segunda-feira, 28 de julho de 2014

PERDER PESO

Até onde pode, ou quer, ir Israel na guerra de Gaza?

Israel pede a desmilitarização do movimento Hamas. Mas analistas avisam que o futuro poderia trazer um inimigo pior.
86,5% dos israelitas não querem um cessar-fogo já Ronen Zvulun/Reuters
Em 20 dias de operação militar em Gaza, o objectivo de Israel mudou várias vezes – restaurar a calma, a destruição dos túneis, ou mesmo a desmilitarização do Hamas.
Menina acusa tio de abuso sexual
Vítima, de dez anos, contou à mãe que foi levada pelo familiar por duas vezes: a primeira para um pinhal e a segunda para um local ermo, junto ao cemitério.
Expulsa a mãe e lança fogo à casa
Homem, de 35 anos, rega habitação com gasolina por não lhe darem dinheiro para a droga.

Posted: 27 Jul 2014 09:01 AM PDT
O analista financeiro Jim Willie categoricamente afirmou que a Alemanha está se preparando para abandonar o sistema unipolar apoiado pela NATO e os EUA e juntar-se às nações do BRICS, e por isso a NSA foi pego espionando Angela Merkel e outros líderes alemães.

Em entrevista à Greg Hunter, do blog USA Watchdog, Willie, um analista e PhD em estatística, afirmou que a verdadeira razão por trás do recente escândalo de espionagem da NSA, visando a Alemanha, é o clima de medo que ronda os Estados Unidos de que as potências financeiras da Europa estejam procurando fugir do inevitável colapso do dólar.

A entrevista de Jim Willie




O escritor de boletim financeiro, Jim Willie, diz que não importa quem derrubou o jato comercial da Malásia sobre a Ucrânia que haverá massivas consequências.

Willie afirma: "Aqui está a grande consequência. Os EUA, basicamente, estão dizendo à Europa: você tem duas opções aqui. Junte-se a nós na guerra contra a Rússia. Junte-se a nós nas sanções contra a Rússia. Junte-se a nós nas constantes guerras e conflitos, isolamento e destruição à sua economia, na negação do seu fornecimento de energia e na desistência dos contratos. Junte-se a nós nessas guerras e sanções, porque nós realmente queremos que você mantenha o regime do dólar. Eles vão dizer que estão cansados ​​do dólar. . . Estamos empurrando a Alemanha para fora do nosso círculo. Não se preocupem com a França, nem se preocupem com a Inglaterra, se preocupem com a Alemanha. A Alemanha tem, no momento, 3.000 empresas fazendo negócios reais, e elas não vão se juntar ao período de sanções".

Willie continua: "É um jogo de guerra e a Europa está enjoada dos jogos de guerra dos EUA. Defender o dólar é praticar guerra contra o mercado. Você está conosco ou está contra nós?". Quanto a espionagem da NSA sobre a Alemanha, Willie diz: "Eu acho que estão à procura de detalhes no caso de suporte à Rússia sobre o ‘dumping’ ao dólar. Eu penso, também, que estão à procura de detalhes de um possível movimento secreto da Alemanha em relação ao dólar e juntar-se ao BRICS. Isto é exatamente o que eu penso que a Alemanha fará".

Willie calcula que quando os países se afastarem do dólar dos EUA, a impressão de dinheiro (quantitative easing, QE) aumentará e a economia piorará. Willie chama isso de ‘feedback loop’, e afirma, "Você fecha o ‘feedback loop’ com as perdas dos rendimentos causados pelos custos mais elevados que vêm da QE. Não é estímulante. É um resgate ilícito de Wall Street que degrada, deteriora e prejudica a economia num sistema vicioso retroalimentado... Você está vendo a queda livre da economia e aceleração dos danos. A QE não aconteceu por acaso. Os estrangeiros não querem mais comprar os nossos títulos. Eles não querem comprar o título de um banco central que imprime o dinheiro para comprar o título de volta! A QE levanta a estrutura de custos e causa o encolhimento e desaparecimento dos lucros. A QE não é um estímulo.É a destruição do capital".

Na chamada "recuperação" a grande mídia tem batido na mesma tecla durante anos, Willie diz: "Eu acredito que os EUAentrou em uma recessão que não sairá até que o dólar tenha desaparecido. Se calcular-mos a inflação corretamente... veremos uma recessão monstro de 6% ou 7% agora. Eu não penso que a situação melhore até que o dólar seja descartado”. “Portanto, estamos entrando na fase final do dólar".

