quinta-feira, 5 de agosto de 2010

nas areias movediças do pantanal

De: ALÔ PORTUGAL

Data: 08/05/10 14:01:29

Para: Undisclosed-Recipient:,

Assunto: Nas areias movediças do grande pantanal.

Nas areias movediças do grande pantanal.


O Primeiro - Ministro José Sócrates de há muito que vem sendo envolvido em escândalos .

Ele queixa-se , vitimiza-se . Mas a verdade é que ele com a sua atitude, leva a isso e ajuda à festa . Mantem muita gente , ( a maioria ? ) confusa e desconfiada , excepto os seus fanáticos seguidores , ou quem come do sistema .

Acredito que tenha inimigos , acredito que haja quem tudo faça para o sacrificar, é verdade que tem que estar acima de tudo e todos, mas também é verdade que deve estar acima de todos dando exemplos de transparência , idoneidade, e abertura a vários níveis , em vez de continuar com aquela sua teimosia e arrogância. “ Ainda dizem que os outros a quem chamam de burros é que são teimosos ! ”

Se ele está inocente como diz, porque não toma a iniciativa para chamar quem o queira ouvir ?

Porque não substitui o P.G.R. que tem andado a trocar os pés pelas mãos, a gaguejar, a contradizer-se, a confundir tudo e todos .

Será porque lhe dá jeito essa trapalhada ? “ Dividindo para melhor reinar ?” Será que lhe serve de escudo de protecção ?

Porque é que só comenta o que lhe interessa e noutras coisas que não lhe interessam, manifesta-se desinformado?

" Não conheço , não sei nada , por isso, não falo disso " Não vê telejornais ? Ninguém o informa ? Então como soube da guerra , da pressão , ou coisa parecida, que segundo palavras suas , lhe fazia o jornal nacional da tvi ?

Como foi possível ganhar as eleições estando envolto num clima de suspeição?

“ Porque não há alternativa mais credível “ , já ouvi . Ora bem talvez seja verdade . O actual presidente já lá esteve muitos anos no tempo das vacas gordas e para além de umas IPS. Que mais foi feito no caminho do desenvolvimento e progresso ?

Não terá também telhados de vidro ? Não terá sido por isso mesmo que, com o seu silêncio ou a demora numa tomada de decisão rápida que se impunha , com os seus habituais tabus , demorou e segurou o mais possível o tapete aos seus compadres , Loureiros e outros arbustos, aquando apareceram como suspeitos de coisas similares ,às do outro?

A líder do seu partido, ( nessa altura ) fez exactamente o mesmo!

Posto isto , fico a pensar, que afinal estamos todos metidos num grande pantanal , com areias tão movediças que dificilmente iremos escapar.

“ Se houvesse outro vinte e tal qualquer coisa , a aderência e a vinda para a rua rejubilar , seria de muitos milhões !!!”

Mas isso é um sonho . Porque acho que já não há GENERAIS, com os tais no lugar . Mas sim funcionários públicos , acomodados , estagnados , enferrujados, prenhes de reumático. Carmindo Pinto de Carvalho , Suíça

DO GRUPO ( SÓJOVENS)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

QUE BONITO................

BRASIL FICHA LIMPA PARA POLITICAS

CORRUPÇÃO

BRASIL VENCE PRIMEIRA GRANDE BATALHA CONTRA OS POLÍTICOS CORRUPTOS
o bom exemplo começa
"em casa"...


Os habitantes de Avaaz no Brasil acabaram de ganhar uma batalha contra a corrupção no Brasil. O projecto de lei "Ficheiros Limpos" nasceu como uma proposta audaz com o objectivo de impedir que políticos condenados a delitos graves se pudessem candidatar a cargos públicos. Com quase 25% dos membros do Congresso a serem investigados por corrupção, a maioria estava convencida de que a lei seria chumbada. Mas Avaaz fez uma mega-campanha online, lançando uma petição pública que recebeu mais de 2 milhões de assinaturas gerando mais de 500.000 acções pela internet e dezenas de milhares de chamadas telefónicas a dirigentes políticos. Diariamente os membros do movimento de Avaaz se depararam com truques e artimanhas dos políticos, que tentaram a todo o custo retardar, modificar ou enfraquecer o projecto de lei, mas a batalha foi finalmente ganha pelos cidadãos do Brasil. Agora, mais de 330 candidatos a cargos públicos estão desqualificados legalmente. O jornal francês Le Monde descreveu esta iniciativa como "impressionante e sem precedentes", "uma espectacular victoria moral e política para a sociedade civil". Mais informação nos links: https://secure.avaaz.org/es/ficha_limpa_reportback/?vl , http://www.elmundo.es/america/2010/05/21/brasil/1274395623.html , http://www.pagina12.com.ar/diario/ultimas/20-145972-2010-05-19.html , http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/04/04/politica,i=183765/PROJETO+FICHA+LIMPA+INVADE+TWITTER.shtml , http://es.globalvoicesonline.org/2010/06/19/brasil-la-blogosfera-en-apoyo-de-la-ley-contra-la-corrupcion/

