terça-feira, 10 de julho de 2012

Aprenda com esta menina de 5 anos de idade, um herói com um monte de vida a perder e ainda mais coragem para mostrar
por lahoradedespertar

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Uma menina palestina de Janna apenas 5 anos de idade chamado na aldeia de Nabi Saleh noroeste de Ramallah com consciência, sabedoria, coragem e dignidade de todos um herói está em seus trajes tradicionais ea bandeira palestina na frente de soldados exército de ocupação sionista e falar em Inglês I queixa-se um em uma ocupação ilegal e apartheid contra o seu povo, o abuso sofrido de várias décadas, "este é o meu país, eu não quero ir, sair da minha terra que são você está bem da cabeça "......, por quê? Por quê? Por quê?

Israel: ex-primeiro-ministro absolvido de acusações de corrupção





O tribunal de Jerusalém não deu como provado que Ehud Olmert tenha recebido envelopes recheados de dinheiro


Um tribunal israelita ilibou esta terça-feira o antigo primeiro-ministro Ehud Olmert de duas acusações de corrupção, considerando-o culpado de uma outra acusação menor, informou a imprensa internacional.

O tribunal distrital de Jerusalém não deu como provado que Ehud Olmert tenha recebido envelopes recheados de dinheiro ou que tenha processado falsas viagens ao exterior múltiplas vezes. No entanto, condenou-o por uma acusação menor que pendia sobre o ex-governante, a de ter aceitado favores de um antigo colega enquanto era ministro.

Olmert enfrenta ainda um segundo julgamento por alegadamente ter aceite subornos, enquanto presidente da Câmara Municipal em Jerusalém, para facilitar a construção de um grande complexo residencial na cidade.

Antigo dirigente do Partido Kadima (centro), Olmert foi obrigado a demitir-se do cargo de chefe de Governo a 21 de Setembro de 2008, depois de a polícia ter recomendado que fosse acusado numa série de casos.

O antigo primeiro-ministro, que já tinha sido ouvido pela polícia, negou qualquer implicação neste caso. Olmert, de 65 anos, está a ser julgado desde Setembro de 2009 em três outros processos.

Décimo segundo chefe do Governo de Israel, Ehud Olmert chegou ao poder em Março de 2006 para substituir Ariel Sharon, homem forte da direita nacionalista, depois de este ter sofrido um acidente vascular cerebral

Guiné-Bissau: Bastonário dos advogados apoia golpe Estado «desde que traga liberdade, fraternidade e democracia»

O bastonário da Ordem dos Advogados guineense, Domingos Quadé, diz que apoia o golpe de Estado de 12 de abril passado, desde que o levantamento militar traga mais liberdade, fraternidade e democracia ao país.



Legislador islandês diz medidas de austeridade são um sinal de loucura
por lahoradedespertar

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Madrid, 06 de julho (EFE) -. Vice islandês Guðfríður Grétarsdóttir Lilja disse hoje em Madrid a acreditar que as medidas de austeridade que está sendo imposta na União Europeia são o caminho para sair da crise é "um sinal de loucura coletiva . "

"Minha esperança é que os europeus estão revolta insana contra medidas de austeridade," Lilja disse em entrevista à Efe, e acrescentou que é "urgente" para a Europa reconsiderar "os cortes drásticos em serviços sociais."
Para o MP islandês, um membro do partido "Esquerda Verde", a terceira força política na Islândia e do Governo, é "doloroso" para gastar "bilhões em salvar os bancos", enquanto ele diz às pessoas que "não a cortar na saúde e na educação de seus filhos. "
Após uma grave crise financeira da Islândia em 2008 ", também teve que cortar muito, na minha opinião, mas não tão extremo quanto aqui", disse Lilja, que admite que na Islândia "muitas pessoas ainda estão com raiva porque eu esperava mais mudanças. "
O pequeno país do Ártico julgado anterior e alguns banqueiros para determinar a sua responsabilidade pela crise econômica, e, nesse sentido, o islandês deputado considerou "juiz natural, os banqueiros e os políticos que fizeram coisas erradas."
Lilja analisou a necessidade de "deixar o povo decidir sobre as políticas a serem tomadas para sair da crise", antes de dizer que "a elite da União Europeia está com medo de que pessoas votam."
"O perigo na Islândia, Espanha e União Europeia é que as pessoas desistam, é a última coisa que devemos fazer se tivermos uma mudança", concluiu o deputado. EFE
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Fonte: http://vistoenlaweb.wordpress.com/

