terça-feira, 1 de março de 2011

PORTUGAL DE HOJE

Viseu: Quadrilha atacou jovem de 23 anos quando chegava a casa

Humilhada por quatro violadores

Uma jovem de 23 anos foi atacada quando seguia a pé para casa, em Viseu, por quatro homens que a despiram, tentaram violar e humilharam na rua. A quadrilha, constituída por cidadãos brasileiros, revoltada com a resistência da vítima, acabou por lhe urinar e defecar em cima.

Por:Luís Oliveira

O ataque aconteceu ao início da noite de segunda-feira da semana passada, na rua Miguel Bombarda, no centro de Viseu, confirmou ontem ao CM uma fonte policial. A PSP procede a diligências com vista a capturar os agressores.

A mulher, de 23 anos, empregada numa loja de um centro comercial da cidade, estava sozinha quando, muito perto do prédio onde reside, foi atacada pelos homens, aparentando ter entre 18 e 30 anos.

Depois de uma breve troca de palavras, atacaram a vítima, despiram-na e atiraram-na ao chão com grande violência. Enquanto dois dos homens a agarravam pelos braços e pernas, os outros apalparam-lhe os seios e o resto do corpo, tentando várias vezes violá-la.

Segundo adiantou uma fonte policial, a vítima "defendeu-se com todas as forças que teve e conseguiu gritar por socorro", levando os agressores a desistir dos seu intentos, mas antes defecaram e urinaram sobre a vítima.

A jovem, socorrida por um casal que passou entretanto, garantiu aos investigadores que os agressores "tinham sotaque brasileiro" e indicou também outras pistas importantes para o desenvolvimento da investigação.

O facto da rua estar em obras, reduzindo o número de pessoas em circulação, facilitou o ataque dos homens, que actuaram com a cara destapada "e o propósito de humilhar a mulher que, ao que tudo indica, não conheciam", salientou uma fonte ligada às investigações. A vítima ainda não recuperou das agressões e já foi confrontada com fotografias, mas não conseguiu identificar os violadores.



COMENTARIOS

COMENTÁRIO MAIS VOTADO

"não sou racista nem xenofobo, mas os portugueses emigraram para trabalhar e se integrarem nos paises de acolhimento. enquanto para portugal na maioria so vem criminosos."

Anónimo

Hoje, 10h40m

  • Comentário feito por:António Saraiva
  • 01 Março 2011

As senhoras devem andar com uma faca bem escondida para se defenderem nestes casos e estas situações não se verificavam.

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 01 Março 2011

VOLTA SALAZAR TAS PERDOADO ! PERANTE ESTES FACTOS NÃO ARGUMENTOS CORRAM E RECAMBIEM GENTALHA DESSA SEU PORCOS NOJENTOS

  • Comentário feito por:Karl
  • 01 Março 2011

Admiram-se? Não criticam a polícia? Afinal,se forem dentro podem defecar na cela sem ser castigados...não é isso k defende o bastonário? A esquerda só defende os criminosos e nós estamos nas mãos deles.

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 01 Março 2011

É urgente expulsar este tipo de gente para o país de origem .


Este é mais um acto lamentável concretizado por pessoas de um outro País que no entanto as nossas leis não punem, muito simples a extradição e nunca mais poderem pisar solo de Portugal. BASTA BASTA E BASTA EXTRADITAR


Apanha-los , castiga-los na praça publica da mesma forma que fizeram á jovem e larga-los no Alto Mar era pouco.

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 01 Março 2011

para quando uma lei como nos eua? todos os malfeitores são recambiados depois de cumprirem a pena. já cá temos os nossos malfeitores para nos darem dor de cabeça. aprovem essa lei JÁ

  • Comentário feito por:armindo sousa
  • 01 Março 2011

Nao se podem acusar todos os brasileiros por este crime ].Afinal tambem temos gente portuguesa desta qualidade. Agora importa saber a verdade e fazer justica.Por veses o criminoso tambem morre

  • Comentário feito por:joao
  • 01 Março 2011

eu tambem foi emmigrante mas foi para trabalhar e nunca deixei ficar mau a minha patria essa gente que sao craminais devem ser postos na rua

  • Comentário feito por:Isabel
  • 01 Março 2011

Era matá-los

PORTUGAL É UM IMPOSTO


Portugal é um imposto


"Portugal já não é um País. É um imposto. No Estado ninguém tem uma ideia que não passe por um imposto, por uma taxa ou por uma coima.

