá o crime não compensa e a impunidade não venceu.
O que contribuiu para o sucesso Islandês, não foi apenas a manifestação que depôs o governo, pois se voltassem para o poleiro políticos corruptos, tudo voltaria ao mesmo. 
O que fez toda a diferença, foi a sorte de encontrarem um presidente com braço de ferro e coração de ouro... Resgatou as pessoas e não os bancos.

À semelhança de Portugal também a Islândia teve um caso ao estilo BPN. Créditos ao desbarato para os amigos. Empréstimos sem garantias. Todos os envolvidos estavam ricos. O governo não cumpria o seu papel, permitindo que a situação atingisse o ponto de ruptura. Tal como em Portugal, era o regabofe.
Contudo ao contrário de Portugal estes senhores, julgando-se intocáveis e crendo que o estado iria assumir todas as suas asneiras, depararam-se com um presidente justo e integro, que os obrigou a "pagar" pelo que fizeram.

Vejamos nos vários pontos, em baixo, as diferenças entre a postura do governo e povo Português e do Islandês, e percebemos que a profundidade da injustiça e corrupção, em Portugal, tem uma dimensão maior que a que julgávamos.
Pior ainda, percebemos que oferecer as dividas de um banco saqueado por políticos, a um povo inocente, não era a única opção mas sim a mais conveniente aos saqueadores.

1- A Islândia deixou cair os seus bancos e persegue os banqueiros.
Vê aí um modelo islandês de saída da crise?
(Ólafur Ragnar Grímsson, Presidente da Islândia) -Talvez não tivesse havido outra opção além dessa: os bancos eram tão grandes que não havia maneira de os resgatar. Mas não interessa se havia ou não opções. A Islândia não aceita a noção de o cidadão comum ter de pagar toda a factura das loucuras dos bancos, como aconteceu com essas nacionalizações feitas noutros lugares pela porta do cavalo.
2 - Ex-primeiro-ministro islandês julgado por negligência governativa.
Em Setembro de 2010, o parlamento islandês decidiu processar por "negligência" o antigo chefe do Governo, que liderava o país na altura em que o sistema financeiro islandês entrou em colapso, em Outubro de 2008.
Para julgar Haarde, foi criado um tribunal especial, o Tribunal Superior de Justiça (Landsdomur). JN

3 - Procurado Sigurdur Einarsson - Procura-se. Homem, 48 anos, 1,80 m, Calvo, olhos azuis. A Interpol acompanha esta descrição de uma foto na qual aparece um tipo bem barbeado enfiado num desses fatos escuros de 2000 euros. A delinquência mudou muito com a globalização financeira. Isto é a Islândia, o lugar onde os bancos vão à ruína e os seus dirigentes podem ir para a cadeia sem que o céu se abata sobre as nossas cabeças; a ilha onde apenas meio milhar de pessoas armadas com perigosos tachos podem derrubar um governo.
Isto é a Islândia, onde agora os taxistas lançam os mesmos olhares furibundos que em todas as partes quando se lhes pergunta se estão mais chateados com os banqueiros ou com os políticos.
O tipo da foto chama-se Sigurdur Einarsson. Era o presidente executivo dum dos grandes bancos da Islândia e o mais temerário de todos, Kaupthing "a praça do mercado" Foi detido há uns dias na sua mansão de Londres. E é um dos protagonistas do livro mais lido na Islândia: nove volumes e 2400 páginas para uma espécie de saga delirante sobre os desmandes que a indústria financeira pode chegar a perpetrar quando está totalmente fora de controlo.
4 - A Islândia foi saqueada por cerca de 20 ou 30 pessoas. Uma dezena de banqueiros, uns poucos empresários e um punhado de políticos formaram um grupo selvagem que levou o país inteiro à ruína: 10 dos 63 parlamentares islandeses, incluindo os dois líderes do partido que governou quase ininterruptamente desde 1944, tinham empréstimos pessoais concedidos por um valor de quase 10 milhões de euros por cabeça. Está por demonstrar que isso seja delito (embora pareça que parte desse dinheiro servia para comprar acções dos próprios bancos: para fazer inchar as cotações), mas pelo menos é um escândalo enorme.

