domingo, 12 de fevereiro de 2012
O Negócio da doença
«O hospital admite que se trata de um lapso que vai ser corrigido, pois esta é uma circular informativa e não normativa. «O que se pretende é optimizar a resposta do serviço de urgência. Um doente que entra na urgência e se chega à conclusão que vai ficar internado, se não tiver cama, fica na urgência, prejudicando o seu funcionamento».
A circular em si já é uma vergonha, a explicação ainda a agrava mais. O problema está na falta de camas e se não derem 17 altas não têm camas disponíveis para as novas emergências. Bem pode o hospital falar que tudo não passa de um lapso, mas se é um lapso então é um lapso que é consequência da forma como o Serviço Nacional de Saúde está a ser desvirtuado e transformado num sistema para pobres sabendo-se que muitos dos que mandam neste país os desprezam e consideram descartáveis. As afirmações da Manuela Ferreira Leite sobre os hemofílicos com mais de 70 anos terem de pagar o seu tratamento, (cerca de 2000 euros mensais), ou de quem questiona se valerá a pena gastar dinheiro a operar idosos com 80 ou 90 anos é disso uma boa amostra. Reduzem-se em quantidade e qualidade a saúde pública para os que pouco ou nada têm, deixando para os bancos o negócio dos seguros e o da saúde para os grupos privado de hospitais. Ganhar dinheiro com a doença é um negócio que garante sempre muita clientela.

"La III Guerra mundial comenzará en Julio o Agosto de 2012"
"La III Guerra mundial comenzará en Julio o Agosto de 2012"
Amigos, ouçam com atenção, que isto pode ser a sério.
http://www.youtube.com/watch?
UMA GRANDE PERDA....O MUNDO DA MUSICA ESTÁ EM CHOQUE
Portas e Relvas separam Portugal da Grécia
DIVULGUEM, DIVULGUEM SEM MEDO...NÓS ESTAMOS ENTRE UMA CAMBADA DE BANDIDOS

HAVERÁ EM PORTUGAL QUEM DEIA OUVIDOS A ESTES DOIS ALDRABÕES?
REPASSEM AOS V/ AMIGOS. A net tem muita força e já que
este é o n/ meio, vamos repassar milhentas vezes .
Alguém percebe?!
Ela é loira, mas de burra não tem nada...
Sempre a pedirem-nos sacrifícios e ?Eles " e ? Elas ?a receberem reformas, salários, subvenções vitalícias. Como é que isto algum dia irá para a frente, se todos ELES quando fazem as leis é para zelarem pelos seus próprios interesses ?
Assunção Esteves (PSD), a actual Presidente da Assembleia da República, reformou-se aos 42 anos, com a pensão mensal (14 vezes ano) de 2.315,51?.
Relembramos que também tem direito a uma viatura oficial BMW a tempo inteiro!
, E vem este IDIOTA do Passos Coelho sacar subsídios e pedir sacrifícios aos funcionários públicos e pensionistas!!! É mesmo preciso ter lata !!!
S E M M E DO
A TODA PODEROSA CGD
CGD:resultados negativos de 500 milhões de euros no banco público
Prejuízo da Banca sobe para 1,5 mil milhões
Foi o pior ano de sempre da Banca em Portugal. Pela primeira vez, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) apresentou um resultado líquido negativo de 488,4 milhões de euros, arrastando os prejuízos do sector financeiro para os 1587,3 milhões de euros em 2011.
Por:Diana Ramos
Ao contrário do que aconteceu com vários bancos privados, não foi a Grécia que pressionou as contas da CGD. As perdas assumidas com a dívida grega - presente nas carteiras das seguradoras - atingiram os 133 milhões de euros. Mas foram as participações no capital das maiores empresas portuguesas - PT, BCP, Zon e Brisa - e o crédito em incumprimento que mais contribuíram para os maus resultados. A desvalorização das acções destas empresas obrigou o banco a registar perdas de 613,1 milhões de euros. E o crédito malparado penalizou as contas em 827,4 milhões de euros. Desta forma, entre provisões e imparidades, os resultados consolidados da CGD sofreram uma penalização de 1674,6 milhões de euros.
