domingo, 29 de julho de 2012

Música: Festival de Sines despede-se depois de oito dias de "bons concertos, bom público e boa onda"

Sines, Setúbal, 29 jul (Lusa) -- O Festival Músicas do Mundo termina hoje, após dois fins de semana alargados de "bons concertos, bom público e boa onda", nas palavras do diretor, Carlos Seixas, e em que a crise se manteve afastada de Sines.

Apesar de ainda não ter números definitivos, a organização adiantou à agência Lusa que, em 2012, o certame contou com mais público do que no ano passado, estimando que mais de 80.000 pessoas tenham acompanhado os espetáculos durante esta semana.

Segundo Carlos Seixas, foram vendidos mais bilhetes de entrada no castelo do que em 2011, revelando que a crise não afastou os amantes de música de Sines.

CASA DE PUTAS DO PODER


O bordel do Poder

by Kaos

O Quarto Reich...A guerra pode ter já recomeçado

A inflamada declaração de Angela Merkel, numa entrevista à televisão pública alemã, ARD, em que sugere a perda de soberania para os países incumpridores das metas orçamentais, bem como a revelação sobre o papel da célebre família alemã Quandt, durante o Terceiro Reich, ligam-se, como peças de puzzle, a uma cadeia de coincidências inquietantes. Gunther
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Quandt foi, nos anos 40, o patriarca de uma família que ainda hoje controla a BMW e gere uma fortuna de 20 mil milhões de euros. Compagnon de route de Hitler, filiado no partido Nazi, relacionado com Joseph Goebbels, Quandt beneficiou, como quase todos os barões da pesada indústria alemã, de mão-de-obra escrava, recrutada entre judeus, polacos, checos, húngaros, russos, mas também franceses e belgas.
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Depois da guerra, um seu filho, Herbert, também envolvido com Hitler, salvou a BMW da insolvência, tornando-se, no final dos anos 50, uma das grandes figuras do milagre económico alemão. Esta investigação, que iliba a BMW mas não o antigo chefe do clã Quandt, pode ser a abertura de uma verdadeira caixa de Pandora.
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Afinal, o poderio da indústria alemã assentaria diretamente num sistema bélico baseado na escravatura, na pilhagem e no massacre. E os seus beneficiários nunca teriam sido punidos, nem os seus empórios desmantelados.
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As discussões do pós-Guerra, incluíam, para alguns estrategas, a desindustrialização pura e simples da Alemanha - algo que o Plano Marshal, as necessidades da Guerra Fria e os fundadores da Comunidade Económica Europeia evitaram. Assim, o poderio teutónico manteve-se como motor da Europa.
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Gunther e Herbert Quandt foram protagonistas deste desfecho. Esta história invoca um romance recente de um jornalista e escritor de origem britânica, a viver na Hungria, intitulado "O protocolo Budapeste".
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No livro, Adam Lebor ficciona sobre um suposto diretório alemão, que teria como missão restabelecer o domínio da Alemanha, não pela força das armas, mas da economia.
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Um dos passos fulcrais seria o da criação de uma moeda única que obrigasse os países a submeterem-se a uma ditadura orçamental imposta desde Berlim.
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O outro, descapitalizar os Estados periféricos, provocar o seu endividamento, atacando-os, depois, pela asfixia dos juros da dívida, de forma a passar a controlar, por preços de saldo, empresas estatais estratégicas, através de privatizações forçadas.
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Para isso, o diretório faria eleger governos dóceis em toda a Europa, munindo-se de políticos-fantoche em cargos decisivos em Bruxelas - presidência da Comissão e, finalmente, presidência da União Europeia. Adam Lebor não é português - nem a narração da sua trama se desenvolve cá.
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Mas os pontos de contacto com a realidade, tão eloquentemente avivada pelas declarações de Merkel, são irresistíveis.
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Aliás, "não é muito inteligente imaginar que numa casa tão apinhada como a Europa, uma comunidade de povos seja capaz de manter diferentes sistemas legais e diferentes conceitos legais durante muito tempo." Quem disse isto foi Adolf Hitler.
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A pax germânica seria o destino de "um continente em paz, livre das suas barreiras e obstáculos, onde a história e a geografia se encontram, finalmente, reconciliadas" - palavras de Giscard d'Estaing, redator do projeto de Constituição europeia.
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É um facto que a Europa aparenta estar em paz. Mas a guerra pode ter já
recomeçado.
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https://www.google.com/url?q=http://en.wikipedia.org/wiki/Adam_LeBor&sa=U&ei=t3j5T9fsC7LB0gX_xI2gBw&ved=0CAcQFjAB&client=internal-uds-cse&usg=AFQjCNFSw
yWJyyEf8KaAPfIP_K0nwcgEOQ
> Adam LeBor - Wikipedia, the free encyclopedia
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ASAE quase não fiscaliza alimentos por alegada falta de dinheiro (Renascença)





