sábado, 31 de maio de 2014

"Diamantes de Sangue em Angola", entrvista completa de RAFAEL

Pornografia pode ser prejudicial ao cérebro, diz estudo


Porn
Homens que passam muito tempo vendo pornografia na internet parecem ter menos matéria cinzenta em certas partes do cérebro e sofrem redução de sua atividade cerebral, revelou um estudo alemão publicado nesta quinta-feira nos Estados Unidos.
"Encontramos um importante vínculo negativo entre o ato de ver pornografia durante várias horas por semana e o volume de matéria cinzenta no lóbulo direito do cérebro", assim como a atividade do córtex pré-frontal, escrevem os cientistas do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano em Berlim.

"Estes efeitos poderiam incluir mudanças na plasticidade neuronal resultante de intensa estimulação no centro do prazer", acrescentou o estudo, publicado na edição online da revista "Psychiatry", da Associação Médica Americana.
Os autores, no entanto, não puderam provar que estes fenômenos sejam causados diretamente pelo consumo de pornografia e, por isso, afirmam que é necessário continuar com as pesquisas.
Mas, segundo eles, o estudo já fornece um primeiro indício da existência de uma relação entre o ato de assistir pornografia e a redução do tamanho e da atividade do cérebro como reação ao estímulo sexual.


Empresas/Finanças

Ontem 12:27

Siemens corta quase doze mil trabalhadores

Económico
Siemens corta quase doze mil trabalhadores
O objectivo da maior empresa europeia de engenharia é reduzir os seus custos em mil milhões de euros. Não se sabe ainda se a medida vai ou não afectar os trabalhadores do gigante alemão em Portugal.

Salário médio em Portugal representa metade da média europeia dos 28




Tribunal Constitucional: Cortes afetam salários «exíguos» e prestações sociais perto ou abaixo do limiar de pobreza

Publicado hoje às 09:27

Texto que suporta decisões dos juízes admite necessidade de pôr em ordem as contas públicas, mas cortes de 2014 atingem rendimentos demasiado baixos
   Acessos pré-fabricadas: EUA querem matar o presidente Maduro; Brasil no centro das atenções das revoluções pré-fabricadas
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Turista atacada com dez facadas
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Posted: 30 May 2014 06:45 PM PDT
Ortodoxos e coptas teriam pedido unificação de celebração

Páscoa pode ser mudada para aproximar católicos e outras igrejas cristãs

Já se passaram 960 anos desde a chamada “Grande Cisma”, decisão que separou definitivamente a Igreja Católica Apostólica Romana da Igreja Ortodoxa. A divisão se deu por causa de disputas eclesiásticas e teológicas no século XI.

Uma das grandes diferenças desde então é o calendário usado pelas duas igrejas. O calendário juliano foi substituído em 1582, pelo Papa Gregório XIII, pelo chamado calendário gregoriano. Este é o adotado pela grande maioria dos países ocidentais.



Os cristãos ortodoxos em vários países continuam usando o calendário juliano, que surgiu durante os tempos do Império Romano. Uma das grandes diferenças são os anos bissextos, e hoje já se acumula uma diferença de 13 dias entre eles.

Mas não é só isso. A celebração de várias datas cristãs não ocorre nos mesmos dias. Por exemplo, o Natal para os Ortodoxos é comemorado em 7 de janeiro.

Durante o encontro do papa Francisco com o Patriarca Bartolomeu, líder máximo dos Ortodoxos, durante sua visita à Terra Santa, o assunto veio à tona.

Ambos falaram sobre a unidade do corpo de Cristo. Um dos aspectos abordados por eles foi por que os mais de 1 bilhão de católicos e os 300 milhões de ortodoxos ainda celebram a Páscoa em datas diferentes: “É um pouco ridículo: ‘O teu Cristo quando ressuscita? Na próxima semana. É, o meu ressuscitou na semana passada’… a data da Páscoa é um sinal de unidade”, questionou Francisco.

