domingo, 1 de agosto de 2010


Domingo, Agosto 01, 2010

CLEPTOCRACIA:...Portugal é um paraíso para os criminosos

Sócrates imune à investigação

Na reunião de Haia, com as autoridades inglesas, foi recusada a possibilidade de a investigação visar o primeiro-ministro. Equipas mistas rejeitadas.

A reunião em Haia, na sede da Eurojust, em Fevereiro de 2009, marcou o rumo da investigação do caso Freeport. Várias fontes contactadas pelo CM garantem que nesse encontro ficou claro que a investigação ao licenciamento do ‘outlet’ de Alcochete não atingiria José Sócrates. Cândida Almeida, directora do DCIAP, ter-se-á mesmo indignado quando os ingleses sugeriram equipas mistas e mostraram interesse em investigar o actual primeiro-ministro português. A hipótese foi liminarmente recusada e o DCIAP manteve o rumo da investigação: determinar se houve subornos, mas sem que alguma vez se tentasse apurar se foram feitos efectivos pagamentos a membros do Governo.

Ainda segundo o CM apurou, na mesma reunião – realizada por proposta dos ingleses – foi igualmente equacionada a hipótese de as contas bancárias de José Sócrates serem alvo de análise. Mais uma vez, tal possibilidade foi liminarmente recusada.

Além de Lopes da Mota – então director da Eurojust – estiveram na mesma reunião Vítor Magalhães e Pais Faria, os procuradores do processo, bem como Moreira da Silva e Pedro do Carmo, directores adjuntos da PJ. Maria Alice, coordenadora superior, a quem a investigação estava entregue, acompanhou igualmente o encontro.

Depois disso, foram muitas as diligências efectuadas. Mas em nenhuma por alguma vez foi admitida a inquirição ou interrogatório de José Sócrates.

O último plano de diligências que consta no processo – elaborado pela responsável da PJ de Setúbal – é datado de Abril deste ano e enumera uma série de audições e pedido de informação bancária que ainda deve ser efectuada. Maria Alice, responsável da PJ, não incluiu Sócrates no rol de pessoas a ouvir – mas teve o cuidado de sugerir que as mesmas 'poderiam ser complementadas com diligências determinadas pelos magistrados'. Vítor Magalhães e Pais Faria emitiram um despacho onde diziam que 'concordavam integralmente' com o que havia sido sugerido.

Cândida Almeida esteve ontem incontactável. O gabinete da PGR disse ao CM que Pinto Monteiro nunca deu qualquer instrução no processo Freeport, nem na reunião de Haia, 'tendo a directora e os procuradores actuado com total autonomia'.

JUIZ PODIA TER PRORROGADO PRAZO DO SEGREDO DE JUSTIÇA

O prazo dado à investigação não tinha a ver com a realização de diligências mas sim com o levantamento do segredo de justiça, que terminava a 27 de Julho. No entanto, segundo o CM apurou, não foi pedida qualquer prorrogação do prazo ao juiz Carlos Alexandre, a quem o processo está distribuído. O magistrado poderia alargá-lo pelo menos por mais um mês – como, aliás, tem feito noutros processos do género.

A mesma posição foi anteontem defendida por Pinto Monteiro em comunicado. 'Nem a Directora do DCIAP, nem os magistrados titulares do processo requereram qualquer prorrogação de prazo ou invocaram a necessidade da realização de qualquer diligência', afirmou.

DESPACHO GERA DESENTENDIMENTO

A inclusão, no despacho final do caso Freeport, das perguntas que deveriam ser feitas a José Sócrates causou um diferendo de entendimento no DCIAP. Cândida Almeida não concordou com a inclusão das 27 perguntas, da responsabilidade de Pais Faria e Vítor Magalhães, e terá feito saber aos procuradores qual era a sua opinião. Face à aparente impossibilidade de chegarem a acordo e porque também não queria avocar o processo – o que a obrigaria a que fosse ela a elaborar o despacho final –, Cândida Almeida optou por deixar claro que caso as mesmas se realizassem o despacho não seria alterado. 'Das respostas eventualmente obtidas não resultariam alterações de fundo aos juízos indiciários, próprios desta fase, que subjazem ao despacho de arquivamento e de acusação deduzidos', lê-se também no mesmo documento.

