terça-feira, 10 de julho de 2012
Aprenda com esta menina de 5 anos de idade, um herói com um monte de vida a perder e ainda mais coragem para mostrar
por lahoradedespertar
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Uma menina palestina de Janna apenas 5 anos de idade chamado na aldeia de Nabi Saleh noroeste de Ramallah com consciência, sabedoria, coragem e dignidade de todos um herói está em seus trajes tradicionais ea bandeira palestina na frente de soldados exército de ocupação sionista e falar em Inglês I queixa-se um em uma ocupação ilegal e apartheid contra o seu povo, o abuso sofrido de várias décadas, "este é o meu país, eu não quero ir, sair da minha terra que são você está bem da cabeça "......, por quê? Por quê? Por quê?
Israel: ex-primeiro-ministro absolvido de acusações de corrupção

O tribunal de Jerusalém não deu como provado que Ehud Olmert tenha recebido envelopes recheados de dinheiro
Um tribunal israelita ilibou esta terça-feira o antigo primeiro-ministro Ehud Olmert de duas acusações de corrupção, considerando-o culpado de uma outra acusação menor, informou a imprensa internacional.
O tribunal distrital de Jerusalém não deu como provado que Ehud Olmert tenha recebido envelopes recheados de dinheiro ou que tenha processado falsas viagens ao exterior múltiplas vezes. No entanto, condenou-o por uma acusação menor que pendia sobre o ex-governante, a de ter aceitado favores de um antigo colega enquanto era ministro.
Olmert enfrenta ainda um segundo julgamento por alegadamente ter aceite subornos, enquanto presidente da Câmara Municipal em Jerusalém, para facilitar a construção de um grande complexo residencial na cidade.
Antigo dirigente do Partido Kadima (centro), Olmert foi obrigado a demitir-se do cargo de chefe de Governo a 21 de Setembro de 2008, depois de a polícia ter recomendado que fosse acusado numa série de casos.
O antigo primeiro-ministro, que já tinha sido ouvido pela polícia, negou qualquer implicação neste caso. Olmert, de 65 anos, está a ser julgado desde Setembro de 2009 em três outros processos.
Décimo segundo chefe do Governo de Israel, Ehud Olmert chegou ao poder em Março de 2006 para substituir Ariel Sharon, homem forte da direita nacionalista, depois de este ter sofrido um acidente vascular cerebralGuiné-Bissau: Bastonário dos advogados apoia golpe Estado «desde que traga liberdade, fraternidade e democracia»
O bastonário da Ordem dos Advogados guineense, Domingos Quadé, diz que apoia o golpe de Estado de 12 de abril passado, desde que o levantamento militar traga mais liberdade, fraternidade e democracia ao país.
Legislador islandês diz medidas de austeridade são um sinal de loucura
por lahoradedespertar
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Madrid, 06 de julho (EFE) -. Vice islandês Guðfríður Grétarsdóttir Lilja disse hoje em Madrid a acreditar que as medidas de austeridade que está sendo imposta na União Europeia são o caminho para sair da crise é "um sinal de loucura coletiva . "
"Minha esperança é que os europeus estão revolta insana contra medidas de austeridade," Lilja disse em entrevista à Efe, e acrescentou que é "urgente" para a Europa reconsiderar "os cortes drásticos em serviços sociais."
Para o MP islandês, um membro do partido "Esquerda Verde", a terceira força política na Islândia e do Governo, é "doloroso" para gastar "bilhões em salvar os bancos", enquanto ele diz às pessoas que "não a cortar na saúde e na educação de seus filhos. "
Após uma grave crise financeira da Islândia em 2008 ", também teve que cortar muito, na minha opinião, mas não tão extremo quanto aqui", disse Lilja, que admite que na Islândia "muitas pessoas ainda estão com raiva porque eu esperava mais mudanças. "
O pequeno país do Ártico julgado anterior e alguns banqueiros para determinar a sua responsabilidade pela crise econômica, e, nesse sentido, o islandês deputado considerou "juiz natural, os banqueiros e os políticos que fizeram coisas erradas."
