segunda-feira, 12 de julho de 2010

sábado, 10 de julho de 2010










São quase 20.000 (vinte mil) as empresas que vão fechar portas, até ao fim do Verão. Os bancos já não lhes emprestam dinheiro, e já nem conseguem pagar salários e subsídios...no final de Setembro, milhares de portugueses (100.000, pelo menos) já não vão regressar ao habitual posto de trabalho.

As pequenas e médias empresas foram abandonadas por este governo, que, ao invés de tentar resolver o problema que é o drama do desemprego, o que soube fazer foi aumentar os impostos, e não distribui os fundos comunitários, que a Europa manda, para salvar a economia e as famílias portuguesas...UM ESCÂNDALO a juntar a tantos outros, que nenhum dos governantes quer assumir e reconhecer!!!

Recorde do desemprego


As previsões da Assoc. das PME'S não deixam lugar para dúvidas: a taxa de desemprego vai continuar a bater recordes, em Portugal, confirmando, assim, os dados do gabinete oficial de estatísticas da UE, que apontam para uma contínua subida da taxa de desemprego, em Portugal.





Em Fevereiro, era de 10.4, em Março 10.6, e 10.8, em Abril, atingindo em Maio o novo máximo de 10.9%,o valor mais alto dos últimos 20 anos.

Em comparação com 2009, a taxa subiu de 9.4 para 10.9,enquanto na UE a 27 subiu 0.7,e na zona EURO,0.6.
Telmo Correia recorda, e bem, que, quando integrou o governo, José Sócrates afirmava que"atingir a taxa de 0.6%,de desemprego, era sinónimo de erro grave de governação"!!!

É caso para perguntar:
Não se deverá, esta situação, a uma erradíssima forma de governar, com políticas económicas que ninguém entende, com políticas que vão, mais e mais, cada vez mais, ao bolso do contribuinte, sem que se vejam resultados positivos? E porque não se demite Sócrates, uma vez que tanto criticou, noutros, o que não tem conseguido controlar, de forma alguma? A quem pretende iludir Sócrates, quando diz que está tudo bem, e o que temos visto, é que não está nada bem?

Gostaríamos muito de ter um primeiro-ministro sério, um HOMEM de Estado, competente... ao contrário, temos um primeiro-ministro que não passa de um aldrabão, indigno do lugar que ocupa, um desavergonhado!!!

Maria Celeste Amado- Miratejo


Eu tentei saber as taxas de desemprego ANTES do 25 de Abril, e não encontrei essa informação. Inclusive ao site do INE, e lá nada consta. A quem tiver essa informação agradecia que me fornecesse.
Publicada por Ferreira em

quinta-feira, 8 de julho de 2010

HOMICIDIO DE ELISA SAMUDIO

TANTA TERNURA...QUASE CHOREI..AHAHAH

Manuel e Fernando casaram-se


Manuel Correia e Fernando Fonseca casaram-se ontem na 7.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa. "Em nome da lei declaro-vos casados", disse a conservadora, a que se seguiu o tradicional beijo. "Finalmente vou ter Fonseca no meu nome. Amo-o desde o primeiro dia", disse Manuel, enquanto Fernando não escondia a ansiedade e não conseguia acertar no nome completo do marido como pretendia a conservadora: "Estava muito nervoso".

quarta-feira, 7 de julho de 2010

De: Terra Portuguesa
Data: 07-07-2010 14:05:35
Para: luar888@gmail.com
Assunto: www.TERRAPORTUGUESA.net




www.TERRAPORTUGUESA.net


________________________________________
Com a Segurança não se brinca
Posted: 07 Jul 2010 01:07 AM PDT

Os confrontos entre gangues étnicos, como o que ocorreu ontem na praia do Estoril, os mini-arrastões habituais nos comboios, o vandalismo e ataques à polícia em bairros problemáticos, são bem o retrato do País real dos nossos dias. A criminalidade é um flagelo que o sistema não consegue combater. Pelo contrário, sobe em flecha, a par da dívida e de outras maleitas.José Pinto-Coelho questiona “se os Portugueses, deprimidos com a crise e suas consequências, já nem à praia podem ir distrair-se de cuidados ou, se não podem também utilizar o comboio em vez do carro, em nome da poupança e do ambiente”.A segurança é a primeira das liberdades. Porém a criminalidade assola o País de alto a baixo, ante a impotência das forças policiais e o descuido dos governantes. Ou seja, os índices de liberdade dos Portugueses estão cada vez mais baixos. Há pessoas que pensam duas vezes antes de sair à rua para tomar café. Não é aceitável que os portugueses se sintam cada vez mais reféns na sua própria...





