sexta-feira, 4 de maio de 2012

Portugal tem a maior zona económica exclusiva da União Europeia, mas importa dois terços do peixe que consome.


Forte incentivo ao abate de embarcações de pesca, barcos envelhecidos e pequenos, normas facilitadoras de importação de peixe e demasiados intermediários, são algumas das causas que transformaram um país auto-suficiente e exportador de peixe em importador.

Tanto mar!

Portugal tem a maior zona económica exclusiva da União Europeia e a 11ª do mundo, com 1 727 408 km2. As oito principais espécies capturadas (sardinha, cavala, carapau, polvo, berbigão, peixe espada preto, faneca e carapau negrão) representam 80% do total de desembarques. No entanto, Portugal nem sequer tem os navios suficientes para atingir as quotas impostas, por falta de frota.

Apesar de Portugal ser o 3º maior consumidor mundial de peixe por pessoa, ficando apenas atrás do Japão e da Islândia, não pesca as quantidades necessárias para abastecer a sua população. Na década de sessenta, o pescado desembarcado era de 400 000 toneladas, hoje é cerca de 125 000 toneladas. No espaço da ultima década, foi abatida 20% da nossa frota pesqueira.

O facto da frota portuguesa representar, apesar de tudo, uns ainda 10% da frota europeia, é enganador, porque 90% das embarcações portuguesas têm menos de 12 metros, assim sendo, a capacidade de carga dos navios é baixa, razão pela qual, Portugal é responsável por apenas 4% dos desembarques totais na UE.

A pesca em Portugal tem uma forte componente artesanal, as embarcações estão envelhecidas e a tecnologia instalada a bordo é insuficiente. Os incentivos ao abate das embarcações por parte da UE veio destruir o que restava deste sector de actividade.

Rendimento dos pescadores cada vez mais baixo.

Entre o valor que é pago na lota e o prato do restaurantes, a sardinha aumenta de preço mais de 17 vezes! O processo de formação dos preços foge totalmente ao controlo dos produtores, sujeitos que estão à pressão especulativa da actividade parasita dos intermediários. Assim se explica o recuo do rendimento global dos pescadores.

Desde que o peixe é pescado até chegar ao consumidor, passa pelas mãos de vários intermediários que são responsáveis pela subida do peixe nesse percurso. As embarcações saem do mar e depositam na lota o resultado da sua pescaria: primeiras vendas. Os compradores são, por exemplo o Mercado Abastecedor da Região de Lisboa (MARL), alguns compradores internacionais e fornecedores de grandes superfícies e hotéis. Depois o peixe é transportado para os vários destinos onde começa a aumentar de preço.

A lei em Portugal obriga a que a venda de pescado fresco seja feita em lota, teoricamente, este método garante uma maior transparência., dependendo assim o preço inicial da oferta e da procura concentradas em cada momento em cada lota.


Soluções que ninguém quer pôr em prática.

Esta obrigatoriedade, do peixe passar pela lota, não é a única forma existente e podia muito bem ser revogada. Várias soluções existem.

Uma seria, sem acabar com as lotas, serem os pescadores, comerciantes e autarquias a gerir a lota local. A venda directa é outra das soluções, apesar da possível dependência em relação aos compradores que se poderiam organizar e monopolizar as compras iniciais. Poderia existir ainda, uma possibilidade mista, em que os pescadores se organizariam no sentido de uma intervenção directa na distribuição do pescado, porque não, em concorrência directa com os estantes intermediários.

O preço muito abaixo do que seria justo pagar aos pescadores, não se explica só pelo monopólio da lota, nem pelas grandes superfícies que controlam a primeira venda e onde poderia ser aplicada a criação de uma taxa máxima de lucro aos comerciantes. É também necessário mudar as imposições da União Europeia em relação ao sector da pesca.

A caminho da privatização dos mares.

As normas impostas aos produtos da pesca no mercado interno são rígidas, mas existe um certo laxismo quanto às importações que não são sujeitas às mesmas regras e que assim invadem concorrencialmente o mercado interno. Esta concorrência desleal com os pescadores comunitários tem de ser corrigida.