Cândida Almeida deixou, no entanto, no ar a possibilidade de o processo ser reaberto. 'Foi levada a cabo uma cuidada e profunda análise da prova produzida e de diligências encetadas ainda sem resposta, por dependerem da cooperação internacional em matéria penal. Uma vez recebidas e caso determinem a alteração da decisão ora tomada, reabrir-se-á os autos', diz.

EQUIPA ESPECIAL DO DCIAP

O processo Freeport foi avocado pelo DCIAP em 2008 ao Tribunal do Montijo. Manteve-se a delegação de competências na PJ de Setúbal mas, há quase um ano, um despacho do procurador-geral da República determinava a criação de uma equipa especial. A mesma equipa, constituída por vários elementos da PJ, entre eles a responsável pelo departamento de Setúbal, foi trabalhar para a sede do DCIAP, na Alexandre Herculano. Trabalharam directamente sob as ordens dos procuradores, e foi com alguma surpresa que foi recebida a determinação de que deveria ser a PJ a elaborar o relatório final.

Fonte: CM

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 31 Julho 2010

Mas ninguém tira a Portugal a fama de ser um país de corruptos.

  • Comentário feito por:José Leitão
  • 31 Julho 2010

Tásse a vêr o resultado! Tásse, tásse!...Ilibabado, pois claro!

  • Comentário feito por:Maria Antonieta Santos
  • 31 Julho 2010

No one above the law, no one bellow the law! É bonito mas só em teoria.

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VARA RECEBEU 24.000€ NA CGD POR 9 DIAS DE TRABALHO

indiciado de alguns crimes graves, Vara continua a rir-se dos portugueses



No "Relatório sobre o Governo da Sociedade", referente a 2008 (publicado em Abril de 2009), a Caixa Geral de Depósitos refere que Armando António Martins Vara, vogal do Conselho de Administração, terminou o seu mandato em 09.01.2008 e que, por ter trabalhado 9 dias na CGD como vogal da Administração, teve direito a uma remuneração base de 23.736,95 € (à média de cerca de 2.637,44 € por dia), tendo por conseguinte recebido uma verba superior ao vencimento mensal a que teria direito (18.550,00 €) se tivesse trabalhado, em condições normais, todo o mês. Logo de seguida, a 16 de Janeiro de 2008, seguiu para a Administração do BCP, acompanhando Santos Ferreira e Vítor Lopes Fernandes, também administradores cessantes da CGD.


Já outros administradores bem conhecidos da praça portuguesa, e que cessaram o mandato igualmente na mesma data, receberam as módicas quantias (pelos mesmos 9 dias de trabalho) de: Carlos Jorge Ramalho Santos Ferreira (presidente, que recebeu 33.648,42€, à média de cerca de 37.38,71 € por dia), António Manuel Maldonado Gonelha (vice-presidente, com 28.601,14 €), José Joaquim Berberan Santos Ramalho (vogal, com 22.691,31 €), Vitor Manuel Lopes Fernandes (vogal, com 23.553,17 €) e Maria Celeste Ferreira Lopes Cardona (vogal, com 23.553,17 €).

Fonte: Mafia Portuguesa

AS MINORIAS DO SISTEMA

As minorias do sistema
Posted: 31 Jul 2010 06:56 AM PDT

Há mais de sete meses que as juntas de freguesia de Paredes não recebem, da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), o pagamento das refeições dos alunos do ensino pré-escolar. Há autarquias credoras de verbas a rondar os 70 mil euros, mas é nas mais pequenas que o atraso provoca mais transtorno. O melhor do mundo são as crianças e quando um sistema, um estado, um governo não olha pelas suas, significa que se abstiveram da maior das prioridades, velar por quem não se pode defender. O sistema elegeu as suas minorias e as crianças não fazem parte delas. São MINORIAS grandiosas… são pessoas em pequena quantidade que produzem uma repercussão maior do que a maioria da população. As minorias por eles beneficiadas são as elites, as oligarquias, os barões, os imigrantes, os homossexuais,as abortadeiras profissionais, as classes altas, etc. A minoria da população e neste particular as crianças, entretanto, são esquecidas
TERRAPORTUGUESA

sábado, 31 de julho de 2010

De: Leão Pelado

Data: 07/31/10 17:38:29

Para: Leão Pelado

Assunto: Porquê?