Para finalizar, Willie diz: "Você quer se livrar de obstáculos políticos? Vá direto para o comércio e negócios. Por que é que a Exxon Mobil continua realizando projetos no Ártico e no mar Negro (na Crimeia) com os russos e suas empresas de energia? Nós já temos empresas de energia dos Estados Unidos desafiando nossas próprias sanções, e mesmo assim estamos processando os bancos franceses por fazerem a mesma coisa. Isso é loucura. Estamos perdendo o controle.

Via Site esquerdista GGN
Posted: 27 Jul 2014 08:46 AM PDT
Sob a máscara de combater as "alterações climáticas", os programas de "carbono" das Nações Unidas e do Banco Mundial estão a causar uma tomada de terras maciça, uma deslocalização forçada dos povos indígenas sob ameaça de armas, e a causar aquilo que alguns críticos chamam de "genocídio cultural".

Agora, uma coligação de organizações ativistas estão a exigir um ponto final nos controversos esquemas das Nações Unidas que estão a devastar comunidades ao mesmo tempo que estão a colocar em perigo os povos indígenas e as culturas já em risco de extinção. As críticas em torno da contínua promoção dos "créditos de carbono" estão também a escalar a nível mundial por todo o espectro político.


A acusação mais recente de atos de terror e de brutalidade levados a cabo contra civis inocentes, supostamente para combater o "aquecimento global" - que está em modo "pause" há 18 anos, segundo dados meteorológicos indisputáveis - chegam do Quénia. Embora expulsões forçadas por parte das Nações Unidas não sejam novidade, elas estão a acelerar. No ano passado, por exemplo, a ONU revelou um gigantesco programa a eugénico para o Leste Africano com o propósito de diminuir a população. Ainda não é claro se as impiedosas maquinações de dióxido de carbono da ONU e do Banco Mundial se encontram de alguma forma relacionadas.

As vítimas do mais recente abuso foram as comunidades Sengwer da floresta Embobut e das Cherangany Hills do Quénia. Segundo informação veiculada pelo "Forest Peoples Programme", uma organização Britânica sem fins lucrativos que apoia os direitos dos moradores da floresta, no princípio deste ano mais de 1 milhar de casas Sengwer foram queimadas pelas autoridades financiadas pelo Banco Mundial à medida que o governo Queniano desenvolve esforços para desalojar cerca de 15,000 membros das suas terras ancestrais. Erradamente referindo-se aos povos indígenas de "posseiros", os oficiais alegam que o esforço tem como propósito promover a "sustentabilidade".

Em relação às atrocidades, pessoas ligadas ao grupo "Forest Peoples Programme" afirmaram o seguinte:

Vimos dezenas de casas a arder à medida que andávamos pelas das terras comunitárias de Sengwer. Vimos mais de cem casas ou a arder ou que já haviam ardido, e a área estava assustadoramente vazia de pessoas. As pessoas fugiram com medo..... Quando as suas casas são queimadas, os cobertores, a comida e os utensílios de cozinha são também queimados, e consequentemente, as crianças e os idosos ficam expostos ao frio e à fome.

O grupo entrevistou também alguns dos locais cujas comunidades haviam sido arrasadas por parte do "Serviço Florestal" do Quénia, financiado pelo Banco Mundial. Uma viúva de 25 anos, mãe de 4 crianças pequenas, disse o seguinte ao mesmo tempo que a sua casa ardia:


Todos os uniformes escolares, panelas, recipientes de água, copos, foram queimados.... As crianças estão muito tristes porque perdemos tudo. Isto causará a que as crianças e os idosos apanhem pneumonia porque não temos nada com que lhes cobrir durante a noite.

Ela disse também que não houve qualquer tipo de consulta aos locais, ou algum tipo de compensação pela apreensão da propriedade.

Numa carta que denuncia o que uma coligação de 65 grupos sem fins lucrativos qualificou de "genocídio", um porta-voz dos Sengwer, Yator Kiptum, qualificou de "desastre" a destruição das propriedades, a brutalização e os despejos forçados. Ele é citado, dizendo:

O governo do Quénia está a levar-nos à extinção.