Mensagem sobre tempo de acordar

O Banco do Vaticano é a maior acionista da maior indústria de armas no mundo Pietro Beretta
por lahoradedespertar

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Talvez poucas pessoas sabem que Pietro Beretta arma fábrica Ltd. (a maior indústria de armas no mundo) que é controlada pela Holding SpA Beretta e acionista majoritário da Holding SpA Beretta após Gussalli Ugo Beretta, é o IOR (Instituto para Obras Religiosas [vulgarmente conhecido como Vaticano Banco]) instituição privada, fundada em 1942 pelo Papa Pio XII, com sede na Cidade do Vaticano.

A história é esta, por trás de tudo isso é:

Roma não foi construída em um dia, nem o Vaticano, pelo menos, da sua riqueza atual. Ele tem suas raízes no século IV da era cristã, quando o imperador Constantino se converteu ao cristianismo e à disposição do Papa Silvestre I uma fortuna colossal, de fato transformou-ricos no primeiro Papa na história.




A Igreja Católica é a única organização religiosa na sede mundial é um Estado independente: Cidade do Vaticano. Com o seu 2 Km2 o Vaticano é muito menor do que muitos campos de golfe do mundo, e para se deslocar lentamente não é preciso muito mais de uma hora; Conte sua riqueza, no entanto, levar um tempo considerável mais.

A opulência moderna do Vaticano conta com a generosidade de Benito Mussolini, que, graças ao Tratado de Latrão foi assinado entre o seu governo e do Vaticano, a Igreja Católica recebeu uma série de salvaguardas e medidas de segurança. O "Santa Sé" tem o reconhecimento como um Estado soberano, o benefício da isenção fiscal de sua propriedade para beneficiar os seus cidadãos, eles tiveram que pagar os direitos aduaneiros assim importados do exterior. Ele foi concedida imunidade diplomática e seus diplomatas começaram a desfrutar de pós-privilégios da profissão, bem como diplomatas estrangeiros acreditados junto da Santa Sé. Mussolini prometeu introduzir o ensino da religião católica em todas as escolas do país e deixou a instituição do casamento sob o patrocínio de Direito Canônico, que não admitia o divórcio. Os benefícios eram enormes dado o Vaticano, incluindo benefícios fiscais, eram dominantes.

Em 1933, o Vaticano mais uma vez demonstrou sua capacidade de se envolver em negócios lucrativos com os governos fascistas. A Concordata de 1929, assinou com Mussolini, foi seguido por outro entre a Santa Sé eo Reich de Hitler 3. O gerente de Francesco Pacelli foi uma das figuras-chave do pacto com Mussolini: Seu irmão, o cardeal Eugenio Pacelli, futuro Papa Pio XII foi responsável pela negociação como Secretário de Estado Vaticano, assinando um tratado com a Alemanha de Hitler. Pio XII sabia Alemanha. Ele era núncio em Berlim, durante a Primeira Guerra Mundial e depois como Secretário de Estado de Pio XI, tinha inúmeros discursos para a direção que ele estava tomando política alemã. Como tal, interveio decisivamente na encíclica de Pio XI, conhecido como "Mit Brennender Sorge" (que se traduz "Com preocupação Burning"). A iniciativa da encíclica começou, ao contrário da crença popular, os bispos alemães, o primeiro rascunho foi escrito em Roma pelo Cardeal Faulhaber. O então cardeal Pacelli, que fala alemão, ele deu forma final, apresentado a Pio XI, foi assinado e publicada.A apesar da pressão constante e global alta, o Papa Pio XII sempre se recusou a excomungar Hitler e Mussolini, sua pontificado foi caracterizado através da adopção de uma falsa pose de neutralidade. Quando os nazistas invadiram a Polônia, o Papa Pio XII se recusou a condenar a invasão, uma das maiores vantagens que o Vaticano iria negócio muito lucrativo que teve com Hitler era Kirchensteuer confirmação, ou um imposto da igreja, é um imposto estadual que ainda hoje os alemães fiéis devem pagar, e só podem escapar se renunciar à sua religião. Na prática, muito poucos que dá-lo. Este imposto é sobre a sua própria entre 8 e 10% do imposto total arrecadado pelo governo alemão.