Porquê?

Uma história real contada por quem a viveu.

« Pedi o resgate do restante dinheiro que seriam 2450?) e o encerramento do PPR, e qual não é o meu espanto!.... a transferência para a conta á ordem foi de... €239. Pedi explicações e ninguém sabia responder.

Uma vez ali, fui recebida no hall de entrada, depois de passar por um detector de metais (eu pergunto? quem são os LADRÕES nesta história) …

… recebo resposta do IPS [Instituto Português de Seguros], que me dava total razão mas como mediador apenas podiam tentar resolver as coisas pela via do diálogo …

… eles (DECO) apenas funcionam como moderadores … Mais uma vez me aconselham a ir para tribunal.

… pelo valor em causa (€1300 que o TOTTA me ROUBOU) nenhum advogado quer pegar no assunto e como não tenho dinheiro (o TOTTA ficou-me lá com o resto) para fazer pagar esta injustiça não consigo pôr as coisas a funcionar.

Este é o País que temos meus amigos!

Contra os grandes como é que nos defendemos?

PASSEM POR FAVOR, ESTE EMAIL AO MAIOR NUMERO DE PESSOAS POSSIVEL, para que estes abusos não continuem!!

Hoje foi comigo! amanhã pode ser com vocês!

Vamos alertar as pessoas, para evitar que sejam enganadas e não comprar estes produtos a estes LADRÕES que têm cada vez mais lucros á nossa conta. »

O e-mail transcrito neste post anda a circular, mas ninguém soube explicar por que isto acontece sistematicamente em Portugal. Saiba exactamente por quê e que o que lá está pode realmente acontecer à quase totalidade da população. A insegurança geral neste sentido só poupa os mais afortunados.

Não veja apenas o texto integral do e-mail. Copie a sua transcrição e a explicação da causa no post e reenvie-o para que as pessoas saibam o que lhes pode acontecer e por quê. Tal como a autora do e-mail, quase ninguém conhece o que se está a passar neste campo e como as pessoas estão a ser literalmente massacradas, não só por uma justiça que não serve os seus desígnios, mas até na negação desse pouco, porque o modo como ele é prestado só assim pode ser interpretado.

Democracia Sem Igualdade Nem Direito à Justiça?