5 - O presidente do país dá com um mandatário - Ólagur Grímsson, que considera "uma loucura" que os seus concidadãos "tenham de pagar a factura da banca sem serem consultados".
O cúmulo deu-se com o novo século: o Estado privatizou a banca e os banqueiros iniciaram uma corrida desaforada pela expansão dentro e fora do país, ajudados pelas mãos deixadas livres com a falta de regulamentação e com taxas de juro à volta de 15% que atraíam as poupanças dos dentistas austríacos, dos reformados alemães e dos comerciantes holandeses.
6 - Mas voltemos a Arnar e ao seu relato: "a banca começou a desbaratar dinheiro em farras com champanhe e estrelas de rock; comprou ou ajudou a comprar meia Oxford Street, vários clubes de futebol da liga inglesa, bancos na Dinamarca, empresas por toda a Escandinávia: tudo o que estivesse à venda e tudo a crédito". Os executivos concediam créditos milionários a si mesmos, a familiares, a amigos e aos políticos próximos, frequentemente sem garantias. A Bolsa multiplicou o seu valor por nove entre 2003 e 2007. Os preços dos andares triplicaram. "Os bancos levantaram um obsceno castelo de cartas que levou tudo à frente", conta Arnar, que conserva o seu emprego, mas com metade do ordenado.
A magnitude da catástrofe foi espectacular. A inflação descontrolou-se, a coroa veio por ali abaixo, o desemprego cresceu a toda a velocidade, o PIB caiu 15%, os bancos perderam uns 100 mil milhões de dólares (há-de passar muito tempo até haver números definitivos) e os islandeses continuaram a ser ricos, mais ou menos: metade do que eram antes. De quem foi a culpa? Dos bancos e dos banqueiros, naturalmente. Dos seus excessos, daquele forrobodó de crédito, da sua desmedida cobiça. Os bancos são o monstro, a culpa é deles e, de toda a forma, dos políticos que lhes permitiram tudo isso. Também do povo que permitiu.

7 - O país inteiro viu-se apanhado numa bolha. A banca sentiu um desenvolvimento repentino, coisa que agora vemos como algo estúpido e irresponsável. Mas as pessoas fizeram algo parecido. As regras normais das finanças permaneceram suspensas e entramos na era do vale tudo: duas casas, três casas por família, um Range Rover, uma moto de neve. Os salários subiam, a riqueza parecia sair do nada, os cartões de crédito deitavam fumo", explica Ásgeir Jonsson, ex-economista chefe da Kaupthing. "Nós islandeses contribuímos para que se passasse o que passou, por permitirmos que o governo e a banca fizessem o que fizeram, mas também participamos dessa combinação de cobiça e estupidez. Os bancos merecem ficar afastados do jogo e nós merecemos uma parte do castigo: mas só uma parte"

8 - Tudo isso elevou a dívida pública acima de 100% do PIB e para controlar o défice os islandeses nem sequer se livraram da maré de austeridade que percorre a Europa desde o Estreito de Gibraltar até à costa da Gronelândia: mais impostos e menos gastos públicos. No final a Islândia teve que pedir um resgate ao FMI e o Fundo aplicou as receitas habituais: elevaram o IRS e o IVA islandeses e criaram novos impostos, e pelo lado dos gastos baixaram os salários e benefícios sociais e estão a fechar escolas; reduziu-se o Estado social. Que é o que costuma suceder quando de repente um país é menos rico do que pensava.

9 - A maioria dos executivos da banca estão na rua e alguns aguardam julgamento. O nosso Sigurdur Einarsson, o banqueiro mais procurado, tratou de comprar uma mansão em Chelsea, um dos bairros mais exclusivos de Londres, por 12 milhões de euros. A maioria dos banqueiros que tem problemas com a justiça fizeram o mesmo durante os anos do boom, e menos mal que o fizeram: as pessoas apupavam-nos no teatro, atiravam-lhes bolas de neve em plena rua, lançavam bocas nos restaurantes ou deixavam espirituosas pinturas nas casas. Saíram a correr da Islândia. A hipoteca não era problema: Einarsson decidiu alugá-la ao banco enquanto vivia na casa; ao fim e ao cabo, um presidente é um presidente e esse é o tipo de demonstrações de talento financeiro que só trazem surpresas, no improvável caso, de que a justiça se meta no meio.