Fonte: http://www.lamanchaobrera.es/?p=11354

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Você não vê?


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Fonte: http://falsasbanderas.wordpress.com/

Será que é desta forma que a censura na Internet vai terminar?

Governo “apoia” maçonaria, farmacêuticas, tauromaquia e igreja através de Fundações

Posted: 09 Jul 2012 02:20 AM PDT

A notícia não é nova mas é alarmante. Mais um ano que fundos não se sabem para quê vão para fundações duvidosas. Mas num clima de austeridade, temos Fundações possívelmente de “amigos” a serem alimentadas por Portugal. Porquẽ?

Governo “apoia” maçonaria, farmacêuticas, tauromaquia e igreja através de Fundações

Eis numa lista em PDF do DN, alguns exemplos do que falamos:

  • Fundação LMBCE ‐ Lisboa Mais Bela Cidade da Europa, apoiada pelo Ministério da Segurança Social, da Família e da Criança
  • Fundação Merck Sharp e Dhome, apoiada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
  • Fundação Pedrito de Portugal, apoiada pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social
  • Fundação Schering Lusitana, apoiada pelo Ministério da Saúde
  • Fundação Grande Oriente Lusitano, apoiada pelo Ministério da Segurança Social, da Família e da Criança

Há aqui perguntas que devem ser feitas, mas que ninguém as faz:
Se em 2011 estas fundações todas recebiam um valor estimado de 81 mil milhões de euros, quanto paga o estado para estas e outras empresas? Uma outra questão é: quantas vezes cabe dentro desta estimativa o total arrecadado com o roubo dos subsídios?

Seria interessante tentar obter os montantes que o estado actualmente gasta com isto. Mas parece impossível.

Este ficheiro vem da investigação do DN que foi publicada durante uma semana inteira, uma parte por cada dia. Esta investigação do estado da nação resultou num livro publicado em 2012 com o título “O estado a que o estado chegou” que chegou ao 2º lugar do top de vendas da sua categoria.

Estamos na segunda parte de 2012. Onde será gasto o nosso dinheiro? Será algo contextualizado ou continuaremos a apoiar instituições maçónicas e tauromáquicas?

segunda-feira, 9 de julho de 2012


Domingo, 8 de Julho de 2012

SOLDADO DO EXERCITO SUICIDA-SE

Ex-toureira Inês Ruivo suicida-se na Ponte Salazar

Ex-toureira, oficial do Exército, parou viatura na Ponte
e mergulhou de cabeça no Tejo
Inês Ruivo vivera dois anos com o toureiro João Carlos Lorena