De: ALÔ PORTUGAL
Data: 07/31/10 16:37:14
Para: Undisclosed-Recipient:,

Assunto: GOVERNO REGIONAL DA MADEIRA




P R E S I D Ê N C I A DO GOVERNO REGIONAL DA MADEIRA

Despacho n.º 17/2010

Considerando que a Região Autónoma da Madeira não deve pactuar com aquilo a que se chama «euroesclerose», marcada por um ataque aos Valores que suportam a civilização europeia, consequência também das correntes auto-denominadas de «pós - modernismo» .
Considerando que não é possível, sob o ponto de vista da realidade cultural e da sua necessária pedagogia escolar, conceber a Europa e Portugal sem as bases fundamentais do Cristianismo .
Considerando que, por tal, a laicidade do Estado não é minimamente lesada pela presença de Crucifixos nas Escolas e, pelo contrário, incumbe ao Estado laico dar uma perspectiva correcta da génese civilizacional dos povos, bem como dos Valores que suportam o respectivo desenvolvimento cultural.
Considerando que os Crucifixos não representam em particular apenas a Igreja Católica, mas todos os Cultos fundados na mesma Raiz que moldou a civilização europeia.
Não há, assim, qualquer razão para a retirada dos mesmos Crucifixos das Escolas, pelo que determino a sua manutenção.
O presente Despacho vai para publicação no «Jornal Oficial» da Região Autónoma da Madeira e para execução pelo Senhor Secretário Regional de Educação e Cultura.
Funchal, 14 de Julho de 2010. www.aloportugal.org
O PRESIDENTE DO GOVERNO REGIONAL DA MADEIRA, Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim»
Miserável
A Comissão de Ética da Assembleia da República resolveu arquivar o caso do deputado Ricardo Rodrigues. Não admira. Ela espelha o que é a dimensão ética do deputado em apreço. Nem melhor, nem pior. A imagem da própria imagem. Ou seja, uma casa que nada faz para se prestigiar e tudo faz para se autoflagelar. O deputado, ao apropriar-se dos gravadores dos jornalistas que o entrevistavam para a revista ‘Sábado’, não tem justificação, nem viabilidade de ser explicada como ele a explicou por via do sofrimento insuportável que lhe estavam a provocar. Não há artifício jurídico que albergue o acto despudorado a que assistimos através do vídeo que circula na Internet. Uma vergonha para o Parlamento.
É certo que quem está na vida pública é sujeito aos mais desencontrados enxovalhos. Às perguntas mais disparatadas, às insinuações mais pérfidas. Acontece e os jornalistas não são anjos seráficos, apenas apostados no bem público. Como em todas as profissões, existem profissionais de excelência e tipos sem escrúpulos. Não são celestiais. São homens. Dito isto, é preciso também dizer que os deputados e outros titulares de cargos públicos não são deuses. Nasceram do mesmo barro que faz cada homem igual a outro homem no que respeita a direitos. Mas têm deveres acrescidos. Representam o Povo. Os eleitores. Não são (não deviam) ser profissionais da política mas profissionais que em dado momento da sua vida se desprenderam dos seus objectivos individuais para se entregarem à causa pública. A atitude do deputado Ricardo Rodrigues não é exemplo. É um acto caceteiro.
Principalmente a explicação que dá. Manhosa e insustentável. Um artifício pouco engenhoso mas original. Estou a ver os gatunos a entrarem na PSP ou na PJ a explicarem-se: Aconteceu-me o mesmo que ao senhor deputado. Vi a mala da senhora, que recordava a mala da minha falecida mãezinha, e dominado por um sofrimento horrível exerci a acção directa, senhor guarda. Nada de roubo, apenas a expiação do meu sofrimento por acção directa! A mala? Está apensa a um processo que movi contra a mulher que a levava! Uma entrevista não pode provocar sofrimento. Ninguém é obrigado a ser entrevistado. Nem os arguidos quanto mais cidadãos livres. Quem não quer responder, não responde, não aceita a entrevista ou, se aceitou, termina-a quando quiser. O resto é barbárie. E maior barbárie ser solidário com casos como este. Uma vergonha sem limites. Mas já nos vamos habituando a esta baixeza moral que degrada a democracia e as instituições públicas. Cada vez mais circo, cada vez menos sério. Uma tristeza. Francisco Moita Flores

"QUEM CABRITOS VENDE E CABRAS NÃO TEM...