A Comissão Europeia trata do sector da pesca como sendo uma "frota europeia", ora as realidades de cada país são muito distintas. Não se pode incentivar o abate indiscriminado de parte da frota de um país sem conhecer essa realidade. Vários factores têm de ser considerados, como o consumo interno de cada país membro, o estado e idade da sua frota, a dimensão dos seus barcos, o tipo de pesca, o estado dos recursos em cada zona,...

Ao considerar a "frota europeia" como um todo, os mais fracos do ponto de vista económico e financeiro serão simplesmente eliminados. O acesso aos recursos pesqueiros não podem estar dependentes de concessões transferíveis, porque a sua compra, num autentico mercado, representa a apropriação de um direito de acesso a um recurso natural. Nestas condições, a actividade pesqueira irá concentrar-se nas mãos de uma minoria monopolista de operadores, acabando assim, por privatizarem os mares, e destruir a pesca artesanal.



http://www1.ionline.pt/conteudo/68997-portugal-importa-dois-tercos-do-peixe-que-consome

http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1405715

http://www.pcp.pt/publica/militant/260/p13.html

http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=992808

http://noticias.portugalmail.pt/artigo/intermediarios-do-peixe-sao-os-encarecedores-do-preco_221260

http://ec.europa.eu/fisheries/partners/consultations/control/contributions/08_docapesca_portos_pt.pdf

quinta-feira, 3 de maio de 2012

GRANDE CABRÃO, A GOZAR OS PORTUGUESES




Gasta 15 mil euros por mês...pudera não lhe custou a ganhar
Sócrates gasta 15 mil euros por mês em Paris

A vida milionária do ex-primeiro-ministro José Sócrates em Paris

José Sócrates gasta em média 15 mil euros por mês em Paris, cidade para onde foi estudar Ciência Política.
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Sem emprego nem poupanças conhecidas, o ex-primeiro-ministro mantém uma vida de luxo numa das cidades mais caras da Europa, com despesas mensais que rondam sete mil euros na renda de casa, num dos bairros mais caros da cidade, mil euros nas propinas da faculdade, dois mil euros no colégio particular do filho e cem euros por refeição em restaurantes.
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Um estilo de vida caro, quando José Sócrates nunca referiu ter poupanças nas declarações de rendimentos que entregou no Tribunal Constitucional desde 1995, ano a partir do qual esses documentos podem ser consultados.

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Segundo essas declarações, Sócrates obteve, entre 1995 e 2010, rendimentos acumulados de 1,19 milhões de euros, a que se somam quase 50 mil euros por seis meses de salário, despesas de representação e subsídio de férias em 2011.

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O CM contactou José Sócrates para obter uma reacção, mas o ex-primeiro ministro desligou o telefone e não respondeu à mensagem enviada.
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Como foi possível constatar em Paris, Sócrates arrendou um apartamento no 16º Bairro parisiense, uma das zonas nobres da cidade. A dez minutos a pé da Torre Eiffel, as casas mais baratas têm uma renda de quatro mil euros.

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Só que, como explicaram ao CM diferentes imobiliárias parisienses, na rua onde reside Sócrates "os preços sobem para os sete mil euros mensais", dada a exclusividade conferida a essa rua pela vizinhança de embaixadores e milionários.
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Quando o ex-primeiro-ministro sai de casa pela manhã, dirige-se à Sciences Po, onde está a estudar Ciência Política. De propinas, paga 1083 euros por mês. Mas, antes, Sócrates faz uma paragem obrigatória no Le Diplomate: é nesse café, à porta de casa, que emigrantes portugueses lhe servem uma bica ao balcão e onde aproveita para comprar tabaco.
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O ex-líder do PS frequenta com regularidade alguns dos melhores restaurantes de Paris, onde a factura ultrapassa facilmente os 100 euros/dia ou 3000 por mês. A famosa Brasserie Lipp, favorita de antigos presidentes franceses, tem pratos a 60 euros e garrafas de vinho entre os 70 e os 220 euros.

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No La Divina Commedia, outro dos locais de eleição, os pratos com entrada e sobremesa rondam os 50 euros. Os vinhos, de que Sócrates é grande apreciador, não são mais baratos.
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A viver com Sócrates está o filho mais velho, que frequenta uma escola privada cujo custo atinge os 2186 euros por mês.