A unificação das datas de celebração da Páscoa afetaria principalmente populações da África do Norte e do Oriente Médio, onde católicos e ortodoxos vivem no mesmo território. O assunto também foi tema de uma correspondência recente enviada pela Igreja Copta. Seu líder maior, Tawadros II, lembrou o primeiro aniversário do encontro realizado no Vaticano e pediu que Francisco proponha a unificação das datas de celebração da Páscoa em todas as igrejas cristãs.

Como resposta, foi enviado um convite para que um representante da Igreja Copta participe da próxima Assembleia do Sínodo dos Bispos católicos, programada para outubro, no Vaticano.

Não foi sinalizado oficialmente se realmente ocorrerá uma mudança na data da comemoração da Páscoa por parte dos católicos. A palavra oficial de Francisco é que conversará aos membros do Vaticano sobre “o que pode ser feito”. O mais natural seria que os ortodoxos e os coptas, que são minoria, façam essa modificação. O fato é que, ao se confirmar, tal decisão seria um passo sem precedentes para a aproximação desses grupos cristãos que estão divididos a centenas de anos. Com informações The Times e Catholic

Fonte:  http://noticias.gospelprime.com.br
Posted: 30 May 2014 06:24 PM PDT
U.S. Vice President Joe Biden (Reuters / Andreas Manolis)
A referência a uma "Nova Ordem Mundial", ecoou como um objetivo similar estabelecido pelo presidente George W. Bush

Sob um sol escaldante, o vice-presidente Joe Biden desafiou os cadetes graduados da Academia da Força Aérea na quarta-feira para ajudar a criar uma "nova ordem mundial para o século 21."

Biden apelou a imagens do final da Segunda Guerra Mundial, parte de um esforço da Casa Branca para polir uma política externa que tem sido desafiada pela agressão russa e os problemas contínuos da África do Norte e do Afeganistão.

Falas de Biden:

"Eu acredito que nós e, principalmente, você tem uma oportunidade incrível para levar na formação de uma nova ordem mundial para o século XXI, de forma consistente com os interesses americanos e interesses comuns", disse o Vice-Pres. Biden para os 995 membros da classe de 2014, a Colorado Springs Gazette informou esta semana.

"Houve um enorme desejo de nossos avós e geração do meu pai para levar para casa a cada um dos 12 milhões de forças estacionadas na Europa e na Ásia, "disse ele. "Eles sabiam que tinham de estabelecer uma base para uma nova ordem mundial, uma Para que trouxe o maior período de paz sustentado e na Europa e Ásia. "

As observações do vice-presidente deverão gerar controvérsia entre os céticos que associados a frase " nova ordem mundial "com a teoria de que uma elite secreta de poder global está tramando um sistema de regra internacional para dominar o mundo.

De fato, Biden fez comentários semelhantes no ano passado e rapidamente chamou a atenção de anti-globalistas como resultado.

"A tarefa afirmativa diante de nós é o de criar uma nova ordem mundial, porque a ordem mundial está mudando de novo", disse Biden em uma conferência em Washington, DC em junho passado.

Na época, o site Infowars.com pulou em cima de observações do vice-presidente e disse Biden foi "acrescentando ainda uma outra entrada para uma já longa lista de se gabar globalista documentados de planos para um governo global de um mundo centralizado. "

De acordo com o The New American , Biden trouxe a noção de uma nova ordem mundial muito antes disso, no entanto. O site informou no ano passado que em 1992, Biden escreveu um artigo de opinião do Wall Street Journal, em que ele chamou de um " compromisso permanente de forças para uso do Conselho de Segurança "das Nações Unidas.

"Por que não dar vida a Carta das Nações Unidas?" perguntou Biden então.

Fontes: RT e http://www.anovaordemmundial.com/2014/05/joe-biden-incita-cadetes-da-forca-aerea-para-criai-a-nova-ordem-mundial.html
Posted: 29 May 2014 08:58 PM PDT
As coisas estão acontecendo muito rápido!

A nova ordem mundial islâmica-comunista está invadindo o Brasil!

Além dos cubanos, iranianos poderão entrar no Brasil livremente!

Se você puder comparecer a esta “audiência pública” sobre o ensino religioso nas rede de educação pública, na Assembléia Legislativado Estado do Rio, por favor o faça. Precisamos defender o ensino laico! A escola não é lugar para propaganda religiosa! Faça ouvir a sua voz!
A audiência acontece amanhã, dia 30 de maio de 2014, 14 horas, na sala 316 do Palácio Tiradentes (ALERJ).