CORRUPÇÃO

SÓCRATES COMPRA FATOS DE 50.000 € EM LOS ANGELES?

José Sócrates tem "fortuna" para competir com os multimilionários de Hollywood ?

Na célebre loja de Apparel Bijan em Rodeo Drive (Los Angeles), aparece o nome de José Sócrates (com acentos e tudo), "Prime Minister of Portugal", como um dos clientes de prestígio, ao lado de celebridades como Spielberg e outros com nomes árabes e judeus. Numa loja onde um par de meias pode custar 50€ e um fato 5.000€ e que apenas atende clientes regulares à porta fechada, perguntamo-nos, onde é que o Sr. Primeiro-ministro vai buscar vários 50.000€ para comprar os seus fatos? Será ao seu ordenado de 5.000€, ou compra a prestações, como quem compra casa, só para poder usar fatos dos mais caros do mundo? E se assim é porquê esta cara vaidade, num país de pobres onde nem há dinheiro para dar apoio social a mais de 250.000 portugueses que estavam a recibos verdes e nada recebem da segurança social por estarem no desemprego? É que comprar um par de meias não daria certamente direito a ter gravado no vidro da loja o seu nome... Ou será pago com um "pé de meia" secreto? Esperemos que não seja esta uma forma encapotada de "receber" favores relacionados com os já célebres casos do Primeiro-ministro, que andam em tribunal ou a ser investigados pelo Ministério Público. Mais um "mistério Sócrates" para "não" resolver e juntar a tantos outros... (veja



MA VIE ( GRUPO SÓJOVENS)

UM PAIS QUE NÃO SE LEVA A SÉRIO

João José Brandão Ferreira
UM PAÍS QUE NÃO SE LEVA A SÉRIO!

PORTUGAL:

É do senso comum e da sabedoria popular que um qualquer indivíduo não se deve levar demasiado a sério e conseguir, até, rir-se de si próprio. Isto pretende significar que ninguém se deve julgar acima do que é, ou aquilo que não é, não se tornar obcecado por qualquer ideia ou pretensão e ser suficientemente saudável para, descontraidamente, se amenizar com eventuais disparates que pensou ou realizou.
Isto não quer dizer que não leve nada a sério, que abdique nos princípios ou se curve a indignidades. O mesmo se pode aplicar aos países com a diferença, significativa, de que aos órgãos do Estado, não se puderem admitir, institucionalmente, algumas atitudes desculpáveis em indivíduos.
Parece que o estado Português tem estes conceitos algo baralhados o que induz, parte da sociedade, a acompanhá-los nos erros e nas atitudes.
Alguns exemplos ilustram o ponto.
Não sei que país haverá no mundo, em que responsáveis do Estado, vêm publicamente afirmar que as forças Armadas vão enviar “espiões”para um determinado teatro de operações.
Se há, não é exemplo a seguir; pois nós fizemo-lo há escassos dias e veio escarrapachado nos jornais.
Após larga controvérsia, que durou anos, o primeiro de dois novos submarinos, que se vão tornar “NRP’s”, isto é Navios da República Portuguesa, aumentados ao serviço da Armada, foi lançado à água na Alemanha. Nenhum membro do governo esteve presente e o evento passou despercebido na comunicação social. Aquilo que devia constituir uma festa e ser orgulho nacional, quase parece vergonha por um parente indesejado. Só a Marinha se porta à altura, não podendo fazer mais. Qualquer troca de seringas entre presos drogados ganha mais relevância social do que este notável aumento da capacidade militar de nação. Ou nos enganamos muito, ou a recepção dentro de poucas semanas do “Tridente” em Lisboa, vai continuar nesta maré…
Outro dia passeámos na rua principal de Beja. Esta rua, com algum favor, estende-se por uns 500 metros. No percurso contámos cerca de uma dezena de lojas chinesas. É assim no país inteiro, mas no interior nota-se mais. Nada nos move contra a comunidade chinesa mas sabe-se dos problemas económicos e financeiros por que todos passamos. Deste modo torna-se incompreensível que o Estado Português dê incentivos de vária índole para o licenciamento destes negócios. Tanto mais que os chineses integram-se pouco na sociedade portuguesa (é célebre o comentário que corre, de que nunca ninguém assistiu a um funeral de um dito cujo …); o “negócio” é apoiado pelo estado chinês e obedece a uma estratégia – extensos armazéns de produtos chineses encontram-se sediados em Badajoz, por ex., e não consta que nos concedam quaisquer reciprocidade. A extensão da “malha” é de tal forma tentacular que, entre outras coisas, pode facilmente disfarçar o maior sistema de informações que alguma vez se montou. Enfim, divagações de um tolo…
Angola. Depois de, filantropicamente, termos perdoado a dívida de todos os territórios a que levianamente concedemos a independência misturados com sentimentos de culpa “colonialistas”, sem qualquer razão de ser, e de, inclusivé, termos alienado, estupidamente, todos os nossos interesses em Cabora Bassa; insistirmos numa cooperação militar e civil que se resume em nós darmos e eles receberem (e nunca agradecem) e mais umas quantas pérolas que o fim do “ex-império” teceu, e eis que nos lançamos no mercado angolano.
Mergulhámos bem, pois é do interesse das partes, melhor dizendo, dos povos. E lá fomos de boa vontade, sempre com a amizade lusa a modelar a coisa. Esquecemo-nos, contudo, que negócios em Angola passam todos, ou quase todos, pelos eleitos do partido no Poder, com os constrangimentos que tal, por si só, acarretam - ao contrário do que se passa com o investimento angolano em Portugal.... E quando, justamente, as empresas portuguesas querem ver-se ressarcidas do investimento ou do negócio efectuado vêem as suas expectativas frustradas pois, a parte angolana … não paga!
Ao fim de uns anos arranjou-se um expediente para resolver os calotes: bancos portugueses emprestam dinheiro para as autoridades/empresas angolanas, nos pagarem o que devem…
E nós em vez de lhes acenarmos com uns mísseis (ainda chegamos para isso!), enviamos-lhes o PR, que entre sorrisos e abraços confirmou que Deus estava com os anjos.
A maior navegação de todos os tempos, assim tida a nível mundial, foi feita por um português. Estamos a falar da primeira viagem de circum-navegação do globo e de Fernão de Magalhães. Não só ele, como os 22 portugueses que o acompanharam eram dos que mais conhecimentos possuíam, a bordo. Pois para além deste notável navegador ser quase olimpicamente ignorado pela historiografia nacional, a única estátua dele existente na terra que lhe deu o berço, foi oferecida pela República do Chile…
Pior sorte tem Vasco da Gama, executor do feito, tido como maior, da História Pátria: ao que sabemos está reduzido a um busto em Sines, depois de uma tentativa frustrada de lhe erigir qualquer coisa na Vidigueira. No local aparentemente eleito para o efeito, acabou por ficar uma garrafa de vinho, sinal irrefutável de que andamos… etilizados.
E como a actual União Indiana nem pode ouvir falar em tal Gama, lá se vai a esperança que um governo da estranja tome sobre si o que há muito nos cabia a nós fazer.
Seria, esta, talvez, uma iniciativa cívica e patriótica, que colhia bem em qualquer português digno desse nome. Mas parece que não estamos para aí virados como prova a ideia posta em marcha por um grupo de quatro oficiais do quadro permanente com a idade provecta que os habilita à promoção a “avô”, e que pretendem entregar no Parlamento uma petição a fim de se reabilitar o nome de João A. Ferreira de Almeida, soldado do Corpo Expedicionário Português.
Quem era então este aparente injustiçado?
Nada mais nada menos do que o único militar condenado em tribunal militar,e fuzilado, por crime de traição à Pátria, em 1917, na Flandres, durante a I Grande Guerra!
Qual a justificação para tal excelsa ideia, que já colocou em choro compulsivo algumas pedras da calçada? – e estamos a citar o Correio da Manhã de 21/7/10, que deu a notícia – pois a “comemorarmos o centenário da República e perante os valores de hoje, faz todo o sentido que lhe seja concedido o perdão”.
Não deixa de ser irónico: o militar morre às mãos da tal República que se quer incensar, regime que tem as mãos manchadas de sangue e que se fundou num crime de regicídio e na acção de verdadeiros terroristas políticos. E que não tem à luz da História e dos homens, uma única justificação que a desculpe.
De facto – et voilá – nós, como país, não nos podemos levar a sério e afinal a razão é simples: deixámos de ser sérios.
E isso não dá vontade nenhuma de nos rirmos.
João José Brandão Ferreira
TCor/Pilav(Ref

