quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

SALAZAR FAZ FALTA.....MUITA

SALAZAR NAO FOI TÃO LONGE

De: HEROISdoMAR
Data: 11-02-2010 21:05:24
Para: Undisclosed-Recipient:,

Assunto: Dr.Oliveira Salazar




Salazar nunca foi tão longe, porque era um homem sério, inteligente, amigo do povo, por quem sempre chorarão os portugueses decentes... para além de um estadista impecável,o Dr.Oliveira Salazar não era nenhum BANDALHO, o que estes governantes não são,estes governantes, são,nisso sim, uma seita de gatunos, traidores, fascistas, ditadores... são tudo menos homens.Tenho dito!!!
Maria Celeste Amado - Miratejo

AMANHA NAO HA SOL

De: Contra os Canhões

Data: 11-02-2010 19:29:22

Para: Undisclosed-Recipient:,

Assunto: O POLVO

Em Portugal, amanhã Não teremos SOL.

O POLVO

Este é o titulo do Jornal SOL, que "SÒCRATES" tenta barrar , tenta cencurar tirar de circulação, com a ajuda de amigos do Supremo.

Na redação do Semanario SOL, ninguém recebe, nem assina a intimação que a justiça tenta entregar no SOL, para censurar o Jornal.

VIVA o SALAZAR. Nunca antes neste País a Justiça , apoio uma ditadura.

Vamos lá de hoje para amanha , a batalha será entre a Liberdade , e a ditadura. os Numeros do semanario , que está sendo censurado, já saiu para Angola e outros países. Em Portugal, não sabemos se amanhã teremos SOL. Viva PORTUGAL.

Abaixo a Censura.

Quinta-feira, Fevereiro 11, 2010
CLEPTOCRACIA: Inês com viagem paga para Paris
Pedro Catarino

Assembleia

Inês com viagem paga para Paris


Parlamento analisa hoje situação especial da actriz e deputada eleita pelo PS em Lisboa.
A viagem semanal de Inês de Medeiros, actriz eleita deputada pelo PS no círculo eleitoral de Lisboa, entre Paris, local onde tem residência, e a capital portuguesa, para participar no plenário da Assembleia da República (AR), vai ser paga pelo Parlamento. A solução para o caso da actriz, que é omisso na lei, é hoje analisado pelo conselho de administração da AR.
Ao que o CM apurou, a solução encontrada pelos serviços do Parlamento para o caso de Inês de Medeiros passa pela equiparação da actriz a um deputado eleito pela Europa. A decisão final será do presidente da Assembleia, Jaime Gama, que deverá dar a aprovação.
A ser assim, Inês de Medeiros terá direito a uma viagem de avião de ida e volta, na classe mais elevada, uma vez por semana entre o aeroporto de Paris e o de Lisboa, acrescida da despesa de deslocação entre o aeroporto e o domicílio. Como reside em Paris, Inês de Medeiros beneficiará ainda de uma ajuda de custo de 69€ por dia, superior aos 23,05€ diários dos deputados residentes nos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, V. F. Xira, Almada, Seixal, Barreiro, Amadora e Odivelas.
PORMENORES
DESLOCAÇÕES
Desde que tomou posse, em meados de Outubro, Inês de Medeiros não recebeu ainda nenhuma verba referente às viagens entre Paris e Lisboa. De qualquer forma, apresentou os bilhetes aéreos.
REQUERIMENTO
Inês de Medeiros garantiu ao CM, há dias, que não apresentou nenhum requerimento para ter um tratamento especial. E frisou: 'Desde o início que é sabido que tenho residência oficial em Paris'.
PERFIL
Inês de Saint-Maurice de Esteves de Medeiros Vitorino de Almeida nasceu em Viena, Áustria, a 15 de Abril de 1968. Licenciada em Literatura Portuguesa, é mais conhecida como actriz. Participou em filmes como ‘Três Palmeiras’, de João Botelho, e ‘Sangue’, de Pedro Costa. É ainda autora: entre outros, do filme, ‘Cartas a uma Ditadura’.
CM
MILITARES, GNR E PSP SEM CONGELAMENTOS SALARIAIS
BANCA: FALHAR PRESTAÇÕES FAZ SUBIR SPREAD
BRASILEIROS JÁ TÊM MAIS CAPITAL NA CIMPOR QUE NACIONAIS
Publicada por Ferreira em 6:22 AM 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: corrupção, Noticias, Socialismo, Sociedade