NOTA:-


O GOVERNO DEVE ACHAR ENGRAÇADO TODA ESTA DESGRAÇA, PORQUE ERA MUITO FACIL E BARATO, ACABAR COM ESTA VIOLENCIA GRATUITA.

POR EXEMP:-
O GOVERNO FARIA PROTOCOLOS COM AS
ASSOCIAO DE EX-FUZILEIROS
ASSOCIAÇAO EX-PARAQUEDISTAS
ASSOCIAÇAO EX-COMANDOS

ASSOCIAÇÕES QUE TÊM DLEGAÇÕES EM TODO O PAIS.

EM GRUPOS DE 5 PATRULHEIROS DE NORTE A SUL EM MEIA DUZIA DE MESES VOLTARIA A HAVER SEGURANÇA EM PORTUGAL, QUER FOSSE BAIRROS PROBLEMATICOS PRAIAS OU COMBOIOS OU VIA PUBLIA.
PARA TAL CLARO, NÃO SERIA COM BALAS DE BORRACHA MAS SIM BALAS REAIS, COMO USAM ESTES CRIMINOSOS.

BANDIDO ARMADO SERIA BANDIDO ABATIDO…E PRONTO DEPRESSA SE REVOLVERIA ESTA SUBIDA VIOLENTA, MAS CLARO SEM PROCESSOS BUROCRATICOS.

USAR AS MESMAS ARMAS DOS BANDIDOS E COM EX-VETERANOS DE GUERRA LOGO VERIAMOS SE OS CIDADÃOS PODERIAM OU NÃO E PASSEAR Á NOITE IR Á PRAIA IR DE COMBOIO---COM SEGURANÇA.

ESTOU CONVENCIDO QUE ESTES EX-COMBATENTES, MAIS UMA VEZ SE NECESSARIO ESTARIAM PRONTOS…ASSIM O GOVERNO O QUISSESSE

SALAZAR

terça-feira, 6 de julho de 2010

quarta-feira, 30 de junho de 2010

De: ALÔ PORTUGAL
Data: 17-06-2010 21:15:02
Para: Undisclosed-Recipient:,
Assunto: Suave Guerra Civil contra o Povo




EPICENTROS DA CRISE: GRÉCIA-ESPANHA-IRLANDA-PORTUGAL…
A Suave Guerra Civil contra o Povo
António Justo

A política continua a dar razão aos especuladores que agora aumentam os seus lucros à custa do Estado. Os Governos que salvaram os bancos da bancarrota logicamente também salvarão os Estados da falência, à custa da ruína do contribuinte e da qualidade de vida do povo. Os especuladores têm assim uma garantia de Estado quase a “fundos pedidos”.

Grandes bancos e especuladores compram, a preços baixos, os empréstimos feitos às empresas multinacionais, institutos bancários em crise e aos estados em falência; em seguida apresentam-nos aos Bancos Emissores de notas como garantia, do dinheiro fresco que estes, por sua vez, lhes emprestam a juros baixíssimos. Com este dinheiro facilmente se atingem lucros em negócios especulativos. E assim nos encontramos na mesma dinâmica da especulação como antes da crise financeira. O Deutsce Bank conseguiu no primeiro trimestre de 2010 um lucro de 2,8 mil milhões de euros através de investimentos bancários (Investimentbanking). Assim se ganha também à custa da crise grega.

A crise financeira ainda continua enfurecida no sector bancário e alarga-se aos Estados. O epicentro tornou-se a Grécia.
As elites dos estados ocidentais encontram-se desorientadas e sem cabeça perante o liberalismo e o globalismo selvagens que apesar de tudo beneficiarão a China, a Índia, o Brasil, etc.