terça-feira, 3 de agosto de 2010

VIOLENCIA

SOLIDÃO

SOLIDÃO

O estado de solidão é um estádio permanente de agonia e de sofrimento, onde as pessoas se sentem à margem da sociedade, incompreendidas e isoladas dos demais. Solidão afecta o nosso físico e a nossa alma, deixando-nos doentes e severamente prejudicados. Por mais que combatam este seu estado de solidão e de se sentirem sozinhos e abandonados, é-lhes difícil falar nisso aos seus amigos e vizinhos, fazendo-os pessoas desgastadas psicologicamente, nutrindo um pavor por tudo o que as rodeia. Tanto faz estarem acompanhadas de uma multidão, e por mais que aspirem a contrariar esse seu estado de alma, não o conseguem, pois são pessoas que se entregam à sua má "sorte". São pessoas infelizes e nada lhes altera esse estado de espírito mesmo que tentem conversar com outras pessoas, que dialoguem com elas, a sua pouca "fé" num estado diferenciado não as ajuda em nada. É confrangedor estar rodeado de pessoas e mesmo assim sentirem-se sozinhas e largadas ao abandono. Renunciam à partida qualquer cura pois o desamparo as deixa absolutamente sós. Afastam-se da convivência com as outras pessoas, pois têm um mau prenúncio sobre si próprias e isso as torna incomunicáveis e socialmente má vistas, pelos outros que não compreendem tamanho sofrimento e insociabilidade. São pessoas sem qualquer ânimo e nem mesmo os amigos as amparam, já que acham que esse é o seu direito e o dever que devem cumprir sem se queixarem, perante ninguém nem nada. Carpem as suas dores sozinhas e não raras as vezes choram sem saberem porquê ou porque o sabem de facto e não conseguem contrariar essa faculdade. Encontram desânimo em tudo e nada as alegra. De vez em quando largam um leve sorriso, pesando-lhes a consciência, por terem desrespeitado o seu âmago. No entanto são pessoas respeitáveis e respeitadoras e mesmo assim têm bons e sinceros amigos, que fazem questão de preservar com os seus bons sentimentos. São pessoas que nos entristecem a todos, os de boa índole e de carácter fortemente personalizado. Acanhadas falam muito pouco mas o que dizem contem verdades insofismáveis. Pessoas inteligentes tal facto as faz sofrer ainda mais, por reconhecerem a sua solidão, como um mal-estar que não entendem. A solidão é a destruição do sujeito em causa, consumido gradualmente física e psicologicamente. Não raras as vezes adoecem e entram em processos de auto flagelação, sofrendo de psicoses mais ou menos destrutivas. Quem sofre de solidão agoniza sozinho, mesmo que acompanhado por outras pessoas suas amigas, que não sabem o que fazer para inverter o sentido das coisas, tal como elas se encontram. Fortemente deprimidos entregam-se à solidão, que é o que reconhecem como algo de valorizado, o que os deixa, erradamente com o que lhes resta de coragem para fazerem o seu dia-a-dia, com um sentido de merecimento que eles puxam para si próprios para assim se sentirem menos culpados, por algo que não conseguem controlar e do qual não têm a culpa. A solidão é tristemente incompreendida e as suas qualidades passam despercebidas.

Jorge Humberto