O DIRECTOR DO SOL DIZ:

De: HEROISdoMAR

Data: 02/11/10 12:26:48

Para: Undisclosed-Recipient:,

Assunto: jornalismo de fechadura

Director do "Sol": "A cúpula da justiça tentou camuflar escutas"

José António Saraiva diz-se “orgulhoso” do “jornalismo de fechadura”: “Põe a nu actuações ilegítimas e a cumplicidade do poder judicial”

José Sócrates acusou o “Sol” de ter praticado um crime ao divulgar escutas no artigo publicado na sua última edição. Como reage a esta acusação?

Quer-se fazer crer que estas escutas não têm nada a ver com as que foram arquivadas pelo procurador-geral da República (PGR) e pelo presidente do Supremo Tribunal, invocando que o que foi arquivado foram as escutas do primeiro-ministro. Mas estas escutas estão exactamente no mesmo lote das do primeiro-ministro e fazem parte do lote de escutas arquivadas. Como vários advogados já sustentaram, não há recurso das decisões do presidente do Supremo. Assim sendo, esta parte do processo está arquivada definitivamente e não está sujeita a segredo de justiça.
Mas há quem defenda que há violação por estar a decorrer um processo.
Está-se a procurar, com artifícios legais, esconder a questão substancial. O que verdadeiramente está em causa é a decisão do PGR e do presidente do Supremo ao mandar arquivar estas escutas, porque os indícios, as suspeitas e os factos são tão fortes que só não vê quem não quer. Não pode tomar-se uma decisão de arquivar só porque sim. O despacho de arquivamento não está sustentado. O que está em causa é que a cúpula do aparelho de justiça tentou esconder e camuflar as escutas.
Essa ideia é baseada apenas nas escutas já publicadas pelo “Sol”?
Não só. Esta semana vamos continuar a publicar algumas coisas e vai ficar clara outra investida contra outro grupo de comunicação social, que também é indesmentível. Isto é uma grande operação. Para não falar do que aconteceu com o “Sol”, que foi alvo de chantagens e de tentativas de encerramento por parte do BCP, como foi anunciado em devido tempo.
Como reage à acusação de estar a fazer “jornalismo de fechadura”?
Reajo com muito orgulho. O grande jornalismo é aquele que vai aos bastidores, que vai atrás da cortina ou do buraco da fechadura. O trabalho jornalístico que verdadeiramente enobrece a imprensa é aquele que consegue desmontar e pôr a nu as coisas que o poder político, económico, judicial ou religioso pretendiam manter escondidas e camufladas e denunciar determinadas actuações ilegítimas do poder, e em que há notória cumplicidade do poder judicial.
Concorda com a ideia de que vivemos os tempos mais difíceis para a liberdade de expressão desde 1974?
No único almoço que o “Sol” teve com Sócrates em São Bento, ele às tantas disse-me que “isto de a gente tentar comprar jornalistas é um disparate, porque a melhor forma de controlar a imprensa é controlar os patrões”. Foi extraordinário o desplante de ter dito isto e depois ter posto esse plano em prática. De há algum tempo para cá, a sua estratégia tem sido controlar os patrões: foi o “Diário Económico” comprado pela Ongoing, a Controlinveste através do financiamento bancário, a TVI através da compra pela PT e depois com a Ongoing e por aí fora. A pouco e pouco, o que a gente vê é que a margem de liberdade começa a ser muito limitada através desse mecanismo simples: entrar por cima, sobretudo num período de crise económica, em que todos os grupos vivem com dificuldades financeiras e em que a chantagem e o controlo têm repercussões enormes, porque toda a gente tem medo de ter dificuldades de financiamento ou de publicidade se estiver contra o governo. Adriano Nobre