domingo, 27 de setembro de 2009



OS SEM EIRA NEM BEIRA DOS XUTOS 30 ANOS DE MUSICA

sábado, 26 de setembro de 2009



PAULO PEDROSO FERRO RODRIGUES



De: Contra os Canhões
Data: 26-09-2009 1:10:44
Para: Undisclosed-Recipient:,
Assunto: é verdade...

SERÁ POSSÍVEL, QUE DEPOIS DE TUDO ISTO E MAIS O QUE TEM SIDO COMENTADO, NÃO CHEGA PARA QUE A VONTADE DE SERMOS UM POVO DIGNO E RESPEITADO PREVALEÇA? PORTUGUESES, NÃO QUEIRAM SER A CHACOTA DA EUROPA E DO RESTO DO MUNDO…….EXIJAM SER RESPEITADOS. DIA 27 PODEM CONCRETIZAR ESTE DESEJO. SÓ DEPENDE DE CADA UM DE VOCÊS!
Orkidea Lima/….
Isto.... infelizmente, é verdade...

Segundo o CM apurou, pelas 05h10, uma carrinha do Corpo de Intervenção - do dispositivo que está a reforçar o policiamento no Algarve durante o Verão - regressava do centro de Lagos para a escola onde os agentes pernoitam quando se depararam com um automóvel a contornar uma rotunda em sentido contrário.
Os agentes evitaram a colisão e de imediato deram ordem de paragem ao condutor.

O jovem, de 24 anos, acusou 1,51 g/l no teste de álcool, pelo que foi detido por condução perigosa e sob efeito de álcool. Na esquadra, o jovem, filho de um procurador do Ministério Público (MP) e de uma juiza, ambos colocados na Grande Lisboa, não requereu a contraprova e foi posto em liberdade, notificado para se apresentar no Tribunal de Lagos pelas 10h00. Já de manhã, os agentes foram até ao tribunal enquanto testemunhas - como diz a lei - mas logo às 10h00 foram dispensados pelo procurador do MP (?!).

O arguido acabou por chegar já depois das 11h30 e foi presente a um juiz.
Ficou por ouvir-se a versão dos agentes.
Os dois amigos do condutor que seguiam no carro têm a mesma idade. No lugar do pendura, ia o filho de Ferreira de Almeida, secretário de Estado do Ordenamento do Território quando Isaltino Morais era ministro do Ambiente.

O jovem terá mostrado "renitência em sair do veículo quando tal lhe foi solicitado, alegando que não eram criminosos perigosos e que a polícia não tinha legitimidade para tal", disse ao CM fonte da PSP. "Aparentemente
alcoolizado", o filho de Ferreira de Almeida terá sido forçado a sair do carro e, ao sair, "caiu ao chão e magoou-se num pé".
Também, foi à esquadra de Lagos e fez queixa contra os agentes que o obrigaram a sair do veículo.

Fonte sindical disse ao CM que "é triste ver os agentes cumprirem o seu dever e depois serem acusados por aqueles que praticaram crimes".
Segundo o CM apurou, os agentes visados - desconhece-se o número - pela acusação de abuso de autoridade vão agora ser alvo de um inquérito de averiguações interno e de um processo judicial complementar a este.
O pai do jovem detido pela PSP é procurador de um Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) recém-criado pela Procuradoria-Geral da República na Grande Lisboa.
Correio da Manhã

sexta-feira, 25 de setembro de 2009


Vila do Conde: Arquitecto detido por cegar e pôr em coma alegado assaltante da sua residência
25 de Setembro de 2009, 15:15

A Polícia Judiciária anunciou hoje a detenção de homem de Vila do Conde suspeito de fazer justiça pelas suas mãos, cegando e deixando em coma o suposto autor de um assalto à sua residência.
O detido, que está indiciado pela prática de um crime de homicídio na forma tentada, é um arquitecto de 45 anos, que agora vai ser presente a interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção tidas por adequadas.
De acordo com fonte policial, o caso ocorreu no dia 21 num terreno baldio de Vila do Conde, altura em que o arguido "atingiu a vítima num olho, de que ficou sem visão, com disparo de uma espingarda de pressão de ar".
Lusa/SAPO
Comentários
o

o
foi num olho...foi pena , devia ser entre os olhos,nunca mais assaltava ninguem
Comentário enviado em 2009-09-25 às 16:07:30
o

o
JÁ TENHO UMA ORDEM DE EXECUÇÃO POIS ELE ROUBOU 2 COUVES E N PAGOU IVA. ( 0.05 €) PARAOS COFRES DO ESTADO, E VOU RECEBER A vILA DO CONDE...GASOLEO + PORTAGENS + ALIMENTAÇÃO = 100 EUROS TAMOS NO BOM CAMINHO
Comentário enviado em 2009-09-25 às 16:07:28
o