Interessante que esta “audiência pública” tenha vindo à tona na mesma semana que eu escreví sobre a obrigatoriedade do ensino do islamismo na rede primária e fundamental de ensino. Na verdade, de público não existe nada porque para descobri-la foi preciso cavar fundo. Parece mais uma “audiência secreta”, aberta apenas para alguns grupos de interesses.

Então, o que diz a chamada?
Em parceria com o Grupo de Pesquisa Ilé Obà Oyò, da UERJ, o ISER (Instituto de Estudos da Religião) e o Olé (Observatório da Laicidade na Educação), a Comissão de Combate e Discriminação de Raça, Cor, Etnias, Religião e Procedências Nacionais da ALERJ convoca a todos e todas para uma audiência pública sobre O ENSINO RELIGIOSO NO RIO DE JANEIRO.




Quem está a par desta “audiência pública”? Certamente grupos islâmicos, como atesta esta imagem abaixo oriunda do Canal Islam Brasil, capturada ontem à tarde. Ela mostra a convocação da comunidade muçulmana para comparecer à audiência, e, claro, exercer pressão. Veja que já haviam 183 muçulmanos confirmando a presença!



Mas o ensino deve ser laico, certo? Bem, parece que existem pessoas que pensam que o ensino deve ser laico apenas para alguns grupos religiosos, porém para outros a lavagem cerebral deve começar na escola!

Onde estão os ateus e agnósticos para defenderem a bandeira a laicidade?

No artigo obrigatoriedade do ensino do islamismo na rede primária e fundamental de ensino eu havia comentado que aparentemente o PL 1780/2011, proposto por alguns deputados federais pseudo-progressistas, havia sido arquivado (na verdade, foi retirado pelo autor). Norequerimento de retirada, diz-se que “se faz necessário promover um amplo debate com o conjunto da sociedade.” Ou seja, na impossibilidade de alterar as diretrizes e bases da educação nacional, algo que precisaria do apoio da maioria do Congresso, a estratégia de obrigar o ensino do islamismo passa a ser pela “porta dos fundos.”

De modo que esta “audiência pública” é parte do jogo.

Mas como implementar esta grande estratégia?

Uma tática é se alinhar com os movimentos negros ou com outras religiões (ou seitas dependendo de como você as vê) como candomblé, macumba, etc, para pedir tratamento especial (neste caso, sem qualquer justificativa histórica), se dizendo ser uma “raça” (mas que raça é o islão?) ou uma religião “minoritária e perseguida” (sem mencionar, claro que 57 países no mundo implementam a lei islâmica de um modo ou de outro), e que as minorias (não-muçulmanos) nestes países são perseguidas.

Uma outra tática seria incentivar a Igreja Católica e os evangélicos e pegar “uma carona” com eles.

Uma terceira é simplesmente é se fazer de vítima, alegar que o islão é mal-compreendido (escondendo o que a Sharia prescreve para as mulheres, gays e não-muçulmamos), ou que existe uma “campanha midiática” contra o islão (sem dizer que a OIC deseja criminalizar, a nível mundial, qualquer análise crítica ao islão), ou se dizer contra o “imperialismo” (sem olhar para a história de imperialismo islâmico e aniquilação de civlizações).

Eu pergunto:

Vocês conhecem a fundo o islão?
Vocês sabem o que é Jihad?
Vocês sabem o que é Sharia?
Vocês sabem que além de ser uma “religião” o islã é toda uma ideologia de vida, que compreende todos aspectos de vida, social, política, etc?

Porque devemos implantar uma ideologia que não faz parte de nossa cultura em detrimento de nossos valores baseados na liberdade e livre-escolha?

A estratégia de islamização passa por um trabalho de natureza política. E, quando a narrativa distorcida e propagandística chega a ouvidos de pessoas que colocam ideologia à frente dos fatos, o campo de ação fica livre.


Vejamos dois exemplos.