Em causa, diz a fonte da própria Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, está o controlo de carne, mel, leite, ovos e peixe de aquacultura.

T+
Publicado hoje às 10:53
Carne, peixe, ovos e mel sem fiscalização
A carne, o peixe, ovos e mel não estão a ser fiscalizados, avança esta manhã uma notícia do Jornal de Notícias. A DECO considera que está em perigo a saúde pública.

Segundo uma fonte da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, citada pelo JN, em Janeiro e Fevereiro não foi recolhida nenhuma amostra para analisar se a carne, peixe de aquacultura, ovos e mel estão contaminados com substâncias ilegais.

Em Março foram apenas realizadas 600 amostras, apenas no Centro e Sul do país, e a partir deste mês a fiscalização voltou novamente a zero.

«Ninguém pode garantir se o que andamos a comer está ou não contaminado por, por exemplo, medicamento proibidos ou produtos de crescimento rápido, que são muito bons para quem quer obter lucros imediatos, mas prejudiciais para a saúde humana», afirma a mesma fonte.

Questionado pelo JN o Ministério da Agricultura recusou fornecer elementos da fiscalização feita este ano, mas não desmentiu a falta de controlo denunciada pelo jornal


Apoio ao Tugaleaks

Temos já confirmação que um utilizador do BCP com ordenado domiciliado, que pretende permanecer anónimo, apresentou por telefone uma queixa em protesto pelo encerramento da nossa conta. Espera com isso fazer pressão ao banco para rever o nosso caso.
Esperamos que a esta se sigam mais pessoas.

Os donativos são legais

Quando falamos em donativos, não estamos a falar de montantes angariados para uma causa. Estamos a falar de um serviço que prestamos, a informação neste site. Este serviço é posteriormente pago através de um recibo verde.
Em momento algum violamos a lei, nomeadamente esta, que indica ser preciso autorização do estado (e logo do estado) para criar essa conta.
Esta informação foi passada à pessoa que nos abriu a conta dia 11, novamente dia 13 e ao gerente dia 16. Até ao momento, o banco tem-se recusado a dar-nos acesso à “descrição” da conta enviada internamente para confirmar se existe a menção da forma como iria ser recebido e tratado o dinheiro.

As perguntas que ficam no ar…

O BCP mentiu, é fácil comprovar isso. O que terão eles a ganhar? É bastante fácil processa-los por informações falsas. A nossa principal intenção é ter a conta aberta e não andar em tribunais. Mas se preciso for, iremos até lá.
Porquê é que se recusam a dialogar, seja com um contacto telefónico ou por e-mail?
Até quando um banco, que no ultimo semestre perdeu bastante valor, “aguentar” a pressão deste e outros artigos sobre esta situação escandalosa, nas redes sociais?
E por fim, como pode a maior parte do mainstream media ignorar tamanha farsa sem lhe dar o devido destaque?

São boas perguntas. Mas todas elas sem resposta

sábado, 28 de julho de 2012

E O MIGUEL RELVAS E PASSOS COELHO NA MERDA!