Lilja analisou a necessidade de "deixar o povo decidir sobre as políticas a serem tomadas para sair da crise", antes de dizer que "a elite da União Europeia está com medo de que pessoas votam."
"O perigo na Islândia, Espanha e União Europeia é que as pessoas desistam, é a última coisa que devemos fazer se tivermos uma mudança", concluiu o deputado. EFE
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Fonte: http://vistoenlaweb.wordpress.com/

Mensagem sobre tempo de acordar
O Banco do Vaticano é a maior acionista da maior indústria de armas no mundo Pietro Beretta
por lahoradedespertar
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Talvez poucas pessoas sabem que Pietro Beretta arma fábrica Ltd. (a maior indústria de armas no mundo) que é controlada pela Holding SpA Beretta e acionista majoritário da Holding SpA Beretta após Gussalli Ugo Beretta, é o IOR (Instituto para Obras Religiosas [vulgarmente conhecido como Vaticano Banco]) instituição privada, fundada em 1942 pelo Papa Pio XII, com sede na Cidade do Vaticano.
A história é esta, por trás de tudo isso é:
Roma não foi construída em um dia, nem o Vaticano, pelo menos, da sua riqueza atual. Ele tem suas raízes no século IV da era cristã, quando o imperador Constantino se converteu ao cristianismo e à disposição do Papa Silvestre I uma fortuna colossal, de fato transformou-ricos no primeiro Papa na história.
A Igreja Católica é a única organização religiosa na sede mundial é um Estado independente: Cidade do Vaticano. Com o seu 2 Km2 o Vaticano é muito menor do que muitos campos de golfe do mundo, e para se deslocar lentamente não é preciso muito mais de uma hora; Conte sua riqueza, no entanto, levar um tempo considerável mais.
A opulência moderna do Vaticano conta com a generosidade de Benito Mussolini, que, graças ao Tratado de Latrão foi assinado entre o seu governo e do Vaticano, a Igreja Católica recebeu uma série de salvaguardas e medidas de segurança. O "Santa Sé" tem o reconhecimento como um Estado soberano, o benefício da isenção fiscal de sua propriedade para beneficiar os seus cidadãos, eles tiveram que pagar os direitos aduaneiros assim importados do exterior. Ele foi concedida imunidade diplomática e seus diplomatas começaram a desfrutar de pós-privilégios da profissão, bem como diplomatas estrangeiros acreditados junto da Santa Sé. Mussolini prometeu introduzir o ensino da religião católica em todas as escolas do país e deixou a instituição do casamento sob o patrocínio de Direito Canônico, que não admitia o divórcio. Os benefícios eram enormes dado o Vaticano, incluindo benefícios fiscais, eram dominantes.
Em 1933, o Vaticano mais uma vez demonstrou sua capacidade de se envolver em negócios lucrativos com os governos fascistas. A Concordata de 1929, assinou com Mussolini, foi seguido por outro entre a Santa Sé eo Reich de Hitler 3. O gerente de Francesco Pacelli foi uma das figuras-chave do pacto com Mussolini: Seu irmão, o cardeal Eugenio Pacelli, futuro Papa Pio XII foi responsável pela negociação como Secretário de Estado Vaticano, assinando um tratado com a Alemanha de Hitler. Pio XII sabia Alemanha. Ele era núncio em Berlim, durante a Primeira Guerra Mundial e depois como Secretário de Estado de Pio XI, tinha inúmeros discursos para a direção que ele estava tomando política alemã. Como tal, interveio decisivamente na encíclica de Pio XI, conhecido como "Mit Brennender Sorge" (que se traduz "Com preocupação Burning"). A iniciativa da encíclica começou, ao contrário da crença popular, os bispos alemães, o primeiro rascunho foi escrito em Roma pelo Cardeal Faulhaber. O então cardeal Pacelli, que fala alemão, ele deu forma final, apresentado a Pio XI, foi assinado e publicada.A apesar da pressão constante e global alta, o Papa Pio XII sempre se recusou a excomungar Hitler e Mussolini, sua pontificado foi caracterizado através da adopção de uma falsa pose de neutralidade. Quando os nazistas invadiram a Polônia, o Papa Pio XII se recusou a condenar a invasão, uma das maiores vantagens que o Vaticano iria negócio muito lucrativo que teve com Hitler era Kirchensteuer confirmação, ou um imposto da igreja, é um imposto estadual que ainda hoje os alemães fiéis devem pagar, e só podem escapar se renunciar à sua religião. Na prática, muito poucos que dá-lo. Este imposto é sobre a sua própria entre 8 e 10% do imposto total arrecadado pelo governo alemão.