10 - "Deixar falir os bancos e dizer aos credores que não vão cobrar tudo o que se lhes deve ajudou a mitigar algumas das consequências das loucuras dos seus banqueiros", a Islândia deixa várias lições fundamentais.
Uma: não está claro se deixar cair um banco é um acto reaccionário ou libertário, mas o custo, ao menos para Islândia, é surpreendentemente baixo; o PIB da Irlanda (cujo governo garantiu toda a dívida bancária) caiu o mesmo e as suas perspectivas de recuperação são piores.
Dois: ter moeda própria não é um mau negócio. Em caso de aflição desvaloriza-se e vitória, vitória que se acabou a história; isso permite sair da crise com exportações, algo que nem a Grécia nem a Irlanda (nem a Espanha) podem fazer.

11 - Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações. tsf

12 - (Actualização 2/12/2011) Na Islândia o crescimento económico triplica em relação à UE em 2012.
De acordo com estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI), a Islândia vai fechar 2011 com um crescimento do PIB de 2,5%, prevendo-se novo crescimento de 2,5% para 2012 – números que representam quase o triplo do crescimento económico de todos os Estados-membros da UE que em 2011 ficarão pelos 1,6% e que descerão para os 1,1% em 2012. A taxa de desemprego no país vai ainda descer para os 6%, contra os actuais 9,9% da zona euro.
Contra factos não há argumentos e nem as agências de rating conseguem ignorar os efeitos positivos das decisões políticas. "A economia da Islândia está a recuperar das falhas sistemáticas dos seus três maiores bancos e voltou a um crescimento positivo depois de dois anos de contracção severa".
Das consecutivas decisões que o país foi tomando – e que continua a tomar – desde 2008 que não há vítimas a registar, a não ser os banqueiros e políticos que levaram à crise da dívida pública.
O crescimento económico, potenciado ainda por medidas como a criação de uma comissão constituinte de cidadãos sem filiação partidária que agora é consultada em quase todas as decisões políticas e pela contínua busca e julgamento dos responsáveis pelo estalar da crise. Resultado: para além dos números já avançados, está previsto um crescimento de 2,7% do PIB islandês em 2013. ionline

13 - (Actualização 5/3/12) Ex-primeiro-ministro islandês já começou a ser julgado.
Geir H. Haarde arrisca-se a uma pena de dois anos de prisão, por responsabilidade no colapso financeiro da Islândia, em 2008, é acusado de ignorar os alertas da supervisão em relação à crise iminente, que atingia os principais bancos islandeses.
A investigação considerou Haarde e outros três políticos responsáveis pela falência do país, mas o parlamento decidiu que só o ex-primeiro ministro devia ir ao tribunal. fonte

14 - (Actualização 21/10/12) "Os islandeses estão hoje a votar um referendo sobre questões relacionadas com a elaboração da nova Constituição do país, considerada a primeira do mundo que poderá ser redigida pelos próprios cidadãos.
O referendo inclui seis questões sobre temas como o papel dos recursos naturais do país, da igreja nacional ou o futuro sistema democrático da ilha. As perguntas, que devem ser respondidas com "sim" ou "não" , foram elaboradas por uma comissão de 25 cidadãos, eleitos em 2010, que ficou encarregue de rever a constituição. Por sua vez, estas 25 pessoas, de diferentes contextos sociais, pediram sugestões aos islandeses através da internet.
O islandeses estão ainda a ser questionados sobre o modo de elaboração desta Constituição e se estão de acordo que esta seja redigida através das contribuições dos cidadãos.
"Para mim, a escolha não é difícil. Penso que é o povo quem tem de decidir o que consta na constituição", disse à AFP Magret Einarsdottir, uma islandesa reformada. fonte

15 - "A Islândia reduziu a taxa de desemprego dos 12%, em maio de 2010, para os 5%, sem setembro deste ano, segundo dados do Gabinete de Estatística islandês, hoje citados pelo site do jornal espanhol 'ABC'." fonte

Isto foi onde nos levou Cavaco Silva, o nosso presidente e companhia limitada.... 
«Em cada hora, 17 portugueses perdem o emprego» PS acusa Álvaro Santos Pereira de ser «um exterminador de empregos», ministro da economia pede diálogo e defende «reindustrialização do país» FONTE
"FAMÍLIAS ENTREGAM 16 CASAS POR DIA À BANCA" fonte