Vai estudar Relvas – III

by Kaos



Isabel dos Santos diz que o SEU Banco BIC aceita pagar juro se os NOSSOS contribuintes lhe derem 300 000 000 €: VAI IMPOR CONDIÇÕES À CONA DA TUA MÃE!




Pavilhão Atlântico - A vida anda a fazer-nos muito mal...


Quando é que suspeitamos que esta vida que estamos a levar (que nos impõem) está a fazer-nos muito mal, até enquanto simples seres humanos? Infelizmente, em muitas ocasiões... como estas:
Quando temos que fazer um esforço muito grande para não desconfiar da proclamada transparência de um concurso público... em que o Governo fez questão de ter a última palavra.
Quando temos que fazer um enorme esforço para acreditar que um banco como o BES, que tem tantas dúvidas em financiar a compra de uma modesta habitação, ou a aquisição de uma nova máquina para uma pequena empresa, etc., etc., etc., não tenha dúvidas em garantir mais de 20 milhões de euros para a compra do Pavilhão Atlântico, pelo empresário de espectáculos LuísMontez e o seu grupo de “amigos”.
Quando uma estória que deveria ser limpa, insiste em nos parecer duvidosa... não por qualquer coisa de concreto, pese embora o rol de dívidas dúvidas sobre o percurso empresarial de Montez, mas por reação à longa “infecção” provocada por muitos anos de lanhos, nódoas negras e algumas feridas profundas, que a vida nos tem infligido.
Quando é tão difícil acreditar que esta venda do pavilhão, por 21 milhões de euros, uma verba, muito, muito, muito inferior ao que realmente custou – e que nós pagámos! – é um preço justo... e não um “presente”.
Quando temos que fazer um seríssimo esforço para acreditar que este concurso e o seu financiamento foram ganhos porque o futuro do negócio do Pavilhão Atlântico é radioso... e não porque Luís Montez é casado com a filha de Aníbal Cavaco Silva.
Tristes e feios tempos, estes!!

Julho 27, 2012

Sobre a venda do Atlântico

Filed under: Media,Portugal — Ricardo Lima @ 18:05

A questão do Atlântico é simples. Em primeiro lugar o Estado dá mais um passo para se afastar da Cultura. Em segundo, entrega um activo rentável à economia privada, permitindo que esta o explore na linha do que o mercado exige. Em terceiro lugar este activo é entregue a alguém que já deu provas suficientes no que toca ao negócio da música e que, ao mesmo tempo fez a melhor oferta pelo Pavilhão, garantindo a manutenção -e o provável aumento – da sua rentabilidade. E por fim, a única questão pendente com o facto de o comprador ser genro de Cavaco Silva até é um positiva: pode ser que Cavaco Silva passe a ter uma ajudinha para a velhice, dada a anunciada “pequenez” das suas reformas.

… por metade do preço, diga-se.

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Convocatória “surpresa” da Assembleia de Credores do BPN pouco clara e transparente

Posted: 27 Jul 2012 02:40 AM PDT

É apelidada da fraude do século com 100.000 milhões de Euros envolvidos. E quem não tem acesso à Internet pode perder tudo.

Convocatória “surpresa” da Assembleia de Credores do BPN pouco clara e transparente

Passos Coelho reuniu-se duas vezes com o Banco BIC – o banco que vai ficar com o BPN – para discutir a compra, e segundo a agência financeira prefere preocupar-se com a “reputação do sistema financeiro”.

No entanto ontem saiu no Portal da Justiça uma Convocatória da Assembleia de Credores Obrigacionistas do BPN, que tem na sua ordem de trabalho o ponto único de “Deliberar, nos termos e para os efeitos do disposto nos números 2 e 3 do Artigo 101.°-C do CSC, sobre o Projecto de Fusão relativo à fusão por incorporação do BANCO BIC PORTUGUÊS, S.A (…)”.