A carta ressalva também que os esquemas são uma violação da lei Queniana, da constituição, dos acordos em torno dos direitos humanos, e de várias ordens legais.

Também este ano, o grupo "Survival International", grupo que opera junto dos povos tribais por todo o mundo, documentou atrocidades governamentais semelhantes na floresta Mau do Quénia. Nesse local, oficiais governamentais destruidores, apoiados por organizações globalistas, têm estado a perseguir e a forçar a expulsão dos membros da tribo Ogiek, descrita como a última tribo caçadora-colectora em África. As tribos podem desaparecer por completo se não forem tomadas medidas para limitar as autoridades e os seus embustes de "carbono". Informações locais sugerem que as pessoas envolvidas na resistência à expulsão forçada dos Ogiek estão também a ser alvo execuções extra-judicias por parte das autoridades.

Aparentemente, os políticos Quenianos e os seus comparsas estão a ficar ricos com os esquemas de tomada de terras - à custa dos pobres povos indígenas cujas comunidades estão a ser queimadas até ao chão. Para além da corrupção local, a dimensão do problema chega até às Nações Unidas, ao Banco Mundial, ao establishment global, e aos vários esquemas "climáticos" internacionais.

De facto, as expulsões que estão a ocorrer são um "resultado directo" dum esquema do Banco Mundial, e "são, efectivamente, financiadas pelo Banco Mundial", segundo uma queixa formal dos Sengwer contra a infame organização. A maior parte do programa em questão, entretanto, deriva do “Reducing Emissions From Deforestation and Forest Degradatio«” da ONU, ou REDD encurtado. Segundo o esquema global, a compra de "créditos de carbono" - alegamente com o propósito de reduzir as emissões de CO2 como forma de parar o "aquecimento global" - está ligada à quantidade de carbono contida nas florestas. Apesar de ser absurdamente demonizada pelas Nações Unidas como "poluição", o CO2 é exalado por todos os seres humanos e é descrito pelos cientistas como "o gás da vida".

Num artigo explosivo publicado este mês no jornal "The Guardian" (em torno da tomada de terras por parte do governo Queniano) o jornalista Nafeez Ahmed explicou:

O sofrimento devastador dos povos indígenas do Quénia é sintomático da abordagem falha para a preservação por parte das agências internacionais. . . . Na práctica, os esquemas do programa REDD permitem, em larga escala, que as companhias acelerem a poluição ao mesmo tempo que compram, a preço de banana, terras e recursos no mundo em desenvolvimento.

Terra essa que foi etnicamente limpa dos seus habitantes prévios.

A brutalização dos Quenianos e a maciça tomada de terras começou a acelerar em 2007, quando os "Serviços Florestais" do Quénia deram início a altamente controversa parceria com o Banco Mundial como forma de implementar o assim-chamado projecto “Natural Resource Management”. Desde então, os activistas reportam que as casas de Sengwer têm estado sob um ataque virtualmente sem intervalo por parte das autoridades (com o propósito de desenraizar os povos indígenas). Mal a união entre o Banco Mundial e o governo Queniano foi aprovado, sem qualquer tipo de input por parte dos Sengwer, as comunidades aprenderam subitamente que as suas casas ancestrais encontravam-se dentro duma "reserva florestal", sujeita à destruição e à confiscação.

Numa declaração por si feita, o Banco Mundial tentou distanciar-se das atrocidades, afirmando não estar envolvido e estar "preocupado" com as notícias:


O Banco Mundial encontra-se pronto para dar assistência ao Governo do Quénia com o seu aconselhamento de desenvolvimento fundamentado nas experiências de projectos globais e locais, e para partilhar as melhores prácticas de restabelecimento em linha com as suas políticas de salvaguarda. . . . . Estas [políticas] buscam formas de melhorar ou restaurar os padrões de vida das pessoas afectadas pela recolocação involuntária.

O Banco Mundial afirmou estar a levar a cabo uma investigação, mas entre os críticos esta semi-negação gerou uma repercussão furiosa. A organização com o nome de "No REDD in Africa" (NRAN) - grupo composto por 66 organizações dos direitos humanos que se encontram em oposição ao plano da ONU - emitiu uma declaração onde se lê:


A causa e o efeito são perfeitamente claros: o Banco, no seu altamente controverso papel tanto de financiador do crédito carbono como de corrector, está a ajudar e a ser cúmplice da recolocação forçada duma População Indígena inteira através do seu "Natural Resource Management Plan" (NRMP) que inclui a REDD (Reducing Emissions from Deforestation and Forest Degradation).