"É evidente que preferia que as coisas não tivessem sido como foram, mas termos prejuízos não nos fragiliza", garantiu o presidente executivo do banco, José de Matos. O gestor assumiu ainda que "a CGD tem uma actividade muito grande, muito dispersa e com actividades distantes da área bancária". Sem esclarecer se e quando irá vender a posição do banco na EDP, PT, BCP, Brisa e Zon - em que participa como representante do Estado -, garantiu apenas que o grupo se vai centrar "exclusivamente na actividade bancária".
Sobre o malparado, José de Matos reconheceu que o valor do crédito em risco é elevado - o mais alto de entre os cinco maiores bancos nacionais - e que tal poderá penalizar novamente as contas em 2012. "Não podemos excluir que a situação se mantenha", disse, adiantando que a CGD já criou uma direcção central para acompanhar as situações de pré-incumprimento e exigir a reestruturação de créditos e de empresas de forma a evitar novas situações de incumprimento.
CAVACO SILVA RECUSA COMENTAR
O Presidente da República escusou-se ontem a comentar a conversa informal entre os ministros das Finanças de Portugal e Alemanha, argumentando que ambos "já esclareceram este assunto". Cavaco Silva, que se encontra na Finlândia, salientou apenas que há "boa troca de informações" com a Alemanha e o conhecimento generalizado do "cumprimento" de Portugal.
CONVERSA FAZ BAIXAR OS JUROS
Os mercados financeiros reagiram de forma positiva à disponibilidade alemã de flexibilizar o programa de resgate a Portugal, admitida numa conversa informal entre o ministro das Finanças de Portugal, Vítor Gaspar, e o seu homólogo alemão, Wolfgang Schäuble.
Os juros recuaram nos diferentes prazos, com maior expressão para a dívida a dois anos, que caiu 133 pontos-base e está agora nos 13,75%. Uma tendência justificada pela posição alemã de admitir aliviar as condições do acordo entre a troika e Portugal depois de se conseguir uma solução para a Grécia, durante uma conversa informal no Eurogrupo, captada pela TVI .
O ministério alemão já veio contudo desmentir que esteja a ser preparado um novo pacote de ajuda a Portugal, e Vítor Gaspar diz agora que o reajustamento do programa não está em cima da mesa.
ESTADO COBRA 118 MILHÕES
O Estado arrecadou 118,2 milhões de euros com a contribuição extraordinária aplicada aos cinco maiores bancos nacionais. O Millennium BCP foi o que pagou mais neste imposto extraordinário, tendo registado 32 milhões de euros para este efeito.
VIOLÊNCIA E CAOS AFUNDAM GRÉCIA
Dezenas de manifestantes envolveram-se ontem em confrontos com a polícia em Atenas, durante uma manifestação de milhares de pessoas no primeiro dia de nova greve geral de 48 horas contra a austeridade.
Paralelamente, seis membros do governo demitiram-se e o LAOS, partido de extrema-direita da coligação governativa, anunciou que não viabilizará o acordo com a troika, de que depende um empréstimo de 130 mil milhões de euros
DEFESA AGUIAR BRANCO DESPEDIMENTOS
Entrevista - Aguiar-Branco
Aguiar-Branco:
"Carta aberta dos militares não me tira o sono"
Ministro da Defesa não recua nas palavras que agitaram as estruturas associativas. Diz ainda que tabelas remuneratórias são assunto encerrado e admite despedimentos.
Por:Janete Frazão/João Pereira Coutinho
- As relações entre o ministro e os militares estão tensas. Na oposição, acusam-no de ser incapaz de resolver os problemas. Sente-se incapaz?
Aguiar-Branco - O pressuposto está errado, não há tensão.
- Como comenta todas estas notícias e a carta aberta que vieram a público nos últimos dias?
- A situação é completamente pacífica. Estamos a trabalhar para as reformas que é necessário fazer neste sector.
- Dirigiu palavras duras às estruturas associativas das Forças Armadas. Crê de facto que estão a fazer actividade política?
- Ao longo destes sete meses tem havido diálogo democrático com as associações. O que tinha a dizer sobre essa matéria já o disse em tempo oportuno.