DE ALGUM LADO LHE VEM!"
Num País que o Socialismo lançou na penúria, deixando-o num estado de putrefação democrática ( democrática apenas porque todos lhe sofrem os efeitos, até os xuxialistas, porque Deus quando dá o pão o faz para todos... só que o Sócrates esqueceu-se desse dado).
O senhor Gabriel Cipriano parece ter aprendido com o Ministro da Propaganda do Hitler, o senhor Goebels, e vai mantendo aquela tradição trazida dos tempos da inspiração soviética de dizer bem do chefe em todas as circunstâncias, mesmo que ele esteja à beira do precipício, prestes a caír na desgraça que sempre preconizou para os outros e que agora lhe bate à porta.
Também é herança do Leste, que os fundadores do Partido da Mãozinha fechada sito no palacete roubado/ ocupado quando do PREC , ali ao Rato - que melhor sítio? Ratazanas, ratos e ratinhos tudo em santa união, sobre a égide ontem de um anafado Mário Bochechas, hoje de um tenebroso "Toninho" Almeida Santos, divindade protectora dos Retornados e das liberdades dos Povos por ele enganados quando da Revolução dos Cravas - a flôr não tem culpa de ser usada indevidamente -, e de um Secretário Geral esperto, ardiloso, bem falante, que aprendeu as técnicas da eloquência verbal no Salão do Reino das Testemunhas de Jeová, onde a mamã o levava para ele se fazer homenzinho.
Talvez a razão maior para que a mamã viesse a ser contemplada com a batelada que recebe de pensão de reforma.
Esta história do "Caso FREEPORT" tem muito que se lhe diga... e não acredito que os agora incriminados não façam chegar a quem de direito as provas de que o Zé Pinto de Sousa guardou no baú uma choruda maquia recebida como luvas e só a santa aliança de um Procurador Geral mancumunado com o Poder Político instalado, levou a que fosse o titular do des-Governo da República isento de sentar o rabinho imaculado no banco dos réus... que era onde devia estar desde há muito tempo.
Na realidade, O Zézinho do Freeport veio agora à liça, com aquele ar compungido que costuma mostrar nestes momentos, dizer que foi uma canalhice que lhe fizeram... mesmo que ninguém consiga acreditar estar ele inocente neste processo. A única forma de provar a sua inocência era submeter-se a julgamento em Tribunal... porque assim será julgado pelo Tribunal Popular... e o Povo poderá ser muito severo na sentença a ditar contra quem poderá até ser inocente.
Um dia haverá uma história que falará destes tempos, uma história que dirá até que ponto fomos injustos ou não na avaliação que um dia fizemos de um fulano que aproveitou a passagem pelo Governo de Portugal para enriquecer mais uns tantos amigos - é notório que num País em crise económica profunda, hajam aparecido novos ricos na lista, ao mesmo tempo que os Bancos e algumas empresas vão enchendo os bolsos à conta dos pobres... que cada vez estão mais pobres!
É nisso que os Gabrieis Ciprianos deste País ou de outro país qualquer devem pensar, meditando na sabedoria daquele alguém que dizia: "QUEM CABRITOS VENDE E CABRAS NÃO TEM... DE ALGUM LADO LHE VEM!"
Victor Elias - SINTRA

TALVEZ AINDA VAMOS A TEMPO

sábado, 31 de Julho de 2010
Segurança: tabu e demagogia - o caso francês .


Ferido pelo escândalo Woerth-Bettencourt, que explodiu em Junho deste 2010, o presidente Nicolas Sarkozy contra-ataca no seu terreno natural - e tabu... - da segurança, prometendo, em 29-7-21010, depois dos émeutes de Grenoble, em 29-7-2010, como se pode ler e ouvir na France Info:
• pena de prisão de 30 anos, incomprimível, para assassinos de polícias
• imposição de penas mínimas para crimes violentos (em contradição com a tradição do direito francês de deixar o quantum da pena ao critério do juiz)
• obrigação de pulseiras electrónicas para os criminosos reincidentes, após o cumprimento da pena (!)
• retirada da nacionalidade francesa a certos condenados, nomeadamente contra quem atente contra a vida de polícias e agentes de autoridade do Estado
• não atribuição automática da nacionalidade francesa aos delinquentes menores quando atinjam a maioridade
• expulsão dos estrangeiros clandestinos
• proibição e desmantelamento de acampamentos clandestinos dos ciganos
• guerra nacional contra os traficantes de droga
Como noutras longitudes, o escândalo político leva os governantes à tomada de medidas ditas musculadas que lhes garantem maior apoio popular. Em França, onde o pendor racista é mais enviesado, o conflito bélico entre grupos de delinquentes que usam a violência para atemorizar os cidadãos e reinar nas comunidades e a polícia está num nível insustentável. A situação da delinquência provoca o ódio ao emigrante e desencadeia a expulsão dos clandestinos e «sans logement», como em La Courneuve, numa política que, importa lembrar, tem um dos seu pontos mais altos (ou mais baixos...) nos charters gratuitos da Cresson, em 1991 - e até o mea culpa, em 1996, do ícone internacional da esquerda utópica, Michel Rocard, o pai do rendimento mínimo, de que «a França não pode acolher toda a miséria do mundo» - , depois da liberalização do seu amigo Mitterrand, desde 1981, continuada na «fête» de 1988, em contraste com o fecho das fronteiras de Giscard-Chirac em 1974.