Primeiro exemplo, matéria de site jihadista, em inglês, sobre o encontro de representantes muçulmanos aqui no Brasil com a Ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário. Ela, que deve representar e defender os direitos humanos, está aparentemente dando apoio a uma ideologia que repulsa as liberdades e os direitos humanos.

“Conheci hoje cedo a ministra de Direitos Humanos, a Sra. Maria do Rosário Nunes, em seu escritório na capital brasileira, Brasília. Eu dividi com ela os detalhes da nossa campanha MyJihad, e os nossos planos para a implantação no Brasil. Ela fez inúmeras perguntas inteligentes, dando à nossa equipe da "MinhaJihad Brasil" o dobro do tempo previsto e programado, expressando seu apoio, e chamando a nossa campanha de "uma campanha brilhante.”
Agora, vem a parte para o público externo


“Estamos ampliando o nosso alcance para longe e para perto, em uma estratégia inovadora para combater a islamofobia e o extremismo, e colocar os muçulmanos tradicionais na direção de como eles e sua fé são percebidos. Faça Dua para nós e obrigado pelo seu apoio para o nosso esforço de quebrar estereótipos, desafiar tabus, e promover a tolerância e a compreensão mundial. ~ Ahmed Rehab, Fundador da MyJihad, Inc.'''
Vale sempre a pergunta. Se o Senhor Ahmed Rehab está mesmo interessado em “quebrar tabus” e “promover a tolerância” porque ele não começa lavanda a sua roupa suja em casa? Por exemplo, combatendo a conceito de “morte para os muçulmanos que deixam o islão” e o preceito corânico de que o marido pode repreender (espancar) a “esposa rebelde”? Ou talvez, tentar alterar o que a lei islâmica diz ser o papel do Califa.


Puxa, existem tantas coisas onde o islão é tão “mal-entendido” (sarcasmo)


PS. Ahmed Rehab é um membro da CAIR, o Council of American Islamic Relations, que é um dos braços da Irmandade Muçulmana nos EUA.


Mais tarde, ainda durante a sua visita ao Brasil, este senhor Ahmed Rehab se encontrou com dois deputados estaduais no RS, Paulinho Odé e Nelsinho Metalúrgico. Na foto, um deles de mãos dadas com Ahmed Rehab (Facebook). Será que estes deputados sabem que o islamismo é anti-socialista?
 

E ele ainda se encontrou com Tamara Biolo, diretora de direitos humanos do Rio Grande do Sul. No texto, diz-se que ela “ofereceu o apoio para a campanha Minha Jihad Brasil a ocorrer no seu estado” (Facebook).


O que é esta campanha “My Jihad”?

Esta campanha “my Jihad” (minha jihad) é feita nos Estados Unidos e pretende difundir a idéia de que Jihad é apenas uma luta interior para visando se tornar uma pessoa melhor, tipo, perder peso, ou fazer ginástica, ou tomar conta do filho. Na verdade, Jihad possui dois sentidos, um interior (porém com pouco peso por ser muito pouco mencionada no Alcorão), e um exterior, que tem um significado violento (e é preponderante no Alcorão). Eu exploro este aspecto no artigo Jihad, como definida pela lei islâmica.

Este jogo duplo, de mentir ou obfuscar a realidade de modo a beneficiar o islão, é parte da ideologia (doutrina) islâmica e tem um nome: TAQUIA (leia mais sobre taquia neste link).

O fato que organizações islâmicas internacionais estejam planejando fazer esta campanha no Brasil indica apenas uma coisa: o Brasil entrou definitivamente na mira da islamização. Este é um problema sem retorno. Não adianta olhar para o outro lado que ele não irão embora.


E, lembre-se a lei dos números do islão:
1. Quando em minoria dizem “nós somos da religião da paz”
2. Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial
3. Quando em maioria, eles impõem a lei islâmica.


E lembre-se também que os muçulmanos desejam a
implementação da Sharia onde quer que eles vivam.



Via: http://infielatento.blogspot.ca/



Duas adolescentes de 14 e 16 anos foram vítimas de violação coletiva e enforcadas em árvore
PAÍS DE FAMINTOS

Banco Alimentar Contra a Fome inicia hoje campanha de recolha de alimentos (Saúde)

Mais de 40.000 voluntários participam hoje na campanha do Banco Alimentar Contra a Fome, que no ano passado distribuiu diariamente cerca de 95 toneladas de alimentos que chegaram à mesa de 375 mil portugueses.