Fonte: http://www.lamanchaobrera.es/?p=11354
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Você não vê?
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Fonte: http://falsasbanderas.wordpress.com/
| Será que é desta forma que a censura na Internet vai terminar? |
| Governo “apoia” maçonaria, farmacêuticas, tauromaquia e igreja através de Fundações Posted: 09 Jul 2012 02:20 AM PDT A notícia não é nova mas é alarmante. Mais um ano que fundos não se sabem para quê vão para fundações duvidosas. Mas num clima de austeridade, temos Fundações possívelmente de “amigos” a serem alimentadas por Portugal. Porquẽ?
Eis numa lista em PDF do DN, alguns exemplos do que falamos:
Há aqui perguntas que devem ser feitas, mas que ninguém as faz: Seria interessante tentar obter os montantes que o estado actualmente gasta com isto. Mas parece impossível. Este ficheiro vem da investigação do DN que foi publicada durante uma semana inteira, uma parte por cada dia. Esta investigação do estado da nação resultou num livro publicado em 2012 com o título “O estado a que o estado chegou” que chegou ao 2º lugar do top de vendas da sua categoria. Estamos na segunda parte de 2012. Onde será gasto o nosso dinheiro? Será algo contextualizado ou continuaremos a apoiar instituições maçónicas e tauromáquicas?
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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Domingo, 8 de Julho de 2012
SOLDADO DO EXERCITO SUICIDA-SE
Ex-toureira Inês Ruivo suicida-se na Ponte Salazar
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| Ex-toureira, oficial do Exército, parou viatura na Ponte e mergulhou de cabeça no Tejo |
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| Inês Ruivo vivera dois anos com o toureiro João Carlos Lorena |

Inês Margarida Neves Ruivo , de apenas 22 anos (completados no passado dia 19 de Maio), ex-candidata no concurso "À Procura de Novos Toureiros", promovido pela empresa do Campo Pequeno, anunciada para uma Aula Prática de Toureio no próximo dia 11 de Agosto em Pedrogão do Alentejo, suicidou-se às 10 horas da manhã de quinta-feira passada atirando-se da Ponte Salazar, em Lisboa.
Antes de o fazer, anunciou o seu acto ao ex-namorado, em telefonema e por sms, o bandarilheiro e ex-novilheiro João Carlos Lorena, com quem viveu durante dois anos, até Março passado.
"Não posso dizer nada, porque está tudo em segredo, abafado pela Polícia Judiciária Militar, até que saia um relatório" - disse Lorena.
Inês Ruivo era actualmente oficial do Exército e exercia funções como condutora do director do Instituto de Odivelas, coronel Serra.
Seguia sózinha, conduzindo a viatura militar e fardada, quando parou o automóvel no tabuleiro da Ponte e mergulhou de cabeça nas águas do Tejo. Mesmo atrás, seguia uma viatura da PSP. Os dois agentes tentaram evitar o seu acto, mas nada puderam fazer.
"Vivi dois anos com a Inês, estávamos separados desde Março, mas continuava a ser o seu maior amigo, confidenciava-me tudo" , recorda o toureio Lorena.