Inês Margarida Neves Ruivo
, de apenas 22 anos (completados no passado dia 19 de Maio), ex-candidata no concurso "À Procura de Novos Toureiros", promovido pela empresa do Campo Pequeno, anunciada para uma Aula Prática de Toureio no próximo dia 11 de Agosto em Pedrogão do Alentejo, suicidou-se às 10 horas da manhã de quinta-feira passada atirando-se da Ponte Salazar, em Lisboa.
Antes de o fazer, anunciou o seu acto ao ex-namorado, em telefonema e por sms, o bandarilheiro e ex-novilheiro João Carlos Lorena, com quem viveu durante dois anos, até Março passado.
"Não posso dizer nada, porque está tudo em segredo, abafado pela Polícia Judiciária Militar, até que saia um relatório"
- disse Lorena.
Inês Ruivo
era actualmente oficial do Exército e exercia funções como condutora do director do Instituto de Odivelas, coronel Serra.
Seguia sózinha, conduzindo a viatura militar e fardada, quando parou o automóvel no tabuleiro da Ponte e mergulhou de cabeça nas águas do Tejo. Mesmo atrás, seguia uma viatura da PSP. Os dois agentes tentaram evitar o seu acto, mas nada puderam fazer.
"Vivi dois anos com a Inês, estávamos separados desde Março, mas continuava a ser o seu maior amigo, confidenciava-me tudo"
, recorda o toureio Lorena.
Inês Ruivo
, natural de São Sebastião da Pedreira (Lisboa), residia na Charneca de Caparica e desde muito nova que frequentava a quinta do cavaleiro Rui Fernandes, onde seu pai a levava. Influenciada pelo conhecido cavaleiro e também pelo antigo toureiro José Moita da Cruz, acabou por tentar a sua sorte como toureira apeada.
Em 2007, numa entrevista a Hugo Calado no site "toureio.com", explicou que concorreu ao concurso do Campo Pequeno depois de ler uma convocatória no jornal "Farpas". Nessa mesma entrevista contou que usava o nome artístico de "La Casta" (com que estava anunciada no festejo de Agosto próximo em Pedrogão) por ter sempre como referência um tio, a quem chamavam "Casta Rija" e que "se suicidou quem eu era muito pequenina".
Quinta-feira passada, Inês Ruivo combinara com o ex-companheiro João Carlos Lorena ir à corrida nocturna do Campo Pequeno. A sua trágica morte "não foi noticiada em lado nenhum", diz o popular bandarilheiro.
À Família enlutada e ao nosso querido amigo João Lorena endereçamos, nesta hora de dor, os mais sentidos pêsames.
PONTE SALAZAR

VER ECRAN INTEIRO

A ENTREVISTA DO GENERAL PIRES VELOSO



O general Pires Veloso, um dos protagonistas do 25 de Novembro de 1975 que naquela década ficou conhecido como "vice-rei do Norte", defende um novo 25 de Abril, de raiz popular, para acabar com "a mentira e o roubo institucionalizados".
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"Vejo a situação atual com muita apreensão e muita tristeza. Porque sinto que temos uma mentira institucionalizada no país. Não há verdade. Fale-se verdade e o país será diferente. Isto é gravíssimo", disse hoje, em entrevista à Lusa.
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Para o general, que enquanto governador militar do Norte foi um dos principais intervenientes no contra-golpe militar de 25 de Novembro que pôs fim ao "Verão Quente" de 1975, "dá a impressão de que seria preciso outro 25 de abril em todos os termos, para corrigir e repor a verdade no sistema e na sociedade".
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Pires Veloso, 85 anos, considera que não poderão ser as forças militares a promover um novo 25 de Abril: "Não me parece que se queiram meter nisto. Não estão com a força anímica que tinham antigamente, aquela alma que reagia quando a pátria está em perigo".
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"Para mim, o povo é que tem a força toda. Agora é uma questão de congregação, de coordenação, e pode ser que alguém surja" a liderar o processo.

