sexta-feira, 5 de novembro de 2010

SOCRATES FALA MENTIRA


«Sócrates fala mentira» e usa «técnicas da maçonaria»


«Sempre achei que o PS entregue a um tipo como Sócrates só podia dar asneira», diz histórico socialista


Henrique Neto, histórico do PS, diz que Sócrates «é um vendedor de automóveis» que «está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto».

Em entrevista ao «Jornal de Negócios», Henrique Neto recorda que da primeira vez que viu Sócrates discursar pensou: «Este gajo não percebe nada disto». «Mas ele falava com aquela propriedade com que ainda hoje fala sobre aquilo que não sabe», adianta e recorda-se de pensar a seguir: «Este gajo é um aldrabão. É um vendedor de automóveis».

«Sempre achei que o PS entregue a um tipo como Sócrates só podia dar asneira», adiantou. O histórico socialista diz que o primeiro-ministro «tem três qualidades, ou defeitos: autoridade, poder, ignorância. E fala mentira».

Henrique Neto descreve a forma como decorreu a última comissão política do PS, no dia em Sócrates apresentou as medidas de austeridade. Conta que o secretário-geral do PS convocou a reunião de última hora, «para ninguém ir preparado», e organizou os trabalhos para que «o grupo dos seus fiéis fizesse intervenções umas a seguir às outras». «A ideia dele era que o partido apoiasse as medidas», afirma.

«Aquilo é uma máfia que ganhou experiência na maçonaria», acusa. «Sócrates entrou por essa via, e os outros todos. Até o Procurador-geral da República», garante. «Usa técnicas de maçonaria para controlar a verdade».

«Não tenho nada contra José Sócrates. Se ele se limitasse a ser um vendedor de automóveis. Mas ele é primeiro-ministro e está a dar cabo do meu país. Não é o único, mas é o mais importante de todos», considera Henrique Neto.



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Comentários -

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Inoportuno| 2010-11-05 / 13:19 | Por: Maria Silva

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É mesmo de comentários deste género que precisamos neste momento...Valha-nos Deus! Tanta gente que precisa de protagonismo para encher os egos em baixo astral! Nas próximas eleições, terão tempo para se manifestar!Agora, acatem democraticamente a situação e não desestabilizem ainda mais o País. O que é que este tipo de intervenções adianta? Mostrar que o senhor é que foi o espertinho e todos os votantes no PS foram burros? Parabéns. Mas, até às próximas eleições, faça o favor de se calar, que os juros da dívida estão cada vez mais caros!

apoiadissimo| 2010-11-05 / 13:00 | Por: joao carlos

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Palavras para que, e triste o que se passa, se fosse em espanha ou frança viamos o povo na rua apoiar as ideias que toda a gente ja viu mas continua a fexar os olhos, aonde estao os bravos portugueses do 25 de abril??? e triste que estes vendedores de automoveis corroem e destroem este nosso pais e ninguém e capaz de fazer fica pé contra eles.

Sócrates| 2010-11-05 / 12:52 | Por: José Sousa

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Boa Henrique Neto, somos quase 10 milhões a pensar o mesmo !!!



MANUEL ALEGRE TRAIDOR

manuel alegre Traidor

Conheço este problema pessoalmente. Estava em Luanda, quando Alegre se pirou. Mais tarde, quando entrei prá “guerra” o meu Batalhão foi colocado em Nóqui, lá em cima, encostado ao Zaire, junto à fronteira com Matadi.

Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média, a voz de Matadi e a voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as n/operações. Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta “.

Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, Pateta Alegre. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre a denunciar a nossa posição.

Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques.

Um dia, em Nóqui, junto ao Rio, onde se situava o nosso aquartelamento, o então Tenente-Coronel Isaltino, mandou tocar a formar. Formou-se o Batalhão e o corneteiro tocou a sentido, fez-se silêncio chegou o Tem.Coronel e disse: o furriel Marta (mulato) dê um passo em frente. O sacana era o informador. Fazia-o através dum preto que era vendedor das célebres colchas congolesas, em Nóqui.