Nós avisámos: mais impostos Vs A moção de censura... ao PS O ‘Sítio de Estados' e o ‘Política em tempo real' são dois espaços de opinião, onde António Galamba, socialista, e Nuno Encarnação, social democrata, comentam um facto da atualidade. Num minuto, Direita e Esquerda mostram o que valem

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/nos-avisamos-mais-impostos-vs-a-mocao-de-censura-ao-ps
Nós avisámos: mais impostos Vs A moção de censura... ao PS O ‘Sítio de Estados' e o ‘Política em tempo real' são dois espaços de opinião, onde António Galamba, socialista, e Nuno Encarnação, social democrata, comentam um facto da atualidade. Num minuto, Direita e Esquerda mostram o que valem

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

José Gomes Ferreira - «A Corrupção em Portugal

Metro sem travões de emergência para poupar 300 mil euros por ano




Metro sem travões de emergência para poupar 300 mil euros por ano (Renascença)

O Metro de Lisboa está há dois anos sem travões de emergência em nenhum dos seus comboios. Em causa está uma falha nos freios electromagnéticos que foi detectada em 2012 e que obrigou a que a empresa desactivasse este sistema de travagem.
7 mil milhões de euros: É este o valor que o BNP Paribas pode ter de pagar aos EUA
O banco francês pode enfrentar uma das maiores coimas de sempre no âmbito criminal nos Estados Unidos devido à alegada violação de sanções impostas a países como o Sudão, Irão e Cuba
T+
Publicado hoje às 07:24
AR/Censura: Governo enfrenta sexta moção de censura com chumbo garantido
Bloco de Esquerda e Verdes juntam-se ao PCP no voto favorável, PS indica ««posição convergente» para um voto a favor mas não impõe disciplina de voto. Maioria vota contra moção de censura.
O Governo enfrenta hoje a sexta moção de censura da legislatura, mas mais uma vez o documento tem 'chumbo' garantido com os votos contra da maioria PSD/CDS-PP.
Intitulada "Travar a política de exploração e empobrecimento - Construir uma política patriótica e de esquerda", a apresentação da moção de censura foi anunciada no domingo, pelo secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, na sequência do resultado das eleições europeias.
«Esta moção de censura traduz o sentimento popular de rejeição da política de direita e do Governo que a executa e corresponde à exigência de uma política patriótica e de esquerda, necessária a um futuro de progresso e desenvolvimento do país», lê-se no texto da moção de censura.
Com o voto contra da maioria garantido, as bancadas do BE e do PEV vão juntar-se aos comunistas no voto favorável.

Metro de Lisboa está há dois anos sem travões de emergência

O Metropolitano de Lisboa circula há dois anos sem travões de emergência, além de que, entre as 12:00 e as 17:00 horas, não tem rondas de segurança. A denúncia é feita na edição desta sexta-feira do diário “i”, acrescentando que nem sequer os exames psicológicos aos maquinistas impostos pela legislação comunitária têm sido feitos

Posted: 29 May 2014 08:03 PM PDT
Dilma Rousseff decide modificar o sistema brasileiro de governo. Desistiu da Assembleia Constituinte para a reforma política. 
Até a mídia fala abertamente que se trata de um golpe do PT!

É o fim do Brasil!

Confira os artigos de dois veículos de comunicação...

Atenção, leitores!

Seus direitos, neste exato momento, estão sendo roubados, solapados, diminuídos. A menos que você seja um membro do MTST, do MST, de uma dessas siglas que optaram pela truculência como forma de expressão política.

De mansinho, o PT e a presidente Dilma Rousseff resolveram instalar no país a ditadura petista por decreto. Leiam o conteúdo do decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, que cria uma tal “Política Nacional de Participação Social” e um certo “Sistema Nacional de Participação Social”. O Estadão escreve nesta quinta um excelente editorial a respeito. Trata-se de um texto escandalosamente inconstitucional, que afronta o fundamento da igualdade perante a lei, que fere o princípio da representação democrática e cria uma categoria de aristocratas com poderes acima dos outros cidadãos: a dos membros de “movimentos sociais”.

