terça-feira, 29 de abril de 2014

Mísseis de CR7 abalam Munique
Extremo do Real Madrid já soma 30 golos na Liga espanhola e 14 na Liga dos Campeões.
Amarrada à cama e morta à facada
A comerciante de 39 anos, natural de Cinfães, tinha uma vida pessoal bastante reservada.
Lei inglesa declara Maddie como morta
Procedimento estipulado ao fim de sete anos de desaparecimento. Pais recusam aceitar

Ex-PSP condenado por abusar de crianças
Idoso pagava às famílias para estar com os menores
Pai degola filho e fere outro com gravidade
Uruguaio de 32 anos escreveu carta a justificar o crime. Mãe encontrou cenário de horror quando foi buscar as crianças, que tinham passado o fim-de-semana com o pai

Sindicatos dizem que recuo do Governo sobre indemnizações por despedimento ilegal era "inevitável"

Executivo não vai avançar com corte nas indemnizações por despedimento ilegal. CGTP e UGT satisfeitos.
A CGTP e a UGT, as duas principais centrais sindicais, congratularam-se, nesta segunda-feira, com a decisão do Governo de não avançar para a descida da indemnizações por despedimento ilegal, recomendada pela troika de credores internacionais (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu).
Posted: 27 Apr 2014 07:22 AM PDT
Um intermediário que teve nas mãos um contrato de milhões entre duas empresas do Estado, um armador assassinado em circunstâncias trágicas, uma razão política mais poderosa do que a razão económica e uma miragem de rentabilizar o Atlântida em águas quentes no Inverno. Tudo isto anda à volta do navio polémico e dos seus estaleiros agora extintos. O PÚBLICO consultou relatórios oficiais, pareceres técnicos e jurídicos, falou com políticos, gestores, uns retirados, outros no activo. É um rosto da gestão do bem público em Portugal. De 2005 a 2009, o engenheiro naval João Moita trabalhou para a construção do Atlântida como agente e intermediário. Não como um mero intermediário, pois era o elo de ligação do armador com os projectistas russos que vieram pela sua mão para um negócio de 57,9 milhões de euros. Procurou mesmo comprador para o barco depois de, em 9 de Abril de 2009, os açorianos da Atlânticoline terem rompido o contrato com os estaleiros de Viana. Também trabalhou para os ENVC...

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Posted: 27 Apr 2014 06:30 AM PDT
Segundo informações fornecidas pelo INPI, os portugueses pedem protecção para invenções na área das “necessidades da vida” (32%), química e metalurgia (19%), “técnicas industriais diversas e transportes” (15%) e física (14%). Já no design, o maior número de pedidos foram para peças de mobiliário, vestuário e retrosaria, ou “artigos de adorno”. “Estas classes representam 43% dos pedidos e 66% do número de objectos”, adianta fonte do instituto. A Universidade de Aveiro lidera a lista das entidades com mais pedidos de invenções nacionais em 2013. Avançou com 19 requerimentos no INPI e é seguida de perto pelo Instituto Superior Técnico (com 15 pedidos), a Universidade do Minho (10) e o Instituto Politécnico de Leiria (7). José Paulo Rainho, coordenador da Unidade de Transferência de Tecnologia da Universidade de Aveiro (UATEC), diz que nos últimos anos o registo de patentes encabeçados pela instituição tem aumentado e muito se deve, não só à investigação, mas também a uma “mudança...

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Posted: 25 Apr 2014 06:30 AM PDT
World of Discoveries abre esta sexta-feira ao público e, de acordo com Mário Ferreira, são esperados no primeiro ano cerca de 300 mil visitantes. O empresário explica que este é um “projecto desenhado para todas as áreas e muito transversal”, sendo mais interactivo e lúdico para as crianças, para que as mesmas possam “aprender, divertindo-se”, e preparado para as famílias, para os portugueses e para os turistas. Os bilhetes custam 14 euros por adulto, 8 para crianças e 11 para estudantes e séniores. O investimento no novo museu e parque temático rondou os oito milhões de euros e foram criados 40 postos de trabalho. (Público)

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Discoteca nega insultos racistas a Nelson Évora

Publicado às 08.39

 
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O presidente do conselho de administração do grupo K negou hoje que tenha havido qualquer ato racista para com atletas, nomeadamente Nelson Évora, na discoteca Urban Beach, tal como este denuncia na página oficial no Facebook.
 
foto Gerardo Santos/Global Imagens
Discoteca nega insultos racistas a Nelson Évora
Nélson Évora
 
A denúncia de racismo foi feita na noite de segunda-feira, pelas 22 horas, no Facebook, tendo Nelson Évora escrito que na noite de 19 de abril foi-lhe negada a entrada na discoteca lisboeta "Urban Beach" por haver "demasiados pretos no grupo"

segunda-feira, 28 de abril de 2014

As Premonições de Natália Correia.







«A nossa entrada (na CEE) vai provocar gravíssimos retrocessos no país, a Europa não é solidária com ninguém, explorar-nos-á miseravelmente como grande agiota que nunca deixou de ser.

A sua vocação é ser colonialista.

A sua influência (dos retornados) na sociedade portuguesa não vai sentir-se apenas agora, embora seja imensa.

Vai dar-se sobretudo quando os seus filhos, hoje crianças, crescerem e tomarem o poder.

Essa será uma geração bem preparada e determinada, sobretudo muito realista devido ao trauma da descolonização, que não compreendeu nem aceitou, nem esqueceu.

Os genes de África estão nela para sempre, dando-lhe visões do país diferentes das nossas.

Mais largas mas menos profundas.

Isso levará os que desempenharem cargos de responsabilidade a cair na tentação de querer modificar-nos, por pulsões inconscientes de, sei lá, talvez vingança!

Portugal vai entrar num tempo de subcultura, de retrocesso cultural, como toda a Europa, todo o Ocidente.

Mais de oitenta por cento do que fazemos não serve para nada.

E ainda querem que trabalhemos mais.

Para quê?

Além disso, a produtividade hoje não depende já do esforço humano, mas da sofisticação tecnológica.

Os neoliberais vão tentar destruir os sistemas sociais existentes, sobretudo os dirigidos aos idosos.

Só me espanta que perante esta realidade ainda haja pessoas a pôr gente neste desgraçado mundo e votos neste "reaccionário centrão".

Há a cultura, a fé, o amor, a solidariedade.

Que será, porém, de Portugal quando deixar de ter dirigentes que acreditem nestes valores?

As primeiras décadas do próximo milénio serão terríveis.

Miséria, fome, corrupção, desemprego, violência, abater-se-ão aqui por muito tempo.

A Comunidade Europeia vai ser um logro.

O Serviço Nacional de Saúde, a maior conquista do 25 de Abril, e Estado Social e a independência nacional sofrerão gravíssimas rupturas.

Abandonados, os idosos vão definhar, morrer, por falta de assistência e de comida.

Espoliada, a classe média declinará, só haverá muito ricos e muito pobres.

A indiferença que se observa ante, por exemplo, o desmoronar das cidades e o incêndio das florestas é uma antecipação disso, de outras derrocadas a vir.»

Natália Correia