Nesta guerra a Pide teve um papel muito importante. Informávamo-nos dos movimentos desses traidores.
Bem…. não sei se estás a ver… o cabrão não foi linchado porque foi imediatamente evacuado para Luanda. Cerca de 2 anos depois, estava eu ainda na guerra ouvi a voz deste traidor nas rádio Maatadí. Tinha fugido das cadeias de Luanda.
Sofri no corpo os efeitos da atitude desses traidores.
«««
Publicada por TINTINAINE em 7:35 AM
2 comentários:

Artur/Leiria disse...
Está tudo de patas para o ar, em todo e qualquer país do mundo!

Hoje em dia, a lógica assim como o senso comum, não mais fazem sentido…

Glorifica-se o que não presta e diminui-se o que é bom. Ainda vamos ver um Manuel Alegre, traidor segundo o que escreve sobre ele, da mesma maneira como um Mário Soares filho de padre, resultado de coito diabólico que se tornou num ‘pisa-bandeira’ da nossa gloriosa nação em terras de França! Aí vem ele, resto da Europa abaixo, e o povo na sua inocência, porque acredita em palavras de políticos o elege um sem número de vezes, para fazer a boa porcaria que fez, sem nada fazer para salvaguardar a vida de qualquer cidadão comum de África mas sim olhar pelos seus pessoais interesses!?
É de se bradar aos céus! Povo abre os olhos duma vez por todas e reconhece que maçonaria, está viva e de saúde em terras lusitanas… Usem a NET, sem dó nem piedade, e exponham escumalha desta, que não serve os interesses dum povo, mas somente o deles!
Abaixo com os vermes desta natureza!
4 de Fevereiro de 2010 19:

Um Major-General desiludido com esta república de 100 anos e com uma governação que define de”quadrilhocracia”.
«…Manuel Alegre, durante a guerra do Ultramar e depois da sua fuga, era locutor da rádio Argel, onde se congratulava pela morte de soldados portugueses…

A voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as nossas operações.
Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta“. Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, “Pateta Alegre”. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre (*) a denunciar a nossa posição. Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques.

Tudo por causa desse desertor e traidor.»

(*) Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média.
Paulo Chamorra
Manuel Alegre – um desertor
«Muito obrigado pelo seu concordante comentário sobre a potencial candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República.
Teria preferido, a bem da nossa Nação, que o seu comentário fosse no sentido de me provar que estou errado, o que, lamentavelmente eu não vou ouvir de ninguém.
Sabe, o que mais me incomoda é que, com 2 filhos e 6 netos, olho para o meu “prazo de validade” a chegar ao fim e sei que vou morrer com a angústia de lhes deixar um País, uma Nação, governados por aquilo que já o nosso saudoso Rei D. Pedro V – infelizmente morto na flor da idade – descrevia, na sua correspondência para o seu tio Alberto, marido da Rainha Vitória de Inglaterra, como uma “canalhocracia”.

E inquieta-me profundamente que, desse último quartel do século XIX até aos nossos dias, não só nada tenha mudado para melhor, como a imunda República que nos governa, cujo primeiro centenário que este ano os socialistas irão celebrar, e que custará aos contribuintes dez milhões de euros, tenha, pela sua prática política legitimado que possamos dizer, hoje, que não é mais uma canalhocracia que nos governa, mas sim (e salvo raras e honrosas excepções) uma “quadrilhocracia”.

Na minha qualidade de cidadão em uniforme que dedicou à nossa Pátria os melhores anos de toda a sua vida, a troco de um prato de lentilhas, já vi quase de tudo e, como anteriormente afirmei, só me falta ver Manuel Alegre – um DESERTOR – eleito Presidente da República e, nessa qualidade e por inerência do cargo, como Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas.
Espero que os portugueses acordem antes que tal possa acontecer. Cordialmente,

Fernando Paula Vicente, Maj-General da FAP (Ref.) »
Recebido por e-mail

COITO INTERROMPIDO

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

....MAS FICAM LÁ TODOS.....

Lista das reorganizações, fusões ou extinções dos institutos e organismos proposta pelo Governo

Lista das reorganizações dos institutos e organismos que consta na proposta de Orçamento do Estado para 2011, hoje entregue na Assembleia da República:

Especial

Orçamento do Estado 2011

As contas do Governo para o país no próximo ano

1. A Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas é extinta, sendo as suas atribuições integradas na Biblioteca Nacional de Portugal.

2. O Estádio Universitário de Lisboa, I.P. deixa de integrar a Administração Central.

3. A rede de serviços de ação social do Ensino Superior é reorganizada.


4. O Gabinete Coordenador do Sistema de Informação é extinto, sendo as suas atribuições integradas no Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação.