VIVA O BRASIL

Mundial e Jogos Olímpicos expulsam 170 mil brasileiros de casa


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/mundial-e-jogos-olimpicos-expulsam-170-mil-brasileiros-de-casa=f723035#ixzz1toVjNaoX

É IMPORTANTE PARA A SAUDE FAZER DESPORTO

Porquê?

«O Pingo Doce no Parque Eduardo VII. No 1º de Maio a Feira do Livro estava cheia de gente que se acotovelava nos corredores, procurando beneficar de promoções elevadas, várias vezes superiores a 50%, em stands onde trabalhavam diversas pessoas durante longas horas. 1º de Maio, pessoas a trabalhar, caos generalizado, promoções vistosas, aparente “dumping” das editoras. Nem uma palavra – uma – nas redes sociais, nos jornais, nos media, nos blogs. Porquê?» - pergunta-se no Delito de Opinião

Por helenafmatos | Na categoria


Cenas da imprensa económica

Quinta Feira, 26 de Abril de 2012: Jornal de Negócios é distribuído gratuitamente (desconto de 100%)

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Quarta-Feira, 2 de Maio de 2012: Director do Jornal de Negócios está indignado com desconto de 50% do Pingo Doce

Por JoaoMiranda


Liberdade de Imprensa

Hoje celebra-se a liberdade de imprensa. Infelizmente, esta é vista muitas vezes como um privilégio dos jornalistas e não como um direito do público a ter acesso a notícias escritas de forma verdadeiramente livre e imparcial.
Uma coisa é um artigo de opinião, outra é uma notícia. De manipulação em manipulação, julgamo-nos informados...

O SISTEMA está a funcionar em pleno.

Graças à típica inveja dos seus cidadãos, agravada pela sua ignorância, Portugal é um dos locais mais propícios ao

“ triunfo dos porcos” Tudo lhes esta a correr ás mil maravilhas e o “poder” esfrega as mãos de contente. O povo está em luta….TODOS CONTRA TODOS….

contra os funcionários públicos, contra os magistrados, contra os militares, contra os professores, contra os policias, contra os fumadores, enfim, contra aqueles que os poderes querem que estejam contra. É preciso estar contra aqueles que ao longo dos tempos conseguiram a muito custo adquirir alguns direitos. O povo não aceita e, mais grave ainda, condena o grupo de cidadãos que tenha mais assistência médica , mais dias de férias, reformas antecipadas, mais subsídios, menos horas de trabalho etc,etc. O povo condena os detentores de tais “ mordomias”, o povo não procura nem luta para que ele próprio tenha idênticos direitos. O povo acha que não tem direito a ter direitos, que ninguém como ele tenha direitos mais justos, todos tem que ser miseráveis para todos serem iguais. Acha justo que assim seja. Quando um pais tem um povo destes, tem um povo de merda.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

O socialismo é uma Doença Politicamente Transmissível

O Bar do Alcides é considerado uma "espinha na garganta" da Maçonaria Portuguesa!


É verdade!


Fomos considerados uma "ESPINHA NA GARGANTA DA MAÇONARIA PORTUGUESA"!



Portugal tem de se ver LIVRE desta gente que está RICA À CUSTA DO ERÁRIO PÚBLICO PORTUGUÊS!



Corrupção, tráfico de influências, de armas e de drogas é com a MAÇONARIA!



Eles DOMINAM TUDO em Portugal.


Governo, empresas públicas, empresas privadas, empresas público-privadas, banca, seguros, "utilities", etc., etc.


Eles DOMINAM A JUSTIÇA!


Não há um único "irmão" que não seja protegido por eles.


Enquanto Portugal NÃO EXPULSAR esta gente, nunca mais se reencontrará como Nação Independente!!!


Sobre as reacções ao Pingo Doce. As patéticas black friday do Corte Inglês já não causam indignação. Porque não têm "pobres"


Escândalo BPN: supervisores do BdP foram «promovidos»

Exemplo mais presente é o do ex-governador do BdP, Vítor Constâncio, que foi escolhido para número dois do BCE

São muitos os peritos que lançam duras críticas à atuação do Banco de Portugal (BdP) no caso BPN. Além dos seus supervisores terem ficado ilibados neste escândalo mediático, alguns deles até foram promovidos, alerta o «Diário de Notícias» na sua edição desta quarta-feira.