A tempestade propagada pela crise dos bancos não passou; a dos bancos espanhóis ainda está para vir. A Espanha terá que se tornar pedinte da União Europeia para que a crise dos bancos não se torne numa crise do Estado. Com esta acção contribuirá para a manutenção da “praga dos gafanhotos” das economias nacionais. A Espanha, devido à falta de crédito, é, depois da Grécia, o país da zona euro que paga mais juros por empréstimos dos bancos internacionais. Por créditos, a prazo de dez anos, já paga 4,72 % de juros. (O juro que a Alemanha (país ainda com crédito) paga, por créditos a prazo de dois anos, não chega a 0,5%). Em Maio, bancos espanhóis pediram ao EZB um empréstimo de 85 mil milhões de Euros frescos e baratos. A desvalorização do mercado imobiliário na Espanha provocou uma grande crise nos bancos espanhóis. O problema não é só dos bancos espanhóis dado estes, em 2009, deverem 112 mil milhões de euros aos bancos internacionais, cabendo aos alemães o quinhão de 33 mil milhões de euros. Os maiores credores de Espanha encontram-se nervosos mas não querem que se torne pública a verdadeira situação porque isso seria “perigosíssimo”. O que os salva é a esperança e a ingenuidade dos clientes. A caravana da crise ainda vai no adro!

Todos os estados têm dívidas mastodônticas e impagáveis. Disto ninguém está interessado em falar! Os orçamentos do estado não conseguem, sequer, pagar, regularmente, os juros da dívida que têm. Em vez disso ainda aumentam as dívidas, de ano para ano, para poderem ir pagando parte dos juros.

Entre os países com maior défice de Estado temos a Grécia com -12,2%, a Irlanda com -14%, a Espanha com -10,1% e Portugal com -8,0%. A situação das dívidas dos Estados, em percentagem relativamente ao PIB, atinge na Grécia os 124,9% do PIB, em Portugal 84,6%, na Irlanda 82,9% e na Espanha 66,3% (Cfr. EU Kommission, Schätzung 2010).

Até agora a Política tem desviado os olhos dos cidadãos para os Bancos e para assuntos secundários, para assim se ilibarem da responsabilidade. Alguns políticos já começam atempadamente a abandonar a política e a procurar o seu ganha-pão em bons reservados da economia. O poder de compra das camadas baixas e média cada vez é menor. O povo vai dando azo à ilusão barafustando contra a política, fazendo manifestações, exigindo novas eleições, e, ao mesmo tempo, compensando com futebol e sexo.

Uma classe política sem ética social serve-se e serve os seus iguais; safam-se, não se importando com o dilúvio que deixam atrás de si, e que se aproxima paulatinamente mas com segurança.
A insatisfação popular vai crescendo até chegar a ponto de criar novas realidades a nível parlamentar.
Os governos ainda conseguem tapar a boca aos sindicatos. Com o tempo só as igrejas e movimentos sociais poderão fazer ouvir a voz do povo.

Na União Europeia, encontramo-nos num processo de desmantelamento da ordem social e ética, em luta implícita contra a cultura nacional e contra o Povo. Os governos dão cobertura a uma palavra de ordem que parece pairar no ar: ricos e elites do mundo, uni-vos na política dos abastados contra o cidadão médio e baixo.
O teólogo jesuíta Friedhelm Hengsbach, perito em ética social, referindo-se às medidas dos governantes em relação ao povo, diz: “isto é política no interesse dos abastados, uma guerra civil contra o povo simples”.

As instituições estatais e os Media encontram-se de tal modo implicadas e comprometidos com o sistema partidário que cada vez oferece menos garantia e menos confiança ao cidadão. Os tribunais precisariam de competência e autoridade para poderem garantir um mínimo de justiça pautada por valores sociais fundamentais. As Igrejas precisariam de maior coragem e menos medo dos que se apoderaram do Estado; o povo é o seu meio e este precisa de ser acordado! Os sindicatos precisariam de independência partidária para ganharem autoridade: não chega a defesa do emprego e do salário.

À guerra contra os fundamentos da própria cultura, contra a ética cristã, contra a família e contra a nação segue-se a guerra contra o povo simples, acaba-se com a democracia social. Antes havia comunistas e capitalistas, conservadores e progressistas agora sobressaem os oportunistas. A Europa já parece cansada dum período tão longo de paz, cansada dos ideais que a tornaram presente no mundo; quer passar ao pragmatismo relativista e ao sofismo, próprios dos períodos de transição da História humana.
António da Cunha Duarte Justo www.aloportugal.org

PARA ONDE ESTAMOS A CAMINHAR................