O que faz o decreto da digníssima presidente? Em primeiro lugar, define o que é “sociedade civil” em vários incisos do Artigo 2º. Logo o inciso I é uma graça, a saber: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”.

Pronto! Cabe qualquer coisa aí. Afinal, convenham: tudo aquilo que não é institucional é, por natureza, não institucional. Em seguida, o texto da Soberana estabelece que “todos os órgãos da administração pública direta ou indireta” contarão, em seus conselhos, com representantes dessa tal sociedade civil — que, como já vimos, será tudo aquilo que o governo de turno decidir que é… sociedade civil

Todos os órgãos da gestão pública, incluindo agências reguladoras, por exemplo, estariam submetidos aos tais movimentos sociais — que, de resto, sabemos, são controlados pelo PT. Ao estabelecer em lei a sua participação na administração pública, os petistas querem se eternizar no poder, ganhem ou percam as eleições.

Isso que a presidente está chamando de “sistema de participação” é, na verdade, um sistema de tutela. Parte do princípio antidemocrático de que aqueles que participam dos ditos movimentos sociais são mais cidadãos do que os que não participam. Criam-se, com esse texto, duas categorias de brasileiros: os que têm direito de participar da vida púbica e os que não têm. Alguém dirá: “Ora, basta integrar um movimento social”. Mas isso implicará, necessariamente, ter de se vincular a um partido político.

A Constituição brasileira assegura o direito à livre manifestação e consagra a forma da democracia representativa: por meio de eleições livres, que escolhem o Parlamento. O que Dilma está fazendo, por decreto, é criar uma outra categoria de representação, que não passa pelo processo eletivo. Trata-se de uma iniciativa que busca corroer por dentro o regime democrático.

O PT está tentando consolidar um comissariado à moda soviética. Trata-se de um golpe institucional. Será um escândalo se a Ordem dos Advogados do Brasil não recorrer ao Supremo contra essa excrescência. Com esse decreto, os petistas querem, finalmente, tornar obsoletas as eleições. O texto segue o melhor padrão da ditadura venezuelana e das protoditaduras de Bolívia, Equador e Nicarágua. Afinal, na América Latina, hoje em dia, os golpes são dados pelas esquerdas, pela via aparentemente legal.

Inconformado com a democracia, o PT quer agora extingui-la por decreto.

Por Reinaldo Azevedo

A seguir, editorial do Estadão:

A presidente Dilma Rousseff quer modificar o sistema brasileiro de governo. Desistiu da Assembleia Constituinte para a reforma política - ideia nascida de supetão ante as manifestações de junho passado e que felizmente nem chegou a sair do casulo - e agora tenta por decreto mudar a ordem constitucional. O Decreto 8.243, de 23 de maio de 2014, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS), é um conjunto de barbaridades jurídicas, ainda que possa soar, numa leitura desatenta, como uma resposta aos difusos anseios das ruas. Na realidade é o mais puro oportunismo, aproveitando os ventos do momento para impor velhas pretensões do PT, sempre rejeitadas pela Nação, a respeito do que membros desse partido entendem que deva ser uma democracia.

A fórmula não é muito original. O decreto cria um sistema para que a "sociedade civil" participe diretamente em "todos os órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta", e também nas agências reguladoras, através de conselhos, comissões, conferências, ouvidorias, mesas de diálogo, etc. Tudo isso tem, segundo o decreto, o objetivo de "consolidar a participação social como método de governo". Ora, a participação social numa democracia representativa se dá através dos seus representantes no Congresso, legitimamente eleitos. O que se vê é que a companheira Dilma não concorda com o sistema representativo brasileiro, definido pela Assembleia Constituinte de 1988, e quer, por decreto, instituir outra fonte de poder: a "participação direta".

Não se trata de um ato ingênuo, como se a Presidência da República tivesse descoberto uma nova forma de fazer democracia, mais aberta e menos "burocrática". O Decreto 8.243, apesar das suas palavras de efeito, tem - isso sim - um efeito profundamente antidemocrático. Ele fere o princípio básico da igualdade democrática ("uma pessoa, um voto") ao propiciar que alguns determinados cidadãos, aqueles que são politicamente alinhados a uma ideia, sejam mais ouvidos.