A NRAN afirmou que o facto mais perturbador da resposta do Banco Mundial foi a disponibilidade do mesmo em ajudar o governo do Quénia no realojamento "involuntário":

O Banco Mundial está, ao mesmo tempo, a admitir a sua cumplicidade no realojamento forçado do Povo Sengwer bem como a disponibilizar-se para pactuar com o governo Queniano para ocultar o genocídio cultural.

O Povo Sengwer, afirmou a NRAN, enfrenta agora "a aniquilação completa sob a fachada de "conservação" levada a cabo pelo REDD.”


A rede No REDD qualificou o que se está a passar de "colonialismo carbono", para além de alegar que o plano da ONU está "a emergir como uma nova forma de colonialismo, subjugação económica e um fomentador de confiscação de terras tão gigantesca que ela pode ser considerada uma confiscação continental."


A carta, assinada por mais de 300 organizações focadas nos direitos humanos e mais de 5 dúzias de organizações internacionais, forneceu às autoridades Quenianas, bem como as entidades planetárias envolvidas no esquema e outras mais, uma lista de exigências:


Exigimos que os governos, as companhias, os negociantes de carbono, o Banco Mundial e as Nações Unidas, incluindo a UN-REDD, UNEP, UNDP [United Nations Development Programme] bem como outras organizações, que cancelem imediatamente estes prejudicias esquemas REDD, bem como outros esquemas de carbono.

Até oficiais internacionais envolvidos com as maquinações REDD da ONU manifestaram indignação com os desenvolvimentos. Tony La Vinã, antigo presidente da REDD ONU, disse o seguinte ao The Guardian:


Os mercados de carbono, quando estiverem operacionais, têm que dar o seu apoio à administração florestal das pessoas que lá vivem, e não dar apoio aos governos nacionais com mais uma ferramenta com a qual desapossar os cidadãos dos recursos naturais que eles trataram e dos quais dependem há várias gerações.

Tal como a "The New American" reportou, as atrocidades a decorrer no Quénia dificilmente são as primeiras que os esquemas de "compensação de carbono" que as Nações Unidas, a União Europeia e outras organizações ocidentais fomentam, geram repercussão devido à brutalização das pessoas e destruição das suas casas. No Uganda, por exemplo, dezenas de milhares de camponeses inocentes viram as suas povoações queimadas de modo a que as instituições [globalistas] pudessem plantar árvores de "crédito de carbono" nas suas terras. Reportagens de crianças a serem assassinadas e espancamentos brutais fizeram manchetes de jornais. Dezenas de assassinatos Hondurenhos ocorridos em 2011 foram também ligados à tomada de terras apoiada pela ONU em esquemas de "carbono".

Outras tomadas de terras gigantescas apoiadas por múltiplas instituições globalistas estão a ocorrer em todo o mundo, ironicamente, algumas delas sob o disfarce de serem formas, segundo tratados da ONU, de "proteger" os povos indígenas. No Brasil, por exemplo, aldeias inteiras foram recentemente esvaziadas sob ameaça de armas por parte de tropas federais com logotipos da ONU, sob o facilmente refutável pretexto de "devolver" as terras a um punhado de índios que nunca haviam vivido nessas terras.

Com as acusações de genocídio cultural no Quénia actualmente nas manchetes dos média de maiores dimensões no Ocidente, a revolta contra os vendedores de esquemas de "compensação de carbono" - a ONU, o Banco Mundial, a União Europeia, os governos Europeus, políticos corruptos do Terceiro Mundo, e muitas outras organizações internacionais - está a crescer rapidamente. No entanto, ao mesmo tempo que as teorias em torno do alarmismo climático continuam a cair, tornou-se claro que sem um clamor enorme, as atrocidades e a tomada de terra por todo o mundo irá continuar sob qualquer pretexto.


Fonte: http://bit.ly/1pqXrll
* * * * * * *


Basicamente, o que isto significa é que o alarmismo climático nada mais é que uma das muitas formas através da qual as organizações globalistas concentram nas suas mãos porções cada vez maiores de terras. A teoria da Nova Ordem Mundial (a unificação política, económica e religiosa forçada das nações do mundo) torna-se difícil de negar quando as evidências em seu favor estão absurdamente patentes aos olhos de quem quer ver.