Video... 
(Este artigo, contém ainda resumos de alguns artigos do site, Esquerda net)



Posted: 07 Nov 2012 04:17 AM PST

Mais promiscuidade? Não, assim já basta!!!!! 
"Para além de António Borges, em Portugal, existem mais casos conhecidos de altos quadros públicos com currículo na banca de investimento global.
Carlos Moedas, o secretário de Estado adjunto que acompanha os memorandos da troika, trabalhou no departamento de fusões e aquisições do Goldman Sachs.
Mais recentemente escolheram João Moreira Rato, do Morgan Stanley, para presidir ao IGCP, o instituto que vende e gere a dívida pública portuguesa." dinheirovivo.
"A agência da dívida pública portuguesa integrará o universo das entidades públicas empresariais, depois de o Governo ter anunciado a transformação do IGCP em EPE." jornaldenegocios

"Vítor Gaspar esconde salários milionários." Promiscuidade e secretismo... 
"O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, tem recusado divulgar os vencimentos auferidos por altos cargos na Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP, que rondam os 300 mil euros anuais no caso do presidente do IGCP, João Moreira Rato.
Também a vogal Cristina Casalinho recebe um valor muito superior ao ordenado do primeiro-ministro.
João Moreira Rato, anteriormente no Morgan Stanley, e Cristina Casalinho, antiga economista-chefe do BPI, beneficiam de um regime de excepção no IGCP após este ter sido transformado em empresa pública.
Questionado Vítor Gaspar não respondeu.
Também o PS apresentou um requerimento ao primeiro-ministro sobre esta matéria, mas Passos Coelho recusou responder «dizendo que a responsabilidade não era dele, mas do ministro das Finanças», disse Carlos Zorrinho, líder parlamentar socialista. O PS fez então um requerimento a Vítor Gaspar, o qual ainda não obteve qualquer resposta.
João Moreira Rato, de 41 anos, era director executivo do Morgan Stanley desde 2010 antes de assumir a presidência do IGCP. Anteriormente tinha passado pelo Goldman Sachs.
Ambos os gestores do IGCP não entregaram as declarações de rendimentos junto do Tribunal Constitucional, o que deviam ter efectuado até 18 de Agosto." diariodigital.
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Posted: 07 Nov 2012 04:17 AM PST

Mais promiscuidade? Não, assim já basta!!!!! 
"Para além de António Borges, em Portugal, existem mais casos conhecidos de altos quadros públicos com currículo na banca de investimento global.
Carlos Moedas, o secretário de Estado adjunto que acompanha os memorandos da troika, trabalhou no departamento de fusões e aquisições do Goldman Sachs.
Mais recentemente escolheram João Moreira Rato, do Morgan Stanley, para presidir ao IGCP, o instituto que vende e gere a dívida pública portuguesa." dinheirovivo.
"A agência da dívida pública portuguesa integrará o universo das entidades públicas empresariais, depois de o Governo ter anunciado a transformação do IGCP em EPE." jornaldenegocios

"Vítor Gaspar esconde salários milionários." Promiscuidade e secretismo... 
"O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, tem recusado divulgar os vencimentos auferidos por altos cargos na Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP, que rondam os 300 mil euros anuais no caso do presidente do IGCP, João Moreira Rato.
Também a vogal Cristina Casalinho recebe um valor muito superior ao ordenado do primeiro-ministro.
João Moreira Rato, anteriormente no Morgan Stanley, e Cristina Casalinho, antiga economista-chefe do BPI, beneficiam de um regime de excepção no IGCP após este ter sido transformado em empresa pública.
Questionado Vítor Gaspar não respondeu.
Também o PS apresentou um requerimento ao primeiro-ministro sobre esta matéria, mas Passos Coelho recusou responder «dizendo que a responsabilidade não era dele, mas do ministro das Finanças», disse Carlos Zorrinho, líder parlamentar socialista. O PS fez então um requerimento a Vítor Gaspar, o qual ainda não obteve qualquer resposta.
João Moreira Rato, de 41 anos, era director executivo do Morgan Stanley desde 2010 antes de assumir a presidência do IGCP. Anteriormente tinha passado pelo Goldman Sachs.
Ambos os gestores do IGCP não entregaram as declarações de rendimentos junto do Tribunal Constitucional, o que deviam ter efectuado até 18 de Agosto." diariodigital.