Sr.Arquiteto,os homens e as mulheres honrados deste País estão consigo.Nada tema porque nós vamos dar vista à nossa justiça.
Comentário enviado em 2009-09-25 às 16:06:58
o

Este é o resultado das leis que este governo aprovou. A justiça não faz justiça, em cumprimento da legislação em vigior e as vítimas são obrigadas a fazê - la pelas próprias mãos. Ainda a procissão vai no adro. Vai ser uma selva, so salve - se quem puder. Só é pena que, quem aprova estas leis não sejam assaltados e vilipendiados, para sentirem na pele o resultado da visão de jusiça.
Comentário enviado em 2009-09-25 às 16:06:47
o

Ladrão bom é ladrão morto e enterrado na vertical para dar mais lugares para ladrões

Não é por acaso que a nossa justiça é a “ pior da Europa” ate os ingleses já
Avisam os seus cidadãos para terem cuidado em Portugal, por causa dos homicídios roubos e violações

E EU A.....PAGAR



Posição do Movimento para a Democracia Directa - DD sobre as eleições para o Parlamento
O
Movimento para a Democracia Directa - DD tomou a seguinte posição sobre as eleições de 27-9-2009, para a Assembleia da República.

O Movimento para a Democracia Directa – DD fez em 3 de Junho de 2009 um diagnóstico da situação dramática, de crise económica, social, política e moral, do País e do povo e, em consequência tomou uma posição clara de conselho aos eleitores para que fizessem um voto afirmativo nas eleições europeias (nem branco nem nulo) noutro partido que não o Partido Socialista.Desde então, a situação económica e social do País degradou-se e a situação do sistema político agravou-se, confirmando-se a deriva ditatorial do Governo, com a intromissão na imprensa e intoxicação para a impugnação do Presidente da República.Actualizando o diagnóstico realizado, apontamos 33 causas do desastre a que o País foi conduzido:
1. corrupção de Estado;

2. domínio político do Estado, e das instituições dependentes, pelo Partido Socialista e Maçonaria;

3. a deriva anti-democrática do Governo que põe em causa a realização de eleições livres e justas;

4. a violação do princípio democrático da separação de poderes, com a pressão encapotada sob o Presidente, através da intoxicação da opinião pública sobre a sua independência, com o objectivo da sua demissão e condicionamento na escolha do novo Governo, naquilo que constituiria, na prática, um golpe de Estado;

5. o controlo absoluto do Estado pelo Governo, que dirige o Parlamento, condiciona o Presidente da República e torce o poder judicial;

6. a repressão política pelo Governo da liberdade de informação e expressão, mais grave ainda nas vésperas das eleições, acentuada com a intromissão na imprensa livre, para o cancelamento de programas considerados hostis, o saneamento de jornalistas, a perseguição de jornalistas e meios de comunicação independentes;

7. a falta de transparência do Estado, de responsabilização pelas decisões políticas e de prestação de contas dos eleitos e nomeados;

8. a pressão sobre magistrados em processos críticos para o poder e a governamentalização do exercício das autoridades superiores de justiça – mormente, segundo os media, pressionando para um desfecho favorável ao primeiro-ministro do processo Freeport e punindo, através dos seus correlegionários no Conselho Superior de Magistratura o juiz que solicitou a remoção da imunidade parlamentar e despachou a prisão preventiva daquele que era, à época, dirigente número dois do partido;

9. a governamentalização da acção das entidades reguladoras, como o Banco de Portugal, a ERC e a Autoridade da Concorrência;

10. a perda real e progressiva de soberania, através da subalternização do País face a potências estrangeiras;

11. o ataque do Governo às classes profissionais, nomeadamente professores, médicos e enfermeiros, magistrados, polícias e militares;

12. o desemprego crescente, em que avulta o desemprego dos jovens, particularmente dos mais qualificados, e dos activos mais velhos, colocados perante o beco do desemprego de longa duração e a uma reforma antecipada indesejada;

13. a falta de oportunidades promissoras de vida para os jovens;