Via: http://omarxismocultural.blogspot.pt/
Posted: 27 Jul 2014 08:36 AM PDT
Um juiz federal afirmou que os EUA deveriam adotar o pelotão de fuzilamento como método de execução, em vez de injeção letal.

Os comentários de Alex Kozinski, juiz supremo do 9 º Circuito, veio apenas alguns dias antes Arizona assassino Joseph Rudolph Madeira levou quase duas horas para morrer depois de ser administrado medicamentos para a sua execução.

Kozinski disse: "A guilhotina é provavelmente melhor, mas parece inconsistente com o nosso ethos nacional. E a cadeira elétrica, enforcamento e a câmara de gás são cada sujeito a percalços ocasionais. O pelotão de fuzilamento me parece a mais promissora.

"O uso de drogas destinadas para pessoas com necessidades médicas para a realização de execuções é uma tentativa equivocada de mascarar a brutalidade das execuções, fazendo-os olhar sereno e tranquilo -. Como algo que qualquer um de nós pode experimentar em nosso momento final '

O juiz foi ao ar suas opiniões como madeira travaram uma intensa batalha judicial de última hora que desafiou o Estado sobre as principais informações sobre quem fornece drogas injetáveis ​​letais e como eles são administrados.

A execução ocorreu depois que o Supremo Tribunal dos EUA negou vários apelos que procuram detalhes sobre métodos de execução do Estado.

Houve várias execuções polêmicas recentemente, incluindo a de um preso Ohio, em janeiro, que bufou e engasgou durante os 26 minutos que levou-o a morrer.

Via: http://www.dailymail.co.uk/
Posted: 27 Jul 2014 08:21 AM PDT


Observando o que ele só poderia descrever como "caos na fronteira", durante uma visita à meia-noite do Rio Grande na sexta-feira, o deputado Steve Stockman, R-Texas, concluiu: "O presidente Obama está pedindo para ser acusado."

"Pelo que eu sei, Obama está se preparando para processar cinco milhões de crianças de imigrantes ilegais e adolescentes nos Estados Unidos", disse Stockman sobre a observação de operações de fronteira perto de McAllen, Texas.

"Ele quer o impeachment agora", teorizou Stockman, "antes da eleição intercalar, porque seus assessores seniores acreditam que é a única chance que o Partido Democrata tem para evitar uma grande derrota eleitoral. Evidentemente, Obama acredita impeachment poderia motivar a base do Partido Democrata para sair e votar. "

Assine a petição exigindo Congresso acompanhar, através de impeachment Obama.

Acompanhado por uma equipe de filmagem WND, Stockman começou à noite, parando em um maciço Departamento de Segurança Interna centro de detenção de dois ou três quilômetros ao norte da fronteira com o México, apenas para ser encontrado por sete ou oito armados agentes da Patrulha de Fronteira que se aproximaram Stockman e WND para interrogatório.

Embora educado, um supervisor da Patrulha de Fronteira falando de trás da cerca de arame que cercava a instalação se recusou a permitir Stockman para visitar as instalações.

Através da cerca encadeadas, a equipe de filmagem WND levou vídeo de um edifício aberto gancho-como ativo refrigerado por dois ventiladores enormes em que os imigrantes ilegais adolescentes estavam sendo procurou armas escondidas como eles estavam sendo transformado em centro de detenção.

Dentro de minutos, como Stockman começou a fazer perguntas do supervisor da Patrulha de Fronteira, a facilidade de ingestão de gancho-como foi fechado e esvaziado de adolescentes imigrantes ilegais sendo processados ​​por mais de uma dezena de agentes da Patrulha de Fronteira.

"Nós liberamos todos os presos com menos de 14 anos de idade, sem ter qualquer identificação biométrica, inclusive sem impressões digitais", disse o agente da Patrulha Fronteiriça explicou Stockman. "Nós estamos impedidos por lei de recolha de impressões digitais ou outras informações biométricas sobre estas crianças."

O supervisor da Patrulha de Fronteira não conseguiu identificar para Stockman a lei em questão.