Em Portugal vive-se para pagar impostos. Há quem lhe chame um suicídio colectivo. É por isso que ninguém se admira por Ana Jorge, acusada de ser ministra da Saúde, ter colocado a hipótese de se criar um imposto só para o sector que tutela. Julgava-se que um ministro existia para gerir inteligentemente, com os recursos que tem, o sector do Estado pelo qual é responsável. Ingenuidade nossa. Um ministro existe para aparecer na televisão e para ser o Professor Pardal dos impostos. Mesmo que sejam absurdos. Mesmo que os portugueses já não se consigam mexer no meio de tanto imposto. O imposto é uma rotina, o nosso circuito de manutenção. Em Portugal tudo paga imposto. Só estão isentos os ministros que dizem dislates como Ana Jorge. Ela pensa que o imposto é a solução para a sua falta de ideias e a sua incapacidade para gerir a Saúde. Portugal trabalha para pagar impostos.

O Governo existe para os gastar em tudo e ainda pedir outros para coisas específicas. O Governo só sabe duas palavras: arrecadar e esbulhar. A sua única actividade conhecida é hoje legislar a taxa, cobrar o imposto, passar a coima. É a isso que se dedica o Estado. Consome o País e torna esqueléticos os portugueses. A carga fiscal em Portugal é absurda, mas há quem julgue que o saque não tem fim. Ana Jorge acha que todos os portugueses são Tio Patinhas e têm uma caixa-forte debaixo da cama para pagar os seus delírios. Deveria ser promovida a cobradora de taxas."

Fernando Sobral

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

SÓ JOVENS

PLANO INCLINADO....CAIU

Programa de Mário Crespo e Medina Carreira suspenso

21 de Fevereiro, 2011

por Margarida Davim com Tânia Ferreira

A SIC Notícias decidiu suspender o programa Plano Inclinado. António José Teixeira e Mário Crespo falam em momento de «ponderação». Medina Carreira recusa comentar.

O Plano Inclinado está suspenso por tempo indeterminado. António José Teixeira, director de Programas da SIC Notícias, explica que o canal está a «ponderar o futuro do programa», mas não dá uma data para o regresso do formato.

«Estamos a trabalhar nisso», disse ao SOL António José Teixeira, acrescentando que esta reflexão sobre Plano Inclinado se insere «numa reformulação que foi iniciada no início do ano com o 10.º aniversário do canal».

Mário Crespo, apresentador do programa, também não se quer alongar em comentários. «É um programa com dois anos, estamos a reanalisar o painel e a repensar o formato».

Crespo desdramatiza, porém, a pausa inesperada da emissão, lembrando que esta «não é a primeira vez» que Plano Inclinado esteve suspenso. «Também interrompemos no Natal».

Já o professor Medina Carreira recusa comentar a suspensão do programa. «Eu não sou da SIC, para perceber o que aconteceu tem de perguntar à empresa».

Jose Martins

1º CASAMENTO GAY NAS F.A. DO MUNDO

SEMPRE ESTÃO A MUDAR AS MENTALIDADES, ASSIM O PIB AUMENTARÁ 10%




CASAMENTO GAY DE CIGANOS

domingo, 27 de fevereiro de 2011

CASAMENTO GAY


DURANTE ANOS E ANOS OUVI DIZER QUE ERA PRECISO MUDAR AS MENTAIDADES....ATÉ QUE ENFIM.


Primeira união lésbica entre militares no mundo

Data: 18/02/2011 •

Portugal será o país no qual ocorrerá o primeiro casamento entre duas militares lésbicas.
Segundo o jornal “Correio da Manhã”, a capitã Patrícia Loureiro prepara-se para casar com outra mulher, a cabo Teresa Carvalho, dentro da GNR – Guarda Nacional Republicana – em Santarém, distrito de Portugal.
A cerimônia será na Conservatória do Registro Civil de Lisboa, sendo então o primeiro casamento gay entre duas militares no mundo e o primeiro casamento lésbico na GNR, também de acordo com o jornal português.
Patrícia e Teresa mantêm um relacionamento há dois anos aproximadamente e vivem atualmente em Queluz, cidade portuguesa do distrito de Sintra.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