14. o desnorte na concessão de subsídio de desemprego, com a não atribuição do subsídio a pessoas que estão efectivamente desempregadas e carecem de apoio do Estado, ao mesmo tempo que de, forma incompetente se projecta o Subsídio Social de Desemprego como alternativa ao salário mínimo nacional;

15. a perda de rendimento das famílias;

16. a pauperização crescente dos portugueses, nomeadamente da classe baixa e da classe média, e o surgimento do segmento populacional dos novos pobres;

17. a reemergência da fome, das carências de vestuário e endividamento de famílias em várias zonas de Portugal, com o aumento do recurso a instituições da sociedade civil dedicadas à caridade e às autarquias;

18. o decréscimo do Produto Interno Bruto (PIB), a redução das exportações e aumento da dependência económica do País;

19. o perigoso aumento da dependência política, e subordinação, de Portugal face a países estrangeiros;

20. o crescimento exponencial da despesa pública com escassa produtividade e enorme encargo para gerações futuras, em simultâneo com um processo de extorsão fiscal sobre os cidadãos e as empresas;

21. a tentativa de executar, a todo o custo, projectos faraónicos de obras públicas, desnecessários para o desenvolvimento do País e suspeitos aos olhos dos portugueses sobre os reais motivos e interesses desses contratos;

22. o abandono da agricultura, das pescas e do mundo rural, em que avulta a redução dos apoios à produção e à modernização das explorações, com o não aproveitamento das verbas consignadas para esse fim no orçamento comunitário e nacional;

23. a falência e encerramento de empresas, com mais evidência na agricultura e indústria, fazendo de Portugal um país de comércio e serviços, sem agricultura e sem indústria;

24. o desequilíbrio das contas públicas, que põe em causa a solvabilidade do Estado e, a prazo, os pagamentos de salários aos funcionários públicos e de prestações sociais;

25. os abusos na concessão do Rendimento Social de Inserção, sem exigir prestação de trabalho social, a pessoas que não precisam e outras que não querem trabalhar, com casos de vários registos para uma mesma criança em Conservatórias do Registo Civil, a utilização de bilhetes de identidade falsos, a concessão de subsídios a quem efectivamente trabalha e a não concessão do subsídio a situações da chamada pobreza envergonhada;

26. a preferência política, nos casos de dificuldade, pelos apoios ao rendimento, em vez da integração económica no trabalho, e pelos apoios de natureza social, em vez dos incentivos ao auto-emprego e criação e expansão de empresas;

27. a opção pelas políticas de dependência em vez de uma política consistente de desenvolvimento económico e promoção social;

28. a degradação do ensino, através do facilitismo oficial, do delírio didáctico, da permissividade pedagógica, da indisciplina, do desdém pela assiduidade, da desqualificação e da promoção do falso insucesso;

29. o facilitismo na atribuição de diplomas (des)qualificantes em situações de abuso nas Novas Oportunidades, numa política de concessão rápida de diplomas em vez de aumento de competências pela formação;

30. o agravamento do crime, pelos códigos permissivos e a lassidão ordenada, consentindo, na prática, com a criação de santuários de delinquência que se tornam também guetos de sequestro da população cumpridora;

31. o descalabro na saúde, com o encerramento de serviços de urgência, maternidades e hospitais, e a manutenção de listas de espera absurda, ainda mais grave nos casos de patologias graves, como o cancro;

32. o sentimento de revolta social face à corrupção do Estado, o favoritismo, a mentira política, a desconsideração do povo e o abatimento moral do País

33. o falhanço das falsas e penalizantes reformas do Governo, na administração pública, nas finanças do Estado, na segurança social, na economia, na educação, na saúde, na justiça e na segurança;

Por causa de toda esta situação aflitiva em que o Estado degenerou e o País caíu, o Movimento para a Democracia Directa – DD, associação cívica não-partidária:
a) recomenda aos eleitores portugueses que votem nas eleições legislativas de 27 de Setembro de 2009 e façam um voto afirmativo: não devem desperdiçar o seu direito com votos em branco ou nulos.b) aconselha os eleitores que, pelas gravíssimas razões referidas, não votem no Partido Socialista, escolhendo outro partido da sua preferência ideológica.c) verifica que estas eleições legislativas decorrem num ambiente de condicionamento da liberdade de informação e de expressão pelo Partido Socialista que limita a realização de eleições integralmente livres e justas. O Movimento permanecerá vigilante e não deixará de informar as instituições nacionais e organizações internacionais sobre o processo eleitoral e a liberdade e a democracia em Portugal pós-eleições.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009