Inversão de valores

E agora que "o povo já não aguenta mais e não tem mais paciência, é capaz de entrar numa espiral de violência nas ruas, que é de acautelar", alertou, esperando que caso isso aconteça não seja com uma revolução, mas sim com "uma imposição moral que leve os políticos a terem juízo".
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Como solução para evitar que as coisas se compliquem, Pires Veloso defendeu uma cultura de valores e de ética. "Há uma inversão que não compreendo desses valores e dessa ética.
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Não aceito a atuação de dirigentes como, por exemplo, o Presidente da República, que já há pelo menos dois anos, como economista, tinha obrigação de saber em que estado estava o país, as finanças e a economia. Tinha obrigação moral e não só de dizer ao país em que estado estavam as coisas", defendeu.
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Pires Veloso lamentou a existência de "um gangue que tomou conta do país. Tire-se o gangue, tendo-se juízo, pensando no que pode acontecer.
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E ponha-se os mais ricos a contribuir para acabar a crise. Porque neste momento não se vai aos mais poderosos".
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O general deu como exemplo o salário do administrador executivo da Eletricidade de Portugal (EDP) para sublinhar que "este Governo deve atender a privilégios que determinadas classes têm".
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"Não compreendo como Mexia recebe 600 mil euros e há gente na miséria sem ter que dar de comer aos filhos. Bem pode vir Eduardo Catroga dizer que é legal e que os acionistas é que querem, mas isto não pode ser assim. Há um encobrimento de situação de favores aos mais poderosos que é intolerável. E se o povo percebe isso reage de certeza", disse.
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Para Pires Veloso, "se as leis permitem um caso como o Mexia, então é preciso outro 25 de abril para mudar as leis", considerando que isto contribui para "a tal mentira institucionalizada que não deixa que as coisas tenham a pureza que deviam ter".
Casos como este, que envolvem salários que "são um insulto a um povo inteiro, que tem os filhos com fome", fazem, na opinião do militar, com que em termos sociais a situação seja hoje pior, mesmo, do que antes do 25 de Abril: "Na altura havia um certo pudor nos gastos e agora não: gaste-se à vontade que o dinheiro há de vir".

Inversão do 25 de Abril

Quanto ao povo, "assiste passivamente à mentira e ao roubo, por enquanto. Mas se as coisas atingirem um limite que não tolere, é o cabo dos trabalhos e não há quem o sustenha. Porque os cidadãos aguentam, têm paciência, mas quando é demais, cuidado com eles".
"Quando se deu o 25 de Abril de 1974, disseram que havia de haver justiça social, mais igualdade e melhor repartição de bens.
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Estamos a ver uma inversão do que o 25 de Abril exigia", considerou Pires Veloso, para quem "o primeiro-ministro tem de arrepiar caminho rapidamente".
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Passos Coelho "tem de fazer ver que tem de haver justiça, melhor repartição de riqueza e que os poderosos é que têm que entrar com sacrifícios nesta crise", defendeu, apontando a necessidade de rever rapidamente as parcerias público-privadas.
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"Julgo que Passos Coelho quer a verdade e é esforçado, mas está num sistema do qual está prisioneiro. O Governo mexe nos mais fracos, vai buscar dinheiro onde não há.
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E, no entanto, na parte rica e nos poderosos ainda não mexeu. Falta-lhes mais tempo? Não sei. Sei é que tem de mudar as coisas, disse Pires Veloso