O exemplo mais presente é o do ex-governador do BdP, Vítor Constâncio, que foi escolhido para número dois do BCE, mesmo depois se serem conhecidas todas as irregularidades que foram cometidas no BPN.

«Depois de ter revelado uma total incapacidade para detetar práticas de gestão danosa dos bancos, o dr. Vítor Constâncio ainda foi promovido e nomeado vice-governador do BCE. Não deixa de ser um mau exemplo para o País», disse ao jornal o economista Eugénio Rosa.

Até agora, nenhum dos supervisores foi punido.

Vice de Matosinhos terá recebido 9 mil euros ilegalmente


O vice-presidente da Câmara de Matosinhos, Nuno Oliveira, recebeu, entre o início de 2008 e o primeiro trimestre do ano passado, 9.860 euros em senhas de presença indevidas pela participação em reuniões do Conselho de Administração da Lipor.


http://ferrao.org/documentos/Livro Contos proibidos.pdf

VOU SER REBELDE ATÉ QUE PARTA DESTE PARDIEIRO DE GENTE RELES



A Moral dum exímio gastador!


Sócrates gasta 15 mil euros por mês em Paris

A vida milionária do ex-primeiro-ministro José Sócrates em Paris

José Sócrates gasta em média 15 mil euros por mês em Paris, cidade para onde foi estudar Ciência Política. Sem emprego nem poupanças conhecidas, o ex-primeiro-ministro mantém uma vida de luxo numa das cidades mais caras da Europa, com despesas mensais que rondam sete mil euros na renda de casa, num dos bairros mais caros da cidade, mil euros nas propinas da faculdade, dois mil euros no colégio particular do filho e cem euros por refeição em restaurantes.

Um estilo de vida caro, quando José Sócrates nunca referiu ter poupanças nas declarações de rendimentos que entregou no Tribunal Constitucional desde 1995, ano a partir do qual esses documentos podem ser consultados. Segundo essas declarações, Sócrates obteve, entre 1995 e 2010, rendimentos acumulados de 1,19 milhões de euros, a que se somam quase 50 mil euros por seis meses de salário, despesas de representação e subsídio de férias em 2011. O CM contactou José Sócrates para obter uma reacção, mas o ex-primeiro ministro desligou o telefone e não respondeu à mensagem enviada.

Como foi possível constatar em Paris, Sócrates arrendou um apartamento no 16º Bairro parisiense, uma das zonas nobres da cidade. A dez minutos a pé da Torre Eiffel, as casas mais baratas têm uma renda de quatro mil euros. Só que, como explicaram ao CM diferentes imobiliárias parisienses, na rua onde reside Sócrates "os preços sobem para os sete mil euros mensais", dada a exclusividade conferida a essa rua pela vizinhança de embaixadores e milionários.

Quando o ex-primeiro-ministro sai de casa pela manhã, dirige-se à Sciences Po, onde está a estudar Ciência Política. De propinas, paga 1083 euros por mês. Mas, antes, Sócrates faz uma paragem obrigatória no Le Diplomate: é nesse café, à porta de casa, que emigrantes portugueses lhe servem uma bica ao balcão e onde aproveita para comprar tabaco.

O ex-líder do PS frequenta com regularidade alguns dos melhores restaurantes de Paris, onde a factura ultrapassa facilmente os 100 euros/dia ou 3000 por mês. A famosa Brasserie Lipp, favorita de antigos presidentes franceses, tem pratos a 60 euros e garrafas de vinho entre os 70 e os 220 euros. No La Divina Commedia, outro dos locais de eleição, os pratos com entrada e sobremesa rondam os 50 euros. Os vinhos, de que Sócrates é grande apreciador, não são mais baratos.

A viver com Sócrates está o filho mais velho, que frequenta uma escola privada cujo custo atinge os 2186 euros por mês.

NOTA:
TUDO ÓPTIMO! EM BELEZA! É ASSIM QUE SE TRABALHA! SÓ ACHO QUE DEVERIA ESTAR A FREQUENTAR O RESTAURANT/BRASSERIE "AU PINHEIRO DA CRUZ"!
VClemente