.De: Contra os Canhões
Data: 09/24/09 00:25:17
Para: Undisclosed-Recipient:,
Assunto: 'Sócrates, o ditador'

'Sócrates, o ditador'

A saída de António Costa para a Câmara de Lisboa pode ser interpretada de muitas maneiras. Mas, se as intenções podem ser interessantes, os resultados é que contam . Entre estes, está o facto de o candidato à Autarquia se ter afastado do Governo e do Partido, o que deixa Sócrates praticamente sozinho à frente de um e de outro. Único senhor a bordo tem um mestre e uma inspiração . Com Guterres, o primeiro-ministro aprendeu a ambição pessoal, mas, contra ele, percebeu que a indecisão pode ser fatal, ao ponto de, com zelo, se exceder. Prefere decidir mal, mas rapidamente, do que adiar para estudar .
Em Cavaco, colheu o desdém pelo seu partido .
Com os dois e com a sua própria intuição autoritária, compreendeu que se pode governar sem políticos .
Onde estão os políticos socialistas ?
Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são responsáveis pelo seu passado ?
Uns saneados, outros afastados . Uns reformaram-se da política, outros foram encostados . Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão . Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro. Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas empresas que dependem do Governo . Manuel Alegre resiste, mas já não conta . Medeiros Ferreira ensina e escreve. Jaime Gama preside sem poderes. João Cravinho emigrou. Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção, que o socialismo ainda existe. António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão . Almeida Santos justifica tudo. Freitas do Amaral, "ofereceu-se, vendeu-se" e reformou-se !Alberto Martins apagou-se. Mário Soares ocupa-se da globalização . Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores. João Soares espera. Helena Roseta foi à sua vida independente . Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância .
O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado . Os sindicalistas quase não existem. O actual pensamento dos socialistas resume-se a uma lengalenga pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do governo e da luta contra o défice. O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso do que a meditação budista.
Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento público esteve, como hoje , tão adverso e tão farto da política e dos políticos. Sem hesitar, apanhou a onda. Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates. Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião, mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento . Mas nada de essencial está em causa.
Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente .
As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino é pura diversão . Não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o primeiro-ministro .
É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais .
Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o incomodou realmente . Mas tratava-se, politicamente, de uma questão menor. Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo estava sob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá. O estilo de Sócrates consolida-se.
Autoritário, Crispado, Despótico, Irritado, Enervado, Detestando ser contrariado . Não admite perguntas que não estavam previstas ou antes combinadas . Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber.

Tem os seus sermões preparados todos os dias. Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação .

O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade, nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob seu mando e no processo que o

Ministério da Educação abriu contra um funcionário que se exprimiu em privado. O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive, feito já de medo e apreensão . A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa.
A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação . As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações . Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si. Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa . Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado.
Nomeia e saneia a bel-prazer . Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos. É possível . Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade . António Barreto

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

FORÇA SR INSPECTOR OS TUGAS RESPEITAM-NO


HUMOR




De: Contra os Canhões
Data: 09/23/09 17:24:42
Para: Undisclosed-Recipient:,

Assunto: José Duarte. Assistiu às palhaçadas.

José Duarte. Ele estava lá. Assistiu às palhaçadas.
Nós entendemos.
jorge rosmaninho ps73.sp@servidor.com Recebi no Email do partido PS a mensagem sobre a entrevista do Sr. Morais.
è o emigrante típico vive fora de Portugal e quer consertar o país que deixou. Só eles têm amor à pátria, só eles sabem os caminhos que Portugal deve trilhar. Nin´guém se incomoda com os emigrantes, parece que somos uns leprosos, doentes desamparados que vivemos um verdadeiro holocausto. Nunca pedimos nada para o Estado português, apenas os direitos de sermos tratados sem discriminação pelo fato de termos a residência fora de Portugal. O candidato do PS é uma pessoa afinada com a realidade da comunidade, para mim foi uma grata surpresa a escolha para ser nosso representante.
NÃO BASTA SER EMIGRANTE TEM QUE TER CAPACIDADE E SER UMA PESSOA INFORMADA SOBRE OS TRÂMITES DO PARLAMENTO. O EXEMPLO É O CCP QUE NÃO FAZ NADA , PELO MENOS NÃO DÃO SATISFAÇÃO À COMUNIDADE SOBRE O QUE FAZEM EM LISBOA NAS REUNIÕES, PELO QUE EU CONHEÇO NÃO FAZEM NADA DE CONCRETO, POIS NÃO TÊM CAPACIDADE SÓ BOAS INTENÇÕES, ISSO NÃO BASTA. FAREMOS REUNIÕES COM A MASSA ASSOCIATIVA E CONVOCAREMOS RENATO LEAL PARA NOS OUVIR E LEVAR A NOSSA VOZ AO PARLAMENTO DA NOSSA PÁTRIA. QUERO VER QUAIS SÃO AS PROPOSTAS VIÁVEIS QUE NOS APRESENTAM. UM ABRAÇO Jorge R. Rosmaninho