- Mantém aquilo que disse, quando aconselhou quem não está bem a mudar-se?
- A vocação militar não é um emprego. Quem sente a vocação e o espírito de ser militar, como é óbvio, tem espaço nas Forças Armadas Portuguesas.
- Desmente tensões, afirma que tem havido diálogo, mas a verdade é que o próprio D. Januário Torgal, bispo das Forças Armadas, lhe lançou um apelou ao diálogo...
- Sabe por quantas pessoas são constituídas as Forças Armadas? 40 mil. Sabe quem representa e fala em nome das Forças Armadas? As chefias militares e o chefe de Estado-Maior. Portanto, não há nenhuma tensão.
- Desvaloriza o conteúdo da carta aberta?
- Não valorizo nem desvalorizo. Estou a dizer é que não podemos estar a dizer que há tensões quando não há. Há problemas seguramente importantes para resolver, como o das promoções.
- O que está então a falhar para até o bispo das Forças Armadas vir a público apelar ao diálogo?
- É uma opinião. Quem é institucionalmente porta-voz das Forças Armadas é o chefe de Estado--Maior.
- Portanto, o conteúdo desta carta não lhe tira o sono?
- Não. Aliás, a carta nem sequer era dirigida a mim, porque falava do BPN e das parcerias público--privadas.
- Vai ajustar as Forças Armadas ao orçamento disponível por que preço?
- Não é só a Defesa que não tem dinheiro, é o País. Mas as Forças Armadas são as primeiras a ter um sentimento de patriotismo daquilo que é preciso fazer em cenários de crise.
- Como vai ser possível, por exemplo, resolver o problema das promoções sem aumentar a despesa pública?
- Temos que encontrar um vaso comunicante interno que permita deixarmos de gastar onde não é preciso para aplicar onde é importante, como é o caso das promoções.
- Estamos a falar do quê exactamente?
- De gestão eficiente. Sabia que temos, por exemplo, cinco hospitais militares? Se concentrarmos tudo num só, vamos poder dar melhor oferta de serviço e racionalizar meios.
- Terá de haver necessariamente dispensa de efectivos?
- É evidente, isso está previsto.
- É justa a regressão de quatro mil militares ao salário de 2009?
- O universo que estava em causa era muito superior. Eliminámos as questões que era possível dentro do quadro legal. As situações que restaram foram também importantes, porque ninguém teve de devolver o dinheiro de há um ano e meio.
- Os militares prometem não baixar os braços, afinal, estão a ser penalizados por uma má acção legislativa.
- Não, não estão. É uma situação de irregularidade na transposição para a nova tabela salarial. Não podemos ir contra a lei.
- É para si um assunto encerrado?
- É um assunto encerrado. Estou de consciência tranquila.
"TENHO DE ACREDITAR NA BOA-FÉ DOS SUBMARINOS"
CM - Como comenta a aquisição dos submarinos?
A.B. - Não posso avaliar aquilo que está a correr no sistema judicial
- Não é estranho que o então ministro, Paulo Portas, não preste contas sobre o negócio?
- Não vou falar.
- Como ministro da Defesa, tomaria a decisão de adquiri-los?
- Não posso reportar a 2004.
- Conhece o processo...
- No processo de aquisição há sempre um procedimento colectivo de avaliação.
- Acredita pelo menos na boa-fé processual?
- Tenho de acreditar.
- Outro negócio ruinoso para o Estado foi o dos Pandur...
- Não posso responder por uma gestão de 2005 a 2011.
- Foi assinado por um governo PSD/CDS...
- Mas a gestão não foi nossa.
- Um relatório do ISCTE aponta para burla e fala de contrapartidas à margem da lei...
- Há tribunais para decidir.
PERFIL
José Pedro Aguiar--branco nasceu em Lordelo do Ouro, Porto,a 18 de Julho de 1957. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, tem uma longa carreira no PSD. Foi ministro da Justiça no governo de Santana Lopes, líder da bancada parlamentar e candidato à presidência do partido, que perdeu para Pedro Passos Coelho. Porta-voz dos sociais-democratas para questões das Forças Armadas, é actualmente ministro da Defesa Nacional. Com residência no Porto, é casado e tem duas filhas.
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