ALBERTO RUIZ-GALLARDÓN: REFORZANDO EL NUEVO ORDEN MUNDIAL


- Aunque no es habitual hablar en Todo Está Relacionado de políticos (títeres), se hará esta excepción ya que, como actual ministro de ¿justicia?, en la forma de dictadura encubierta llamada democracia, presentó una serie de cambios muy convenientes en esos dictados (de dictadura) llamados leyes o códigos (como el de Hamurabi) penales, para eliminar [...]





ABSURDO: Frei TEM divulgar Prisão decretado pelo vídeo CONTAMINADO COM Feijão sobre pesticidas Fornecido para Escolas

Enviada: 7 de novembro de 2012 09:45 PT

QUEM ha de oportunidades à grande é a Babilônia?
Ha QUEM como da Mega-op é gerenciado cascas Elite eugenista Corporações que somente querem a Morte do Povo?

Veja o absurdo:

Ha alguns meses ou Gilvander Moreira Frei Luís, Belo Horizonte, não o YouTube ou vídeo publicou "O feijão de Unaí está envenenado?" Em UMA Escola Municipal Diretora de da Região de Unaí não mineiro noroeste, diz Experiências com ou feijão E que merenda Fornecido para uma escola.

"Na entrevista AO ELA diz £ 30 tentar cozinhar Unaí Feijão a fazer para dar children merenda TEVE que joga tudo ou feijão fóruns porque saquinhos que você abrir cozinheiras AO cheiro ou sentiram forte veneno. Em outra Ocasião lavaram ou feijão, deixaram de Molho de hum dia para ou Outro, mas AO cozinhar, ou mau cheiro cozinheiras sentirem fez tão ruim.
Excesso de gosma acumulada Havia nd panela. NAO FOI possivel feijão para dar ou tão perto de 200 children da Escola ", explica frei los ou texto los Seu informou segunda-feira site de Nesta.



Ha alguns dias, ou vídeo e Virou polêmica ganhou Projeção. Uma empresa Responsável cabelo feijão Unaí com hum Processo Entrou Morais de indemnização contra você ou contra Diretores Frei e não Google / YouTube, que Divulgação descamação material. Bastasse ISSO NAO, um Juiz da Cidade Prisão de Gilvander pediu a soluçar ou argumento crime de desobediência. (QUEM desobedece Ou você usa veneno UO Acima permitido ou divulgar EO enxerga ou problema?)

Ou vídeo, que concordou com ou escritório que juiz Deveria ter sido removido da Internet nem de dia 29 Outubro, contínua na Rede - e temperatura disseminado sido por Meio de Canais Outros. Assistir abaixo:






Organizações da Sociedade Civil e Movimentos Sociais lançaram ou contrario Manifesto de agrotóxicos ou uso de lúpulo e Criminalização Contra fazer Gilvander Frei Luís Moreira. "Um vídeo como este, que se destina a alertar PESSOAS para ou cuidados como com ou veneno alimentos que, AO Chegou cluster é los Processo um não transformar uma empresa alega" danos materiais "ter quali sofrido e 'escrever Morais vítima Haver sido pode ser responsável por de 'difamação' ", ou alerta o texto. "NAO tem cunho narrativa UMA difamatória, Senao apenas informativo los SUA Opinião dizem PESSOAS EO que pensam em ou feijão Dito".

Veneno los Excesso
Segundo a Prefeitura de Unaí, ou município e ou Produtor Maior Um mundo feijão. Ou usar veneno Excesso entanto, não está ligada à alta incidência de casos de câncer na Cidade. A CONCLUSÃO E hum da Subcomissão Especial de Estudo sobre o uso de pesticidas e consequências SUAS à Saúde, criada comissão de cascas de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados, em 2011.

Ou Relatório Final e clara: "Um câncer incidência produtoras regions los Minas Gerais, que intensamente Usam pesticidas Patamares Bem los das Médias Acima nacional e global, sugere UMA Relação Estreita entre o incómodo ESSA EA Presença de agrotóxicos. Neste estado, na Cidade de Unaí é Sendo hospital de câncer construído hum, hum Virtude da nd Doença DESTA ocorrência Região grande ".