5. A Comissão para a Optimização dos Recursos Educativos é extinta, sendo as suas atribuições integradas no Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação.

6. O Observatório das Políticas Locais da Educação é extinto, sendo as suas atribuições integradas no Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação.

7. O Gabinete de Gestão Financeira do Ministério da Educação é extinto, sendo as suas atribuições integradas na Secretaria-Geral do Ministério da Educação.

8. O Gabinete de Avaliação Educacional é extinto, sendo as suas atribuições integradas na Direcção-Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular.

9. Racionalização das redes diplomática e consular.

10. O Instituto de Informática do Ministério das Finanças e da Administração Pública é extinto, sendo as suas atribuições transferidas para a Secretaria-Geral deste Ministério e para a GERAP -- Empresa de Gestão Partilhada de Recursos da Administração Pública, E.P.E.

11. Reestruturação do sistema de supervisão financeira, com a redução de três para duas autoridades de supervisão financeira.

12. São objeto de fusão a Direcção-Geral dos Impostos e a Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo.

13. São objeto de fusão a Agência Nacional de Compras Públicas, E.P.E., e a Empresa de Gestão Partilhada de Recursos da Administração Pública, E.P.E.

14. O Hospital Condes Castro de Guimarães é extinto.

15. São agrupados, no Grupo Hospitalar do Centro de Lisboa, a Centro Hospital de Lisboa Central, E.P.E., a Hospital Curry Cabral, E.P.E. e a Maternidade Alfredo da Costa.

16. São agrupados, no Centro Hospital e Universitário de Coimbra, a Hospitais da Universidade de Coimbra, E.P.E., a Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E., e o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra.

17. São agrupados, no Centro Hospitalar de Aveiro, a Hospital Infante D. Pedro, E.P.E., o Hospital Distrital de Águeda e o Hospital do Visconde de Salreu.

18. São agrupados o Hospital de São João e o Hospital de N. Sra. Conceição.

19. É extinta a estrutura de missão Parcerias Saúde.

20. O Observatório do Emprego é extinto, sendo as suas atribuições integradas no Centro de Relações Laborais.

21. O Conselho Nacional da Formação Profissional é extinto, sendo as suas atribuições integradas no Centro de Relações Laborais.

22. O Conselho Nacional de Higiene e Segurança no Trabalho é extinto, sendo as suas atribuições integradas no Centro de Relações Laborais.

23. É extinta a Comissão de Gestão do Programa de Apoio Integrado a Idosos.

24. É extinta a Caixa de Previdência dos Trabalhadores da EPAL.

25. É extinta a Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas.

26. É extinta a Caixa de Reformas e Aposentações do Banco Nacional Ultramarino.

27. É extinta a estrutura de missão do Programa para a Inclusão e Cidadania (PIEC), sendo as suas atribuições integradas no Instituto de Segurança Social, I.P..

28. É extinto o Gabinete para o Desenvolvimento do Sistema Logístico Nacional.

29. É extinto o Gabinete do Metro Sul do Tejo.

30. É extinta, sendo objeto de fusão, a Teatro Nacional D. Maria II, E.P.E., que passa a integrar a OPART -- Organismo de Produção Artística, E.P.E., conservando a respetiva identidade.

31. É extinta, sendo objeto de fusão, a Teatro Nacional de S. João, E.P.E., que passa a integrar a OPART, E.P.E., conservando a respetiva identidade.

32. A Comissão de Planeamento de Emergência das Comunicações é extinta, sendo as suas atribuições integradas na ICP -- Autoridade Nacional de Comunicações.

33. A Comissão de Planeamento de Emergência do Transporte Aéreo é extinta, sendo as suas atribuições integradas no Instituto Nacional de Aviação Civil.

34. A Comissão de Planeamento de Emergência do Transporte Marítimo é extinta, sendo as suas atribuições integradas no Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos.

35. A Comissão de Planeamento de Emergência dos Transportes Terrestres é extinta, sendo as suas atribuições integradas no Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres.

36. São objeto de fusão as Direcções Regionais de Economia com as Comissões Coordenadoras e Desenvolvimento Regional.

37. O Secretariado Técnico da Comissão das Alterações Climáticas é extinto, sendo as suas atribuições integradas no Departamento de Prospetiva, Política Climática e Relações Internacionais.