Esta convocatória, segundo António Henriques, presidente da Associação Nacional de Defesa dos Direitos dos Clientes do BPN, ”tem alguns truques, pois o banco devia de enviar a convocatória a todos os obrigacionistas, dado que muitos não tem acesso a Internet, nos balcões a informação não foi dada mesmo com a insistência dos clientes lesados e noutros balcões foi apresentada uma carta de representação para eles assinarem para o gerente os representar na AG (assembleia geral), o que é a mesma coisa que colocar O LOBO A GUARDAR AS OVELHAS”.
Será que é preciso acesso à Internet? E este espaço curto de tempo é para apanhar algumas pessoas desprevenidas? Não se sabe.

A mesma fonte, afirma ainda em relação à confiança nesta fusão, que “quanto há perda dos valores em causa das centenas de depositantes no valor de 100.000 milhões de euros, dada a falta de transparência , desde o principio e as varias nuances, trocas e baldrocas que é o BPN (…) tudo é possível acontecer, contudo espero que esta administração do BIC tenha a sensibilidade para resolver para bem de todos com rapidez um assunto que esta a deixar muita gente desesperada, e na miséria”.

A Associação Nacional de Defesa dos Direitos dos Clientes do BPN foi criada em 2009 e até hoje tem tentado criar mais transparência ao processo da “compra” do BPN.

Esta é apenas uma convocatória que envolve características pouco claros para lavar os olhos dos Portugueses que assistem a esta farsa nacional como não há história.

Download da convocatória aqui

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O RABO DA KATIE PRICE COM AS HONRAS DESTE BLOGUE


Katie Price posted this image to You Gossip with the caption:


Fonte:The Sun
Katie Price mostra seu rabo tipo pêssego com uma tanga minúscula com as palavras: "Trabalhar o meu bronzeado."
De 34 anos de idade, recentemente fez um curso de pulverização de bronzeado dado que havia a evidência de que a Katie possuía um rabo, estofado,falso


Auditoria O Federal Reserve americano, Jake para a Caverna de Ali Baba
por lahoradedespertar









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Jake para o Federal Reserve dos EUA a um blecaute total de notícias desta história que deve aparecer na frente de todos "iformativos" media do mundo.

Ron Paul, congressista e candidato republicano à Casa Branca

-A Câmara de Representantes dos EUA aprovou a auditoria do Federal Reserve dos EUA (FED) sobre a nomeação do deputado e candidato à Casa Branca, Ron Paul, esta notícia foi completamente censurado por todos os banqueiros da mídia global, ou a massa MERDA, porque a imagem que vem acima do Fed não é muito encorajador e se interesse o suficiente para Ali Baba e 40 ladrões que foram em torno de quase um século roubando e saqueando o povo americano direito desde 1913, e terá para explicar muitas coisas, não só o povo americano, mas também no resto do mundo, porque ao contrário do que muitos pensam que os EUA Federal Reserve, nem é reserva, nem Federal, nem americano, mas um banco privado efectivamente controlada a partir de Londres por seus proprietários Rothschils principalmente banqueiros, e Rockefeller, e como com todos os bancos não tem mais objetivo do que o ganho pessoal de seus proprietários e acionistas.

Rep. Kucinich também suporta a auditoria do Fed com uma alegação emocionante.

Os Mestres dinheiro - o Money Masters (Espanhol) - Rothschild / Rockefeller

Banco Santander e Banco Bilbao Vizcaya e Argentaria (BBVA) são os bancos espanhóis, pertencente à família de banqueiros Rothschild

O DINHEIRO É DÍVIDA documentário, completo em espanhol

Como
fez a humanidade à dívida perpétua?

A hipocrisia da "notícia" de televisão




Portugal e os portugueses ao serviço das elites... os servos da monarquia

Posted: 24 Jul 2012 06:43 AM PDT

Paulo Morais, sem medos e de forma concisa e certeira descreve como os poderosos se apossaram de Portugal e usurparam aos portugueses, o direito de viver de forma justa e democrática.
Os políticos usam e abusam dos impostos que os contribuintes pagam cada vez com mais sacrifícios.
É sobejamente conhecido o descaramento com que distribuem, entre eles, os impostos que serviriam para ajudar os mais desfavorecidos entre os portugueses e fazer de Portugal um pais digno para todos - doentes, idosos, crianças, estudantes - mas todos os serviços que protegiam as minorias, vão sendo desmantelados até que desapareçam por completo.
O dinheiro dos impostos vai sendo desviado para sustentar os luxos dos ricos gananciosos que nos usurparam os direitos e a paz.
Disfarçam a transferência do dinheiro do estado, para as suas contas privadas, através do compadrio e da traição dos que nos governam.