Eu ajudam números para clarear ou problema: São cerca de 1.260 casos de câncer por ano para cada 100.000 PESSOAS. A média global NAO ultrapassa 400 casos / ano para 100.000.
Ou hospital, na Mídia Local e tratados como "ousado, moderno e contagiante." Uma reportagem divulgada ou pergunta Projeto apresenta nd internet como ou "Tao sonhado Unaí hospital de câncer fazer."

Relatório ainda ou recomendações para o Secretário Geral da Presidência e Ao Ministério da República da Casa Civil "para União PROMOVA específica Estudo hum, através, principalmente, fazer dois Órgãos Ministério da Saúde em dois ou usar pesticidas e SUAs um conseqüências Saúde da População, principalmente nd Região de Unaí / MG, um devido taxa de constatação de casos de câncer Nesta Região ".

Nao parece claro que a lógica é invertida dá solution? Uma grande parte concentrada Região Produção nacional de feijão da, eu faço uso de pesticidas Produtores abusam, a População adoece in índices Muito Acima dá média, podar NAO DISCUSSÃO ser cobrado para hospital público ea E hum Construção ou em Melhor Fazer é mow ? Frei Gilvander como lugares ou fazer nd Seu vídeo DESCRIÇÃO, ou município do feijão tornou Campeão Produção na, sem uso de agrotóxicos e não com CÂNCER número PESSOAS. Algum dar-lhes motivo de Orgulho DEVE?

Fonte: http://brasil.issoebrasilia.com.br/2012/11/frei-tem-prisao-decretada-por-divulgar.html




E O MÉDICO NÃO GRITAVA...!!!




 O Presidente de Portugal, Cavaco Silva, vai visitar um hospital Psiquiátrico e tem uma recepção eufórica por uma comissão de pacientes.
 .
- Viva o Presidente de Portugal! 
.
Viva o Presidente de Portugal! - Gritavam eles entusiasmados.
 .
Ao ver um dos elementos do grupo calado, um dos assessores abordou-o e perguntou:
 
- E você, por que é que não está a gritar ?
.
Viva o Presidente de Portugal??
 .
Responde o homem:
- Porque eu não sou maluco, sou o Médico!

30 adeptos do Spartak detidos em Lisboa


Por Global Imagens/João Girão
 1 0 0
Os adeptos do clube russo envolveram-se em confrontos com as claques benfiquistas antes do jogo de ontem. Hoje serão presentes Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.
BBVA penhora empresa de Joe Berardo por dívida de três milhões

A MetalGest, "holding" do empresário Joe Berardo, terá falhado no pagamento de serviços financeiros fornecidos pelo BBVA. O "Diário de Notícias" noticia que o banco avançou com uma penhora à empresa.
FUTURA PRIMEIRA DAMA DA CHINA


quarta-feira, 7 de novembro de 2012



Liberdade: o Estado versus Ser Humano

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estamosdemocracia

A maioria dos liberais confundir o "Estado" e "público". Quando a pretensão libertária não interferência do Estado na liberdade individual, a sua mente programada interpreta o que você quer não é o trem, estradas, água, telecomunicações, saúde e aeroportos são de propriedade pública.

Deve, portanto, esclarecer conceitos: o estado conseguiu "público", ou seja, o comum, o de todos. Esse é o seu trabalho. O problema é que, por causa do vai "trabalhar para a igualdade para todos", do ponto de vista, deixaram a estrada para se intrometer em nossas vidas privadas e nos dizer como devemos nos organizar como um casal ou com o que valores devemos educar nossos filhos.

Obviamente, não apenas a igualdade econômica não é visto em qualquer lugar em nossas sociedades, mas de castas é regido por uma lei (literalmente) diferente do resto: os seus crimes de corrupção generalizada prescrito e Justiça deixa livres.

Como sempre, o grande cambiazo: "igualdade" uso para doutrinar na batalha dos sexos e homosexualization enquanto a desigualdade perante a lei é tão óbvio que quase já, ou escondido ...