José Duarte. Ele estava lá. Assistiu às palhaçadas.

Exmo. Senhor
Jorge R. Rosmaninho
Obrigado pelo seu contacto.Ficamos, no entanto, sem entender se o senhor está tentando dizer que espera as nossas propostas para as passar ao candidato Renato Leal, que não é nem nunca foi emigrante.Se é isso que que nos propõe, uma vez mais agradecemos, mas não é essa a nossa leitura sobre como é que se devem resolver estas questões.As reuniões partidárias destinam-se aos militantes. Entretanto o caro amigo, se é emigrante, saberá certamente quais as questões que deve colocar ao senhor Renato Leal. Ele andou ai pelo Brasil e por que não o abordaram sobre os problemas dos portugueses residentes no estrangeiro. Nós entendemos. Lamento que se refira ao CCP sem referir que foi precisamente por culpa do actual SECP, Dr. António Braga que este orgão das comunidades chegou ao ponto em que se encontra. Já agora, pergunte isso ao seu camarada José Duarte. Ele estava lá. Assistiu às palhaçadas.Cumprimentos e mande sempre. Luis Patinho

Ditadura do Governo PS

Quem disse que não há perseguição e asfixia???

A opinião pública tomou conhecimento,há dias,de uma decisão do CSM(Conselho Superior da Magistratura),o qual decidiu congelar a nota de "muito bom"ao juíz Rui Teixeira,primeiro magistrado do processo dos pedófilos da Casa Pia,até que haja uma decisão final sobre um processo pendente de pedido de indemnização,de um implicado e arguido da Casa Pia,o antigo ministro(e hoje,novamente,deputado)Dr.Paulo Pedroso.

A decisão,em si,não teria nada de especial,penso eu,se não fosse determinada por três vogais(3)do P.S.,sinal de que há uma grande promiscuidade(só não vê quem não quer)entre o governo e a Justiça,promiscuidade essa que deu,logo,para libertar Paulo Pedroso,ao fim de meia dúzia de meses,enquanto outras figuras,conhecidas do grande público,continuam,ainda,em tribunal!O Dr.Rui Teixeira foi,pessoalmente,à Assembleia da República,para tratar do dossiê Paulo Pedroso...mas porque sai Paulo Pedroso,pouco tempo depois,da cadeia?Não era pedófilo?Não abusou de crianças?E os outros todos que estão em tribunal,é que são?!!Paulo Pedroso é um santinho,coitado,bem,o que ele mais tem é de santo!Tudo isto para dizer que está tudo virada do avesso,já se mistura tudo,a Justiça está completamente apanhada por estes srs.,que nem sequer podem dizer nada!Asfixia democrática,censura,e proibição de se falar em certos assuntos(onde os socialistas estão metidos até às orelhas)é cá...não é na Madeira!Só que como o Dr.Jardim saíu na rifa...
Tenho usado,até agora,neste meu escrito,de uma certa linguagem irónica,mas,ao mesmo tempo,séria,para dizer que,a partir do dia 25-A.até hoje,tem sido um fartar vilanagem,e se estes srs. voltarem a ganhar as eleições,vai ser acabar com o pouco que ainda resta!O caso Casa Pia envolvia todas as pessoas que foram citadas,Paulo Pedroso,Jaime Gama,Ferro Rodrigues,e os que a gente nem sabe,mas pode muito bem imaginar,mas para abafarem este verdadeiro escândalo,tinham que silenciar alguém...esse alguém foi o Juíz Rui Teixeira,homem com classe,um bom magistrado,mas que,por força da força dos socialistas...levou!!!Onde é que eu já ouvi isto
:"Quem se mete com o P.S. leva???
Não é só o problema das "escutas"em Belém que nos preocupa a todos,não é só a maneira de se exprimir de Manuela Ferreira Leite que nos preocupa,esta situação da Casa Pia(que ainda não está completamente resolvida)e o congelamento da carreira de um Juíz exemplar,por ordem dos socialistas,havia de nos preocupar muito mais!!!
M.Celeste.