Em Portugal, se não se atalha esta estrada de Damasco da violência com uma política séria e eficaz - de integração laboral e social e de repressão da delinquência - em vez da demagogia e do desprezo social (igualmente racista), a situação da segurança das comunidades continuará a degradar-se até ao nível do racismo e da desintegração social. No segundo vector, importa defender que é inaceitável existir desigualdade de direitos e deveres penais perante a lei, com pessoas e segmentos imunes à lei. No primeiro vector, ainda mais importante, a prestação social do rendimento social de inserção deve ter, à parte os casos de doença ou incapacidade, como contrapartida o trabalho social. Reafirmo que, em minha opinião, não há integração social sem integração económica e não há verdadeira integração económica sem integração laboral.


* Imagem picada daqui.
Publicado por António Balbino Caldeira em 7/31/2010 01:36:00 AM

sexta-feira, 30 de julho de 2010

De: ALÔ PORTUGAL

Data: 07/29/10 22:17:34

Para: Undisclosed-Recipient:,

Assunto: Grande cambada

Grande Cambada

Olá . Boa noite

É incrível como certas pessoas crêem tanto e fanaticamente parecem estar dispostos a meter a cabeça no cepo na defesa de certas causas e pessoas . É o caso do Gabriel Cipriano .

Como é possível ele estar tão longe e ter tanta certeza na inocência do outro? Se estava inocente então porque não se disponibilizou a que lhe fosse levantada a imunidade parlamentar e ele mesmo meter-se nas mãos dos investigadores ? Como é possível tanto tempo de investigação mais de cinco anos e hoje mesmo os procuradores encarregados do caso virem dizer que o P.M. só não foi questionado com 27 perguntas por falta de tempo . Então isto não é a gozar connosco? Sabendo disto e muito mais não é de o zé povo desconfiar e ficar a pensar que afinal são todos uma grande cambada ?

Boa noite . Carmindo Pinto de Carvalho, Suíça



quarta-feira, 28 de julho de 2010

www.TERRAPORTUGUESA.net


ECONOMIA | Maremoto ao estilo “Lehman-Brothers” atingiu Portugal

Posted: 28 Jul 2010 04:19 AM PDT

A crise da divida grega espalhou-se, afectando a Espanha e Portugal, numa perigosa escalada e funciona como um teste aos mercados globais, no qual se verá se a Europa está disposta a fortalecer a União Monetária ou se tudo não passa de meras palavras. Julian Callow, do Barclays Capital, disse que a UE pode precisar de invocar os poderes conferidos pelo Artigo 122 do Tratado e aprovar um plano de resgate financeiro para a Grécia a fim de evitar que a crise se propague: "Se esta não for contida, pode espalhar-se como um «Lehman' tsunami”. Naquilo que nos diz respeito, desde que entrámos para o Euro, ficámos mais pobres!

E isso explica-se de forma simples, sem a necessidade do recurso a termos técnicos: continuámos a receber os ordenados no mesmo valor nominal do Escudo - só que convertido para o Euro -, mas ao invés, começámos a pagar tudo efectivamente em Euros. Assim, a generalidade dos bens de consumo viram os preços aumentar de

80% a 100% em relação ao que custavam em Escudos,

EUA E COREIA DO SUL EM EXERCÍCIOS MILITARES CONTRA A COREIA DO NORTE
porta-aviões George Washington, viaja da Coreia do Sul para o mar do Japão para treinos


A Coreia do Sul e os Estados Unidos concluem hoje uma série de manobras militares conjuntas no Mar do Japão, estando prevista a sua realização uma vez por mês até ao final do ano. O exercício "Espírito Invencível" pretende enviar uma mensagem clara à Coreia do Norte, que ameaçou recorrer à retaliação nuclear, de que o seu comportamento agressivo deve terminar. O Mar do Japão está hoje, pelo quarto dia consecutivo, ocupada por navios, submarinos e helicópteros dos Estados Unidos e da Coreia do Sul cujas operações, estão focadas na simulação de ataques contra submarinos inimigos. A Coreia do Norte acusou os EUA e a Coreia do Sul de estarem a ameaçar a paz mundial e de não cumprirem uma declaração aprovada pela ONU, ao aplicarem novas sanções. Será este exercício uma espécie de Pearl Harbour, uma provocação norte-americana para despoletar uma guerra contra o armamento nuclear da Coreia do Norte?