38. O Gabinete Coordenador do Programa Finisterra é extinto, sendo as suas atribuições integradas no Instituto da Água.

39. A Inspecção-Geral dos Jogos é extinta, sendo as suas atribuições integradas na Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.

40. São reestruturados os serviços desconcentrados da Direcção-Geral de Veterinária, sendo as suas atribuições integradas nas Direcções Regionais de Agricultura e Desenvolvimento Rural.

41. São reestruturados os serviços desconcentrados da Autoridade Florestal Nacional, sendo as suas atribuições integradas nas Direcções Regionais de Agricultura e Desenvolvimento Rural.

42. É extinta a Gestalqueva, S.A.

43. É extinta a Fundação INA.

44. São objeto de fusão a Direcção-Geral dos Serviços Prisionais e a Direcção-Geral da Reinserção Social.

45. O Gabinete de Resolução Alternativa de Litígios é extinto, sendo as suas atribuições integradas na Direcção-Geral de Administração da Justiça.

46. Racionalização da rede nacional de conservatórias.

47. Os Serviços Sociais do Ministério da Justiça são extintos, sendo as suas atribuições integradas na Direcção-Geral de Protecção Social aos Funcionários e Agentes da Administração Pública (ADSE) e nos Serviços Sociais da Administração Pública.

48. Extinção da estrutura de missão para o SIRESP -- UN-SIRESP.

49. A Estrutura de Missão Lojas do Cidadão é extinta.

50. A Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental é extinta, sendo as suas atribuições integradas na Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar.



Fonte: Proposta do Orçamento do Estado para 2011.




Lusa

SACRIFICIOS...VIA PRÓ SOCIALISMO

NADA ESCAPA..QUEM COMPRA?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

PROFISSÃO LADRÃO

O.E.

É MAU E DEIXA.....PASSAR?

BOYS & GIRLS

CRISE:

BOYS & GIRLS DO PS COM SALÁRIOS DE MILHARES DE EUROS


Fernando Gomes lidera esta lista de remunerações de luxo por larga distância

Apresentamos abaixo uma pequena lista dos infindáveis boys & girls do Partido Socialista. Possuem pouco currículo nas áreas para as quais são nomeados o que faz deles, pessoas tecnicamente pouco preparados para executar funções onde ganham milhares de euros anuais. Alternam facilmente entre cargos públicos no Governo, institutos públicos, fundações, entidades reguladoras ou empresas do Estado, sempre recebendo ordenados de luxo e regalias, pagos pelos contribuintes, apesar da crise e das medidas de austeridade tão defendidas pelo ministro das Finanças e pelo Primeiro-ministro. Muitos deles ainda acumulam PPR’s e reformas duplas e triplas, pagas pelo Estado ou pelas empresas privadas onde exercem. Vale a pena ler um pouco sobre estes exemplos, para aprendermos em que país vivemos e a quem andamos a pagar com os nossos impostos sofregamente recebidos pelo Ministério das Finanças.

Ana Tomaz, 35 anos, administradora da Estradas de Portugal (empresa pública), nomeada no dia 23 de Julho de 2010 (já depois do PEC II), pelo Governo, com um salário anual de 151.200 euros, mais carro de serviço, combustível e telemóvel. Na véspera da sua nomeação, esta engenheira civil sem qualquer experiência de gestão, era adjunta do secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, no Governo.

Filipe Baptista foi durante anos um dos colaboradores mais próximos de José Sócrates, primeiro como seu chefe de gabinete ainda no Ministério do Ambiente (1999 a 2002), depois como seu secretário de Estado (até 26 de Outubro de 2009). No dia 12 de Novembro de 2009 foi nomeado vogal do Conselho de Administração da Anacom, entidade reguladora para a área das comunicações. Esteve apenas 17 dias desempregado. Triplicou o ordenado que recebia como membro do Governo – de cerca de 64.400 euros anuais, mais despesas de representação, para 198.772 euros por ano. Tem ainda direito a viatura de serviço, sem motorista. Com bastante experiência política, Filipe Baptista apresenta um currículo fraco na área de telecomunicações.