BPN-A Maior Burla de Sempre em Portugal



Este número é demasiado grande para caber nos jornais (9.710.600.000,00€) !!!
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Além disso, reparem bem, nos nomes dos protagonistas!!!
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Tudo “gente fina”, bem posicionada e intocáveis!!!Parece anedota, mas é autêntico: dia 11 de abril do ano passado, um homem armado assaltou a dependência do Banco Português de Negócios, ousimplesmente BPN, na Portela de Sintra, arredores de Lisboa e levou 22 mil euros.
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Tratou-se de um assalto histórico:foi a primeira vez que o BPN foi assaltado por alguém que não fazia parte da administração do banco.O BPN tem feito correr rios de tinta e ainda mais rios de dinheiro dos contribuintes.Foi a maior burla de sempre em Portugal, qualquer coisa como 9.710.539.940,09 euros.
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Com esses nove biliões e setecentos e dez milhões de euros, lialgures, podiam-se comprar 48 aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo), 16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid,construir 7 TGV de Lisboa a Gaia, 5 pontes sobre o Tejo ou distribuir 971 euros por cada um dos 10 milhões de portugueses residentes noterritório nacional (os 5 milhões que vivem no estrangeiro não seriam contemplados).João Marcelino, diretor do Diário de Notícias, de Lisboa, considera que “é o maior escândalo financeiro da história de Portugal. Nunca antes houve um roubo desta dimensão", “tapado” por uma nacionalização que já custou 2.400 milhões de euros delapidados algures entregestores de fortunas privadas em Gibraltar, empresas do Brasil, offshores de Porto Rico, um oportuno banco de Cabo Verde e avoracidade de uma parte da classe política portuguesa que se aproveitou desta vergonha criada por figuras importantes daquilo que foi o cavaquismo na sua fase executiva”.
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O diretor do DN conclui afirmando que este escândalo “é o exemplomáximo da promiscuidade dos decisores políticos e económicos portugueses nos últimos 20 anos e o emblema maior deste terceiro auxílio financeiro internacional em 35 anos de democracia.
Justifica plenamente a pergunta que muitos portugueses fazem: se isto é assim àvista de todos, o que não irá por aí?”
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O BPN foi criado em 1993 com a fusão das sociedades financeirasSoserfin e Norcrédito e era pertença da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), que compreendia um universo de empresas transparentes erespeitando todos os requisitos legais, e mais de 90 nebulosas sociedades offshores sediadas em distantes paraísos fiscais como o BPNCayman, que possibilitava fuga aos impostos e negociatas.
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O BPN tornou-se conhecido como banco do PSD, proporcionando "colocações" para ex-ministros e secretários de Estadosociais-democratas.
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O homem forte do banco era José de Oliveira e Costa, que Cavaco Silva foi buscar em 1985 ao Banco de Portugal para ser secretário de Estado dos Assuntos Fiscais e assumiu a presidência do BPN em 1998, depois de uma passagem pelo Banco Europeu deInvestimentos e pelo Finibanco.
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O braço direito de Oliveira e Costa era Manuel Dias Loureiro, ministro dos Assuntos Parlamentares e Administração Interna nos dois últimos governos de Cavaco Silva e que deve ser mesmo bom (até para fazerfalcatruas é preciso talento!), entrou na política em 1992 com quarenta contos e agora tem mais de 400 milhões de euros.
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Vêm depois os nomes de Daniel Sanches, outro ex-ministro da Administração Interna (no tempo de Santana Lopes) e que foi para o BPN pela mão de Dias Loureiro; de Rui Machete, presidente do Congresso do PSD e dos ex-ministros Amílcar Theias e Arlindo Carvalho.
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Apesar desta constelação de bem pagos gestores, o BPN faliu.
Em 2008, quando as coisas já cheiravam a esturro, Oliveira e Costa deixou apresidência alegando motivos de saúde, foi substituido por Miguel Cadilhe, ministro das Finanças do XI Governo de Cavaco Silva e que denunciou os crimes financeiros cometidos pelas gestões anteriores.
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O resto da história é mais ou menos conhecido e terminou com o colapsodo BPN, sua posterior nacionalização e descoberta de um prejuízo de 1,8 mil milhões de euros, que os contribuintes tiveram que suportar.
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Que aconteceu ao dinheiro do BPN? Foi aplicado em bons e em maus negócios, multiplicou-se em muitas operações “suspeitas” que geraram lucros e que Oliveira e Costa dividiu generosamente pelos seus homens de confiança em prémios, ordenados, comissões e empréstimos bancários.
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Não seria o primeiro nem o último banco a falir, mas o governo de Sócrates decidiu intervir e o BPN passou a fazer parte da Caixa Geral de Depósitos, um banco estatal liderado por Faria de Oliveira, outro ex-ministro de Cavaco e membro da comissão de honra da suarecandidatura presidencial, lado a lado com Norberto Rosa, ex-secretário de estado de Cavaco e também hoje na CGD.
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Outro social-democrata com ligações ao banco é Duarte Lima, ex-líder parlamentar do PSD, que se mantém em prisão domiciliária por envolvimento fraudulento com o BPN e também está acusado pela polícia brasileira do assassinato de Rosalina Ribeiro, companheira e uma dasherdeiras do milionário Tomé Feteira.
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Em 2001 comprou a EMKA, uma das offshores do banco por três milhões de euros, tornando-se também accionista do BPN.
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Em 31 de julho, o ministério das Finanças anunciou a venda do BPN, por 40 milhões de euros, ao BIC, banco angolano de Isabel dos Santos, filha do presidente José Eduardo dos Santos, e de Américo Amorim, que tinha sido o primeiro grande accionista do BPN.
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O BIC é dirigido por Mira Amaral, que foi ministro nos três governosliderados por Cavaco Silva e é o mais famoso pensionista de Portugal devido à reforma de 18.156 euros por mês que recebe desde 2004, aos 56 anos, apenas por 18 meses como administrador da CGD.
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O Estado português queria inicialmente 180 milhões de euros pelo BPN,mas o BIC acaba por pagar 40 milhões (menos que a cláusula de rescisão de qualquer craque da bola) e os contribuintes portugueses vão meter ainda mais 550 milhões de euros no banco, além dos 2,4 mil milhões que já lá foram enterrados. O governo suportará também os encargos dos despedimentos de mais de metade dos actuais 1.580 trabalhadores (20 milhões de euros).
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As relações de Cavaco Silva com antigos dirigentes do BPN foram muito criticadas pelos seus oponentes durante a última campanha das eleiçõespresidenciais. Cavaco Silva defendeu-se dizendo que apenas tinha sido primeiro-ministro de um governo de que faziam parte alguns dos envolvidos neste escândalo.