UM PAIS INSUPORTAVEL

Um país insuportável

A falta de bom-senso e humildade constitui uma das principais causas da degenerescência da justiça portuguesa. Tudo seria simples se houvesse uma coisa que falta cada vez mais aos nossos magistrados: bom senso.
Uma mulher com 88 anos de idade morreu no seu apartamento em Rio de Mouro, Sintra, mas o corpo só foi encontrado mais de oito anos depois, juntamente com os restos mortais de alguns animais de companhia (um cão e dois pássaros).
Este caso, cujos pormenores têm sido abundantemente relatados na comunicação social, interpela-nos a todos não só pela sua desumanidade mas também pela chocante contradição entre os discursos públicos dominantes e a dura realidade da nossa vida social. Contradição entre promessas e garantias de bem-estar, de solidariedade e de confiança nas instituições públicas e uma realidade feita de solidão, de abandono e de impessoalidade nas relações das instituições com os cidadãos.
Apenas duas ou três pessoas se interessaram pelo desaparecimento daquela mulher, fazendo, aliás, o que lhes competia. Com efeito, uma vizinha e um familiar comunicaram o desaparecimento às autoridades policiais e judiciais mas ninguém na PSP, na GNR, na Polícia Judiciária e no tribunal de Sintra se incomodou o suficiente para ordenar as providências adequadas. Em face da participação do desaparecimento de uma idosa a diligência mais elementar que se impunha era ir à sua residência habitual recolher todos os indícios sobre o seu desaparecimento. É isto que num sistema judicial de um país minimamente civilizado se espera das autoridades policiais e judiciais, até porque o caso era susceptível de constituir um crime. O assalto e até assassínio de idosos nas suas residências não são, infelizmente, casos assim tão raros em Portugal. Mas, sintomaticamente, as autoridades judiciais não só não se deram ao trabalho de se deslocar à residência como, inclusivamente, recusaram-se a autorizar os familiares a procederem ao arrombamento da porta de entrada.
E tudo seria tão simples se houvesse uma coisa que falta cada vez mais aos nossos magistrados: bom senso. Mas não. Dava muito trabalho ir à uma residência procurar pistas sobre o desaparecimento de uma pessoa. Dava muito trabalho oficiar outras instituições para prestar informações sobre esse desaparecimento. Sublinhe-se que um primo da idosa se deslocou treze vezes ao tribunal de Sintra para que este autorizasse o arrombamento da porta da sua residência. Mas, em vez disso, o tribunal, lá do alto da sua soberba, decretou que a desaparecida não estava morta em casa, pois, se estivesse, teria provocado mau cheiro no prédio. É esta falta de bom-senso e humildade perante a realidade que constitui uma das principais causas da degenerescência da justiça portuguesa. Os nossos investigadores (magistrados e polícias) não investigam para encontrar a verdade, mas sim para confirmarem as verdades que previamente decretam. E, como algumas dessas verdades são axiomáticas, não carecem de demonstração.
Mas há mais entidades cujo comportamento revela que a pessoa humana não constitui motivo suficientemente forte para as obrigar a alterar as rotinas burocráticas e impessoais.
A luz da cozinha daquele apartamento esteve permanentemente acesa durante um ano, ao fim do qual a EDP cortou o fornecimento de energia eléctrica, sem se interessar em averiguar o motivo pelo qual um consumidor deixou de cumprir o contrato celebrado entre ambos.
Os vales da pensão de reforma deixaram de ser levantados pela destinatária, mas a segurança social nada se preocupou com isso. Ninguém nessa instituição estranhou que a pensão de reforma deixasse de ser recebida, ou seja, que passasse a haver uma receita extraordinária sem uma causa. E isto é tanto mais insólito quanto os reformados são periodicamente obrigados a fazerem prova de vida. Mas isso é só quando estão vivos e recebem a pensão.
Os CTT atulharam a caixa de correio daquela habitação de correspondência que não era recebida sem que nenhum alerta alterasse as suas rotinas.
Finalmente, as finanças penhoraram uma casa e venderam-na sem que o respectivo proprietário fosse citado. Como é que é possível num país civilizado penhorar e vender a habitação de uma pessoa, aliás, por uma dívida insignificante, sem que essa pessoa seja citada para contestar? Sem que ninguém se certifique de que o visado tomou conhecimento desse processo? Como é possível comprar uma casa sem a avaliar, sem sequer a ver por dentro? Quem avaliou a casa? Quem fixou o seu preço?
Claro que agora aparecem todos a dizer que cumpriram a lei e, portanto, ninguém poderá ser responsabilizado porque a culpa, na nossa justiça, é sempre das leis. É esta generalizada irresponsabilidade (ninguém responde por nada) que está a tornar este país cada vez mais insuportável.

SO JOVENS

SO JOVENS A CHUVA

SO JOVENS DO OUTRO LADO DA VIDA

SO JOVENS