Augusto José Pereira Luís apareceu em Julho de 2007 na comissão de honra da candidatura de António Costa à Câmara Municipal de Lisboa. Em Outubro de 2007 era nomeado presidente da empresa pública NAV (Navegação Aérea de Portugal) pelo ministério de Paulo Campos. Pelo seu currículo oficial, Pereira Luís não conhece o sector de gestão do tráfego aéreo, mas conhece o secretário de Estado das Obras Públicas. Entre 1999 e 2002, Pereira Luís foi administrador da EPAL enquanto Paulo Campos foi administrador da holding Águas de Portugal. Recebe na NAV 7.500 euros por mês, mais carro com motorista, combustível (1.755 euros), telefone (604 euros) e despesas de representação (2.172 euros), num total anual de 109.531 euros. É ainda reformado pelo Centro Nacional de Pensões.

Carlos Beja, 61 anos, formado em Direito, ex-deputado do PS (1995-99) de segunda linha, discreto, mais conhecido em São Bento pela boa disposição do que pela intervenção política. Profissionalmente passou pela Sociedade Grande Hotel do Luso e pela companhia de seguros Sagres. Hoje, recebe 6.750 euros por mês, mais carro com motorista, combustível (3.129 euros), telefone (881 euros) e despesas de representação (1.200 euros), num total anual de 99.710 euros.

Luís Patrão, 55 anos, presidente do Turismo de Portugal desde Maio de 2006. Saiu directamente de São Bento, onde era chefe de gabinete de José Sócrates, depois de já ter desempenhado o mesmo cargo com António Guterres (1995-99). Durante os governos de Guterres foi ainda deputado e secretário de Estado da Administração Interna, mas saiu envolvido em polémica, juntamente com Armando Vara, por causa da criação da Fundação para a Prevenção e Segurança. Natural da Covilhã, Luís Patrão é, com o irmão Jorge, amigo de Sócrates desde a juventude. A sua carreira foi praticamente só política. Profissionalmente foi chefe de divisão e director de serviços do Instituto do Consumidor (1986-89 e 2001-2004). Até 2009, Patrão acumulou o salário do Turismo com o de membro do Conselho Geral e de Supervisão da TAP, onde, segundo dados de 2008, recebeu 7.000 euros mensais. Este salário tinha uma componente fixa, de 4.000 euros, a que acrescia uma parcela complementar de 3.000 euros por ser membro da comissão de sustentabilidade e governo societário. Em 2008, a comissão realizou 10 reuniões. Só a revelação pública desta acumulação de funções nos jornais o levou a abdicar em 2009 do ordenado da TAP, mantendo o do Turismo de Portugal.

Luís Nazaré desempenhou o seu primeiro cargo junto do poder político em 1995 como assessor de António Guterres para as áreas da indústria, comércio e turismo. Antes, estivera seis anos em França na Eutelsat, uma organização intergovernamental europeia de gestão de satélites. De 1998 a 2002, foi presidente da Anacom, por nomeação do PS. Nesse ano pertenceu à direcção de Ferro Rodrigues no partido. E em 2005 foi escolhido por Sócrates para liderar a administração dos CTT, fazendo apenas um mandato. Na altura o Estado criou um novo órgão chamado Comité de Estratégia, que no último ano, teve 23 reuniões como actividade, menos de duas por mês. Por essas reuniões, Luís Nazaré recebeu 3.500 euros, 14 meses por ano, num total de 49.000 euros anuais. Ao mesmo tempo é consultor da Deloitte, uma multinacional à qual os CTT encomendaram um plano de reestruturação da empresa.

Ascenso Simões, passou pelos cargos de secretário de Estado da Administração Interna e da Agricultura. Foi nomeado pelo Governo para vogal do Conselho de Administração da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) a 7 de Maio deste ano. No PS, aos 22 anos concorreu a deputado e aos 25 era secretário nacional da Juventude Socialista. Licenciado em Ciências Empresariais, foi vereador da Câmara de Vila Real e presidente da distrital do PS entre 2002 e 2004. A sua distrital apoiou a candidatura interna de José Sócrates. Tem pouco curriculum ligado à energia tendo administrado duas pequenas empresas, a Luzfisa (Caldas da Rainha) e Tecaprod (Vila Real). Ganha hoje na ERSE, 13.488 euros por mês, num total de 188.839 euros anuais. Foi acusado, quando tomou posse, de não ter distanciamento para poder ser independente do Governo, o que é exigível duma entidade reguladora.