Inês Ruivo , natural de São Sebastião da Pedreira (Lisboa), residia na Charneca de Caparica e desde muito nova que frequentava a quinta do cavaleiro Rui Fernandes, onde seu pai a levava. Influenciada pelo conhecido cavaleiro e também pelo antigo toureiro José Moita da Cruz, acabou por tentar a sua sorte como toureira apeada.
Em 2007, numa entrevista a Hugo Calado no site "toureio.com", explicou que concorreu ao concurso do Campo Pequeno depois de ler uma convocatória no jornal "Farpas". Nessa mesma entrevista contou que usava o nome artístico de "La Casta" (com que estava anunciada no festejo de Agosto próximo em Pedrogão) por ter sempre como referência um tio, a quem chamavam "Casta Rija" e que "se suicidou quem eu era muito pequenina".
Quinta-feira passada, Inês Ruivo combinara com o ex-companheiro João Carlos Lorena ir à corrida nocturna do Campo Pequeno. A sua trágica morte "não foi noticiada em lado nenhum", diz o popular bandarilheiro.
À Família enlutada e ao nosso querido amigo João Lorena endereçamos, nesta hora de dor, os mais sentidos pêsames.
A ENTREVISTA DO GENERAL PIRES VELOSO
. . "Vejo a situação atual com muita apreensão e muita tristeza. Porque sinto que temos uma mentira institucionalizada no país. Não há verdade. Fale-se verdade e o país será diferente. Isto é gravíssimo", disse hoje, em entrevista à Lusa. . Para o general, que enquanto governador militar do Norte foi um dos principais intervenientes no contra-golpe militar de 25 de Novembro que pôs fim ao "Verão Quente" de 1975, "dá a impressão de que seria preciso outro 25 de abril em todos os termos, para corrigir e repor a verdade no sistema e na sociedade". . Pires Veloso, 85 anos, considera que não poderão ser as forças militares a promover um novo 25 de Abril: "Não me parece que se queiram meter nisto. Não estão com a força anímica que tinham antigamente, aquela alma que reagia quando a pátria está em perigo". . "Para mim, o povo é que tem a força toda. Agora é uma questão de congregação, de coordenação, e pode ser que alguém surja" a liderar o processo. Inversão de valores E agora que "o povo já não aguenta mais e não tem mais paciência, é capaz de entrar numa espiral de violência nas ruas, que é de acautelar", alertou, esperando que caso isso aconteça não seja com uma revolução, mas sim com "uma imposição moral que leve os políticos a terem juízo". . Como solução para evitar que as coisas se compliquem, Pires Veloso defendeu uma cultura de valores e de ética. "Há uma inversão que não compreendo desses valores e dessa ética. . Não aceito a atuação de dirigentes como, por exemplo, o Presidente da República, que já há pelo menos dois anos, como economista, tinha obrigação de saber em que estado estava o país, as finanças e a economia. Tinha obrigação moral e não só de dizer ao país em que estado estavam as coisas", defendeu. . Pires Veloso lamentou a existência de "um gangue que tomou conta do país. Tire-se o gangue, tendo-se juízo, pensando no que pode acontecer. . E ponha-se os mais ricos a contribuir para acabar a crise. Porque neste momento não se vai aos mais poderosos". . O general deu como exemplo o salário do administrador executivo da Eletricidade de Portugal (EDP) para sublinhar que "este Governo deve atender a privilégios que determinadas classes têm". . "Não compreendo como Mexia recebe 600 mil euros e há gente na miséria sem ter que dar de comer aos filhos. Bem pode vir Eduardo Catroga dizer que é legal e que os acionistas é que querem, mas isto não pode ser assim. Há um encobrimento de situação de favores aos mais poderosos que é intolerável. E se o povo percebe isso reage de certeza", disse. . Para Pires Veloso, "se as leis permitem um caso como o Mexia, então é preciso outro 25 de abril para mudar as leis", considerando que isto contribui para "a tal mentira institucionalizada que não deixa que as coisas tenham a pureza que deviam ter". Casos como este, que envolvem salários que "são um