"O Estado contra o cidadão: a liberdade" deve ser objecto de discussões de todas as pessoas querem uma regeneração da sociedade, e não as ideologias de idade devem parar de ter peso e ir para o concreto. Vamos todos ser definido em papel que você quer que o Estado tem em sua vida. Porque, sim, se você dá ao Estado um papel na sua segurança, é um pouco de sua liberdade que lhe é dado ...

Claro, temos de repensar o papel do Estado como propaganda engenharia do consentimento de suas próprias políticas.

Se é permitido, por exemplo, para persuadir-nos através de uma campanha brutal há uma organização terrorista dedicada ao abate das mulheres dos homens e para justificar a implementação de "casamento gay".

Claro, sem a tortura psicológica de "violência de gênero", que foi capaz de identificar o amor entre homem e mulher com Mal de-moralizada cidadania não tinha abaixou a cabeça em que a proposta de involução ...

PS: O de moralização da sociedade é a chave para a guerra psicológica ou Geração 4. Assista ao vídeo


Posted: 05 Nov 2012 09:27 PM PST
No seu discurso anual sobre o estado da União, o Presidente da Comissão Europeia apresentou argumentos convincentes para um novo rumo e um novo pensamento para a Europa.

O Presidente descreveu o caminho no sentido de mais unidade europeia para ultrapassar a crise e manter a soberania num mundo globalizado. "A globalização exige mais unidade europeia. Mais unidade exige mais integração. Mais integração exige mais democracia," afirmou.

Em particular, apresentou ao Parlamento Europeu um Pacto decisivo para a Europa – para projetar os nossos valores, a nossa liberdade e a nossa prosperidade no futuro de um mundo globalizado. Este Pacto decisivo seria uma expressão da determinação da Europa em proceder a reformas juntos, em manter a integridade da União e em demonstrar a irreversibilidade do euro. Um Pacto que "exige a realização de uma união econômica profunda e genuína, baseada numa união política".

O Presidente enfatizou com veemência a importância da justeza e da equidade no que toca à resolução da crise e anunciou que antes do final do ano a Comissão lançará um pacote "Juventude" que estabelecerá um regime de garantia para os jovens e um quadro de igualdade com vista a facilitar a formação profissional. Afirmou também: "Justeza e equidade significam criar sistemas de tributação melhores e mais justos. Pôr termo à evasão e fraude fiscais pode fazer reverter milhares de milhões suplementares para o erário público em toda a Europa. É por esta razão que a Comissão lutará por um acordo sobre a diretiva relativa à tributação dos rendimentos de poupança revista, e sobre os mandatos para negociar acordos mais rigorosos em matéria de tributação dos rendimentos da poupança com países terceiros."

Relativamente ao imposto sobre as transações financeiras, o Presidente Durão Barroso foi muito claro: "É uma questão de justeza. A Comissão continuará a lutar por um imposto sobre as transações financeiras justo e ambicioso e fará tudo o que estiver ao seu alcance para avançar com os Estados-Membros que estiverem de acordo."

Fez também um apelo a todas as forças pró-europeias para que "se juntem agora no apoio ao quadro financeiro plurianual adequado que nos levará até 2020. Isto será um verdadeiro teste de credibilidade para alguns dos nossos Estados-Membros que falam sobre o investimento no crescimento. Veremos agora se estão realmente prontos para apoiarem um orçamento para o crescimento.

O Presidente Durão Barroso expôs depois as propostas, que a Comissão apresentaria no mesmo dia, para um Mecanismo Único de Supervisão Europeu que funcionaria como um trampolim para uma união bancária. Descreveu as etapas futuras para as quais a Comissão vai publicar um plano de aprofundamento da União Económica e Monetária ainda este outono: "O segundo elemento de uma união económica mais profunda é avançarmos para uma união orçamental. Precisamos de um quadro mais forte e mais vinculativo para a prática decisória nacional no âmbito das políticas económicas fundamentais, que será a única forma de evitarmos os desequilíbrios. Para obtermos resultados duradouros, é necessário desenvolver uma governação económica comunitária plenamente equipada, juntamente com recursos orçamentais comunitários genuínos e credíveis. Para isso não necessitamos de separar instituições. Muito pelo contrário: para que esta abordagem seja eficaz e rápida, a melhor forma será trabalharmos com as instituições existentes e através delas.

