quarta-feira, 30 de abril de 2014
Catastroika
Publicado em 11/05/2012 O novo documentário da equipa responsável por Dividocracia chama-se Castastroika e faz um relato avassalador sobre o impacte da privatização massiva de bens públicos e sobre toda a ideologia neoliberal que está por detrás. Catastroika denuncia exemplos concretos na Rússia, Chile, Inglaterra, França, Estados Unidos e, obviamente, na Grécia, em sectores como os transportes, a água ou a energia. Produzido através de contribuições do público, conta com o testemunho de nomes como Slavoj Žižek, Naomi Klein, Luis Sepúlveda, Ken Loach, Dean Baker e Aditya Chakrabortyy. De forma deliberada e com uma motivação ideológica clara, os governos daqueles países estrangulam ou estrangularam serviços públicos fundamentais, elegendo os funcionários públicos como bodes expiatórios, para apresentarem, em seguida, a privatização como olução óbvia e inevitável. Sacrifica-se a qualidade, a segurança e a sustentabilidade, provocando, invariavelmente, uma deterioração generalizada da qualidade de vida dos cidadãos. As consequências mais devastadores registam-se nos países obrigados, por credores e instituições internacionais (como a Troika), a proceder a privatizações massivas, como contrapartida dos planos de «resgate». Catastroika evidencia, por exemplo, que o endividamento consiste numa estratégia para suspender a democracia e implementar medidas que nunca nenhum regime democrático ousou sequer propor antes de serem testadas nas ditaduras do Chile e da Turquia. O objectivo é a transferência para mãos privadas da riqueza gerada, ao longo dos tempos, pelos cidadãos. Nada disto seria possível, num país democrático, sem a implementação de medidas de austeridade que deixem a economia refém dos mecanismos da especulação e da chantagem — o que implica, como se está a ver na Grécia, o total aniquilamento das estruturas basilares da sociedade, nomeadamente as que garantem a sustentabilidade, a coesão social e níveis de vida condignos. Se a Grécia é o melhor exemplo da relação entre a dividocracia e a catastroika, ela é também, nestes dias, a prova de que as pessoas não abdicaram da responsabilidade de exigir um futuro. Cá e lá, é importante saber o que está em jogo — e Catastroika rompe com o discurso hegemónico omnipresente nos media convencionais, tornando bem claro que o desafio que temos pela frente é optar entre a luta ou a barbárie. ________________________________________
Publicado em 11/05/2012 O novo documentário da equipa responsável por Dividocracia chama-se Castastroika e faz um relato avassalador sobre o impacte da privatização massiva de bens públicos e sobre toda a ideologia neoliberal que está por detrás. Catastroika denuncia exemplos concretos na Rússia, Chile, Inglaterra, França, Estados Unidos e, obviamente, na Grécia, em sectores como os transportes, a água ou a energia. Produzido através de contribuições do público, conta com o testemunho de nomes como Slavoj Žižek, Naomi Klein, Luis Sepúlveda, Ken Loach, Dean Baker e Aditya Chakrabortyy. De forma deliberada e com uma motivação ideológica clara, os governos daqueles países estrangulam ou estrangularam serviços públicos fundamentais, elegendo os funcionários públicos como bodes expiatórios, para apresentarem, em seguida, a privatização como olução óbvia e inevitável. Sacrifica-se a qualidade, a segurança e a sustentabilidade, provocando, invariavelmente, uma deterioração generalizada da qualidade de vida dos cidadãos. As consequências mais devastadores registam-se nos países obrigados, por credores e instituições internacionais (como a Troika), a proceder a privatizações massivas, como contrapartida dos planos de «resgate». Catastroika evidencia, por exemplo, que o endividamento consiste numa estratégia para suspender a democracia e implementar medidas que nunca nenhum regime democrático ousou sequer propor antes de serem testadas nas ditaduras do Chile e da Turquia. O objectivo é a transferência para mãos privadas da riqueza gerada, ao longo dos tempos, pelos cidadãos. Nada disto seria possível, num país democrático, sem a implementação de medidas de austeridade que deixem a economia refém dos mecanismos da especulação e da chantagem — o que implica, como se está a ver na Grécia, o total aniquilamento das estruturas basilares da sociedade, nomeadamente as que garantem a sustentabilidade, a coesão social e níveis de vida condignos. Se a Grécia é o melhor exemplo da relação entre a dividocracia e a catastroika, ela é também, nestes dias, a prova de que as pessoas não abdicaram da responsabilidade de exigir um futuro. Cá e lá, é importante saber o que está em jogo — e Catastroika rompe com o discurso hegemónico omnipresente nos media convencionais, tornando bem claro que o desafio que temos pela frente é optar entre a luta ou a barbárie. ________________________________________