A participação em movimentos sociais, em si legítima, não pode significar um aumento do poder político institucional, que é o que em outras palavras estabelece o tal decreto. Institucionaliza-se assim a desigualdade, especialmente quando o Partido (leia-se, o Governo) subvenciona e controla esses "movimentos sociais".

O grande desafio da democracia - e, ao mesmo tempo, o grande mérito da democracia representativa - é dar voz a todos os cidadãos, com independência da sua atuação e do seu grau de conscientização. Não há cidadãos de primeira e de segunda categoria, discriminação que por decreto a presidente Dilma Rousseff pretende instituir, ao criar canais específicos para que uns sejam mais ouvidos do que outros. Ou ela acha que a maioria dos brasileiros, que trabalha a semana inteira, terá tempo para participar de todas essas audiências, comissões, conselhos e mesas de diálogo?

Ao longo do decreto fica explícito o sofisma que o sustenta: a ideia de que os "movimentos sociais" são a mais pura manifestação da democracia. A História mostra o contrário. Onde não há a institucionalização do poder, há a institucionalização da lei do mais forte. Por isso, o Estado Democrático de Direito significou um enorme passo civilizatório, ao institucionalizar no voto individual e secreto a origem do poder estatal. Quando se criam canais paralelos de poder, não legitimados pelas urnas, inverte-se a lógica do sistema. No mínimo, a companheira Dilma e os seus amigos precisariam para esse novo arranjo de uma nova Constituição, que já não seria democrática. No entanto, tiveram o descaramento de fazê-lo por decreto.

Querem reprisar o engodo totalitário, vendendo um mundo romântico, mas entregando o mais frio e cinzento dos mundos, onde uns poucos pretendem dominar muitos. Em resumo: é mais um ato inconstitucional da presidente Dilma. Que o Congresso esteja atento - não apenas o STF, para declarar a inconstitucionalidade do decreto -, já que a mensagem subliminar em toda essa história é a de que o Poder Legislativo é dispensável.
Posted: 28 May 2014 08:26 PM PDT
Vale lembrar que também estão querendo impor ENSINO OBRIGATÓRIO DO ISLAMISMO NO BRASIL!

Deputados aprovam acordo que isenta passaporte diplomático de visto para o Irã

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira o acordo entre Brasil e Irã que isenta de visto os portadores de passaportes diplomáticos. A medida está prevista no Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1411/13.

A proposta será encaminhada ao Senado.

Conforme o Decreto 1983/96, que aprova o regulamento de documentos de viagem, os passaportes diplomáticos podem ser concedidos:
- ao presidente da República, ao vice-presidente e aos ex-presidentes da República;
- aos ministros de Estado, aos ocupantes de cargos de natureza especial e aos titulares de secretarias vinculadas à Presidência da República;
- aos governadores dos estados e do Distrito Federal;
- aos funcionários da carreira de diplomata, em atividade e aposentados, de oficial de chancelaria e aos vice-cônsules em exercício;
- aos correios diplomáticos;
- aos adidos credenciados pelo Ministério das Relações Exteriores;
- aos militares a serviço em missões da Organização das Nações Unidas e de outros organismos internacionais, a critério do Ministério das Relações Exteriores;
- aos chefes de missões diplomáticas especiais e aos chefes de delegações em reuniões de caráter diplomático, desde que designados por decreto;
- aos membros do Congresso Nacional;
- aos ministros do Supremo Tribunal Federal, dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União;
- ao procurador-geral da República e aos subprocuradores-gerais do Ministério Público Federal; e
- aos juízes brasileiros em Tribunais Internacionais Judiciais ou Tribunais Internacionais Arbitrais.

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ADMINISTRACAO-PUBLICA/468075-DEPUTADOS-APROVAM-ACORDO-QUE-ISENTA-PASSAPORTE-DIPLOMATICO-DE-VISTO-PARA-O-IRA.html

Via: https://www.facebook.com/jairmessias.bolsonaro
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