insulto a um povo inteiro, que tem os filhos com fome", fazem, na opinião do militar, com que em termos sociais a situação seja hoje pior, mesmo, do que antes do 25 de Abril: "Na altura havia um certo pudor nos gastos e agora não: gaste-se à vontade que o dinheiro há de vir". Inversão do 25 de Abril Quanto ao povo, "assiste passivamente à mentira e ao roubo, por enquanto. Mas se as coisas atingirem um limite que não tolere, é o cabo dos trabalhos e não há quem o sustenha. Porque os cidadãos aguentam, têm paciência, mas quando é demais, cuidado com eles". "Quando se deu o 25 de Abril de 1974, disseram que havia de haver justiça social, mais igualdade e melhor repartição de bens. . Estamos a ver uma inversão do que o 25 de Abril exigia", considerou Pires Veloso, para quem "o primeiro-ministro tem de arrepiar caminho rapidamente". . Passos Coelho "tem de fazer ver que tem de haver justiça, melhor repartição de riqueza e que os poderosos é que têm que entrar com sacrifícios nesta crise", defendeu, apontando a necessidade de rever rapidamente as parcerias público-privadas. . "Julgo que Passos Coelho quer a verdade e é esforçado, mas está num sistema do qual está prisioneiro. O Governo mexe nos mais fracos, vai buscar dinheiro onde não há. . E, no entanto, na parte rica e nos poderosos ainda não mexeu. Falta-lhes mais tempo? Não sei. Sei é que tem de mudar as coisas, disse Pires Veloso Esta entrevista vem publicada em: http://www.dn.pt/politica/ |
BPN-A Maior Burla de Sempre em Portugal
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“Melhor do que roubar um banco é fundar um”. Por favor não parem de reenviar ,em nome da Cidadania estes pessoas têm que ser responsabilizadas
Estado da Nação
Barreto "desolado" por não ver caminhos para o futuro
por Lusa, publicado por Luís Manuel CabralHoje
O sociólogo António Barreto elogia o esforço de Portugal, no último ano, para cumprir o acordo com a 'troika', mas declara-se "desolado" com o facto de o país não ter aproveitado este período para abrir caminhos para o futuro.
Em declarações à agência Lusa antes do debate sobre o estado da Nação no Parlamento com o primeiro-ministro, na quarta-feira, António Barreto admite que nas condições económicas do país no primeiro ano pós-troika não seria possível ter já projetos de investimento em curso, mas observou que teria sido possível "aprofundar a procura de novas fontes de investimento", assim como "eliminar obstáculos" ao investimento nacional e estrangeiro.
Num balanço do primeiro ano de aplicação do programa de ajustamento acordado com a 'troika', o investigador criticou a "falta de seletividade e equidade na aplicação das medidas de austeridade" em Portugal.
Em sua opinião, nos próximos anos devia-se "aliviar a carga da austeridade" em tudo o que gera desenvolvimento, emprego e exportação de produtos nacionais, lembrando que este "tipo de seletividade não tem sido aplicado".
António Barreto disse ainda esperar que as universidades e outras entidades idóneas e independentes apresentem estudos e análises credóiveis sobre o resultado da aplicação das medidas de austeridade neste primeiro ano de troika.
O sociólogo entende que o prazo de três anos estipulado pela 'troika' para que Portugal aplique medidas que restaurem a confiança nas finanças públicas e na economia deve ser cumprido, mesmo que este não tenha sido o prazo ideal, e que só depois, quando este plano estiver concluído, se deverá discutir a questão do alargamento dos prazos com a troika.
| Posted: 08 Jul 2012 03:37 AM PDT Passou-se nos Autocarros da Carris em Lisboa: um jovem foi “detido” e envolveu-se em violência com os fiscais.
O Tugaleaks não conseguiu até ao momento nenhum depoimento da Carris. A Carris – Companhia Carris de Ferro de Lisboa, criada em 1872 – é uma empresa de transportes públicos de Lisboa e é tutelada pelo Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.
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