Indiana diz que foi violada por 12 homens por motivos políticos
Vítima integra ramo minoritário do Partido Bharatiya Janata, que pretende atrair os eleitores muçulmanos nas legislativas
Por:
Redacção
/ AR
| 2014-04-29 17:09
Portugueses compram gás em Espanha e poupam 10 euros por botija (Renascença)
Depois da corrida à gasolina,
agora é ao gás de botija. As populações raianas continuam a atravessar a
fronteira para poupar alguns euros. A diferença de preço chega a ser de
quase dez euros por unidade, no caso do gás propano
| Ronaldo bate recorde de golos na Liga dos Campeões numa época | |
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Com 102 jogos na principal prova de clubes, Ronaldo é o terceiro
melhor marcador de sempre da "Champions", com 65 golos, a dois de Messi e a seis
do espanhol Raul, já retirado.
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Restaurante português
entre os 50 melhores do Mundo
Este é o terceiro ano consecutivo que o Vila Joya está na lista dos 50
Melhores Restaurantes do Mundo, na qual em 2014 subiu 15 lugares, para o
22.º posto.
29 de Abril 2014, 08h15
Nº de votos (0)
Comentários (0)
Portugal tem os ingredientes certos para vingar na gastronomia mundial,
afirmou esta segunda-feira o chef Dieter Koschina, que dirige o
restaurante Vila Joya, o único português na lista dos 50 Melhores
Restaurantes do Mundo
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/restaurante-portugues-entre-os-50-melhores-do-mundo
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/restaurante-portugues-entre-os-50-melhores-do-mundo
Restaurante português
entre os 50 melhores do Mundo
Este é o terceiro ano consecutivo que o Vila Joya está na lista dos 50
Melhores Restaurantes do Mundo, na qual em 2014 subiu 15 lugares, para o
22.º posto.
29 de Abril 2014, 08h15
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Portugal tem os ingredientes certos para vingar na gastronomia mundial,
afirmou esta segunda-feira o chef Dieter Koschina, que dirige o
restaurante Vila Joya, o único português na lista dos 50 Melhores
Restaurantes do Mundo
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/restaurante-portugues-entre-os-50-melhores-do-mundo
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| Pelo menos 6 feridos em tiroteio nos EUA | |
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Polícia continua à procura do atirador ou atiradores que
provocaram o pânico no aeroporto do Condado de Cobb, a 26 quilómetros da cidade
de Atlanta.
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| Pai degola filho e fere outro com gravidade | |
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Uruguaio de 32 anos escreveu carta a justificar o crime. Mãe
encontrou cenário de horror quando foi buscar as crianças, que tinham passado o
fim-de-semana com o pai.
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| Função Pública retoma salários e carreira | |
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Governo devolve salários cortados aos funcionários
públicos.
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Ucrania al borde del caos. Atentados y violentos choques entre golpistas y autodefensas en Donetsk, Jarkov y otras ciudades. Lugansk ya es República Popularby lahoradedespertar |
En la ciudad ucraniana de Donetsk se produjeron 14 heridos en los
enfrentamientos entre ultranacionalistas y las fuerzas de autodefensa cerca de
un estadio. En la plaza cerca del estadio Olimpiiski se reunieron cientos de
vecinos para celebrar una manifestación en apoyo de la federalización
de Ucrania, pero fueron atacados por 'hooligans' ultranacionalistas. En estos
[…]
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