Através das rendas das PPP (hospitais privados e estradas ás quais o estado aceitou pagar rendas e financiar a obra, traindo o interesse nacional e os cidadãos)
Através dos juros da divida pública ( a banca pede emprestado ao BCE a 1% e empresta ao estado a 6% ou a 7%) , etc etc
E ainda através da criação constante de albergues de boys, como são as fundações, os institutos, os observatórios, sociedades, etc
Pequenos favores a amigos, ao estilo do pedinchão "pobre" de espirito que pede aos amigos umas bolsas, ou umas adjudicações estranhas, ou obras inúteis, regabofes !!!
É vê-los, que nem ratos, a sugar o dinheiro alheio.

"Até hoje, cativam uma parte significativa do orçamento de estado, à custa do qual se habituaram a enriquecer. Beneficiam de rendas das parcerias público-privadas da saúde, como acontece com o grupo Mello ou Espírito Santo. Recebem milhões pelo pagamento de juros da dívida pública. Obtêm concessões em monopólio, como acontece com a Brisa, detentora, por autorização governamental, das auto-estradas de Porto a Lisboa.
Os favores que recebem do estado têm revestido as mais diversas formas. No tempo do fascismo, obtinham licenças num regime de condicionamento industrial, em que só os amigos do regime podiam criar empresas. O seu domínio sobre a economia e a política vem dos tempos da monarquia, onde pontificava o conde do Cartaxo, antepassado da família Mello. Já os Espírito Santo descendem do poderoso conde de Rendufe.
Assim, estes grupos conseguiram trazer até ao século XXI, incólume, a lógica feudal, a tradição de atribuição de prebendas aos poderosos. Com uma diferença. Enquanto no tempo do feudalismo o rei atribuía privilégios que consistiam na doação de benefícios económicos (terras), a par de poder político (títulos), hoje apenas se concedem favores económicos. Assim, estes grupos mantêm o poder sem os incómodos do escrutínio democrático.

Sabem que mais importante do que ter o poder na mão é ter a mão no poder. Até porque sempre influenciaram a política. Conseguiram-no no tempo de Salazar, através do fascínio que Ricardo Espírito Santo exercia sobre o ditador. Em democracia, contratam políticos de todas as tendências. Eanistas como Henrique Granadeiro, socialistas como Manuel Pinho ou social-democratas como Catroga.
Neste jogo democrático viciado, os cidadãos são hoje como os servos da gleba de outrora, mas agora sob a forma de contribuintes usurpados. E reféns do sistema vigente, que muitos chamam de neoliberalismo, mas que não é novo nem é liberal. É apenas a manutenção do velho feudalismo." Paulo Morais


Resta acrescentar a este belíssimo retrato de Portugal, que no tempo do feudalismo os servos não podiam votar e era-lhe imposto o regime e os que o comandavam... mas agora é o povo que vota nestes senhores, elegendo os seus proprios carrascos e usurpadores. É o povo que elege aqueles que abusam dele, dos seus impostos e dos seus direitos, que fazem dele um servo, com o seu próprio consentimento... mete dó, não é?

Antes vivia-se na ignorância, era compreensível que o povo pactuasse com os próprios traidores por desconhecer a realidade, agora que quase tudo se deslinda e sabe... não é nada compreensível que portugueses elejam partidos amigos dos inimigos e traidores.



Grupo choca jurados durante show de talentos na TV indiana

É DESTE CALIBRE OS NOSSOS REPRESENTANTES NA U.E.???