quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Quero lá saber!!!
Quero lá saber…
Da corrupção…
Que o Djaló seja do Benfica … ou da televisão…
Que suba ainda mais a inflação…
Que haja tanto desemprego…
Que mandem abaixo de Braga o Macedo…
Que me considerem reformado… inválido ou excedentário…
Que se dêem ouvidos ao Mário…
Que ilibem os Sócrates do processo…
Que não haja democracia de sucesso…
Que todos os dias se denuncie mais um corrupto…
Que não haja aumentos de salário… nem concertação social…
Que os ministros ganhem muito, ou ganhem mal…
Que Vila Real seja agora a capital…!!!
Tudo isto… já nada tem de anormal….
Caralho…só não me conformo…
Que um Coelho… me tenha fodido…
A Terça Feira de Carnaval…!!! !!!
Maria
Funcionária Pública
Agora começamos a perceber o verdadeiro alcance do "custe o que custar"... Quando 100 exemplares do Programa do Governo custam 12.000 Euros(!!!) somos levados a pensar que em S. Bento ainda moram os rapazes de Sócrates. Alguém tem dúvidas? E a Troika não diz nada?
publicado por Pedro Quartin Graça
Lisboa
16º
Fio de prumo
Mal maior
A depressão e o medo apoderaram-se dos portugueses. A causa próxima do desalento generalizado é o crónico agravamento de impostos, a par da redução do valor das reformas e dos salários na função pública.
Por:Paulo Morais, Professor Universitário
Os sucessivos aumentos da carga fiscal, ao arrepio de todas as promessas em sentido contrário, vieram desacreditando progressivamente a vida política. Os cidadãos, fartos de promessas eleitorais não cumpridas, estão hoje mais vulneráveis a propostas totalitárias de consequências imprevisíveis para o regime democrático.
A nível da actividade económica, os efeitos são também muito negativos. Receosos, os consumidores retraem-se, o comércio e os serviços experimentam uma crise de que não há memória.
Esta diminuição do consumo provoca o efeito contrário ao que o estado pretenderia, perspectivando-se até a redução da colecta de IVA.
Por outro lado, o agravamento dos custos de contexto para a actividade empresarial tem levado muitos negócios à falência.
Com o encerramento de empresas, aumentam as despesas do estado com contribuições sociais.
Acresce que níveis de imposto elevados levam sempre ao crescimento generalizado da fuga ao fisco e à diminuição da receita fiscal.
O aumento de impostos, a partir de um determinado nível, é assim uma medida contraproducente.
Mas os piores efeitos do agravamento fiscal, conjugado com a diminuição dos salários e das pensões, sentem--se em termos sociais e psicológicos.
Estas medidas permitem a propagação da ideia de que se pode esperar do estado português tudo o que é negativo.
Doravante, os cidadãos e as empresas sabem que se movem num quadro fiscal que pode mudar a qualquer momento.
Não há planeamento que resista. A imprevisibilidade assusta e gera desconfiança.
Deste modo, as medidas que vão retirando direitos aos cidadãos, a pretexto de que constituem um mal menor, são afinal a causa de um mal bem maior.
Provocam este ambiente de medo e estagnação, que paralisa as empresas e angustia todo um povo.
"Prof.acha q ainda haja quem acredite partidos políticos actuais? acho q n, concordo consigo.Digo-lhe fui actor no anti-ditadura hoje sou a favor pelo menos é + esclarecedor e n anda zig-zag dos polit. Pob q viram ricos"
Henrique De Pina Cardoso
14 Fevereiro 2012