IRÃO


Quarta-feira, Junho 30, 2010

sexta-feira, 25 de Junho de 2010

Navios de guerra americanos e de israel atravessaram o canal de Suez em 18/06/2010


Caros Portugueses

Li esta noticia que não apareceu nos noticiarios .......................

É uma situação muito grave !!!!!!!!!!!!!!!!

É conveniente se fazer algum estoque de alimentos não pereciveis, botelhas de gas, e agua potavel em garrafões de 5 lt, somente para previnir .....................

Os americanos são loucos, juntamente como os porcos dos judeus. Não vai sobrar ninguem neste mundo.

A imprensa não divulga esta notícia, porque será ????

Ramiro Lopes Andrade 25/06/2010

http://revelatti.blogspot.com/2010/06/navios-americanos-e-israelenses-caminho.html


Doze navios de guerra americanos e israelitas, incluindo dois porta-aviões, atravessaram o Canal de Suez na sexta-feira e dirigem-se para o Mar Vermelho, o itinerário mais directo para o Golfo Pérsico à partir do mediterrâneo. O objetivo será o transporte de tropas, munições e veículos blindados no âmbito da preparação final antes de iniciar um conflito militar com o Irão.

Por enquanto ainda nenhuma mídia ocidental comunicou essa informação, no entanto, confirmada pelo jornal israelita Haaretz, que indica que vários milhares de soldados egípcios foram implantados ao longo do Canal de Suez, de modo a garantir « uma passagem segura dos navios ».

Segundo a versão inglesa do diário hebraico Yedioth Ahronoth, o tráfego no canal foi interrompido por várias horas para permitir a passagem de navios de guerra, de igual modo todas as actividades de pesca na região foram interrompidas assim como o tráfego nas pontes sobre o canal. O Yedioth acrescentou, citando o general egípcio Amin Radi, que Israel « apenas quer uma guerra com o Irão, a fim de continuar a ser a única potência nuclear na região. »

Interrogado pelo Tehran Times, o ministro da Defesa iraniano, Ahmad Vahidi, disse: « Os americanos disseram-nos que iriam utilizar todas as opções contra o Irão, nós anunciamos que, nós também, usaremos todas as opções para nos defender. »

Spencer Delane, para Mecanopolis

RAMIRO LOPES ANDRADE3 comentários Hiperligações para esta mensagem

PERDI A F´S NA HUMANIDADE

terça-feira, 29 de junho de 2010

NÃO É MESMO PRECISO

A MISÉRIA EM PORTUGAL AUMENTA TODOS OS DIAS

Um quinto da população vive abaixo do limiar da pobreza

Hoje às 07:17

Um quinto da população portuguesa vive abaixo do limiar da pobreza e muitas outros passam por dificuldades, mas a maioria consegue estar satisfeita com a vida que tem.


· Isabel Guerra, uma das autoras do estudo que chegou a estas conclusões, diz que os bens materiais muitas vezes sobrepõem-se às necessidades pessoais

· Isabel Guerra explica que as pessoas silenciam necessidades, baixam a expectativa e conciliam-se com a própria vida

· Isabel Guerra aponta também estratégias para alterar o estado das coisas

Um quinto dos portugueses vive abaixo do limiar da pobreza e enfrenta dificuldades para pagar as contas da casa, a alimentação e a escola dos filhos.

Os dados constam de um estudo que vai ser hoje apresentado na Fundação Calouste Gulbenkian. Um total de 57 por cento das famílias inquiridas, vive com menos de 900 euros por mês.

Quanto aos empregos o trabalho não desagrada, mas no que se refere aos salários os portugueses estão insatisfeitos.

O estudo mostra que 41,3 por cento das pessoas que exercem uma actividade profissional remunerada vive situações de precariedade laboral e mais de 50 por cento considera que o salário que recebe é injusto.

Apesar das dificuldades económicas, as famílias portuguesas não fazem uma avaliação negativa da vida. Numa escala de 1-10, a satisfação com a vida alcança em termos médios um valor superior a 6 e o grau de felicidade atinge os 7,3 por cento.

A família e os amigos são os principais factores de satisfação. Pior é a confiança nos outros e nas instituições, neste caso fica-se pelo 4,5.

Neste estudo “Necessidades em Portugal: tradição e tendências emergentes”, foram inquiridas 1237 em Portugal Continental.