PRIMEIRO MINISTRO HUNGARO DIZ

PRIMEIRO-MINISTRO HÚNGARO NÃO IMPLEMENTARÁ MAIS PEC'S

Primeiro-ministro húngaro diz "basta" à austeridade de Angela Merkel

A Standard & Poor"s anunciou que poderá cortar o rating da Hungria para "lixo", após o rompimento das conversações com o Fundo Monetário Internacional e a União Europeia, há cerca de uma semana, pelo Primeiro-ministro que se recusa a aplicar ao seu país mais medidas de austeridade. A firma Moody"s poderá seguir-se-lhe e baixar a sua notação actual. A Hungria poderá enfrentar custos de financiamento mais altos e voláteis, os quais poderão ter um peso acrescido nos balanços do sector financeiro, nas finanças públicas e no crescimento económico. A descida do rating pelas agências financeiras acarretará, só por si, uma subida dos custos dos empréstimos externos num período em que a Hungria tenta recuperar a confiança dos investidores, depois de os responsáveis do partido no poder terem comparado, em Junho passado, a situação do país com a da Grécia. Afinal comprova-se uma vez mais que são os EUA a quererem mandar na economia europeia agora pressionando os governos directamente através das agências de rating, as quais estão maioritariamente infiltradas por elementos da NWO e CIA, que tentam a qualquer preço salvar a economia norte-americana.

O SEGURO MORREU DE VELHO

POLITICOS EM PORTUGAL

Política e políticos em Portugal

Aos políticos de hoje

todos devemossaudar...!

Não querem deixar o tacho

voltam-se a candidatar!

Desde o governo à oposição

não há nada para escolher

desde o 25 de abril

tem sido um verbo de encher

Na Assembleia da república

fazem-se leis vergonhosas.

Insultam-se uns aos outros

e no fim tudo são rosas

Falando de segurança

é notícia de hora a hora,

os assaltos são constantes

e o juíz manda os assaltantes embora!

Mas que justiça nós temos

de proteger o ladrão?

Os políticos têm guarda-costas

e quem protege o cidadão?

Meu querido Portugal

País outrora honroso!

entrou a democracia

passas-te a ser um país vergonhoso

Ai Salazar, Salazar

se voltasses a viver, não ias acreditar!

São os impostos a surgir

e a corrupção a aumentar!

Salazar distinto nome

de quem gostamos de honrar!

Dos políticos de hoje

nem deles quero ouvir falar!

Salazar, Salazar, saudoso nome

dos tempos de antigamente!

Da educação à economia

estavas sempre presente!

Na segurança de outrora

Salazar estavas atento

tranquilizavas o povo

hoje, morre-se a qualquer momento!

Aos Portugueses alerto

o estado desta Nação

mas como todos são espertos

fazem-no na abstenção!

Muitos trabalham a sério

outros nem nisso pensar

pois com tantos subsídios

não é preciso trabalhar!

As reformas dos mais pobtres

mal dão para conseguir viver!

Os subsídios do rendimento mínimo

servem para muitos nada fazer

As dos políticos coitados

são feitas de qualquer maneira

com poucos anos de desconto

servem-lhes para a vida inteira!

Está muita gente mandando

nos Homens de inteligência

que fico quase pensando

que ser burro é que é ciência!

Poema da autoria da Sr.ª Maria Fernanda (de Aveiro), lido durante a cerimónia de deposição de homenagem ao Estadista, Dr. Oliveira Salazar, no cemitério do Vimieiro, em 24-7-10.

M. Lima