No que toca ao papel do Banco Central Europeu na crise, mostrou-se convicto de que o BCE está a atuar no âmbito do seu mandato quando os canais monetários não funcionam corretamente e a integridade do euro necessita de ser assegurada.

Insistiu fortemente na necessidade de se desenvolver um espaço público europeu, onde as questões europeias sejam discutidas e debatidas de um ponto de vista europeu, tendo afirmado: "Não podemos continuar a tentar resolver problemas europeus apenas com soluções nacionais."
Sobre este aspeto, sublinhou a importância de um Parlamento Europeu com um papel reforçado e a necessidade de complementaridade e cooperação entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais. Neste contexto, referiu a proposta da Comissão, que seria apresentada no mesmo dia, para um estatuto reforçado para os partidos políticos europeus.

Considerando as eleições europeias de 2014, sugeriu: "Um meio importante para aprofundar o debate político pan-europeu seria a apresentação, por todos os partidos políticos europeus, do seu candidato para o cargo de presidente da Comissão nas eleições para o Parlamento Europeu já em 2014. Tratar-se-ia de um passo decisivo para tornar ainda mais clara a possibilidade de uma escolha europeia proporcionada por estas eleições. Apelo aos partidos políticos para que se empenhem neste sentido, tornando estas eleições europeias ainda mais europeias."
Continuou, fazendo um apelo forte: "Devemos aproveitar as eleições de 2014 para mobilizar todas as forças pró-europeias. Não devemos permitir que as forças populistas e nacionalistas estabeleçam uma agenda negativa. Espero que todos os que se consideram europeus estejam presentes e tomem a iniciativa neste debate. Porque, ainda mais perigoso do que o ceticismo dos antieuropeus é a indiferença ou o pessimismo dos pró-europeus."

O Presidente Durão Barroso também ressaltou que é necessário um compromisso mais forte com os nossos valores fundamentais e que uma União Europeia mais política também significa que "devemos concentrar a ação europeia nas questões que são verdadeiramente importantes e que têm de ser abordadas a nível europeu. Nem tudo pode ser uma prioridade."

Sobre o papel global da União Europeia, o Presidente Durão Barroso reiterou a sua convicção de que "a partilha da soberania na Europa significa ser mais soberano num mundo global. No mundo de hoje, o tamanho é importante. E os valores fazem a diferença."

Em relação à Síria, disse: "A terrível situação que se vive na Síria recorda-nos que não podemos permitir ser simples espetadores. Deve ser criada uma Síria nova e democrática. Temos a responsabilidade conjunta de fazer com que tal aconteça."

Por último, defendeu uma Federação de Estados-Nação e explicou: "Não tenhamos medo das palavras: precisamos de avançar no sentido de uma Federação de Estados-Nação. Apelo hoje à criação de uma Federação de Estados-Nação. Não à criação de um super-Estado. Uma federação democrática de Estados-Nação que possa dar resposta aos nossos problemas comuns, através da partilha de soberania de forma a que cada país esteja melhor dotado para controlar o seu próprio destino. O que está em causa é a União com os Estados-Membros, não contra os Estados-Membros." Sobre as alterações necessárias ao Tratado, mostrou-se consciente de quão difíceis se tornaram as alterações ao mesmo, e afirmou que o processo terá de ser bem preparado. Em particular, "a alteração ao Tratado não nos deverá distrair nem atrasar em relação ao que pode e deve ser feito já hoje. Uma União Económica e Monetária profunda e genuína pode ser iniciada ao abrigo dos atuais Tratados, mas só poderá ser concluída com um novo Tratado."

O Presidente Durão Barroso concluiu com uma determinação forte de trabalhar para a unidade da UE e a aplicação do método comunitário: "Permitam-me que seja extremamente claro: não precisamos, na Europa, de mais muros que nos dividam! Começaremos pelo princípio de que uma integração mais profunda não será só para alguns. Ninguém será forçado a acompanhar-nos. Ninguém será forçado a ficar de fora. A velocidade não será ditada pelos mais lentos nem pelos mais relutantes – mas o processo deverá estar aberto a todos que quiseram participar. Porque a União Europeia é mais forte como um todo do que se fragmentada em várias partes, mantendo a integridade do seu mercado único, dos seus membros e das suas instituições."

Fonte: http://ec.europa.eu/soteu2012/index_pt.htm