Isabel Guerra, uma das autoras deste trabalho promovido pela TESE- Associação para o Desenvolvimento, coordenado pela Fundação Gulbenkian e pelo Centro de Estudos Territoriais do ISCTE, sublinha uma das conclusões, a de que as necessidades materiais muitas vezes se sobrepõem às restantes.

«As necessidades mais ligadas ao ter, ao que chamamos as necessidades físicas e de recursos, acabam por abafar no discurso dos portugueses as necessidades mais ligadas ao ser, questões da convivência, de ter tempo para si, auto-cultivo», explica.

A investigadora acrescenta ainda que o grau de felicidade dos portugueses apurado pelo estudo reflecte sobretudo um estado de resignação que é necessário combater.

«As pessoas silenciam as suas necessidades se não virem condições de as satisfazer, baixam as suas expectativas e acabam por se conciliar com a sua própria vida. Nesse sentido, a sociedade portuguesa embora tenha muitas privações, emerge como uma sociedade relativamente feliz e satisfeita consigo própria», afirma Isabel Guerra, salientando que apesar das dimensões positivas, este estado pode provocar falta de capacidade para a acção e para progredir.

Feito o diagnóstico, o estudo que hoje é revelado, aponta também estratégias para alterar este estado de coisas. Isabel Guerra diz que o essencial será estruturar um plano de acção que permita e promova a reacção das pessoas no sentido de uma vida melhor.

pobreza


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8 Comentários

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Vamos deixar de pagar as nossas dívidas e depois pedimos aos bancos que considerem as nossas dívidas incobráveis, como aconteceu com o caso do filho do Jardim Gonçalves. Em relação ao Estado, só vejo uma solução: O actual executivo afastado sem mais delongas e voto obrigatório de todos os portugueses. Quem não vota vai para a Rua, seja cigano, brasileiro ou seja lá de onde for. A seguir mandamos os espanhóis pescar e cultivar terras dentro das suas fronteiras, começamos de novo a produzir para, pelo menos, nos sustentaramos e mandamos o FMI levar num certo sítio... se querem vender dinheiro, que no façam a quem o pode pagar !Em suma, tábua rasa!Isto já não vai lá com teorias económicas deste ou daquele quadrante... Revolução já!

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Tendo em conta que os salários (e as reformas) dos funcionários públicos são quase 100% superiores aos dos privados, se lhes fossem retirados 20% em benefício dos mais pobres, ajudaria a equilibrar as contas dos mais desfavorecidos. Mesmo assim, os trabalhadores do Estado, manter-se-iam com condições de vida muito acima dos restantes.

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MEU GRANDE ESTUPIDO EU SOU FUNCIONARIA PUBLICA E TENHO 34 ANOS DE SERVIÇO E LEVO PRA CASA 850 EUROS POR MES LIMPOS, ISTO É GANHAR BEM? E SOU ADMINISTRATIVA. INFORME-SE ANTES DE FALAR

Só este povinho é que se poderia considerar satisfeito vivendo com 900€ por mês. Um povo sem futuro, sem ambição, uma miséria. Com esta "gentinha" não vamos a lado nenhum.

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isso até é um bom resultado, porque no passado nunca estivemos tão bem, nos anos 70 o nível de pobreza era superior a 30 % e nos anos 90 era bastante superior a 20%. Se estamos agora nos 20% estamos por exemplo muito à frente dos Estados Unidos e não muito longe da média da União Europeia.De facto em todos os indicadores somos agora um país muito mais rico e desenvolvido do que alguma vez fomos no passado, apesar dos políticos incompetentes que temos tido nos últimos 100 anos, com particular incidência nos governantes dos últimos 40 anos.

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Quando um Governo impôe reformas a pessoas com mais de 36 anos de contribuições para a Segurança Social no valor de 214 €, é claro que a miséria irá prevalecer em proveito daqueles que nada fizeram que é o caso dos politicos.

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façam as contas como deve ser. há famílias que vivem com menos de 600 euros. quem dera a muitos terem 900 euros mensais.

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Os meus pais têm 600 euros por mês e a minha tem Parkinson.O meu pai levanta-se às 6h aos domingos para ir à feira das Galinheiras e Relógio para comprar alimentação + barata.Vivem numa casa com cerca de 40m2, sem condições.Há + gente a contar os cêntimos do q as pessoas pensam.

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