"Então, como você sabe quem são essas crianças com menos de 14 anos de idade são", perguntou Stockman. "Como você sabe se você está liberando essas crianças para as pessoas que são verdadeiramente membros da família nos Estados Unidos ou para pedófilos ou outros criminosos que se apresentam como membros da família?"

"Só sabemos que estas crianças são, por que eles nos dizem," o supervisor da Patrulha de Fronteira admitiu. "Na verdade, nós realmente não tem idéia do que eles podem ser ou de onde vieram, além do que se pode observar a partir de questioná-los. Você está certo. Se eles nos dão informações falsas, não temos nenhuma maneira de saber-lo ou segui-lo sem biometria. "

Stockman perguntou quais informações a Patrulha de Fronteira tem sobre as pessoas nos Estados Unidos que afirmam ser parentes.

"Isso não é o que o nosso departamento lida", o supervisor da Patrulha de Fronteira novamente admitido.


Rep. Steve Stockman, R-Texas

De volta ao veículo, frustrado ao ver a facilidade de entrar em modo de desligamento rápido uma vez que ele ea equipe de filmagem WND configurado para filmar, Stockman ampliado sobre o tema impeachment.

Stockman observou que, em vez de começar um processo de impeachment, agora, que a Câmara dos Deputados deve fazer é tirar o dinheiro do governo Obama.

"A única maneira que vamos parar de Obama de abrir a fronteira é para tirar o dinheiro que ele precisa para funcionar," Stockman concluiu. "O que nós devemos fazer é desligar a Casa Branca."

O caso definitiva para a remoção de Barack Obama do escritório é apresentado em "Impeachable Ofensas", de Aaron Klein e Brenda J. Elliott.

Em um passeio de quatro horas de estradas McAllen que conduzem ao Rio Grande, que começou à meia-noite, WND observado dezenas de veículos de lock-up da Patrulha de Fronteira, com um marcado "piolhos" em grandes letras escritas à mão, foram detidos transportando imigrantes ilegais para destinos desconhecido para WND.

Veículo Toda vez de WND aproximou-se do Rio Grande, Border Patrol arrastou atrás de se envolver em questionar uma vez WND e Rep. Stockman parado.

"Tenha cuidado, é uma noite movimentada por aqui", disse um agente da Patrulha Fronteiriça aconselhado.

Em outra parada sobre uma milha ao norte da fronteira, WND observaram um veículo da Patrulha de Fronteira com um agente que equipa o que parecia ser uma antena de 10 metros de escanear o território aberto circundante.

"Ele está tomando de alta definição fotografias de visão noturna", o agente da Patrulha de Fronteira explicou, como ele se esquivou para as sombras para evitar ser filmado nas luzes brilhantes da equipe de filmagem WND.

Em uma noite onde Stockman descrito presença policial na fronteira McAllen como "muito ativo e bem à vista", Stockman e WND observados vários Departamento de policiais estaduais de Segurança Pública patrulhando a fronteira em conjunto com a sempre presente branco-e-verde-marcado veículos de patrulha de fronteira.

Na sexta-feira, o deputado Michele Bachmann, R-Minnesota, explicou ao WND em uma chamada de telefone celular a partir do aeroporto de que ela eo deputado Steve King, R-Iowa, estão planejando se juntar Stockman na fronteira em McAllen, Texas, chegando ao meio-dia de sábado.


Via: www.wnd.com/
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Posted: 27 Jul 2014 02:10 AM PDT
Obra de Deus controla várias entidades que têm um património superior a 80 milhões de euros. Está ligada a uma financeira de capitais de risco e conta com cerca de 1500 seguidores em Portugal.
Jovens com pouco mais de 14 anos e oriundos de famílias abastadas são a base de recrutamento. São educados para se tornarem santos e difundir “a mensagem de que o trabalho e as circunstâncias habituais são ocasião para o encontro com Deus, o serviço aos outros e o melhoramento da sociedade”. Estamos a falar da Opus Dei, a “secreta” e polémica organização da Igreja Católica, que em Portugal tem cerca de 1500 seguidores, na sua maioria mulheres e casados. A forma de atingir tais fins e o vasto património que as várias entidades ligadas à Obra de Deus possuem é que levanta muitas dúvidas sobre os verdadeiros objectivos da instituição.
A alimentar estas dúvidas está o facto de se desconhecerem quem são e que cargos ocupam os referidos “seguidores” na sociedade portuguesa, sendo certo que deles fazem parte nomes sonantes como Ramalho Eanes, ex-presidente da República, e a sua mulher, o conhecido bancário Jardim Gonçalves, o conselheiro de Estado e ex-ministro da Segurança Social, Bagão Félix, e o antigo presidente da Assembleia da República, Mota Amaral, para dar apenas alguns exemplos.
Oficialmente, o Opus Dei não tem nada em seu nome. Está tudo nas mãos de várias instituições que têm ligações evidentes à organização. A principal é a Fundação Maria António Barreiro, fundada após a morte desta mulher, em meados da década de 80 do século passado, e que deixou, em testamento, a sua gigantesca fortuna nas mãos do ex- advogado do BCP, José Afonso Gil, um membro da Opus Dei e que é o presidente vitalício da instituição, da qual fazem ainda parte, Francisco Oliveira Dias, ex-presidente da Assembleia da República, e Carlos Câmara Pestana, ligado ao BPI e ao Banco Itaú, mais dois destacados membros do Opus Dei.