Mas os responsáveis pela maior fraude de sempre em Portugal não foram apenas colaboradores políticos do presidente, tiveram também negócios com ele. Cavaco Silva também beneficiou da especulativa e usurária burla quelevou o BPN à falência.
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Em 2001, ele e a filha compraram (a 1 euro por acção, preço feito porOliveira e Costa) 255.018 acções da SLN, o grupo detentor do BPN e, em 2003, venderam as acções com um lucro de 140%, mais de 350 mil euros. Por outro lado, Cavaco Silva possui uma casa de férias na Aldeia da Coelha, Albufeira, onde é vizinho de Oliveira e Costa e alguns dos administradores que afundaram o BPN.
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O valor patrimonial da vivenda é de apenas 199. 469,69 euros e resultou de uma permuta efectuada em1999 com uma empresa de construção civil de Fernando Fantasia, accionista do BPN e também seu vizinho no aldeamento .Para alguns portugueses são muitas coincidências e alguns mais divertidos consideram que Oliveira e Costa deve ser mesmo bom economista(!!!):
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Num ano fez as acções de Cavaco e da filha quase triplicarem de valor e, como tal, poderá ser o ministro das Finanças(!!??) certo para salvar Portugal na actual crise económica. Quem sabe, talvez Oliveira e Costa ainda venha a ser condecorado em vez de ir parar à prisão....ah,ah,ah.
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O julgamento do caso BPN já começou, mas os jornais pouco têm falado nisso. Há 15 arguidos, acusados dos crimes de burla qualificada, falsificação de documentos e fraude fiscal, mas nem sequer se sentam no banco dos réus.
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Os acusados pediram dispensa de estarem presentes em tribunal e o Ministério Público deferiu os pedidos. Se tivessem roubado 900 euros, o mais certo era estarem atrás das grades, deram descaminho a nove biliões e é um problema político.

Nos EUA, Bernard Madoff, autor de uma fraude de 65 biliões de dólares, já está a cumprir 150 anos de prisão, mas os 15 responsáveis pela falência do BPN estão a ser julgados por juízes "condescendentes", vão apanhar talvez pena suspensa e ficam com o produto do roubo, já que puseram todos os bens em nome dos filhos e netos ou pertencentes a empresas sediadas em paraísos fiscais.