António Castro Guerra, ex-secretário de Estado da Economia, está como presidente da Cimpor por indicação da Caixa Geral de Depósitos, que tem 9,6% da empresa. Castro Guerra é professor de Economia no ISEG e foi presidente do IAPMEI no governo de António Guterres. Esteve no IPIPE – Investimentos e Participações. Passou ainda pela Brisa e pelo Taguspark. A Cimpor recusou divulgar o valor da remuneração, só admitindo fazê-lo no fim do ano, no Relatório e Contas, como a lei obriga. Mas em 2009, o antecessor de Castro Guerra, Bayão Horta, recebeu 285.384 euros anuais, cerca de 20.000 euros por mês.

Mário Lino receberá 26.821 euros (ordenado do seu antecessor) por ano bastando para isso ir apenas a algumas reuniões por ano na Caixa Geral de Depósitos com direito a gabinete próprio. Sem qualquer currículo na banca ou em seguros, preside aos Conselhos Fiscais da Caixa Seguros, Fidelidade e Império (todas do grupo Caixa Geral de Depósitos). A CGD argumenta que é difícil encontrar candidatos para o Conselho Fiscal, porque isso impede qualquer outra ligação ao grupo CGD.

Fernando Gomes foi presidente da Câmara Municipal do Porto, ministro da Administração Interna, deputado e, de repente, tornou-se administrador de empresas ligadas ao PSD, após fazer inúmeras declarações polémicas contra o Governo de António Guterres ou mesmo ao presidente sucessor pelo PS, da Câmara Municipal do Porto. Passou directamente do Parlamento para a administração da Galp, com um salário base de 349.000 euros, mais 30.000 euros de prémios, 88.000 euros em PPR e 62.000 euros em subsídios de renda de casa e deslocação, num total de 529.000 euros anuais. Amigo pessoal de José Sócrates.

Alda Borges Coelho passou directamente de directora da Federação Portuguesa de Rugby para vogal do Conselho de Administração da ANA, Aeroportos de Portugal. No currículo, tem uma particularidade: foi colega do secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. Além do râguebi, tem experiência em supermercados (Feira Nova e Jerónimo Martins) e na área do retalho (Gestiretalho), mas não em Conselhos de Administração. Ganha por ano 109.486 euros.

António Guilhermino Rodrigues é militante socialista, amigo de Jorge Coelho, passou pela Carris, pela Metro de Lisboa e foi secretário de Estado dos Transportes entre 1996 e 2001, nos Governos de António Guterres. Nunca antes trabalhara no sector da aviação. Quando o PS chegou ao Governo em 2005, Guilhermino tornou-se presidente da ANA. Hoje é ainda presidente da ANAM (aeroportos da Madeira), presidente não executivo da NAER (novo aeroporto) e administrador da ADA (administração de aeroportos). Na ANA recebe salário, automóvel e telemóvel. Na ANAM, tem cartão de crédito (253 euros) e subsídio de deslocação (633 euros em 2009). No total recebe 184.877 euros anuais.

Fernando Rocha Andrade tem 39 anos, é assistente da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, administrador não executivo e membro da Comissão de Auditoria da REN – Rede Eléctrica Nacional. Os cargos que ocupa na empresa do Estado implicam a deslocação aos escritórios duas vezes por mês para participar noutras tantas reuniões fixas e a disponibilidade para participar em eventuais encontros que a Comissão de Auditoria marque com entidades com ou sem ligação à empresa. Não é uma função a tempo inteiro mas implica uma remuneração de 48.000 euros brutos anuais. Foi subsecretário de Estado da Administração Interna (2005-2007) e militou activamente na JS durante a liderança de Sérgio Sousa Pinto, onde também se tornou próximo de Marcos Perestrello, actual secretário de Estado da Defesa. Não tem currículo na área da Energia.

Alexandre Rosa começou a carreira como funcionário do Ministério da Educação. Foi investigador no Instituto de Ciências Sociais, chefe de gabinete da secretária de Estado da Educação e Inovação (1995-1996) e de Jorge Coelho, quando este foi ministro-adjunto de António Guterres. Chegou ao Governo como secretário de Estado da Administração Pública e da Modernização Administrativa. Quando o PS deixou o poder, tornou-se chefe do gabinete do grupo parlamentar. E quando o PS voltou ao poder, foi colocado no Instituto do Emprego e Formação Profissional. Não tinha experiência anterior na área do emprego. Recebe 79.140 euros por ano e tem carro de serviço com motorista.
FONTE:-
http://amafiaportuguesa.blogspot.com/

terça-feira, 2 de novembro de 2010

INVESTIGAÇÃO


Contas bancárias com depósitos sem explicação. Os salários, negócios e o património que Armando Vara e Lopes Barreira apresentam não chegam para justificar os milhares de euros que têm do banco.