Metade de um quarteirão

Da fortuna deixada por Maria Antónia Barreiro e que deu origem à fundação ligada ao Opus Dei faziam parte 50% do quarteirão onde funciona a Pastelaria Suíça, no Rossio, em pleno coração de Lisboa, que foi vendido pouco depois da morte da benemérita. O negócio terá rendido cerca de 10 milhões de euros em valores actuais. A herança incluía ainda mais 18 prédios espalhados por Lisboa, jóias, depósitos a prazo em vários bancos e títulos do tesouro. A sua fortuna tem sido usada em obras do Opus Dei desde então e a Fundação tem um património superior a 41 milhões de euros. Em seu nome estão quase uma centena de imóveis espalhados pelas freguesias de Penha de França, S. Sebastião da Pedreira, Olivais e S. Domingos de Benfica. Só em Marvila, a fundação tem 10 prédios, nove lojas e nove armazéns, sendo que um deles vale cerca de 500 mil euros. A instituição é igualmente proprietária de mais de metade da Rua Fernando Palha, na zona Oriental de Lisboa.
Em nome da Fundação Maria Antónia Barreiro está um terreno junto à Universidade Católica, em Lisboa, onde nasceu a residência universitária Montes Claros e o Oratório S. Josemaria Escrivá, o santo fundador do Opus Dei.
O Centro de Orientação Familiar, que promove acções de formação para casais, a funcionar num prédio da Rua do Possolo, ao lado da residência do presidente da República, Cavaco Silva, é também da Fundação e na sua criação esteve envolvido o conhecido banqueiro Jardim Gonçalves.


Uma financeira

O Opus Dei tem igualmente ao seu serviço a Cooperativa de Fomento de Iniciativas Culturais (Cofic), entidade que financia o governo da Obra e que possui quatro imóveis localizados em Viseu e dois em Coimbra, cujo valor ronda os dois milhões de euros. A cooperativa tem 18 imóveis registados em seu nome, entre os quais está a Quinta do Paço do Lumiar, com mais de 10 mil metros quadrados, onde funciona a sede do Opus Dei e vive o líder da organização em Portugal, o vigário regional José Rafael Espírito Santo. Só esta quinta, com o seu sumptuoso palacete, está avaliada em cerca de 20 milhões de euros.
A cooperativa é ainda dona de um prédio no Campo Grande, onde funciona o Clube Xénon, vocacionado para organizar actividades para rapazes e que é um dos principais pontos de captação de novos membros para a Obra. O prédio foi uma doação da ISCAL, Sociedade Imobiliária Civil, administrada por três membros do Opus, que também deixou uma quinta em Vila Nova de Gaia, onde a organização construiu um edifício para acolher os participantes nos seus retiros espirituais. Um complexo igual foi construído em Almançor, no Alentejo, em terrenos doados à cooperativa por Alfredo Cunhal, tio do fundador do PCP, Álvaro Cunhal.
Mas o investimento onde o Opus Dei aparece envolvido e que provoca mais estranheza é a Naves, uma sociedade de capitais de risco.
A Naves funciona na própria escola superior, na Calçada da Palma de baixo, em Lisboa e tem activos superiores a um milhão de euros e participações na imobiliária In Time (de Gaia) e na Várzea da Rainha Impressores, um empresa que é presidida por Zita Seabra, que também dirige a editora Althêia, responsável pela publicação, no ano passado, de uma biografia do fundador do Opus, Josemaria Escrivá.
A Escola Profissional Val do Rio, em Oeiras, o Centro de Actividades Culturais do campo Grande, o Colégio Universitário da Boavista e o Clube Vega, no Porto, são outras instituições ligadas ao Opus Dei, que também tem o Hotel 3 Pastorinhos, localizado a escassos 50 metros do Santuário de Fátima.