Obs:

hoje dia 23, quarta feira na Rádio Comunidades Portugueses APE
www.canalcomunidades.com para todo o mundo

Às 17 Horas e 19 horas de Lisboa Ás 13 Horas e 15 Horas de Brasília
Entrevista do Conselheiro CCP Comendador José João Morais. Vale a pena....


Nota congelada de Rui Teixeira é caso «inédito»
Admitiu o vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura
Redacção / CLC

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· » Nota «congelada» de Rui Teixeira é «preocupante»
· » PSD fala em «perseguições a juízes»
· » Casa Pia: juiz Rui Teixeira vai ser avaliado

O vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura (CSM) admitiu esta terça-feira ser «inédito» que o processo de atribuição de nota a um juiz fique parado até ser conhecido o desfecho de uma acção indemnizatória contra o Estado por alegado «erro grosseiro» de magistrado.
António Ferreira Girão, que respondia aos jornalistas a propósito da decisão do CSM relativamente ao congelamento da classificação de «Muito Bom» a Rui Teixeira, primeiro juiz do processo de pedofilia da Casa Pia.
Em comunicado lido por Ferreira Girão, no final de uma reunião plenária, o CSM justifica esta decisão lembrando «ter sido proferida sentença judicial, que em primeira instância condenou o Estado ao pagamento de uma elevada indemnização na sequência de «erro grosseiro» atribuída àquele magistrado no exercício das suas funções».




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QUERO O MEU PAÍS RESPIRAR LIVERDADE 2009-09-22 / 22:34 Por: Francisco Aristoteles
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Por acaso isto não será a asfixia da magistratura?Quem é o juiz que no pleno direito de julgar livremente,futuramente não vai pensar duas vezesa sua decisão,quando se tratar de gente da política.Isto não é condicionar os juizes,não seráisto asfixia.Claro que é.Mas isto já não é só hojeque se está a passar,isto já vem logo que Sócrateschegou ao poder.Recordo quando este juiz foi prender um deputado do PS ao Parlamento eu acheium acto de coragem e pensei para mim,agora é que os políticos vão ver quanto elas mordem,a justiçacomeça a ser igual para todos.Claro que passadoalgum tempo esse deputado é solto e foi direitoà Casa da Democracia,Parlamento,e não é que lhefoi feita uma recepção que eu pensei que tinhaa ver com algo do 25 de Abril.Nunca tinha visto coisa semelhante no Parlamento com os Deputadosdo PS aos gritos,saltos,abraços e até alguns beijos.Depois conclui que aquele aparato de alegria foi por um deputado ser solto por causa doprocesso casa Pia.Vim a saber que este Deputadotem um irmão Magistrado e que na altura fazia parte do Conselho Superior de Magistratura.Comirmão também colocado só podia acontecer o que aconteceu.Cada um faz pela vida,só que a maioriadas pessoas não tem irmãos Magistrados e ainda porcima estarem no C.S.M..Pensei cá para mim,o Juizque julgou este Deputado não vai ter vida fácil.E acertei,vejam a perseguição que estão a fazerao homem três juizes indicados pelo PS/Sócrates.Congelaram a sua promoção.Será isto asfixia!Paramim é para Sócrates e este PS trata-se de um indicativo que quem se meter com ele ou com osamigos do PS,LEVA.Mas que raio de Democracia é esta que estamos a viver.Eu recuso viver nestaDemocracia e por isso vou usar o meu voto para verse com o meu singelo voto,consigo que o meu Paísvolte a respirar o cheiro belo da Democracia quenaquel manhã de Abril entou por este País dentroe agora,após 35 anos nos querem tirar.
Nota(s)... 2009-09-22 / 22:31 Por: mario borges
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A nota ta muito bem congelada. Se o estado tiver mesmo de pagar a indemnização a Paulo Pedroso,esse dinheiro deve ser pago por esse juiz,porque se nao sabe trabalhar tem de ser responsabilizado.
Onde está o Sistema de garantia da Qualidade da Justiça? 2009-09-22 / 21:21 Por: Manuel Silva
2
Erro grosseiro!!!!!



terça-feira, 22 de setembro de 2009