Por:Tânia Laranjo/Manuela Teixeira

O Ministério Público de Aveiro suspeita de que Armando Vara, ex-administrador do BCP, e Lopes Barreira, dono da Consulgal, branquearam dinheiro nos últimos anos e cometeram crimes de fraude fiscal. A suspeita decorre da análise às contas bancárias e da verificação dos depósitos feitos nos últimos dois anos.

Armando Vara e Lopes Barreira depositaram muito mais do que declararam ganhar como gestores, e as entradas das verbas são consideradas suspeitas. As perícias financeiras estão incluídas no processo ‘Face Oculta’ e foram consultadas pelo CM. No caso de Armando Vara foram detectadas três contas da Caixa Geral de Depósitos, e não do banco que o próprio administrava, o BCP. Só duas é que têm depósitos elevados, sendo que na primeira, entre 1 de Janeiro de 2008 e 31 de Janeiro de 2010, foram creditados998 948 euros. Nessa mesma conta registaram-se em igual período de tempo débitos de 761 389 euros.

Na outra conta, as autoridades detectaram depósitos ainda mais elevados. Foram creditados 1 278 310 euros, enquanto os débitos chegaram aos 1 140 247 euros.

Os vencimentos declarados por Armando Vara em igual período de tempo não sustentam a entrada do dinheiro. Em 2008, o ex-ministro disse ter recebido 672 037 e, em 2009, 547 471.

Quanto a Lopes Barreira, a situação ainda é mais flagrante. O empresário, que tem apenas uma conta no BCP, declarou de vencimentos, em 2008, 151 mil euros e, no ano seguinte, 190 mil. No mesmo período de tempo entraram nas suas contas 1.177 milhões de euros, sendo que desses os peritos financeiros dizem ser apenas 159 mil euros de vencimentos. Há ainda dois depósitos que as autoridades não conseguiam esclarecer. Em 2008 e 2009 há duas transferências para as contas do empresário de 242 mil euros, um montante superior até ao seu vencimento no mesmo período de tempo.

VARA TENTOU JUSTIFICAR ENRIQUECIMENTO

Armando Vara alegou no inquérito que vendeu uma casa por cerca de meio milhão de euros, mas as autoridades consideram que se tratava de um negócio suspeito, tendo mais que o ex-ministro continuou a viver no apartamento que disse já ter sido vendido.

O administrador do BCP também declarou de incrementos empresariais 290 mil euros, mas as autoridades fizeram as contas. O resultado prova que, mesmo quando somados todos vencimentos entrados nas contas, fica ainda muito longe dos mais de dois milhões que circularam no mesmo período.

GODINHO MUITO PRÓXIMO DE ARMANDO VARA

Manuel Godinho e Armando Vara tinham uma relação muito próxima. Entre Fevereiro e Julho de 2009, encontraram-se pessoalmente oito vezes. Estes encontros que a investigação detectou realizaram-se nas instalações do Millennium BCP, em Lisboa e no Porto, bem como em restaurantes e na casa do sucateiro, em Ovar, onde almoçaram. Manuel Godinho comprou até um telemóvel só para falar com Armando Vara de forma a garantir o sigilo das conversas.

POBREZA EM PORTUGAL

NUNCA É TARDE DEMAIS

INSOLITO ??

Insólito

Aumentos fora da lei na Saúde

Quarenta e três funcionários públicos superiores recebem aumentos retroactivos a Janeiro de 2009. A decisão foi publicada a 26 de Outubro.
Conheça todos os pormenores na ediçao em papel

COMENTARIO MAIS VOTADO
"ANDAM MESMO A BRINCAR CONOSCO...NUNCA CONHECI VIGAROS TÃO REQUINTADOS E FALSOS COMO ESTA TURPE QUE ESTÁ NO GOVERNO...SÃO UMAS ATRÁS DE OUTRAS"
Joao Antonio Gameiro Andrade

Hoje, 9h45m
edição papel do jornal 'Correio da Manhã