“O Opus Dei é uma instituição legítima, existente ao abrigo do Direito Concordatário, que pertence à organização da Igreja, e por isso também sujeita ao escrutínio das normais instâncias judiciais. A missão do Opus Dei é evangelizadora. Tal como todas as outras instituições da Igreja, cada uma à sua maneira, procura que cada pessoa se abra a Deus, aprenda a encontrá-lo na vida diária, integrando-se na vida da Igreja. A actividade do Opus Dei resume-se na formação dos fiéis da prelatura para que desenvolvam – cada um no lugar que tem na Igreja e no mundo – uma actividade apostólica multiforme, promovendo em seu redor o ideal da chamada universal à santidade”, explicou o assessor de Imprensa do Opus Dei, Pedro Gil.
Segundo o porta-voz da Obra, “os projectos de evangelização que as pessoas do Opus Dei realizam com outras pessoas, e para os quais solicitam a atenção pastoral da prelatura, são projectos autónomos, com responsáveis próprios e gestão independente. Por isso, as informações que lhes dizem respeito devem-lhe ser solicitadas.”


Opus Dei Conheça o poder secreto do Opus Dei
Pedro Gil salientou ainda que cada um dos membros integrantes da prelatura (é assim que também se designa o Opus) faz face às suas necessidades económicas pessoais e familiares por meio do trabalho profissional habitual. “Além de se sustentarem pessoalmente, os fiéis do Opus Dei e os cooperadores cobrem os gastos inerentes às necessidades pastorais da prelatura. Estes gastos reduzem-se, basicamente, aos do sustento e formação dos sacerdotes da prelatura, às despesas referentes à sede da cúria prelatícia, bem como às dos governos regionais ou das delegações e às esmolas que a prelatura concede. Como é natural, os fiéis do Opus Dei ajudam também igrejas, paróquias, etc”, concluiu o assessor do Opus Dei em Portugal.


Os numerários e agregados são outra categoria de membros do Opus Dei, porventura os de mais difícil reprodução. Além de lhes serem feitas as mesmas exigências que aos supranumerários (seguidores casados), conhecem imposições que os aproximam de figuras claustrais sem hábito, como o celibato apostólico, a permanência nos centros da Obra, e a mortificação corporal, que passa pelos tradicionais jejuns e abstinências e, aos sábados, pela autoflagelação e uso de cilícios – espécie de cinto áspero, de corda ou arame, aplicado sobre a pele. Aos numerários não lhes é consentido celebrar com as famílias as festas do Natal, Páscoa e Ano Novo. Há uma vigilância sobre os quartos, a correspondência, e o acesso a espectáculos públicos. Todos os proventos – intelectuais ou outros – são entregues à Obra, que por sua vez apenas lhes dá dinheiro para despesas mínimas. Os agregados não têm normalmente formação universitária nem vivem nas casas da Obra mas assumem os mesmos compromissos.
Além dos castigos corporais e da confissão, outra tarefa semanal é o encontro com o director espiritual, papel atribuído a um leigo designado pela estrutura. Se for caso disso, é proposta a “correcção fraterna”, que não passa de uma punição ou acto de contrição exigidos pelo director espiritual e que é um dos métodos de controlo das consciências no interior da Obra de Balaguer. Segundo testemunhos de dissidentes que circulam na Internet, estes métodos têm produzido enormes estragos no tecido mental dos membros.


D. Alberto Cosme do Amaral, falecido bispo de Leiria, foi, antes de receber o episcopado, o primeiro padre diocesano a associar-se às estruturas da organização em Portugal. São cerca de meia centena os padres portugueses da Prelatura, cifrando-se a nível mundial nos 1800, incluindo diáconos. Dispersos pelos centros do Opus Dei, os padres fazem serviço de confissões e dão apoio aos tribunais diocesanos.
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