Oliveira e Costa colocou as suas propriedades e contas bancárias em nome da mulher, de quem entretanto se divorciou após 42 anos de casamento. Se estivéssemos nos EUA, provavelmente a senhora teria de devolver o dinheiro que o marido ganhou em operações ilegais, mas no Portugal dos brandos costumes talvez isso não aconteça.
Dias Loureiro também não tem bens em seu nome. Tem uma fortuna de 400 milhões de euros e o valor máximo das suas contas bancárias são apenas cinco mil euros.
Não há dúvida que os protagonistas da fraude do BPN foram meticulosos, preveniram eventuais consequências e seguiram a regra de Brecht:
“Melhor do que roubar um banco é fundar um”.
Por favor não parem de reenviar ,em nome da Cidadania estes pessoas têm que ser responsabilizadas
PORTUGAL SEM FUTURO

Estado da Nação

Barreto "desolado" por não ver caminhos para o futuro

por Lusa, publicado por Luís Manuel CabralHoje

António Barreto, sociólogo
António Barreto, sociólogo Fotografia © Steven Governo - Global Imagens

O sociólogo António Barreto elogia o esforço de Portugal, no último ano, para cumprir o acordo com a 'troika', mas declara-se "desolado" com o facto de o país não ter aproveitado este período para abrir caminhos para o futuro.

Em declarações à agência Lusa antes do debate sobre o estado da Nação no Parlamento com o primeiro-ministro, na quarta-feira, António Barreto admite que nas condições económicas do país no primeiro ano pós-troika não seria possível ter já projetos de investimento em curso, mas observou que teria sido possível "aprofundar a procura de novas fontes de investimento", assim como "eliminar obstáculos" ao investimento nacional e estrangeiro.

Num balanço do primeiro ano de aplicação do programa de ajustamento acordado com a 'troika', o investigador criticou a "falta de seletividade e equidade na aplicação das medidas de austeridade" em Portugal.

Em sua opinião, nos próximos anos devia-se "aliviar a carga da austeridade" em tudo o que gera desenvolvimento, emprego e exportação de produtos nacionais, lembrando que este "tipo de seletividade não tem sido aplicado".

António Barreto disse ainda esperar que as universidades e outras entidades idóneas e independentes apresentem estudos e análises credóiveis sobre o resultado da aplicação das medidas de austeridade neste primeiro ano de troika.

O sociólogo entende que o prazo de três anos estipulado pela 'troika' para que Portugal aplique medidas que restaurem a confiança nas finanças públicas e na economia deve ser cumprido, mesmo que este não tenha sido o prazo ideal, e que só depois, quando este plano estiver concluído, se deverá discutir a questão do alargamento dos prazos com a troika.

Posted: 08 Jul 2012 03:37 AM PDT

Passou-se nos Autocarros da Carris em Lisboa: um jovem foi “detido” e envolveu-se em violência com os fiscais.

Jovem sem passe “detido” por dois fiscais da Carris

O Tugaleaks não conseguiu até ao momento nenhum depoimento da Carris. A Carris – Companhia Carris de Ferro de Lisboa, criada em 1872 – é uma empresa de transportes públicos de Lisboa e é tutelada pelo Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.
No entanto, obtivemos um depoimento de um fiscal da CP que nos indica que “sempre que há indícios de fuga à multa podemos até contactar o maquinista para não abrir as portas do comboio na estação seguinte”. Afirma ainda que “eu pessoalmente não me envolvo em confrontos físicos, não tenho treino ou formação para isso”.
Aparentemente, dois fiscais da Carris têm. Embora o individuo, pudesse ter tentado escapar à multa, nada fazia prever que fiscais da Carris tentassem coagir à saída ou ao pagamento pela força. No vídeo é também visível pelas pernas no chão que o individuo ao levantar-se tem dores.